Fall
2 Fallen Down
Notas iniciais
Boa Leitura ♥
Ace’s Pov
Corri em direção as grandes prateleiras e fui em busca de um objeto metálico, provavelmente velho, com um formato semelhante à de um grande prego.
O Arsenal era um grande cômodo de formato retangular, não era nem tão grande e nem tão pequeno, porém, você encontrava de tudo naquele local, dos objetos mais básicos, como, pinceis, prendedores de cabelo, pentes, até objetos mais raros e sofisticados, como, diamantes, armaduras, machados. Eu não demonstrava interesse nenhum pelas pedras e objetos de valor, a única coisa que a minha mente estava focada era encontrar o prego.
–Tem certeza que é aqui mesmo, Marco? – Perguntei, sem tirar os olhos das grandes prateleiras de madeira escura.
–Tenho a completa certeza jovem mestre. – Confirmou a fênix enquanto sobrevoava a sala em busca da relíquia
Eu já podia ouvir os passos desesperados dos guardas se aproximando do cômodo onde eu estava, porém, com a minha santa sorte, eu encontrei um objeto reluzente na prateleira mais alta possível.
–Marco, eu achei! – Falei enquanto eu abria as asas e dando um pequeno impulso para alcançar o metal.
–Vejo que é legítimo jovem mestre, agora podemos viajar para o Ningenkai como deseja! – Disse o pássaro enquanto sobrevoava a sala
Recolhi as asas nas minhas costas e imediatamente desci até o chão. Já em solo firme, analisei a relíquia que estava em minhas mãos.
–Oe, Marco, e agora? O que eu devo fazer? – Perguntei para o azulado, levantando levemente a sobrancelha esquerda
–Simples, é só você perfurar a sua mão com esse prego o mais fundo possível e liberar uma grande parte de magia simultaneamente. – Assustei-me um pouco com a situação. Levei a minha mão esquerda para o meu chapéu, a fim de pensar um pouco.
–Tem certeza que é isso mesmo, Marco? – Indaguei um pouco preocupado
–Juro pela minha lealdade!
–Pois bem farei isso. – Antes mesmo que o pássaro proteste ou que eu mude de ideia, retirei a minha mão esquerda que estava sobre o meu chapéu laranja, e nela, eu enfiei com toda a força que eu tinha o prego enferrujado.
Luffy’s Pov
Era outono, a vegetação de coníferas que rodeava a minha casa estava passando do seu tom verde, para o laranja e amarelos vivos, e também anunciando a chegada do inverno. Decidi parar de prestar atenção nas árvores e voltar para os meus afazeres.
Meu nome é Monkey D. Luffy, tenho 16 anos, moro sozinho em um bosque na Inglaterra, próxima de Londres. Vocês devem estar de perguntando “Por que você mora em um bosque?”. Digamos que minha mãe era caçadora profissional, e morava em um pequeno casebre de madeira, e quinze anos após eu ter nascido, ela morreu misteriosamente, sem deixar pistas.
–Uh! Que dia frio! – Resmunguei para mim mesmo e cobrindo o meu peitoral magro com os meus braços – É melhor eu pegar um casaco – Falei indo em direção ao meu pequeno guarda-roupa de madeira escura
Peguei um casaco marrom, feito de pele de urso, e saí de casa em busca de lenha, porém fui interrompido por um fenômeno inesperado. Vi dois meteoros cortarem o céu, mas não seria possível que eu os visse assim, certo? Até porque ainda estava de dia, mas eu os vi cair. E ao contrário do normal eles não estavam passando perto da Terra e sim vindo em direção dela.
Mais precisamente em direção ao bosque onde eu estava. Fiquei com receio de ser atingido, mas não tive como sair de lá. A única coisa que eu via era uma luz forte que acompanhava os meteoros. Quanto mais próximos estavam, mais difícil ficava de enxergá-los, até que eu senti meus olhos doerem e os fechei.
Acabei apagando por alguns segundos e voltei a abrir os olhos deitado no chão e a tempo de sentir o tremor da terra, como se tivesse sido atingida por algo enorme, levantei-me imediatamente, mas não vi nada que pudesse ter causado aquilo.
Senti um leve cheiro de queimado, por mais que alguma coisa me dissesse que aquilo era perigoso, eu também sentia que devia seguir o cheiro para descobrir o que acabara de acontecer. Por fim minha curiosidade ganhou e segui o cheiro. Sua fonte era duas crateras que tinham um tamanho considerável, só não havia uma coisa: os meteoros. Haviam caído bem no fundo da floresta.
Desci uma das crateras e me impressionei com o que vi. Um ser humano, aparentava pelo menos uns 10 anos mais velho que eu, mas não fazia sentido. Aquele lugar ficava longe de qualquer cidade e mesmo assim havia um ser humano ali. Era um homem loiro, com a barba rala na parte baixa do queixo. Com algum esforço consegui tirar o homem de dentro da cratera e deixei-o deitado sob uma das árvores do bosque.
Apressei-me em descer a outra cratera e novamente me surpreendi ao ver outro ser humano. Agora um garoto talvez três ou quatro mais velho que eu, de cabelos negros e algumas sardas espalhadas nas bochechas. Após tirá-lo da cratera levei um a um até minha casa. Observei os ferimentos dos dois, estavam com vários arranhões e algumas queimaduras leves. O moreno tinha um prego fincado em uma de suas mãos, imediatamente me preocupei com a gravidade daquele ferimento.
Deitei o moreno em minha cama e o cobri, então procurei um antigo colchão que tinha em casa, já que não havia outra cama, e deitei o loiro nele. Após fazer alguns curativos em ambos, retirei o prego da mão do moreno e passei alguns remédios que tinha em casa. Eu não tinha muito conhecimento em medicina ou coisas parecidas, mas sabia o suficiente para saber que poderia ser perigoso deixar aquele ferimento aberto, poderia infeccionar.
Fiz tudo que pude para estancar o sangramento da mão daquele homem e fiz os curativos da mão dele com mais cuidado que eu fizera os outros. Decidi medir a temperatura dele para ter certeza de que não estava com febre. Eu tinha um termômetro digital em meu armário, assim que medi a temperatura dele, levei um susto.
A temperatura ultrapassava 80°C, logo concluí que o aparelho estava quebrado. Não era possível que tivesse funcionando, coloquei minha mão sobre sua testa. 80° talvez fosse exagero, mas ele estava muito quente. Não sabia o que fazer, por isso coloquei um pano de água fria em sua testa como ultimo ato. Não havia mais nada que eu poderia exercer para socorrer o garoto de sardas.
Deixei ambos deitados em meu quarto e fui novamente em busca de lenha, mas agora me perguntava algo frequentemente:
–Quem são aqueles caras? E o que aconteceu com eles?!
Notas finais
Bem, espero q tenham gostado do cap! N esqçam de comentar!! Por Favor! ♥
Kissus Minhas lindas, Bye byee!!
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