Fall

15 I should have said


Notas iniciais
Oiiiii! Faz muito tempo que eu não apareço por aqui postando os caps. (Tsuki aqui), mas não importa isso '0' Como devem ter percebido, ultimamente eu e a Yuu-san temos escrito os caps. juntas, esse não foi diferente, espero que aproveitem a leitura e... Sem querer dar spoilers aí, mas...
AVISO: (se não quiser saber pare de ler) ESSE CAPÍTULO CONTÉM LEMON (é pois é... E nem vem falar que não avisei pra não ler esse aviso).

Sanji's Pov ( Antes do Luffy acordar )

-Robin-chwan, vou sair para comprar algumas verduras na cidade — Anunciei alto pela casa.

-Sanji-kun, não se esqueça de usar uma touca para cobrir as pontas de suas orelhas — Lembrou a morena trazendo em suas mãos delicadas um emaranhado de algodão negro.

-Obrigrado ROBIN-CHWAAAN ♥ — Agradeci enquanto eu pegava o tecido negro de suas mãos com delicadeza e o colocava em minha cabeça, tampando as pontas das minhas orelhas.

-Pronto, agora você parece um humano comum — Afirmou a bela dama dando um linda risada confortante para mim

-Bem Robin-chwan, eu volto antes do anoitecer certo?

-Ok, até mais Sanji-kun.

Luffy's Pov

Acordei deitado em um travesseiro meio rígido, onde eu não pude identificar qual era por que a minha visão estava embaçada. Esfreguei os meus olhos em meio a um longo boçejo e voltei a enxergar normalmente. Em primeiro momento eu me assustei, eu não havia descansado a minha cabeça em um travesseiro ou uma almofada comum, pude notar que se tratava de um peitoral branco e definido, olhei com mais atenção e percebi também que eu havia babado enquanto dormia em cima desse peitoral misterioso, limpei a minha saliva depositada com vergonha usando a manga do meu moletom e depois voltei os meus olhos para o rosto do indivíduo a fim de identificar a sua face. "Ace?" Indaguei para mim mesmo nos meus pensamentos enquanto eu encarava um rosto pálido, belo e repleto de sardas nas suas bochechas, dando um toque de infantilidade no seu rosto maduro e anguloso.

Lembranças da manhã invadiram a minha mente, fazendo com que eu fique corado e com mais vergonha "Eu beijei o Ace, onde e que eu estava com a cabeça?" Pensei tendo vontade de me matar de vergonha só de lembrar desse fato.

Tentei me levantar da cama, mas vi que algo me impedia de realizar a ação, olhei para minha cintura e vi que o braço esquerdo de Ace estava agarrado na minha cintura de forma possessiva, fazendo com que meu corpo fique mais colado com o dele. Corei mais ainda quando notei o quão perto eu estava do sardento, eu podia sentir a sua respiração lenta e o seu coração morosamente bater, eu já estava começando a ficar com sede novamente.

Tentei me livrar do braço envolto a minha cintura, porém sem sucesso, eu havia percebido, mesmo com pouco tempo de convivência, uma coisa: Ace tinha muita, MUITA força no braço! Mesmo que eu tenha me tornado um vampiro, eu sozinho não era o suficiente para me livrar dos domínios do maior.

Comecei a escorregar o meu corpo para baixo, ainda tentando escapar de seus braços, porém algo fora do determinado acontece, Ace me agarra com mais força e me prende usando os dois braços, agora face a face comigo.

-A-Ace... — Arfei baixinho e envergonhado com a proximidade do maior

Notei que os seus olhos estavam fechados, então conclui que era somente mais um ataque de sonambulismo do sardento.

Ace foi escorregando a sua mão direita — Que estava muito gelada — Pelas minhas costas, por dentro do moletom. Gemi um pouco devido a temperatura baixa do seu membro enquanto tocava as minhas costas que inicialmente estava bem protegidas por uma grossa camada de algodão. A mão de Ace vagarosamente foi descendo pela minha coluna até chagar a base do meu quadril, e a partir dali, sua mão, "desgovernada" começou a abrir caminho dentro das minhas calças.

Entrei em pânico total quando notei que a mão direita do sardento estava indo em direção a minha intimidade. Remexi de forma agitada na cama, até que acertei o maior com uma cabeçada potente.

