Fall
20 Rape
Notas iniciais
~Tsuki
Luffy's Pov
Eu quis gritar, mas tudo que saia da minha boca não produzia som algum, me senti triste e atordoado, eu não era capaz de fazer alguma coisa, eu era um fantasma inútil e que deixou a minha mãe biológica se sacrificar por mim.
Quando as cenas pararam de passar sobre os meus olhos, eu vi tudo retornar a ficar branco e os dedos gélidos de Trafalgar saiu da minha testa. Quando ele desfez o contato, me senti extremamente mal, ofegante, e completamente exausto, estava sendo um dia extremamente longo e confuso. Em um dia, todos os meus amigos e a pessoa que eu estava apaixonado morreram, alguns diante dos meus olhos.
– Bem, foi bem interessante o selo ter sido colocado em você Luffy-kun — Começou o homem de casaco rosa me rodeando e com o olhar fixo em mim — Com isso, você foi capaz de se tornar um vampiro, se você não tivesse esse selo, seria impossível se tornar uma outra criatura, e isso criou uma exceção, fazendo você capaz de circular pelo Makai, mesmo sendo um arcanjo, fufufufu.
Abri a boca a fim de começar a discutir com o homem sádico, mas eu não tinha mais forças para fazer nada, o que eu queria era voltar para casa, para a minha cama e ficar chorando pelo resto da noite, sozinho, mais uma vez.
–Agora, eu vou quebrar esse selo! — Exclamou Lúcifer enquanto levantava o braço direito, apontando em minha direção.
Vi na ponta de seu dedo indicador sair uma pequena nuvem vermelha, mas era esquisito, nada estava acontecendo, eu não sentia nada, por enquanto. Após eu ouvir ele recitar algumas palavras onde eu não entendia, provavelmente na mesma língua que Law havia falado a pouco tempo quando foi abrir os portões, senti o meu corpo se corroer de dor. Não aguentei, caí de joelhos no chão e comecei a gritar involuntariamente, enquanto de fundo eu podia ouvi a rizada do loiro, provavelmente se divertindo com o meu sofrimento.
Minhas costas doíam como nunca, pude sentir a minha carne e minha pele rasgando, causando uma explosão de dor na região. Quando finalmente a dor cessou na região, pelo menos um pouco, virei a cabeça para trás, a fim de observar o estrago.
No início eu não podia acreditar, era como se meus olhos estivessem pregando uma peça em mim, mas o que eu estava visualizando com certeza era real. Um par de asas brancas e majestosas estavam nas minhas costas. Eram grandes, grandes até demais, ambas eram branquíssimas e com penas reluzentes. Quando a luz batia nelas, cores do arco-íris podiam ser vistar serem formadas sobre a camada de penas. Nunca em toda a minha existência eu havia apreciado asas tão bonitas, a única coisa que a estragava era que possuíam uma grande quantidade de sengue espalhada sobre a massa de penas.
–Olha Luffy-kun, suas asas são tão belas. E você deve ter sentido muita dor, elas estavam escondidas entre a sua carne, e quando finalmente se libertou causou um pequeno estrago, mas nada de muito grave — Pude sentir mãos quentes passando pelas minhas asas recém-nascidas. Quando Lúcifer as tocou, senti um pouco de dor, pois a área ainda estava sensível, mas ele não fez nada, somente as acariciou um pouco e voltou a se afastar, por um momento eu pude jurar que ele iria arranca-las de minhas costas, a fim de me causar mais dor — Law-kun, leve esse garoto para cela.
–E-ESPERE! SEU MONSTRO, O QUE VOCÊ QUER COMIGO — Gritei enquanto eu tentava sair dos domínios de Trafalgar, que acabara de me agarrar.
–Como eu já falei Luffy-kun, um arcanjo é um ser muito poderoso, se por algum acaso um arcanjo se tornar um demônio, sua força é multiplicada inúmeras vezes e ele será capaz de se tornar uma arma assassina e sem sentimentos.
