Notas iniciais
então esse é apenas o prólogo, fiz rápido, mas sugestivo...

Era mais uma madrugada chata, no Instituto Federal de Prevenção de Avalanches (IFPPA), localizado em algum ponto no Canadá. Naquela noite, quem se encontrava de plantão, era a pesquisadora e professora Joanne Krust, que contava as horas para o sol dar o ar de sua graça no horizonte. Ela era uma mulher com seus Quarenta e sete anos, cabelos ruivos parecendo fogo, a pele clara e os olhos castanhos. Com dois filhos adolescentes e um ex marido, decidiu que era melhor ficar no trabalho, do que em casa ouvindo seus dois adolescentes com seus problemas, ou ter de encontrar seu ex que sempre a procurava.

– Mais uma noite ótima... – o sarcasmo na voz suave da mulher, era notável ao longe. Ela não detestava o seu trabalho, muito pelo contrário. Mas achava ruim ficar sozinha naquele instituto. Era um local tão enorme. Um prédio de três andares, no meio de um mar de neve branca, alguns quilômetros da cidade mais próxima. Era ruim não ter com quem conversar, e ter que passar a noite olhando para a tela de vários computadores, anotando tudo em cadernos e esperando a noite acabar logo.

Com certeza ela queria dormir, e sabia que faltava pouco para poder ir para casa. Novamente olhara em seu relógio de pulso e o mesmo marcava 4:29 da manhã. Quando desse 5h estaria livre, pois era quando todos chegariam para o trabalho e ela iria para casa. Foi então que ouviu o bip de deu relógio, indicando que já era 4:30h, porém não fora o único bip que começou a soar por todo o prédio vazio. De um silêncio supremo, o barulho de vários computadores apitando ao mesmo tempo, fizeram com que a pesquisadora desse um pulo de sua cadeira, com o susto. Era o bip de avalanche, mas não só uma e sim várias e o som fora do prédio, também era alto, dava para se ouvir a neve se descolar, o que fez a mulher correr para uma tela de computador, com a imagem de satélite da área da avalanche.

Ela não sabia dizer o que era pior. Se era quatro avalanches acontecendo de uma vez ou o local para onde elas se dirigiam. Todas as quatro se dirigiam em direção ao Instituto, que se localizava em uma área plana, longe de qualquer montanha possível que pudesse gerar qualquer avalanche. Não tinha nem como fugir das ondas de neve, a única coisa possível no momento, era fechar os olhos e orar por uma salvação e foi o que a pesquisadora fez segundos antes do prédio ser atingido pelas avalanches, vindas pelas quatro direções juntas.

Notas finais
gostaram? mereço reviews? vaaai seu dedo não vai cair >