Férias De Verão

4 Capítulo 4


Notas iniciais
Pensei, pensei, pensei e concluí: o monstro não será um vulto!
Bom, eu estava vendo um filme da guerra Farroupilha (RS) e eu e meus amigos, concluímos que, ao invés de ser um vulto, vai ser Góblins.
É, Góblins.
Você que já viu Spiderwick sabe do que eu estou falando.
No filme e nos livros de As Cronicas de Spiderwick, temos os góblins. Mas, apenas eles serão pegos. Bom, se você ler, vai notar, a parte em que eles são invisíveis.
Enfim, é isso!
Ah, não, não é isso! Temos a ilustre presença de Reepchip, de Nárnia!
QUEM JÁ VIU NÁRNIA?
Oh Meu Deus! Vamos pra Nárnia, por que eu adorei o Ben Barners - Caspian!

Estava deitada no sofá vendo na TV, Nárnia, com Charlie e Camila.

– Quero fazer alguma coisa! — resmunguei.

– O que? — perguntou Camy.

– Não sei vocês mas eu quero passear por essa fazenda ao invés de ver Nárnia pela oitava vez na tv com vocês duas e comendo uma mistura estranha de pipocas com brigadeiro! — sacudi a panela de brigadeiro nas mãos.

– Nárnia é um ótimo filme! — Charlie contestou pegando o pote de brigadeiro da minha mão.

– EI!

Revirei os olhos.

– Ok, vou dar uma volta! — avisei — Alguém vem comigo?

– Eu vou! — olhei para trás e reparei que Justin e Bruno desciam as escadas. Bufei.

– O Justin sempre vai pra atormentar a minha vida! — ele revirou os olhos.

– Eu também vou!

***

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Esta vamos todos na casa da árvore, conversando animadamente. Eu e as meninas sentadas no sofá, Justin e Bruno no outro.

– Poderíamos cavalgar amanhã! — Charlie sugeriu.

– Ou fazer compras! — Justin fez careta assim que Camila falou compras.

– Nada disso! — Bruno falou, seguido da careta de Justin.

– Outra ideia? — perguntei.

– Não...

– Que tal irmos embora? Já está tarde! — Justin disse olhando o relógio de pulso.

– Que horas são? — Camila perguntou.

– 10:47. — Charlie disse vendo no relógio de pulso do Bruno (que quase perdeu um braço).

– Tá cedo! — resmunguei.

– Vamos, antes que escureça mais! — Bruno disse.

– Ok, vamos logo! — resmunguei.

Levantamos e fomos para a porta da casa. Começamos a descer as escadas. Foram as meninas, depois eu. Descia pé a pé, até ouvir um ruído, e parar no meio do caminho.

– Desce! — ouvi Charlie falar impaciente.

– O que passa? — Justin perguntou.

– Ouviram este barulho? — perguntei.

– Que barulho? — Camy revirou os olhos — Desce, anda! Vamos!

– T-Tá...

Desci mais dois degraus da escada e ouvi outro ruído. Porém, mais ato, forte e perto.

– Sofh? — Bruno chamou.

– Algo está errado... — disse baixinho. Fito o nada na floresta e, do nada, algo começa a puxar minha perna. Solto um grito, um tanto agudo e olho pra baixo. Não tem nada me puxando.

Entro em desespero!

– AHH!

Com as mãos me seguro no degrau a cima da minha cabeça, enquanto meus pés ficam sendo puxados pra baixo.

– O que houve? — Charlie perguntou.

– Tem alguma coisa puxando a minha p-pernaaaaaa– grite me segurando com mais força.

Charlie e Camila também começaram a gritar. Elas estavam sendo puxada pelo ar, como eu. Tá legal, mas que porcaria é esse?

Bruno e Justin se entreolharam e nos olharam novamente. Cai no chão sendo puxada de novo. Dei um chute no ar e senti alguma coisa... parecia, as costas de um jacaré! Ouvi gemidos de dor e logo parei de ser levada para não sei onde por não sei quem. Charlie deu um soco no que quer que segurava seu braço e Camila fez o mesmo.

