Fall
2 Capítulo 2
Capitulo dois.
Trabalho, trabalho e mais trabalho. Era esse o meu passatempo "preferido" para passar este logo e torturoso periodo sem um Percy chato e impertinente pra ficar me atazanando vinte e cinco horas por dia.
"Ah, o dia foi bom, fiz um estudo profundo sobre as propriedades do petróleo e ganhei um 'Parabéns Jackson' do meu mestre"
"Conheci um povo por aqui, tem bastante garotas bonitas! Claro que se estivesse aqui, você seria uma delas, mas como não esta, que a diversão comece"
"Não tenho tido muito tempo para te escrever, sinto muito"
"Conheci uma garota que acho que gostaria de conhecer"
"Ainda estou vivo!"
"Saudades"
E estas foram os últimos e-mails do meu querido melhor amigo. "Oi Annie, como você está?" "Não te esqueci, espero que não tenho me esquecido também". Sabe Percy, garotas gostam de acordar e ver esse tipo de mensagem.
E o pior de tudo é que eu não consigo passar um misero dia sem pensar no traste do meu melhor amigo.
No começo os e-mails eram tão grandes que precisariam de um livro pra cada, mas foram diminuindo e hoje são uma única frase.
Nossa, consideração nós vemos por aqui heim.
Passaram- se três meses e tava na hora desse maldito curso acabar, e mesmo assim não sabia quando ele voltaria.
- Ah, eu estive pensando, e se colocássemos um armário embutido aqui e uma luminária que...
-... Desculpe, srta. Chase, telefone para você- avisou a secretaria, interrompendo a minha cliente mais tagarela e chata dos últimos tempos.
Depois de olhar com um -falso- pesar para ela murmrando um "desculpe, deve ser realmente importante", me dirigi para a mesinha com o telefone.
- Alô?
- Meu Deus, Annie!
Meu coração deu um pulo, meu estomago se revirou, comecei a suar mais que o normal e tive que me apoiar na mesa de tanto que minhas pernas tremiam.
- P-Percy?
- Annie! Não posso acreditar, que saudades! Espero não estar interrompendo nada!
E a minha cliente? Ah, deixa.
- Não. Claro que não.
- Que bom, tenho uma coisa para te contar!
- Fale, sou toda ouvidos.
- Eu estou...
E algo dentro de mim girou 180 graus, me alertando que, seja lá o que for a continuação deste "eu estou", não me agradaria.
-... Putz Percy- o interrompi-, não posso falar agora, estou com... visitas.
Um pequeno silencio ficou entre nós.
- Tem alguma coisa que você queira me contar Annie? Quem é essa visita? Você parece... estranha.
- Eu acho que... Não!- exclamei assim que entendi o que Percy queria dizer com "visita". Tudo o que eu queria era que ele achasse que eu tenho um namorado.
- Sei que tem algo acontecendo, de qualquer maneira, tenho novidades. Mas espero até amanhã para contá-las.
- Opa! Como assim Perseu Jackson? Se tem alguem com coisas para contar, esse alguem é você.
- Estou voltando loira, amanhã na verdade.
Dito isso ele desligou e eu fiquei ali que em boba imaginando ele voltando pra mim. Quero dizer, pra Nova York.
Coloquei o telefone o gancho e me voltei para a minha mesa.
- Onde paramos?- continuou a velha- Ah, pensei em colocar um...
E o que ele queria dizer aquela hora? Não sei explicar, eu me senti estranha aquela hora, como se tivesse um "PI PI PI, FOGE, FOGE, FOGE" dentro de mim gritando. Bom, e ele tamben comentou que tinha novidades. Ele me conhece, sabe o quanto eu ficaria curiosa. E acertou.
- C-como?- exclamou Luke, o garoto que trabalhava comigo, que eu conheci aos sete anos -durante uma vã tentativa de fugir da escola-, que Percy conhecia e que já avia decepcionado nós dois, e muito.
Tá, se você esta achando que só estou fazendo isso porque estou incrivelmente só, sem amigos e carente, ponto pra você.
Luke me procurou a alguns -dois pra ser exata- meses atras me pedindo desculpas. Eu já tive uma queda por ele -na verdade, duraram uns cinco anos, e queda não é a palavra certa, é preferivel "abismo" ou "precipicio"- assim que o conheci. E apesar de tudo, não fiquei chatada com ele, apenas no inicio, mas depois vi que ele realmente estava arrependido.
