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40 Capítulo 40 — Experimentando.
Notas iniciais
Capítulo 40 — Experimentando.
— Se tratando do Emmet, acho que eu já poderia desconfiar. — Theodore afirmou, olhando a maleta com diversos brinquedos sexuais.
— Você tá a fim de usar algum hoje? — Christopher sentou-se na cama.
— Talvez. — Deu um sorriso malicioso.
— Só que tem uma coisa. — O professor o olhou fixamente. — Hoje eu quero que seja diferente de todas as outras vezes, vai ser a sua primeira vez, Theo.
— Hã?
— Quero dizer, você ainda é virgem, digo, como ativo, né.
— Espera aí...
— Isso mesmo. — Puxou-o para a cama.
— Mas você não falou sobre isso antes... — Respondeu, ainda incerto, sentado sobre o corpo de Christopher.
— Eu sei que não tem necessidade. — Rolou sobre a cama, ficando por cima do corpo do garoto. — Sei que você quer tanto quanto eu.
— Isso é verdade. — Sorriu, erguendo uma das sobrancelhas.
— Só peço para você me esperar, tenho que tomar um banho e você sabe, me preparar. — Chris lhe deu um beijo rápido e se levantou.
— Tudo bem.
— Fique à vontade, tá? A casa é sua.
O professor guiou-se até o banheiro ao lado e Theodore deu um longo suspiro, ainda deitado sobre a cama. Uma crise de risos tomou conta de si, pensando no que havia acabado de acontecer, ainda não acreditando.
Retirou os sapatos e pegou o celular do bolso, se distraindo enquanto esperava o namorado. Rolava de um lado para o outro na cama, ficava em todas as posições possíveis, olhava para a tela do aparelho e para a porta do banheiro, esperando ansiosamente ela se abrir.
Pensou que provavelmente Christopher demoraria um pouco e se levantou, guiando-se ao banheiro do quarto de hóspedes — Theo se despiu e tomou uma ducha rápida.
Após um tempo, o professor acabou o banho e entrou no quarto, usando somente uma toalha envolta na parte debaixo do corpo. Olhou para o garoto, que estava sentado na beirada de sua cama, observou seus cabelos molhados e o tecido felpudo em torno de seus quadris. Caminhando até Theodore, perguntou:
— Tomou banho também?
— Sim. — Sorriu, recebendo um beijo do namorado. — Você tá cheiroso...
Christopher se abaixou mais uma vez e fez uma trilha de beijos em Theodore, descendo de sua boca até seu pescoço.
— Você também... — Sussurrou, perto de sua orelha.
O garoto o puxou para cima de seu corpo, deitando-se na cama e trazendo Chris com ele, abocanhando seus lábios. O professor colocou os cotovelos na cama, se apoiando, enquanto se ajeitava sobre Theo.
— Tô doido para tirar a sua toalha. — Theodore apalpou a região traseira de Christopher. — Posso?
— Deve.
No mesmo instante, o tecido foi ao chão, enquanto Chris também aproveitou o momento para descobrir o corpo do garoto. As mãos do professor deslizaram pelo abdômen de Theo, que contraiu-se ao se arrepiar.
Christopher abaixou-se, para distribuir beijos naquela pele branca que o enlouquecia. Tentado, mordiscou um dos mamilos, recebendo um grunhido em resposta; permaneceu o provocando, até Theodore soltar mais um suspiro.
Theo sentiu sua respiração falhar quando os lábios quentes e úmidos de Chris desceram um pouco mais, marcando a região com manchas rosadas. Mordeu o lábio, notando seu corpo reagir involuntariamente ao ter seu membro sugado.
Não conseguiu se conter e soltou um gemido alto, enquanto Christopher continuava a mover sua cabeça para cima e para baixo. O professor pareceu engasgar por um instante, no momento que havia ousado um movimento mais profundo.
Encharcou o membro de Theodore com sua saliva e escorregou seus lábios vagarosamente por toda sua extensão, sentindo a pele quente e firme adentrar sua boca. Chris teve seus cabelos tomados pelas mãos do garoto, que acompanhavam seus movimentos, enquanto ele se esforçava para que seus gemidos não escapassem.