–E-e o que isso quer dizer? — Indaguei, mesmo sabendo qual seria a resposta.
–Eu quero, digo, eu VOU transforma-lo em um demônio sanguinário Luffy-kun, que somente obedecerá as minhas ordens, mas o processo de transformação é um pouco demorado, mas podemos acelerá-lo — Disse o maior ajeitando os seus óculos de sol.
–Como você fará isso Lúcifer-ya?
–Simples, já ouviu dizer que quando um vampiro toma muito sangue de demônio, ele é capaz de se tornar um demônio completo?
–Isso quer dizer que...
–Isso mesmo Law-kun — Interrompeu — Esse garoto todos os dias beberá uma dose certa de sangue demoníaco, e em cerca de uma semana ele se tornará uma máquina de matar, fufufufu.
–Não, p-por favor não — Comecei a me agitar mais ainda, tentando me libertar das mãos grandes de Law que seguravam os meus braços com força — E-eu não vou me tornar um de vocês! Me deixa ir!
–Tsc, Tsc, Tsc — Sonorizou o loiro enquanto balançava a cabeça negativamente — Luffy-kun, você acha mesmo que soltaríamos você depois de termos te capturado?
–Por favor — Implorei ainda tentando me libertar.
–Lúcifer-ya, eu poderia me divertir um pouco com ele? — "Divertir?" Indaguei comigo mesmo, tentando pensar o que ele quis dizer com aquilo.
–Ok, ok, mas só hoje — Bufou o loiro — Depois de você brincar um pouco com ele, dê uma dose de sangue para ele.
–Claro Lúcifer-ya, estou agradecido!
–Não há de que!
O demônio me puxou para longe da sala onde ficava Lúcifer. De lá passamos por um corredor cheio de celas, eu desejava poder esquecer o que vi, haviam pessoas dentro das celas sendo torturadas de modos que eu nem podia imaginar serem possíveis. Vi pessoas sendo serradas ao meio, sendo fatiadas e sofrendo outras torturas que só de pensar me dá náuseas. Enquanto eu era puxado pelo demônio, fiquei me perguntando se aquilo aconteceria comigo.
–T-Tudo isso... Vai acontecer comigo? – Acabei perguntando ao demônio.
–Acredito que não. Você é uma arma importante para Lúcifer-ya. Só terá que beber sangue de muitos como eu. Não olhe para isso, será um problema se você desmaiar. – Law parecia um pouco feliz e satisfeito, talvez pela história de se “divertir” comigo. Ainda não aceitava bem aquilo, mas com certeza era melhor que ser serrado ao meio.
Ao terminar de falar, o demônio me puxou para mais perto dele e abraçou meus ombros, fazendo com que eu olhasse diretamente para seu corpo e não para as torturas. Fiquei quase aliviado por isso e aproveitei aquele curto momento de bom humor de Law para perguntar-lhe algo que estava me incomodando.
–Torao, essas pessoas... Não morrem?
–Não, Monkey-ya. Isso porque já estão mortas, foram pessoas ruins em vida e agora estão sentenciadas a sentirem somente a dor pela eternidade. – Explicou-me pacientemente.
–Vejo que o inferno é muito divertido. – Ironizei e caminhamos mais algum tempo em silêncio.
De repente sinto alguém puxando uma de minhas asas, por causa da surpresa Law não conseguiu me segurar e eu fui parar diretamente em frente à uma das celas, sendo segurado por um demônio como Torao, mas mais feio e sujo de sangue. Law se aproximou.
–O que está fazendo com o garoto?
–Ora, Trafalgar... Só achei interessante ver um par de asas andando por aí...
–Solte ele, é algo importante. Isso é uma ordem.
–Como disse, Trafalgar? Ordem? E quem é você para mandar em mim.