-Urgh — Gemi de dor colocando a minha mão livre na minha testa, que agora estava dolorida. Voltei a olhar para Ace e ele parecia em pior estado, um enorme galo vermelho começou a crescer em sua testa. Senti os seus braços afrouxarem na minha cintura, e sem pensar duas vezes, saí dali com muita vergonha, sem coragem de olhar na cara do maior.

Corri para a cozinha e lá encontrei Marco deitado no sofá — Que aparentemente era bem menor que ele — De forma desengonçada e engraçada. Nami estava sentada sobre a mesa de centro me observando com aqueles grandes olhos fendais e azuis para mim.

-Bom dia, Nami — Falei me aproximando da gata, que somente me respondeu com um pequeno miado tímido — Você está com fome? — Perguntei, mesmo sabendo que não haveria resposta, e se houvesse, eu nem estranharia tanto assim, pois já estava ficando acostumado com essa vida louca e de criaturas mais loucas ainda — Fique aqui que eu vou buscar comida para você!

Fui na dispensa e lá encontrei uma grande caixa de isopor. Quando eu abri, vi algumas poucas dúzias de peixes armazenados no local. Peguei o peixe que estava com a cara mais agradável e o entreguei para o felino, que aparentemente gostou, pois quando eu dei o peixe a ela, a gata mordeu-o de forma magnífica e correu para os fundos da casa.

Voltei para o meu quarto, e lá vi que Ace ainda estava inconsciente na minha cama. Não me preocupei muito, pois eu sabia que não era nada sério, e ele merecia, pois estava me molestando enquanto eu não podia me defender, mas confesso que eu gostaria se ele continuasse, mas erradiquei esse pensamento após perceber o quão pervertido ele soou.

Retirei o meu moletom, a minha camisa e minha calça comprida, fiquei somente de cueca samba canção. Abri o meu guarda-roupa e optei por uma peça de roupa simples e discreta, porém bem longa para me proteger do sol e do frio de outono. Fechei o guarda-roupa e coloquei a minha roupa sobre o criado mudo.

Virei-me novamente para checar Ace. Ele estava se sentando na cama, passando a mão sobre seu calo, não parecia com muita dor, mas ligeiramente confuso sobre como aquilo aparecera lá. “Não é de se admirar que não esteja com tanta dor, sendo um Arcanjo” Pensei e depois dirigi meu olhar para mim mesmo. Senti meu rosto queimar intensamente, tentei pegar minhas roupas e sair correndo dali, mas Ace me viu.

-Lu... O que aconteceu comig-

Ele se interrompeu e olhou para mim corando. Eu não sei por qual motivo. Ele tinha dois: O beijo que eu dera nele mais cedo e minhas roupas... Ou a falta delas.

-A-Ace... E-eu... Errr... Bem... – Eu não conseguia formar uma frase, senti-me muito idiota por isso. Ainda com a mão na testa, Ace bateu na beirada da cama, me convidando para sentar ali. Eu cogitei sinceramente a ideia de não aceitar, mas seria mais suspeito ainda. Sentei-me e fiquei encarando o chão.

-Lu, o que aconteceu com a minha testa? – Ele perguntou com o tom de voz calmo, enquanto levou uma de suas mãos até a minha e a segurou. Meu coração acelerou com o toque.

Contei a ele sobre seu ataque de sonambulismo e sobre a cabeçada que eu dera nele. Vi seu rosto adquirir uma coloração avermelhada, ele virou o rosto levemente para o lado. Eu estava observando o maior agora e daquela posição pude ver seu pescoço, senti minha sede voltar.

-Desculpe... – Ele murmurou, se referindo ao que acontecera, mas eu obviamente nem me lembrava mais.

-Ace... – Sussurrei seu nome fazendo o maior olhar para mim. – Eu... Estou com sede.

Vi uma série de emoções passarem por seus olhos. Primeiro a confusão, depois um leve entendimento, tristeza, aceitação e um brilho de alegria por último. Talvez um pensamento bom ou uma boa ideia.

-Luffy, beba meu sangue.

Ele me ofereceu seu pescoço, primeiro pensei em negar, mas eu estava com sede e com certeza Ace não morreria por causa disso. Virei-me para Ace, esperando que ele confirmasse que eu realmente poderia beber seu sangue.