Christopher desceu mais uma vez, agora até poucos centímetros da base, sugando e mantendo a língua estendida ao máximo, num truque que sempre fazia para conseguir “engolir” o membro, durante a felação; até poderia colocar todo o pênis em sua boca assim, se não fosse tão extenso.
Theo libertou os cabelos de Chris, para assim apertar o lençol abaixo de si.
— Está gostoso? — O professor perguntou, ao retirá-lo de sua boca.
Theodore respondeu, gesticulando afirmativamente com a cabeça, ainda com os sentidos inebriados.
— Quero ouvir sua voz, Theo. — Insistiu, provocando-o, passando sua língua em torno da glande. — Diga pra mim, está gostoso?
— E-Está... — Respondeu, com a voz entrecortada.
— Está o quê? — Perguntou novamente, descendo sua língua. — Quero uma resposta completa.
— Ahn, está gostoso... — Gemeu, sentindo leves sucções em seus testículos. — Ahn, muito...
Christopher massageou a região com os lábios, deixando-a úmida, enquanto deliciava-se de mais um gemido. O garoto jogou a cabeça para trás, sentindo seu membro ser novamente envolto pela boca de Chris, gemendo um tanto mais alto do que deveria.
— Acho melhor você parar, tá difícil segurar... — Theodore pediu, com uma expressão de êxtase se formando em seu rosto.
O professor obedeceu, por mais que estivesse adorando ver e ouvir o Theo naquele estado, sabia que ainda tinham o resto da noite para aproveitar.
O garoto se sentou na cama, pedindo para que Christopher se deitasse por um instante e sem relutar, Chris esticou o corpo sobre a cama.
Prestou atenção ao momento que o namorado inclinou-se sobre ele. Admirando o corpo nu de Theo e sua feição erótica, precisou segurar um gemido no mesmo instante, estava tão distraído com a beleza exagerada de Theodore, que mal viu quando os lábios do garoto tomaram posse de seu pênis.
Theo sorveu o membro com sede, deixando Christopher sem fôlego no primeiro minuto. Afundou sua cabeça e moveu-se para retirá-lo de sua boca com rapidez, tratando de o atacar novamente, num ritmo sôfrego.
Chris retirou um dos braços detrás de seu pescoço e o levou até o travesseiro, o agarrando, enquanto grunhia, sentindo Theodore o devorar, cheio de apetite. Sempre que um grito rasgava a garganta de Christopher, o garoto parecia dar um sorriso buliçoso, um tanto arteiro, mesmo com a boca ocupada.
O professor não queria se fartar em tão pouco tempo, sua sorte foi Theo o retirar de sua boca por um instante, repetindo seus últimos gestos e tratando de olhar em seus olhos enquanto sua língua deslizava pelo seu pênis.
Um arrepio percorreu o corpo de Chris quando se deparou com os olhos castanhos claros de Theodore, exibindo a expressão pervertida estampada em seu rosto, que ele — particularmente — adorava.
O garoto desceu a cabeça, chupando e beijando a região logo abaixo do pênis, sentindo o corpo de Christopher tremer.
Theo escancarou as pernas de Chris, assim admirando a visão, tornando a masturbá-lo o com uma das mãos. Desceu ainda mais, acariciando-o e o beijando em seus pontos sensíveis, notou um sobressalto em especial, quando sua língua deslizou pela entrada rosada, parecendo ter surpreendido Christopher com o ato.
Theodore observou os movimentos involuntários do local e falou, para provocar:
— Olha só, você está piscando aqui embaixo...
O professor soltou uma risada baixa e em seguida mordeu o lábio com força, sentindo o garoto retornar os seus movimentos. Apertou o travesseiro abaixo de si mais uma vez, delirando ao sentir a pressão dos dedos de Theo sobre seu membro.
A língua de Theodore percorreu mais uma vez a entrada escondida, Chris contorceu-se, fazendo menção em fechar suas pernas, entretanto, Theo agarrou-as e as abriu abruptamente, dando uma mordida em sua coxa.