Enquanto eles conversavam eu fiquei encarando a cela mais ao fundo. Não consigo descrever com precisão o que vi, mas foi horrível, traumatizante. Senti Law colocar suas mãos sobre meus olhos e depois ouvi-o falar:
–O garoto é muito importante para Lúcifer-ya.
O outro demônio me largou imediatamente e eu e Law voltamos a caminhar pelo longo corredor. A essa altura os gritos e o cheiro não me incomodavam mais, eu me sentia em transe. Queria que aquilo fosse apenas um pesadelo, mas obviamente não era. Senti Torao tirar as mãos de meus olhos e quando os abri novamente vi-me dentro de uma cela, mas era diferente das outras. Ela era fechada e tinha uma cama bem no meio do cômodo.
O demônio me guiou até a cama e foi então que eu entendi o que ele queria. Ele me jogou e sentou-se na minha cintura, segurou meus dois pulsos acima de minha cabeça e soltou um sorriso malicioso.
Arregalei os olhos com medo.
–O-o que você vai fazer? – Perguntei ainda que já soubesse a resposta. Ele se aproximou da minha orelha e pude sentir sua língua passa pelo lóbulo dela.
–Duvido que não saiba. Devia estar agradecido, não é esse tipo de tratamento que costumamos dar às pessoas, mas acho que já percebeu.
Ele deu uma leve mordida. Como eu estava deitado e minhas costas ainda doíam, sentia-me muito desconfortável com o maior em cima de mim.
–T-Torao! Minhas costas estão doendo muito!
Ele suspirou ruidosamente e sussurrou algo em meu ouvido que logo a dor iria passar. Aproximou-se de minha boca e me beijou com um pouco de brutalidade. Tentei empurrá-lo, mas ele era forte demais. Rapidamente arrancou minha blusa de mim e quando eu digo arrancou eu falo sério. Depois de jogar a blusa agora rasgada para o outro lado da cela ele começou a lamber meu pescoço rapidamente descendo para meu peito.
–P-Pa-re... Por-por favor... – Choraminguei, mesmo sabendo que o demônio não pararia.
Ele afastou a boca de meu corpo só o suficiente para que conseguisse falar e disse:
–Por que quer tanto que eu pare? Devia ser agradecido por eu estar sendo tão carinhoso com você.
–Carinhoso? Como acha que eu vou considerar me tocar sem permissão carinhoso?
Law mordeu meu mamilo esquerdo com um pouco de força e depois pude senti-lo chupar a região e se afastar novamente.
–Não fique reclamando... Eu poderia fazer coisas muito piores.
Senti sua mão deslizar pelo meu corpo e chegar até meu membro, ainda coberto pela calça. Decidi que não pediria mais para que ele parasse, se isso acabasse o irritando, eu estaria em sérios apuros e sabia disso. Ele rapidamente tirou o resto de minhas roupas da mesma forma que havia feito com minha blusa e afastou-se para me encarar.
Eu me senti extremamente exposto e envergonhado, era diferente do que fora com Ace. Tentei desviar meu olhar, mas Law virou meu rosto novamente em sua direção para que eu o olhasse. Ele retirou suas calças, expondo seu membro, já ereto.
Saiu de cima de mim e me colocou sentado na cama, depois trocou de lugar comigo, se apoiando na cabeceira. Segurou meu pulso e me puxou para perto dele, nossos rostos estavam colados e eu não conseguia tirar as mãos dele de mim. De repente ele me empurrou com força para baixo e por causa do movimento acabei fechando meus olhos. Quando os abri novamente dei de cara com o membro do demônio.
Tentei me afastar, mas notei que ele me segurava e eu não podia, ao menos, me mexer.
–Vamos! Sabe o que quero que você faça! – Exclamou empurrando minha cabeça mais para frente. “Ace... Ace, eu... Tenho que obedecer esse cara... Me desculpe”. Aproximei minha boca da glande e com certa hesitação a lambi, meu rosto se contorceu ao sentir o gosto amargo, talvez meio azedo. Olhei para Law, quase implorando para que ele dissesse que já era o suficiente, mas é claro que não aconteceu. Em seu rosto estava um sorriso extremamente pervertido.
