Cheguei em casa euforica e contei a emma a novidade, o rosto de emma virou uma mascara indesifravel.

– como e o nome de seu professor menina?

– Lupos

– o nome todo — sua voz avia ficado apreenciva e com uma urgencia irracion al — menina fale

– eu nao sei, ele nao falou eu acho — olhei fundo nos olhos dela, ela estava com sua de sengonsada roupa de inpregada,

– por que esse desespero todo emma? A menina — seu olhar se suavisou

– qualquer velho professor que qeira levar minha menina preciosa para o meio do mato merece meu dessespero — ela sorr iu e eu retrebui o afeto estanpado em seu rosto.

No outro dia eu estava na aula do professor brandao me surpreendendo em como ele podia ser elegante e ao mesmo tempo interesante pois quando um professor tem tal beleza eu nao consigo presta atençao em nada que sai da boca dele, so como ela se meche, fiquei dividida entre ver a turma de atletas suados correndo enbaixo de minha janela e ouvir os planos dele para nossas aulas em campo.
Por um milesimo de segundos eu vi meu prifessor de estudos humanos sem camiseta com o peitoral definido e suado, seus cabelos soutoa em volta de seus onbros, uma tanga de pele que ficava um pouco acima do goelho s suja de sangue, seus olhoa ferozes como o de um animal selvagem teria, quando pisquei, o velho professor elegante estava enfrente a minha cadeira muito muito muito próximo mesmo do meu rosto, jogueime para tras e minha cadeira quase virou mas duas enormes maos cor de bronze a seguraram. Ele a segurar. Ele estava olhando pra mim, seus labios se mechiam, seu olhar era meio preocupado meio divertido, finalmente sai do meu transe (juro que foi a primeira vez) que me manteve com uma cara de idiota

– oque o senhor disse — falei desorientada

– que minha aula acabo e voce pode ir pro refeitorio antes de suas próximas aulas.

– ceus, ja acabou, fiquei tao perdida em pensamentos — tentei levantar mas ele estava em minha frente enclinado em minha direçao e quase que nossos labios se tocam, meu rosto corou violentamente com a ideia de beijalo e mas ainda ao lenbra de minha visao do paraiso, qe dizer.
De meu professir semi nu

– nao se preocupa criança — ele olhou-me e sorriu — voce nao e a primeira adole cente a ficar atraida por mim, nao se sinta invergonhada isso e normal vc va i se acustumar.

Meu queixo caio, como aquele homem poderia supor que eu..... maa eu tava, ....mas ele nao pode.... esquece.

– oque faz voce supor que estou atraida por voce — olhei ele furiosamente

– simplis, o seu olhar perdido em minha direçao

–faça-me o favor neh, Deixe-me sair daqui antes que o teto desabe sobre nossa s cabeças por que seu ego nao bai caber aquidentro de tao gramde que e

Ia saindo mais ele m segurou com foca e me puchou, olhei para ele furiosa

– solte-me agora — gritei me sentindo inojada e revoltada, ele soltou-me de uma vez e recuou, seu rosto demostrava espanto e persebi que ele me soltou a contra gosto

– algum problema aqui? — um rapaz estava encostado no batente da porta encarando o professor

– foda-se — sai andando sem olhar pro rapaz, só vi grandes orbitas verdes água me incarando e tenho certeza que aqueles olhos me seguiram ate o fim do corredor.

Notas finais
desculpe os erros ortograficos
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.