O garoto apreciou mais um gemido de Christopher, que mesmo tentando se conter ao máximo, não conseguia impedir que os sons escapassem de sua boca, principalmente quando Theodore o provocava daquela maneira.
Chris apertou os olhos, murmurando palavrões toda vez que a boca de Theo encontrava o local escondido. Sua língua percorria a entrada da mesma maneira que o professor fazia consigo, havia aprendido com o mestre, afinal.
Quando ouviu um gemido mais alto, o garoto levou suas duas mãos ao abdômen de Christopher, acariciando-o enquanto beijava sua pele, subindo, indo ao encontro de seus lábios. Juntaram seus corpos e o professor trancou-o com suas pernas.
As mãos de Chris passearam até as costas de Theo, arranhando-as levemente, enquanto suas línguas se encontravam. Theodore deixou grunhidos manhosos escaparem quando teve o pescoço tomado por beijos e mordidas carinhosas.
— Você está pronto, Theo? — Christopher perguntou em um sussurro, fazendo o corpo do garoto se arrepiar por completo. — Eu não aguento mais, quero você...
Theodore gesticulou afirmativamente com a cabeça, com um sorriso malicioso nos lábios. Se engalfinharam em mais um abraço desesperado, entre beijos ávidos e carícias provocativas, esfregavam seus membros, enquanto suas mãos se entrelaçavam nos cabelos um do outro.
Findando o beijo por um instante, trocaram olhares profundos, como numa telepatia.
— Também quero você. — Theo afirmou, recebendo a indicação do professor de onde o lubrificante se encontrava.
Quando o garoto tomou o tubo em mãos, teve um sinal de qual seria a sua primeira posição. Deliciou-se com a paisagem, já adorava o traseiro de Christopher, mas vê-lo de quatro sobre a cama, era ainda mais tentador.
Quando se aproximou, depositou um tapa na parte carnuda Chris, fazendo o professor rir.
— Você não tem noção do quanto está sexy nessa posição. — Theodore admitiu.
— Agora já deve saber um pouquinho do que eu sinto em relação a você.
Theo abaixou-se mais uma vez, abrindo as duas bandas que escondiam o tesouro rosado e lambeu-o com desejo. Christopher apertou os lábios, segurando um gemido, sendo pego de surpresa.
O garoto queria aproveitar o último momento antes de aplicar o lubrificante, afundando seu rosto entre o musculoso local. Tornou a percorrer sua língua por ele, rodeando o ponto sensível, sendo retribuído com gemidos — agora já altos. Lotou o traseiro de mordidas, deixando a pele avermelhada em vários pontos, com leves marcas dos dentes.
Abriu a tampa do tubo em sua mão, despejando um pouco do conteúdo em seus dedos. Espalhou pelo próprio membro, e em seguida, com um dedo encharcado, penetrou-o em Chris vagarosamente.
O professor grunhiu e Theodore sentiu a pressão do canal sobre seu dedo, assim retirando-o. Com um pouco mais de lubrificante, tornou o mesmo movimento, mas dessa vez, com dois dedos.
Movimentando-se delicadamente, até se sentia um pouco impaciente, pois seu membro latejava, estava ansioso para que sua vez finalmente chegasse.
Pensando ser o suficiente, Theo segurou as duas bandas e as afastou, abrindo-as. Aproximou seu corpo, ajeitando seu membro, já encharcado de gel, na entrada. Mordeu o lábio quando se sentiu espremido pelo tão apertado canal, notando também um sobressalto de Christopher com o primeiro movimento.
Theodore ouviu um gemido tímido do professor na segunda investida, que ouriçou todos os pelos de seu corpo. Se movimentou mais uma vez, puxando o quadril de Chris contra seu corpo, o garoto fechou os olhos com força, soltando um suspiro, a sensação era indescritível.
Afundou-se dentro dele mais uma vez, os gemidos se misturaram e ecoaram pelo quarto. Theo se movia devagar, com medo de machucá-lo, por mais que sua vontade era acelerar o baque dos corpos.