Ele ergueu um pouco a cabeça, deixando seu pescoço à mostra, considerei aquilo um convite. Engatinhei até ele e sentei-me em seu colo. Fiquei muito envergonhado ao fazer isso, mas respirei fundo e me concentrei no que estava fazendo. Levei minha boca até seu pescoço e o mordi, sentindo seu sangue escorrer para minha boca e matar minha sede lentamente.

Enquanto eu bebia seu sangue, Ace passou seus braços em volta de minha cintura. Senti-me seguro, protegido. Depois de algum tempo, senti as mãos de Ace passearem pelas minhas costas. Ele começou a acariciar minha nuca e depois deslizou sua mão para meu peito. Ace acariciou meu mamilo direito. Senti meu coração bater mais forte, tive a certeza que meu rosto estava mais vermelho ainda.

Ele apertou meu mamilo com um pouco de força, me fazendo gemer levemente, com as presas ainda cravadas em seu pescoço. Sem que eu percebesse, sua mão que não estava ocupada com meu mamilo começou a acariciar minha barriga. Sentia como se houvessem várias mariposas voando loucamente dentro de meu estômago.

Ace desceu um pouco mais minha mão, chegando à barra de minha cueca. Senti-me ainda mais envergonhado, meu corpo se comportava de maneira estranha, respondendo de jeito inusitado aos toques do maior. Sua mão penetrou a roupa, fazendo com que eu finalmente deixasse seu pescoço. Vi a pele se regenerar quase que imediatamente.

Um filete de sangue escorreu pelo canto de meus lábios. A mão de Ace parou, ele a colocou em volta de minha cintura novamente e com a outra limpou o sangue de meu queixo com o polegar, e depois ofereceu o dedo para que eu lambesse. Sem hesitar, lambi seu dedo até que não houvesse vestígio nenhum do sangue.

Ele colocou a mão na minha nuca e me puxou em sua direção. Nossos lábios se tocaram e por um momento eu achei que ele iria se separar de mim, mas logo depois senti sua língua passar por meus lábios.

Com um pouco de receio, deixei que a língua dele penetrasse minha boca. Nossas línguas se entrelaçavam rapidamente, como se nós dois precisássemos daquilo. Mesmo que eu estivesse desajeitado no começo, pela inexperiência, logo conseguia acompanhar Ace sem problemas. Senti suas mãos, novamente passeando pelo meu corpo.

Ele se separou de mim, olhou-me nos olhos e sorriu levemente.

-Lu... Me desculpe por isso, mas não vou mais conseguir parar agora.

Não tive tempo de fazer qualquer pergunta, ele segurou meu corpo e de repente eu estava embaixo dele. Ace segurava meus pulsos, estava com uma perna de cada lado do meu corpo e seu rosto estava muito próximo do meu. Ele não disse mais nada, só me olhava, como se pedisse algum tipo de permissão.

-Não precisa parar... Não quero que pare. – Falei meio sem jeito e desviando meu olhar dele.

Ace abaixou-se e mordiscou levemente o lóbulo de minha orelha. Eu nunca havia tido aquele tipo de contato com outra pessoa antes, por isso não consegui me conter, gemi assim que sua boca encostou em mim. Quis colocar a mão sobre minha boca, mas não pude, já que Ace a estava segurando.

-Não... Nem tente se impedir de fazer barulho... – Ele falou sedutoramente em minha orelha, o que me fez obedecê-lo imediatamente. Ele começou a beijar meu pescoço, arrancando suspiros de mim. Ele me mordeu com um pouco de força algumas vezes, e um pouco mais delicadamente outras.

-A-Ace! O Marco vai ouvir! – Eu falei, tentando fazê-lo soltar meus pulsos.

-Ele deve estar comendo ou dormindo... Não importa o que ele esteja fazendo... Ele não vai querer vir conferir. – Ace sussurrou novamente e chupou minha clavícula com certa força. Ele lambia, chupava e mordia a região do meu pescoço e ombros.

Eu desistira de tentar me soltar, gemia e chamava seu nome. Quando ele percebeu que eu tinha diminuído minha resistência, ele soltou meus pulsos e levou sua boca um pouco mais para baixo. Ele começou a mordiscar meu mamilo esquerdo enquanto massageava com uma mão o direito.