E nesses tempos difíceis, ele me tem feito compania.
E o resultado disso veremos amanhã, quado Percy chegar.
Não, não fiz isso para fazer ciumes no Cabeça de Alga.
Talvez.
- Ele está voltando e antes de tudo, ta na hora de eu dizer a verdade a ele- disse decidida.
- Que você o ama? Tava na hora.
- Mas, e se ele...
-... Se ele o que Annabeth? Pare com isso garota, você sabe se ele te ama também? Não, pergunte e saberá.
- E se ele disser que não?
Ele revirou os olhos.
- Se joga garota!
Um detalhe, Luke é gay. Não tem historia, ele é e ponto, só de olhar você percebe, apesar de que ele não fala sobre isso.
Eu ri nervosa.
- Certo, vou no aeroporto para busca-lo amanhã de manhã, depois pretendo leva-lo ao Madison, o café, e contar lá.
- Você quer que eu... fique por perto?
Me joguei na cadeira aliviada.
- Amém alguém que me entende!- exclamei com as mãos ao céu- Claro, se algo der errado, você vai estar lá.
Ele acenou em concordância.
Luke se curvou sobre a mesa do escritorio, amassando papeis e ficou bem perto de mim.
- Agora, minha cara Annabeth, você tem um sério caso a tratar- disse ele bem sério- Suas roupas.
- Ah não Luke, jura?!
Eu me arrastei entre o povo que se acumulava na frente da área de desembarque e fiquei olhando a porta apreensiva.
Pra começar, Percy me deu o numero errado do voo ontem a noite, quando me passou os dados pelo Facebook e como sou uma boa amiga, estou aqui desde as seis da manhã esperando um voo que chega agora, as dez.
A porta se abriu e inúmeras pessoas saíram, umas com cara de ser alemães e uns tão "nova iorquinos" que eu podia apostar, como um certo moreno que saiu todo desajeitado com a mala nas mãos.
Dei um pulo para ver se ele me via ali-ser baixinha não é algo que me orgulhe, okay?
Seus olhos percorreram toda a extensão do aeroporto até finalmente me ver.
Ele sorriu -e que sorriso- e veio correndo até o meu encontro.
- Credo, tava difícil de me ver heim?!- disse debochada.
- Desculpe, é que eu imaginei que você tivesse crescido um pouco mais, por isso te procurei entre os altos- disse ele me abraçando.
Na verdade -a mais pura de todas- eu queria que este momento não acabasse.
- Senti taaanto a falta de alguém pra me ajudar com os cálculos.
- Ah, legal Percy, me lembrarei disso quando me chamar de baixinha de novo.
Ele riu e saímos do meio da multidão.
- O que você acha de irmos na Madison?- perguntei- Precisamos botar o papo em dia.
O caminho de carro foi como sempre, Percy tentando me ensinar a dirigir de novo.
Pedimos o de sempre e nos sentamos na mesma mesa de sempre.
Dei uma olhada no lugar que parecia meio cheio e quando olhei para a cabine de telefone ao lado, encontrei Luke nos observando.
- Diga loirinha, o que você queria me contar?- disse Percy tomando seu milk-sake azul.
- Certo... Percy eu... er, eu quero te dizer que eu estou...
Ele continuou tomando a bebida azul quando seu celular tremeu em cima da mesa.
Ha, salva por uma mensagem.
Ele leu inexprecivo e depois olhou para mim acenando a mão direita como forma de... AH MEU DEUS, QUE ANEL É ESSE?!
Me curvei na mesa esquecendo do que eu ia falar e segurei a sua mão.
- Perseu Jackson, o que é isso?
Ele deu um sorrisinho de lado.
Notei o meu nervosismo e tomei mais um gole do meu cappuccino procurando Luke disfarçadamente que ao contrario de mim, estava se mexendo loucamente para ver o anel prata na mão de Percy.
- Vou me casar Annie.
Me engasguei com o meu cappuccino com lascas de chocolate e canela e o encarei perplexa.
- Oi? O que você disse, Percy? Não brinque com isso.
Ele deu uma risadinha e se apoiou na mesa ficando próximo de mim.