Christopher ergueu a parte traseira do corpo, enquanto puxava um dos travesseiros para agarrar, Theodore aproveitou o movimento do professor e colou-se ao seu quadril no mesmo instante, continuando e se movendo lentamente, enquanto acariciava as costas de Chris.
— Theo... — Chamou, com a voz abafada pelo travesseiro. — Mais rápido...
— Tem certeza? Você não ficou muito tempo sem fazer?
— Tá achando que eu sou uma princesinha? Aguento bem mais que isso!
Sem responder, o garoto levou uma de suas mãos até os cabelos de Christopher e ali fechou os dedos, puxando os fios para trás, ao mesmo tempo que mergulhava seu membro com mais intensidade em seu interior.
Chris deixou escapar um grito rouco, surpreso pelo movimento e apertou o tecido abaixo de si ao sentir as mãos de Theodore segurarem com força em sua pele, acelerando o ritmo das estocadas.
— Foi você que pediu. — Falou, sem parar os movimentos.
Não conseguiram mais segurar os gemidos, e Christopher, ainda com as costas abaixadas, enterrava sua cabeça no travesseiro, mordendo a fronha para abafar o máximo possível dos sons.
Theo delirou quando o quadril do professor remexeu, respondendo positivamente aos seus movimentos, deliciou-se da visão maravilhosa, Chris rebolando sobre o seu membro era extremamente sensual.
Não conseguiu segurar, então em um impulso, fodeu-o com mais força.
O corpo de Christopher foi brutalmente para frente, da mesma maneira que ia novamente para trás. Theodore mostrou que do mesmo jeito que Chris o dominava na cama, poderia dominá-lo também — ou até melhor.
O garoto gemeu mais uma vez, enquanto o professor se contorcia, levando uma de suas mãos ao seu próprio membro, começando a estimular-se, tendo que se apoiar em um dos cotovelos.
— Ahn, Theo! — Chamou-o, em meio a grunhidos.
— Fala. — Theodore pediu, ainda movimentando-se.
— Não é, ahn... Nada... — Afirmou, enquanto gemia baixinho.
— Certeza? — Perguntou, com a respiração falha.
— É que isso tá gostoso...— Respondeu, com a respiração descompassada. — Pra caralho...
Deslizou suas mãos pelas costas de Christopher, desacelerando o ritmo.
— O que foi? Já cansou? — Perguntou Chris, em tom de deboche.
— Não estou nem perto disso. — Theo deu um sorriso travesso.
O garoto levou uma de suas mãos ao quadril de Christopher, já a outra, usou para estapear o traseiro empinado a sua frente. Theodore curvou-se sobre o corpo dele e em seguida, sussurrou:
— Já viu isso alguma vez na sua vida? Um professor ficar de quatro para o próprio aluno?
Chris fechou os olhos, enquanto mordia o lábio, prendendo um gemido.
— Geme pra mim... — Mergulhou-se dentro dele mais uma vez.
O professor jogou a cabeça para trás, enquanto os corpos se movimentavam, com a intensidade aumentando aos poucos. Christopher deixou escapar um grito rouco, daqueles que desestabilizavam todas as bases do garoto.
— Mais alto. — Exigiu Theodore. — Quero que seus vizinhos escutem...
Chris relutou, impedindo que os sons saíssem de sua boca, mordendo o tecido do travesseiro. Outro tapa foi depositado no mesmo local, Theo puxou-o contra seu corpo e ouviu grunhidos abafados.
— O que disse? — O garoto inquiriu. — Que isso está o quê?
— Gostoso... — Christopher murmurou.
— Eu não ouvi direito. — Agarrou em seus quadris. — Repete.
— Gostoso! — Gritou, sentindo Theodore o invadir com mais força.
Theo não se fartava de ver a pose tão erótica do professor, sua bunda arrebitada e perfeitamente malhada, era irresistível. Seu desejo crescia e ele continuava o trazendo contra seu corpo, aumentando o ritmo das estocadas.