Ace levou sua boca até meu umbigo, deixando uma trilha de saliva e marcas avermelhadas no caminho.

-Ahnnn... Ace... A-Ce... – Era tudo o que saía da minha boca.

Ele se afastou e começou a tirar minha cueca. Antes que eu pudesse impedi-lo ou pelo menos questionar o que ele estava fazendo, eu já estava completamente nu. Notei que meu pênis estava ereto. Vi um sorriso pervertido se formar no rosto de Ace.

O maior começou a tocar meu membro com uma mão, arrancando de mim gemidos mais altos. Eu nunca sentira nada parecido na vida. Ele se aproximou de meu membro e lambeu toda sua extensão.

Colocou a glande em sua boca e a chupou com força. Meus gemidos saíam da minha boca antes que eu pudesse controlar seu volume, por isso estavam cada vez mais altos. Ficaram ainda piores quando Ace começou movimentar sua boca sobre meu membro e ao mesmo tempo massagear meus testículos. Os movimentos ficavam cada vez mais rápidos. Senti que alguma coisa iria sair de mim.

-A-Ace... Eu... Eu...

Não consegui dizer o que iria acontecer, mais por não saber o que dizer. Mas Ace entendeu e parou imediatamente tudo que estava fazendo. Senti uma onda de frustração invadir meu corpo e lancei para ele um olhar inquisidor.

-Não se preocupe, Lu... Vai compensar logo.

Não entendi bem o que ele quis dizer, mas dei de ombros e esperei para ver o que ele faria. Senti os braços do maior me envolverem e me colocarem de quatro na cama, imediatamente me envergonhei pela posição, mas decidi continuar daquele mesmo modo. Apoiei-me na cabeceira da cama para me manter naquela posição.

Olhei para Ace e vi-o colocar três dedos na boca e lambê-los, me perguntei o porquê daquilo. Eu podia sentir minha respiração ofegante e meu pulso acelerado, me sentia extremamente envergonhado. Vi-o tirar os dedos da boca e se aproximar de minha entrada.

Senti Ace passar sua língua em minha entrada e depois penetrar-me com a língua. A sensação que tive era indescritível, antes que pudesse encontrar palavras, ele se afastou e me penetrou com um de seus dedos. Senti um desconforto grande, mas tentei ignorá-lo.

Ace colocou os outros dois dedos ao mesmo tempo. Gemi de dor.

-Ace... – Murmurei. – Dói...

-Eu sei, Luffy. Aguente firme que logo passa.

Realmente, enquanto ele mexia os dedos no meu interior, senti a dor lentamente se tornar prazer. Quando Ace percebeu isso, ele retirou seus dedos de mim. Virei-me para ver o que estava fazendo e vi-o tirando a própria calça. Corei violentamente ao ver seu membro completamente ereto. Ele se aproximou de mim e me penetrou devagar.

A dor era intensa, eu mal pude aguentar. Sem querer, gritei de dor, fiquei com certo receio de que Marco fosse ver do que se tratava, mas ninguém veio. Senti Ace me penetrar completamente. Ele parou de se mover, mas eu podia sentir que ele queria muito. Sua respiração batia em minha nuca. Ele beijou a região com delicadeza.

Ace esperou por algum tempo. Eu sabia que ele estava esperando que eu me acostumasse, o que me deixou bem feliz. Quando achei que estava pronto, respirei fundo e falei:

-Ace... Continua.

Ele não pensou duas vezes e se retirou quase completamente de mim para entrar novamente. Ele fez isso várias vezes. No começo eu ainda sentia dor, mas depois só consegui sentir prazer. Um prazer indescritível. Em uma das estocadas, senti-o atingir minha próstata. Soltei um gemido prolongado e mais alto. Ele repetiu o movimento mais algumas vezes até que eu não aguentei mais.

Derramei-me na cama e senti todos os meus músculos se contraírem de prazer. Não muito depois senti algo preencher meu interior, Ace chegara à seu ápice também. Ele se retirou de mim com cuidado e ambos desabamos na cama. Ace me envolveu em seus braços e cobriu nossos corpos com um lençol. Não consegui dizer nada, logo adormeci. Não acho que Ace tenha demorado para fazer o mesmo.

