Faberry - Our memories will lead us to love again.
1 Capítulo 1 - Intrudução em NY
Notas iniciais
Era uma bela manhã na gigantesca cidade de Nova York, Rachel acordava animada para mais um dia letivo em NYADA. Tinha conseguido ser excolhida pela Mademe Tibideaux e era apenas mais um paço em direção ao seu estrelato na Broadway. Kurt tinha conseguido também entrar na Academiae isso deixava Rachel ainda mais feliz pois teria a compania de seu amigo naquela jornada tão difícil. Dificil porque desde de que chegou em NYADA Cassandra July, sua instrutora de dança, tem pegado mais pesado com ela do que todos ali. Não compriendia o porque ela fazia isso se ela nunca fez nada contra ela. Mas apesar de tudo, se sentia capaz de passar por isso, principalmente por ter Kurt ao seu lado agora. Mesmo que não tenham as mesmas aulas ter Kurt por ali era muito mais que especial
Além de Kurt, outra pessoa se juntou a ela em Nova York. Santana tinha chegado meio incerta do que ela queria na vida. Kurt e Rachel a acolheram porque é isso que os amigos fazem. Ás vezes Rachel se pergunta como chegara aquele ponto tendo como colegas de quarto Kurt e Santana e eles se davam muito bem apesar do humor ácido de Santana, mas todos já estavam acostumados com isso desde o colegial.
Levantou com um sorriso enorme no rosto e se arrumou com pressa, não queria chegar atrasada no primeiro dia do Kurt em NYADA. Chegou na cozinha e cumprimentou.
–Bom dia! –disse com animação para o amigo.
–Bom dia Rach. Coma seu café da manhã. Estou tão nervoso que resolvi cozinhar.
Rachel riu e abraçou o amigo.
–Ei, não se preocupe, vai se sair ótimo lá. Você pertence a NYADA.-Rachel falou se aproximando por trás dele fazendo uma breve massagem em seu ombro.
Santana entrou na cozinha e começou a comer um pouco de panqueca. –Sobre o que as mocinhas estão falando?
Kurt e Rachel reviram os olhos ao mesmo, sorriram –É o primeiro dia de Kurt na academia. Não quer desejar boa sorte pra ele?
Santana sorriu e bateu palmas. –Porcelana, você vai arrasar com seu voz feminina.
Kurt apertou um pouco os olhos. –Obrigado?
–Ei Kurt, não liga pra isso. Você vai amar as aulas.
–Obrigado Rachel. –disse sorrindo para a morena.
Rachel sorriu. –Vamos?
Despediram de Santana e foram em direção a NYADA.
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Enquanto isso em Ohio, Quinn conversava com sua mãe resolvendo os últimos detalhes de sua mudança pra Nova York. Quinn iria pra cidade que nunca dorme fazer faculdade de teatro, que era seu sonho desde pequena. Ela não tinha contado pra ninguém sobre essa vontade de ser atriz, nem mesmo para o Glee Club, ela achava que não conseguiria passar em nenhuma faculdade e que provavelmente ficaria presa em Lima pelo resto da sua vida, pelo menos era isso que sua mãe queria.
Judy sempre foi uma mãe cuidadosa, mas depois da gravidez precoce da filha e a separação do marido ela se tranformou em uma mãe superprotetora. Quase não deixava a filha sair com os amigos, mal ela deixava Quinn sair para a escola. Ela se procupava demais com a segurança de Quinn e isso quase sempre era um problema entre as duas, quase sempre elas discutiam sobre liberdade, que era o que Quinn queria para poder sair de casa pelo menos uma vez sem que a mãe pedisse até o telefone de seus amigos.
Quinn chegou animada em casa, o Glee Club organizou uma super festa no Breadsticks e seria uma noite e tanto.
–Mãeeee, o Glee Club vai dar uma festa no breadsticks e preciso de um vestido, já! Mais tarde vou no shopping escolher algum.
Judy assim que escutou a filha, foi logo saindo da cozinha e indo pra sala. –E quem disse que você vai? –Cruzou os braços com o semblante fechado.
Quinn olhou perplexa pra mãe. –Mas é o Glee Club, como eu não posso ir?
Juddy ainda a olhava com aquela mesma expressão. –Vai ter garotos lá, não vai?
–Vai mas eles são como irmãos pra mim, mãe.
–Aquele Noah era de lá quando aconteceu, não era?
–Sim, mas foi a muito tempo atrás, eu nem convivia com eles.
Por um momento Judy deixou aquela expressão de lado e deu lugar a uma expressão pensativa. –Bom, você pode ir mas tem que me dar o telefone de todos eles.
Quinn arqueou uma de suas sombracelhas olhando para a mãe. –Jura?