Percebeu que talvez tenha se empolgado um pouco demais, pois notou que a pele do traseiro de Chris estava avermelhada, com a marca da palma de sua mão perfeitamente ressaltada no local.
O garoto observou também que os joelhos de Christopher estavam cedendo aos poucos, parecendo estar desconfortável pela posição. Theodore retirou seu membro de dentro dele, se afastando, assim se deitando na cama.
Chris engatinhou até ele, se aproximando e o lotando de beijos.
— Qual pose quer agora? — O professor indagou, acariciando o corpo que já há algum tempo não tocava. — Você manda.
Theo deu um sorriso, levando uma de suas mãos à nuca de Christopher, o aproximado para outro beijo, enquanto trazia seu corpo para cima do seu. Quando se deitaram totalmente, o garoto rolou na cama, ficando sobre Christopher.
Ao abrir totalmente as pernas de Chris, entrou no meio delas e assim trocaram olhares sinceros. O professor tocou o ombro do garoto, deslizando seus dedos por sua pele sardenta e levemente suada, como se desse a permissão para continuar.
Theodore elevou as pernas de Christopher ao máximo que conseguiu, numa posição que sempre faziam, só que dessa vez, com os papéis inversos. Chris agarrou-se nas costas de Theo quando sentiu-se invadido vagarosamente.
Um grunhido manhoso escapou da boca do professor e o garoto aproveitou para roubar seus lábios para si, beijando-o no mesmo ritmo que o penetrava, sem pressa.
Estavam agarrados, em um abraço caloroso e aconchegante. Theodore fungou o pescoço perfumado e os cabelos cheirando a shampoo de Christopher, beijando a pele quente do namorado, causando-lhe calafrios. Sussurravam galanteios um para o outro, enquanto Theo continuava a se movimentar, lentamente.
Chris teve o membro tomado pela mão do garoto, que o estimulava na mesma velocidade que entrava e saia de seu corpo. Segurou os gemidos, enquanto sentia os dedos de Theodore o espremerem enquanto o penetrava.
Theo permaneceu com os movimentos lentos por poucos minutos, logo Christopher notou a velocidade aumentando gradualmente, assim agarrou-se aos cabelos do garoto e sem conseguir segurar, soltou um gemido ao pé de seu ouvido.
Theodore mordeu o lábio, deliciando dos grunhidos do namorado. Um grito rasgou a garganta do professor, no momento que Theo pegou-o de surpresa, retomando sua força nas investidas. O garoto parou de masturbá-lo e voltou a segurar suas pernas, colocando-as ainda mais para o alto.
Afundou-se dentro dele, sedento por mais, muito mais, queria sentir cada centímetro do interior de seu corpo quente. Theodore chocava seu corpo contra o dele com força, ouvindo os estalos e sentindo o toque de pele com pele.
A cama chacoalhava e rangia levemente, coisa que nem era percebida pelos dois, que estavam tão envolvidos naquele momento, nas sensações que os arrebatava para um paraíso de fantasias, que mal notavam um palmo ao seu redor.
Ficando ainda mais suados, respiravam ofegantes e em sincronia. Chamavam um pelo nome do outro, enquanto se declaravam com gemidos e palavras indescritíveis.
Chris deslizava suas mãos pelas costas escorregadias de Theo, enquanto depositava beijos por seu rosto, em tentativas falhas de alcançar sua boca, pois a velocidade constante não ajudava.
Theodore notou o quadril de Christopher remexendo abaixo do seu, rebolando enquanto o acompanhava a cada movimento, aquilo o deixou enfeitiçado, maluco para se libertar completamente dentro daquele canal apertado.
Desacelerou o ritmo quando percebeu que seria difícil continuar, pois percebeu que chegaria logo ao clímax. O professor aproximou o rosto do garoto do seu, aproveitando o vagaroso ritmo para o encher de beijos.
Enquanto Theo ainda se movia, Chris distribuía toques carinhosos por toda a pele branca e um pouco marcada do namorado. Theodore gemeu ao sentir as unhas de Christopher arranharem levemente suas costas, as mãos de Chris desceram até o quadril dele, assim apalpando a região carnuda do garoto, que soltou um grunhido em resposta.