Eu queria ter dito naquele momento. Eu queria ter dito, mesmo que ele não fosse responder. Eu queria ter dito, mesmo que eu não tivesse a certeza de que era verdade. Eu queria ter dito a ele que o amava naquele momento, mas não disse.

Sanji's Pov

O sol estava se ponto entre as montanhas, alarmando o final do dia, eu caminhava pelo pequeno bosque às margens do Rio Tâmisa. Da cidade grande, eu trazia duas sacolas de papelão onde dentro delas havia diversas verduras, legumes e frutas. Você deve estar se perguntando "Você não come carne?", não, não comemos carne. De acordo com umas das leis antigas impostas pelos nossos ancestrais, um animal só pode ser morto por fins religiosos ou por autodefesa, caso ele seja morto para autoconsumo de sua carne, será considerado um crime hediondo à nação elfica. Porém, nos dias de hoje, essa lei não é muito aplicada, pois a população dos elfos, que milênios atrás dominavam todas as florestas e bosques do planeta, foi levada a quase extinção devido a ação do homem. Fazia mais de 100 anos que eu não via um outro elfo, então eu acreditava que somente eu e a Robin-chwan restamos da nossa raça.

Suspirei tentando tirar esse pensamento ruim da cabeça e tentar prestar mais atenção no cominho que eu andava, pois eu poderia me perder.

-Sanji-kun, vejo que comprou verduras frescas para nós — Ouço uma bela voz familiar vindo por trás de mim. Virei-me vagarosamente e vi que se tratava de Robin.

-Robin-chwaaaan! Que saudades! O que você faz aqui fora? — Perguntei enquanto corações saltavam pelos meus olhos.

-Huhu, Sanji-kun, chegue mais perto que eu tenho uma surpresa para você! — "Será possível que...?" Senti a veia do meu nariz se romper e um filete de sangue escorrer pelo meu nariz e pingar no chão. Retirei o sangue do meu rosto usando a manga do meu casaco e fui saltitante em sua direção.

-Rooooobiiinn-chwaaaaaan ♥ O que você... — Parei de repente quando senti algo afiado me atravessar.

Robin segurava uma lâmina longa de prata e com detalhes negros, sorria maliciosamente para mim. Olhei para baixo a fim de analisar o estrago, e vi que a lâmina perfurava o meu peito.

-Ro-Robin-chwa...po-por que? — Indaguei decepcionado com a jovem dama, por que ela me atacaria tão de repente.

-Você ainda não percebeu idiota? — A voz que saiu entre os lábios da mulher de cabelos negros era completamente diferente de que a da sua última fala. Era uma voz firme, rouca e completamente masculina.

Pouco tempo depois, me aterrorizei com uma cena bizarra. A face de Robin começou a se desfazer, como se seu rosto fosse feito de gelatina. Seus olhos caíram, seus cabelos encurtaram, sua pele branca, mostrou-se ficar um pouco mais bronzeada, um cheiro forte de enxofre começou a pairar pelo ar, dando indícios que eu fora atacado por um demônio. Quando sua transformação se completou, vi que se tratava de um homem, como eu havia suspeitado, um homem moreno, alto, magro e com algumas olheiras, como se ele não dormisse muito.

-Adeus, Elfo — O homem retirou a lâmina do meu peito, e rapidamente investiu no meu pescoço. Notei que não era possível desviar, então eu somente fechei os olhos e aceitei a minha morte.

Notas finais
=DDD e aí?? O que achou???? Sério, o que? Deixe um review falando, eles nos dão inspiração, sério. E as notas finais importantes acabam por aqui, mas sinta-se a vontade para continuar lendo.
Sim, esse capítulo foi tipo MUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIITO ENORME!! MUITO, EU SEI! Mas é aí que tá, considerem isso um pedido de desculpas por algo que nem tenho certeza que vai acontecer. Por motivos de "eu tenho parentes irritantes que falam alto demais, me impedindo de escrever e que vêm me visitar amanhã... talvez" eu posso não ter tempo, inspiração e cabeça para escrever algo nos próximos dias.......... MAS FAZER O QUE, eu nem sei se isso vai acontecer, só estou avisando. Parei por aqui. ♥♥♥ espero que tenha gostado!!