Férias na Praia
5 Fugindo
Notas iniciais
boa leitura!
Cebola continuou lá no chão pensando na besteira que tinha acabado de fazer. Logo depois de Mônica ter assistido aquele beijo, correu para o seu quarto e se trancou lá dentro. Magali ainda andava em passos furiosos até dentro da casa, lá se cruza com Cascão. Só que ambos não olham para onde andam e acabam se esbarrando.
– Aii Cascão, não olha pra onde anda? – perguntou irritada.
– Eu é que te pergunto...
– O que você está fazendo aqui? Achei que estivesse lá na praia com os meninos.
– E estava... Só vim buscar uma bola pra gente jogar vôlei... E você?
– E-eu o que?
– O que você veio fazer aqui?
– Nada que seja da sua conta. Agora dá licença que eu preciso falar com a Mônica...
– Êêê, tá nervosinha assim por que? Comeu alguma coisa que não gostou? Apesar de no seu caso ser um pouco impossível.
– Nada... Não aconteceu nada... Eu só... Preciso achar a minha amiga ok? Tchau!
Cascão levanta os braços como estivesse se rendendo e sai da frente para ela passar. Ele estranha a atitude dela, mas logo depois dá de ombros quando ela some e volta para praia.
Magali sobe até o andar de cima e vai até o seu quarto, percebe que a porta estava trancada e bate na porta.
– Mônica?
Mônica levanta a cabeça do travesseiro ao ouvir sua voz, e enxuga suas lagrimas rapidamente.
– Mônica você tá ai dentro?
Depois de 10 segundos Mônica destranca a porta.
– Amiga?
– Oi...
– Por que se trancou ai dentro?
– Er... Eu vim descansar um pouco, e acabei trancando a porta para evitar caso dos meninos entrarem. – disse forçando um sorriso.
– Descansar?
– É Magali... Descansar... Agente chegou a pouco tempo. E a vigem foi longa esqueceu?
– Ahm... Entendi... Escuta Mônica, eu to precisando falar com você. Pode ser?
– A-agora? – disse já imaginando o assunto.
– Sim, por que?
– Ah Magali, agora não vai dar. Depois agente conversa. – disse Mônica já abrindo a porta pra sair do quarto.
– Você não ia descansar?
– Já descansei... E-eu vou voltar pra praia tá?
– Mas...
Antes de Magali terminar, Mônica já havia batido a porta.
Magali suspirou foi até lá em baixo. Chegando lá encontrou Mônica, Aninha, Dc, e o dono da casa conversando.
– Então... Agente pode fazer uma festa aqui?
– Exatamente, tudo que precisaram estar no quintal... Comidas e bebidas têm na cozinha, mas não tem o suficiente para uma festa então vocês precisaram comprar.
– Não se preocupe com isso... – disse Mônica.
– Então beleza, qualquer duvida é só me chamar... – quando o homem já ia se virar para sair...
– Mas não tem perigo dos vizinhos reclamarem do barulho? – perguntou Aninha.
– Que nada, como vocês viram as casas são bem distantes uma da outra, vocês não correm esse perigo.
– Tudo bem então, valeu aí. – disse Do Contra abrindo a porta para ele.
– Gente, que festa é essa que eu não to sabendo? – perguntou Magali.
– Não... Agente nem tem certeza se vamos fazer, o cara só veio explicar umas paradas caso nós quiséssemos fazer uma festa aqui.
– Ué mas... Como acabamos de chegar, seria legal fazermos uma festa hoje pra comemorar...
– Até que a Magá tem razão. – disse Aninha sorrindo.
– Eu topo. – disse Dc.
– Bom... Por mim também fechou. – disse Mônica saindo.
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