O professor sussurrou que queria trocar de posição e Theodore deixou que ele escolhesse qual seria a próxima.
Fazendo Theo se deitar, Christopher engatinhou sobre ele e se posicionou sobre o seu colo. Encaixando o membro de Theodore em sua entrada, sentou num impulso, sentindo-se preenchido mais uma vez.
Gemendo, Chris abaixou-se e tomou os lábios de Theo para si, que acompanhava seus ritmos. Ele erguia levemente os quadris, enquanto o professor se sentava.
Permaneceram assim por um bom tempo, somente sentindo o corpo um do outro, enquanto Christopher rebolava vagarosamente sobre o colo do garoto, estalando beijos em sua boca.
Chris esticou as costas, se afastando do rosto de Theodore e ficando totalmente sentado sobre o corpo dele. Apoiou suas mãos no tórax do namorado e assim, começou a cavalgar sobre seu corpo, dando leves pulos sobre o membro de Theo.
O garoto levou suas mãos aos quadris do professor e o admirou naquele ângulo, enquanto ele se movimentava. Mordeu o lábio e apertou o traseiro de Christopher, que deu um sorriso sacana e chocou seu corpo contra o de Theodore com mais força.
Arrancou gemidos escandalosos de Theo, que agarrou ainda mais o quadril de Chris com suas mãos, marcando sua pele com seus dedos. Christopher levou suas mãos atrás de si, segurando-se nas coxas do garoto enquanto erguia o corpo, impulsionando-se contra ele com rapidez.
O barulho dos estalos dos corpos se chocando foram dominando o local, misturando-se com os sons de seus gemidos e grunhidos. Chris soltava palavrões toda vez que sentia internamente, tensões nervosas como choques elétricos, causando-lhe arrepios.
Christopher olhou para Theodore, que apertava os olhos e contraía o abdômen, consumido pelo desejo. Era uma sensação deliciosa ouvir os murmúrios manhosos que saíam da boca de Theo, seus ouvidos entravam em deleite.
O professor observou os fios de cabelo grudados na testa do garoto, vendo o quanto aquela expressão erótica e o suor por todo o seu corpo, combinavam com ele, queria gravar aquela imagem em sua mente para sempre.
Um pouco fatigado pelos movimentos excessivamente rápidos, Chris desacelerou, rebolando sobre Theo. Abaixou-se novamente e beijou aqueles lábios deliciosos mais uma vez, provando o sabor único que a boca de Theodore tinha.
Christopher sentiu o garoto retomando as suas investidas, levantando o quadril, para o penetrar gentilmente, enquanto o ajudava nos movimentos. Grunhiu quando Theo forçou-se contra ele com rapidez, sendo pego de surpresa.
O professor prendeu a respiração por um momento, sentindo o quanto era delicioso ter o membro escorregadio de Theodore o invadindo, pensando no porquê que não teve a ideia de trocarem os papéis, antes.
— Mais rápido, Theo... — Chris pediu, já sem fôlego.
Theodore agarrou-se nas coxas grossas de Christopher, enterrando-se dentro dele, sentindo o seu corpo tremer. O professor gemia de excitação, queria ser fodido com ainda mais força, o seu desejo emanava pelos poros.
O garoto permaneceu naquele ritmo, chocando-se contra ele, regressando e repetindo tudo novamente, com impaciência. Theo sentia o canal estreito se contrair sobre seu pênis, o que o deixava sedento por mais, queria devorá-lo.
Chris atacou a boca de Theodore mais uma vez, enquanto ele continuava a se mover abaixo de si. Soltou um gemido contra os lábios do garoto, ao sentir uma pontada deliciosa em seu interior.
O professor levou uma de suas mãos ao seu próprio membro, movimentando-o rapidamente, notando os gemidos de Theo aumentarem gradualmente o volume. Sem conseguir se segurar, Theodore deixou escapar um grito rouco, com a respiração falha, logo depois, Christopher sentiu seu interior ser preenchido.