Acompanhada de Judy, Quinn foi ao shopping e comprou um lindo vestido rosa bebê, com estampa florida que batia nos joelhos. Judy gostava que Quinn andasse com aqueles trajes, mas Quinn gostava mesmo era de outros. Despistou-se da mãe e foi logo na arara de blusas brancas listradas de preto ¾ e ao lado uma bermuda bege de cintura alta que batia um pouco mais acima da metade de sua coxa. Ficou olhando com todo desejo de usar aquelas roupas por um instante antes de voltar para perto da mãe, que estava pagando o vestido novo. Judy só permitia Quinn usar o uniforme das Cheerios porque Quinn era popular na escola, assim como ela um dia foi, ao contrário ela nunca iria deixá-la usar um uniforme tão vulgar que deixava suas coxas avantajadas à mostra, assim qualquer garoto poderia alcançá-la e querer tirar a virtude da filha, como se ela ainda fosse virgem. A coisa que ela mais se preocupava era com Puck, ela sabia que ele era apaixonado por Quinn e que mais cedo ou mais tarde tentaria dar em cima dela novamente, mas isso ela nunca iria permitir.
Chegou a noite e Quinn tinha se arrumado, tinha colocado seu novo vestido com uma lita marrom. Estava deslumbrante como sempre, desceu as escadas e foi até a sala de sua casa. Judy a esperava sentada no sofá. Ela nem podia dirigir sozinha pra festa.
–Quero que fique claro, 22:00 estarei na porta pra te buscar.
–Eu sei, mãe. –Quinn disse comum sorriso torto no rosto, não queria que nada estragasse sua noite.
No carro as duas nem conversaram, Quinn estava imersa em seus pensamentos e Judy estava preocupada. Tinha um sentimento de que alguma coisa iria acontecer naquela festa, ela só não sabia o que. Chegando lá elas se despediram e Quinn logo entrou no local.
Ja era 22:05 e Quinn não viu o tempo passar. Judy já tinha estacionado seu carro perto do restaurante à cinco minutos atrás e só esperava Quinn sair do restaurante para poder voltar pra casa. A loira tinha tomado algumas taças de vinho e tinha acabado de sair do banheiro com um dos membros do Glee Club, olhou em seu cel já tinha 3 chamadas perdidas e pensou consigo estou ferrada. Mercedes logo chegou perto da amiga e avisou.
–Q, sua mãe já ligou para todo mundo avisando pra você sair logo se não vai ficar de castigo até o resto do mês.
Quinn respirou fundo, sentiu seu sangue ferver de raiva. Queria brigar com sua mãe por ser assim, queria humilhá-la na frente de todos, assim como ela estava fazendo. Saiu apressada do restaurante e entrou no carro da mãe sem dizer uma palavra. Quando chegaram em casa as duas discutiram como ninguém. Quinn falou tudo que estava garrado em sua garganta.
–O que pensa que está fazendo? –Falou jogando suas coisas no sofá com toda força. –Eu não posso mais sair por duas horas sem você ficar atrás de mim. Porque diabos ligou para os meus amigos? Não tinha nescessidade disso, eu nunca teria te dado os números deles se soubesse o que iria fazer.
Judy mudou seu semblante de serena e calma para nervosismo à flor da pele. –Como quem você pensa que está falando desse jeito? Eu sua a sua mãe não cabe a você me dar órdens desse jeito. E eu só liguei para seus amigos porque você não me atendia. Aliás, porque você não me atendeu? O que estava fazendo? Estava com aquele Puckerman, não é?! Responda Quinn!
–Meu celular estava no silencioso, eu só não escutei ele tocar. Você tem que parar de deduzir as coisas que eu faço, eu não consigo nem mesmo respirar com você em cima de mim o tempo todo. Eu não posso nem sair com meus amigos, ou até mesmo passear nos dias de domingo sem você no meu pé o tempo inteiro. Estou cansada disso! Tudo que você tem na mente é que se você não agir assim comigo eu vou engravidar de novo. Você não tem ideia do que eu passei, de como eu chorei quando soube que estava grávida, de como eu sofri tendo que esconder de vocês...e quando eu contei, me expulsaram de casa! Então não me venha com essa de que vai acontecer de novo, porque talvez você não saiba mas eu não quero. Você tem ideia do quanto eu evito garotos? Meninas da minha idade gostam de se divertir assim, mas eu sou a única, pelo menos daquelas escola, que não quero relacionamento nenhum justamente pra evitar passar por tudo aquilo de novo. –Quinn falava com suas lágrimas caindo em sua roupa, sentia um ódio em seu coração por sua mãe agira assim, não compreendia seu pensamento. Ela só queria sair dali e deitar em sua cama. –Sabe qual é o meu sonho? Sair dessa casa, morar em qualquer lugar menos perto de você! –Quinn saiu e foi subindo as escadas depressa, entrou em seu quarto e bateu a porta com força deixando uma Judy perplexa e chorosa pra trás.
Quando Quinn recebeu sua carta de admissão quase perdeu o ar. A felicidade lhe veio como um baque. Agora ela estava deixando Lima com uma confiança imensa, pois em poucos dias estaria estabelecida na cidade que ela mais amava e estudando o que ela mais amava, era como um sonho bom.
Quinn iria morar com sua avó, uma velhinha dócil e de bom coração. Amava Abgail Fabray mais que tudo nesse mundo. Ela amava Quinn mais que tudo nesse mundo, sempre quando ia visitar sua avó em Nova York, Quinn tinha vontade de morar com ela. E agora mais do que nunca ela tinha essa oportunidade. Ela mal podia esperar para chegar lá.
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