- Eu... vou... me... casar, e quero você como dama de honra- disse ele bem devagar como se eu fosse uma criança com dificuldade.
Engoli meu cappuccino forçadamente e me joguei na cadeira vendo todos os momentos que eu passei com Percy, momentos felizes da época que ele era solteiro, sem noivas, como quando a pessoa morre e pode ver a vida passando pelos olhos.
Espere ele não pode se casar! Ele é meu! Okay, como melhor amiga deveria estar feliz, mas isso está errado, muito errado. Não posso perder Percy para uma mulher que ele conheceu a menos de dois meses.
Se bem que tudo de estranho tem que acontecer na minha vida.
- Mas... você não... isso não... Ah Percy!
Ele deu uma risada baixa.
- Conheci ela na Alemanha mesmo, eu te disse sobre ela num dos meus e-mails- Tentei vasculhar a minha mente para me lembrar desse tal e-mail- Ela é incrível Annie, além de linda faz coisas maravilhosas!
Como latir?, pensei.
- E... Como foi?- perguntei a contragosto.
Luke tirou uma barra de chocolate do bolso e começou a come- la enquanto nos observava.
- Depois te conto da minha historia com ela- História?! Eles se conheceram a menos de três meses e já tem uma história, e nós que fazemos dez anos de amizade não?!- Mas termine de contar o que você ia falar.
Olhei para Luke que me observava enquanto se lambuzava de chocolate.
- Também estou noiva na verdade.
Tanto Percy quanto Luke começaram a tossir fervorosamente. Percy derrubou seu milk-sake na blusa após uma vaga tentativa de parar de tossir e Luke se endireitava para começar a rir de Percy.
- Como Annabeth?- exclamou Percy morrendo de raiva.
- Na verdade, ele está bem ali- Apontei para a cabine telefônica-, você até o conhece. Luke, meu amor, venha aqui
Capitulo dois.
Trabalho, trabalho e mais trabalho. Era esse o meu passatempo "preferido" para passar este logo e torturoso periodo sem um Percy chato e impertinente pra ficar me atazanando vinte e cinco horas por dia.
"Ah, o dia foi bom, fiz um estudo profundo sobre as propriedades do petróleo e ganhei um 'Parabéns Jackson' do meu mestre"
"Conheci um povo por aqui, tem bastante garotas bonitas! Claro que se estivesse aqui, você seria uma delas, mas como não esta, que a diversão comece"
"Não tenho tido muito tempo para te escrever, sinto muito"
"Conheci uma garota que acho que gostaria de conhecer"
"Ainda estou vivo!"
"Saudades"
E estas foram os últimos e-mails do meu querido melhor amigo. "Oi Annie, como você está?" "Não te esqueci, espero que não tenho me esquecido também". Sabe Percy, garotas gostam de acordar e ver esse tipo de mensagem.
E o pior de tudo é que eu não consigo passar um misero dia sem pensar no traste do meu melhor amigo.
No começo os e-mails eram tão grandes que precisariam de um livro pra cada, mas foram diminuindo e hoje são uma única frase.
Nossa, consideração nós vemos por aqui heim.
Passaram- se três meses e tava na hora desse maldito curso acabar, e mesmo assim não sabia quando ele voltaria.
- Ah, eu estive pensando, e se colocássemos um armário embutido aqui e uma luminária que...
-... Desculpe, srta. Chase, telefone para você- avisou a secretaria, interrompendo a minha cliente mais tagarela e chata dos últimos tempos.
Depois de olhar com um -falso- pesar para ela murmrando um "desculpe, deve ser realmente importante", me dirigi para a mesinha com o telefone.
- Alô?
- Meu Deus, Annie!
Meu coração deu um pulo, meu estomago se revirou, comecei a suar mais que o normal e tive que me apoiar na mesa de tanto que minhas pernas tremiam.
- P-Percy?
- Annie! Não posso acreditar, que saudades! Espero não estar interrompendo nada!
E a minha cliente? Ah, deixa.
- Não. Claro que não.
- Que bom, tenho uma coisa para te contar!
- Fale, sou toda ouvidos.
- Eu estou...
E algo dentro de mim girou 180 graus, me alertando que, seja lá o que for a continuação deste "eu estou", não me agradaria.