Chris mordeu o lábio, apaixonado pela expressão pornográfica do garoto, que abriu os olhos e encarou-o, extasiado.
Theo observou a região que escorria naquele momento, deliciando-se da paisagem e logo depois, olhou para Christopher. Notou que as bochechas do professor estavam coradas, mal sabia ele que não era pelo esforço dos exercícios, mas sim, pela maneira que o olhava; Chris não estava acostumado a fazer esse tipo de coisa, além de que ninguém nunca havia olhado para a sua parte mais escondida, com tanto desejo e carinho, ao mesmo tempo.
— Agora é a sua vez... — Theodore afirmou. — Vem, deita.
Christopher se levantou e se ajeitou ao lado, deitando-se, ao mesmo tempo que Theo se colocava por cima dele. O garoto roubou os lábios do professor, enquanto acariciava seu tórax, passeando com suas mãos pela sua pele quente e suada.
Theodore desceu, distribuindo beijos por todo o seu corpo, até chegar na região abaixo do umbigo. Tomou seu membro com a boca, sugando-o com vontade e apreciando gemidos indiscretos de Chris.
Christopher sentiu os dedos de Theo rodearem a região avermelhada e não demorou muito para que o indicador de Theodore o adentrasse vagarosamente, aproveitando o próprio líquido branco para escorregá-lo ainda mais.
Chris soltou um grito rouco quando um arrepiou lhe percorreu, o garoto tinha acertado certeiramente o ponto mais sensível em seu interior, a região da próstata, perto da entrada.
Notando esse sobressalto, Theo retirou o pênis de Christopher de sua boca e voltou toda a sua atenção para aquele local. O professor sentiu mais um dedo o penetrar e grunhiu com os movimentos de Theodore, que estava disposto a deixá-lo maluco.
Chris contorceu-se, sentindo outro calafrio, enquanto Theo movimentava seus dedos, em busca do paraíso de Christopher.
Ao ouvir mais um gemido vindo de Chris, Theodore soube que tinha mais uma vez, acertado a região. Tentou então, manter os dedos sempre naquela posição, enquanto tornava a sugar o pênis de Christopher.
Mais grunhidos escaparam da boca do professor, estava delirando com os estímulos em ambas as partes, impaciente para se saciar.
— Ahn, Theo... É aí. — Christopher gemeu, jogando a cabeça para trás. — Bem aí...
O garoto insistiu com os movimentos naquele mesmo local, enquanto encharcava o membro de Chris, sugando-o e ouvindo sua respiração acelerada, em meio a palavrões e gemidos manhosos.
Continuou movendo seus dedos e o estimulando com a boca, aumentando cada vez mais o ritmo, sentindo o corpo do professor se contrair abaixo do seu.
Ouvindo grunhidos ainda mais frequentes de Christopher, não demorou para que Theo sentisse jatos quentes em sua garganta, libertando um dos gemidos mais gostosos que já tinha ouvido vindo de Chris.
Theodore tentou engolir tudo, mas parou de chupá-lo para tossir, o que acabou deixando o seu rosto um pouco molhado pelo líquido branco.
Christopher, ainda ofegante, puxou o garoto para cima.
— Sabia que o seu rosto fica incrivelmente sexy assim? — O professor revelou, se referindo ao orgasmo que escorria em seu queixo e bochechas.
Chris lambeu-o, para o limpar, sentindo o seu próprio gosto e logo depois, beijando seus lábios, misturando suas salivas. Aproximou seus corpos num abraço apertado, enquanto as mãos passeavam, como se analisassem cada centímetro um do outro.
Ao findar o beijo, Theo deitou a cabeça no peito de Christopher, ouvindo seu coração bater, acelerado. Ficaram em silêncio por poucos minutos, como se recuperassem o fôlego.
— Acabou que nem usamos nenhum dos brinquedos do presente do Emmet...
— No clima que a gente estava, acha mesmo que precisaria? — Theodore sorriu, olhando-o por cima dos cílios.
— Não mesmo.
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