Voltei minha atenção à ordem que Law havia dado a mim, respirei fundo e lambi toda a extensão de seu membro, depois colocando o máximo que consegui dentro de minha boca. Lentamente movi minha cabeça para frente e para trás enquanto com uma das mãos massageava os testículos do demônio.
Estava começando a me acostumar com o gosto, mas ainda assim sentia nojo de tudo o que acontecia, queria simplesmente acordar novamente naquele dia e perceber que nada havia acontecido. Acordar e ver que Ace estava lá, ao meu lado. Comer alguma coisa, junto dele e de Marco, ir até a casa de Robin, visita-la e assistir Sanji e Zoro brigarem... Consertar a maldita porta. De repente fui tirado de meus pensamentos por duas mãos que seguravam meus ombros.
Parei de fazer o que estava fazendo e ergui minha cabeça para olhar Torao.
–Já chega.
Estranhei ele ter me parado tão de repente, mas então ele me empurrou me deitando na cama e acariciou meu rosto, depois com uma das mãos segurou meus pulsos sobre a cabeça e sorriu maliciosamente.
–Eu simplesmente adoro garotinhos obedientes como você. – Sussurrou em meu ouvido e depois beijou meu pescoço.
Sem qualquer aviso, ele me penetrou. Se enterrando em mim completamente. Soltei um grito bem alto de dor, mas ele não seria ouvido por ninguém, já que gritos de dor era o que mais se ouvia naquele lugar. Law colocou um dedo em meus lábios e sussurrou:
–Shhh, não faça barulho. Eu quero que seja um momento especial nosso.
Ele saiu quase que completamente de dentro de mim, só para me penetrar novamente com força. E ele continuou com as estocadas, já rápidas e fortes desde o início. Eu mal conseguia sentir outra coisa além de dor. “Ace... Ace... Ace...” Era só o que eu conseguia pensar, só queria que ele aparecesse ali para me salvar... Acho que nem precisava ser para isso, só queria ter tido a chance de falar com ele uma última vez, dizer a ele que o amava... Eu havia tido a chance, mas... Mas não disse nada.
Depois de algum tempo, finalmente senti um líquido quente saindo de Law e entrando em meu corpo. Tive medo que ele não pararia, mas ele se retirou de mim, causando um grande alívio para mim, porque a dor diminuiu consideravelmente. Ele colocou a calça de volta e antes de ir embora acariciou meus cabelos ainda com o sorriso malicioso estampado no rosto.
–Foi muito divertido, Luffy-ya. Logo voltarei com seu sangue.
Senti nojo de suas palavras e vi-o deixar a cela. E eu fiquei deitado sem minhas roupas, com exceção da capa que Robin havia me dado, sujo de esperma, com dor em todo meu corpo e ainda pior, com o sentimento de que eu havia traído Ace. Involuntariamente deixei que uma lágrima rolasse por meu rosto, mas a sequei o mais rápido que pude.
–Eu juro que daqui para frente não vou mais chorar! Não importa o que aconteça... Eu não tenho o direito de chorar... Todos eles morreram por minha causa... – Murmurei, me estimulando a cumprir meu juramento, então fechei os olhos e caí no sono.
Notas finais
EPAAA, LE YUU INVADINDO DNOVOOO.... bem...dessa vez eu vim trazer um comunicado triste...fall.... está na reta final genti....NOOOOOOOO, ESSA FIC É TAUM BOA DE ESCREVERR! PUR QUE? PUR QUE DEUSSS?? kkkk, nem acredito em deus mesmo! kkkk, mas é triste T_T . só vim trazer essa notícia mesmo, para q dpois vcs n sejam pegas de surpresa...ok!?
Kissus bye bye
~Yuu ♥
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