-... Putz Percy- o interrompi-, não posso falar agora, estou com... visitas.
Um pequeno silencio ficou entre nós.
- Tem alguma coisa que você queira me contar Annie? Quem é essa visita? Você parece... estranha.
- Eu acho que... Não!- exclamei assim que entendi o que Percy queria dizer com "visita". Tudo o que eu queria era que ele achasse que eu tenho um namorado.
- Sei que tem algo acontecendo, de qualquer maneira, tenho novidades. Mas espero até amanhã para contá-las.
- Opa! Como assim Perseu Jackson? Se tem alguem com coisas para contar, esse alguem é você.
- Estou voltando loira, amanhã na verdade.
Dito isso ele desligou e eu fiquei ali que em boba imaginando ele voltando pra mim. Quero dizer, pra Nova York.
Coloquei o telefone o gancho e me voltei para a minha mesa.
- Onde paramos?- continuou a velha- Ah, pensei em colocar um...
E o que ele queria dizer aquela hora? Não sei explicar, eu me senti estranha aquela hora, como se tivesse um "PI PI PI, FOGE, FOGE, FOGE" dentro de mim gritando. Bom, e ele tamben comentou que tinha novidades. Ele me conhece, sabe o quanto eu ficaria curiosa. E acertou.
- C-como?- exclamou Luke, o garoto que trabalhava comigo, que eu conheci aos sete anos -durante uma vã tentativa de fugir da escola-, que Percy conhecia e que já avia decepcionado nós dois, e muito.
Tá, se você esta achando que só estou fazendo isso porque estou incrivelmente só, sem amigos e carente, ponto pra você.
Luke me procurou a alguns -dois pra ser exata- meses atras me pedindo desculpas. Eu já tive uma queda por ele -na verdade, duraram uns cinco anos, e queda não é a palavra certa, é preferivel "abismo" ou "precipicio"- assim que o conheci. E apesar de tudo, não fiquei chatada com ele, apenas no inicio, mas depois vi que ele realmente estava arrependido.
E nesses tempos difíceis, ele me tem feito compania.
E o resultado disso veremos amanhã, quado Percy chegar.
Não, não fiz isso para fazer ciumes no Cabeça de Alga.
Talvez.
- Ele está voltando e antes de tudo, ta na hora de eu dizer a verdade a ele- disse decidida.
- Que você o ama? Tava na hora.
- Mas, e se ele...
-... Se ele o que Annabeth? Pare com isso garota, você sabe se ele te ama também? Não, pergunte e saberá.
- E se ele disser que não?
Ele revirou os olhos.
- Se joga garota!
Um detalhe, Luke é gay. Não tem historia, ele é e ponto, só de olhar você percebe, apesar de que ele não fala sobre isso.
Eu ri nervosa.
- Certo, vou no aeroporto para busca-lo amanhã de manhã, depois pretendo leva-lo ao Madison, o café, e contar lá.
- Você quer que eu... fique por perto?
Me joguei na cadeira aliviada.
- Amém alguém que me entende!- exclamei com as mãos ao céu- Claro, se algo der errado, você vai estar lá.
Ele acenou em concordância.
Luke se curvou sobre a mesa do escritorio, amassando papeis e ficou bem perto de mim.
- Agora, minha cara Annabeth, você tem um sério caso a tratar- disse ele bem sério- Suas roupas.
- Ah não Luke, jura?!
Eu me arrastei entre o povo que se acumulava na frente da área de desembarque e fiquei olhando a porta apreensiva.
Pra começar, Percy me deu o numero errado do voo ontem a noite, quando me passou os dados pelo Facebook e como sou uma boa amiga, estou aqui desde as seis da manhã esperando um voo que chega agora, as dez.
A porta se abriu e inúmeras pessoas saíram, umas com cara de ser alemães e uns tão "nova iorquinos" que eu podia apostar, como um certo moreno que saiu todo desajeitado com a mala nas mãos.
Dei um pulo para ver se ele me via ali-ser baixinha não é algo que me orgulhe, okay?
Seus olhos percorreram toda a extensão do aeroporto até finalmente me ver.
Ele sorriu -e que sorriso- e veio correndo até o meu encontro.
- Credo, tava difícil de me ver heim?!- disse debochada.