Ouvi passos pesados no chão. Mas, olhando em volta, não havia nada. Os meninos desciam rapidamente as escadas. Então, ouvimos uma voz rouca e assustadora avisar:

– Nós voltaremos! — os passos foram se distanciando.

Nos entreolhamos e soltamos um grito desesperado em uníssono.

– O que eram eles? — Bruno perguntou.

– Seja o que for, não nos quer aqui! — Charlie respondeu.

– E vai voltar! — Camila acrescentou.

***

Chegamos em casa e, por sorte, ninguém fez de mais perguntas. Já estavam prontos pra dormir e assim foram. Ficamos atirados no sofá, em silêncio.

– O que foi aquilo? — Camila perguntou.

– Sei lá, pareciam... jacarés falantes? — falei e todos riram. — Que foi?

– Sup... — Bruno foi interrompido.

– Eu preciso de queijo Cadê o queijo? Cadê o meu queijo? Eu preciso de queeijo! – ouvimos uma voz desconhecida falar. Nos entreolhamos. A voz vinha na direção da cozinha. Justin apontou com o queixo para a mesma e fomos. A voz ficava mais firme e perto. — Queeeeeeijo! – a voz cantarolou.

Esta vamos de pé na cozinha. Justin estava de costas pra mesa e... o-o pedaço de queijo que tinha, se mechia!

– Q-Queijo... — apontei pro queijo um lado para o outro.

– Ahh! Esse queijo tá estragado! – a voz falou. A próxima coisa que vimos foi queijo sendo cuspido na cara de Justin.

– AHH! — ele tocou o queijo que caíra sobre sua bochecha e olho. Olhou pra mesa e fez uma careta assustado. — AHH! AHH! AHH! Q-QUEM É VOCÊ? — ele olhou denovo — AHH!

– Ora, que tipo de pergunta é essa rapazinho? Eu sou um... bem, se eu te contasse você não acreditaria! - Ele estava assustado, Charlie, Camila e Bruno também. Vai que é um daqueles outros bichos? Nos entreolhamos e pensamos a mesma coisa: Hãn? - Reepchip! Prazer! — vi Justin hesitar por alguma coisa, mas no final, ele apertou com a mão o ar. Sinistro.

– Olha to começando a pensar, seriamente em te internar no hospício Justin, — revirou os olhos — sério você precisa de um... — antes que eu pudesse continuar, algo é cuspido, só que no meu olho! — Justin seu desgraçado eu vou... — olhei para Justin que me interrompeu:

– Nem vem! — ele apontou pro...

– AHHHHH! — gritei.

– Ai menina meus ouvidos! — o rato falou. Ele era peludo, e peludo e mais peludo e, comia queijo...

– V-Você é um r-rato que c-come q-queijo! — apontei para ele.

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– Não, ratos comem cenouras! — disse irônico — A, os mocinhos! — sorriu. Mais um cuspe foi levado no olho de Char, Camy e Bruno.

– AH MEU DEUS! — Charlie gritou.

– R-RATO FALANTE! — Camila apontou para o rato.

– E QUE ROUBA QUEIJO! — Bruno acusou.

– É, eu sei que isso não é um fato de se orgulhar e, desculpe daquele dia em que o queijo sumiu. Eu estava nervoso e acabei comendo tudo!

– O-Ok... — Bruno disse apertando na pequena mãozinha estendida do rato.

– V-Você... — Charlie gaguejou — Por que você esta escondido?

– Você sabe quem eram aquelas criaturas lá fora? — Camila perguntou.

– Eles são invisíveis por que? — Justin perguntou.

– Você é como eles? — bufei e revirei os olhos ao notar o que estava fazendo. — Ótimo! Estou falando com um rato!

– Vocês tem muitas perguntas, eu suponho! Me sigam crianças! — ele foi pulando, saindo da cozinha. Nós nos entreolhamos e o seguimos.

Notas finais
E então? O que acharam?
Comentem ok?
E, a quem esperava mais, que fosse um vulto ou algo do tipo, resolvi colocar as criaturinhas de Spiderwick e Reepchip. Quem curte Nárnia, As Crônicas de Spiderwick essas coisas vai gostar. Agora, será que vai ter gente que vai abandonar a fafiction por causa disso? HêHê!
Beijos estarei postando mais seguido a partir de agora!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.