- Desculpe, é que eu imaginei que você tivesse crescido um pouco mais, por isso te procurei entre os altos- disse ele me abraçando.
Na verdade -a mais pura de todas- eu queria que este momento não acabasse.
- Senti taaanto a falta de alguém pra me ajudar com os cálculos.
- Ah, legal Percy, me lembrarei disso quando me chamar de baixinha de novo.
Ele riu e saímos do meio da multidão.
- O que você acha de irmos na Madison?- perguntei- Precisamos botar o papo em dia.
O caminho de carro foi como sempre, Percy tentando me ensinar a dirigir de novo.
Pedimos o de sempre e nos sentamos na mesma mesa de sempre.
Dei uma olhada no lugar que parecia meio cheio e quando olhei para a cabine de telefone ao lado, encontrei Luke nos observando.
- Diga loirinha, o que você queria me contar?- disse Percy tomando seu milk-sake azul.
- Certo... Percy eu... er, eu quero te dizer que eu estou...
Ele continuou tomando a bebida azul quando seu celular tremeu em cima da mesa.
Ha, salva por uma mensagem.
Ele leu inexprecivo e depois olhou para mim acenando a mão direita como forma de... AH MEU DEUS, QUE ANEL É ESSE?!
Me curvei na mesa esquecendo do que eu ia falar e segurei a sua mão.
- Perseu Jackson, o que é isso?
Ele deu um sorrisinho de lado.
Notei o meu nervosismo e tomei mais um gole do meu cappuccino procurando Luke disfarçadamente que ao contrario de mim, estava se mexendo loucamente para ver o anel prata na mão de Percy.
- Vou me casar Annie.
Me engasguei com o meu cappuccino com lascas de chocolate e canela e o encarei perplexa.
- Oi? O que você disse, Percy? Não brinque com isso.
Ele deu uma risadinha e se apoiou na mesa ficando próximo de mim.
- Eu... vou... me... casar, e quero você como dama de honra- disse ele bem devagar como se eu fosse uma criança com dificuldade.
Engoli meu cappuccino forçadamente e me joguei na cadeira vendo todos os momentos que eu passei com Percy, momentos felizes da época que ele era solteiro, sem noivas, como quando a pessoa morre e pode ver a vida passando pelos olhos.
Espere ele não pode se casar! Ele é meu! Okay, como melhor amiga deveria estar feliz, mas isso está errado, muito errado. Não posso perder Percy para uma mulher que ele conheceu a menos de dois meses.
Se bem que tudo de estranho tem que acontecer na minha vida.
- Mas... você não... isso não... Ah Percy!
Ele deu uma risada baixa.
- Conheci ela na Alemanha mesmo, eu te disse sobre ela num dos meus e-mails- Tentei vasculhar a minha mente para me lembrar desse tal e-mail- Ela é incrível Annie, além de linda faz coisas maravilhosas!
Como latir?, pensei.
- E... Como foi?- perguntei a contragosto.
Luke tirou uma barra de chocolate do bolso e começou a come- la enquanto nos observava.
- Depois te conto da minha historia com ela- História?! Eles se conheceram a menos de três meses e já tem uma história, e nós que fazemos dez anos de amizade não?!- Mas termine de contar o que você ia falar.
Olhei para Luke que me observava enquanto se lambuzava de chocolate.
- Também estou noiva na verdade.
Tanto Percy quanto Luke começaram a tossir fervorosamente. Percy derrubou seu milk-sake na blusa após uma vaga tentativa de parar de tossir e Luke se endireitava para começar a rir de Percy.
- Como Annabeth?- exclamou Percy morrendo de raiva.
- Na verdade, ele está bem ali- Apontei para a cabine telefônica-, você até o conhece. Luke, meu amor, venha aqui
Notas finais
E ai o que acharam? Não posso dar spoiler, mas garanto que a Annie só conseguiu ganhar mais rolo com essa historia.
Estou escrevendo o proximo capitulo, então talvez, talvez, eu poste se eu conseguir corrigi-lo e termina-lo, ainda hj.
Reviews? Vamos lá, me deixem feliz e inspirada.
**obrigado as lindas que me deixaram os reviews no ultimo capitulo!
Bom dia (aqui ainda ta cedo) seus liamdooos.
Bjinhos, Loo
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