Eyes of a Demon

13 Dois demônios na estrada


Notas iniciais
OOOI POVO! Vim rapidinho porque estou SUPER animada com esse capítulo! Finalmente vocês verão o que o tio Crowley estava tramando! E está tudo relacionado ao título ali em cima! Eu fiquei super empolgada enquanto estava escrevendo e espero que gostem. Também teremos o pessoal caindo em cima do Dean e da Sophie kkkkk E aparentemente o meu bloqueio se foi, era a falta de barracos na fic kkkkk Enfim, boa leitura!

Ao amanhecer do dia seguinte, nós estávamos prontos para levar a Claire até a casa do Bobby. Ela não estava mais reclamando, porém não estava com uma cara muito boa.

– Pelo menos posso ir dirigindo meu carro? — Ela perguntou.

– Claro, eu vou com você e na volta venho com os garotos. — Entrei no banco de carona da picape — Você vai com a gente, Sophie?

– Eu tenho mesmo que ir? — Ela perguntou.

– Não é que não confiamos em te deixar sozinha no bunker... — Sam começou a falar mas foi interrompido pelo Dean.

– É que não confiamos mesmo em te deixar sozinha no bunker, vai lá com as meninas. — E dizendo isso, ele entrou no Impala.

Sophie revirou os olhos e entrou no carro, Claire estava bem animada no banco do motorista, o que já era de se esperar já que ela teve poucas chances de dirigir desde que voltara para o bunker.

– Eu estou indo porque não adianta ir contra todos vocês, mas eu não concordo nem um pouco com isso. — Claire esclareceu quando já estávamos na estrada.

– Já conversamos sobre isso, é temporário.

– Eu não consigo imaginar como deve ser passar a vida assim. — Sophie falou — Digo, você foi usada por um maluco que queria ser Deus, virou um demônio e o Rei do Inferno está atrás de você... E ainda por cima namora um anjo.

– Diz isso porque não sabe o que os Winchester passaram — Soltei uma leve risada-, eles lutaram contra todos os tipos de criatura, lidaram com os quatro Cavaleiros do Apocalipse, impediram o próprio Apocalipse, também impediram leviatãs de quase tomar conta do mundo, os dois já foram para o Inferno, Dean já foi para o purgatório... Os dois passaram por muita coisa, se eu for citar tudo, passarei o dia falando.

– Por que eles vivem essa vida? Não dá pra acreditar que seja apenas para salvar as pessoas...

– Pela única coisa que vale a pena para eles, a família. — Eu comecei a explicar — Os dois irmãos, Bobby que é como um pai para todos nós, Castiel que se juntou há alguns anos, a Claire que é, tecnicamente, filha do Cass e o Gabe que eu encaixaria como um primo que aparece de vez em quando.

– Então vocês todos são uma família só, além do Sam e do... Dean que são irmãos. — Ela concordou, mas não pude deixar de notar a hesitação ao falar o nome do loiro.

– Sophie, posso perguntar uma coisa? — Pedi.

– Claro.

– O que houve com você e o Dean na sala de tiros?

– Er... Nós estávamos praticando.

– Só não estavam praticando tiros! — Claire comentou olhando pelo retrovisor — Ela ficou vermelha.

– Ah! Mas vejam só! — Eu me virei no banco para olhar a face dela e realmente tinha um tom de vermelho em suas bochechas — Fala logo, vocês se pegaram lá?

– Não! Ele... Ele me beijou à força!

– E você retribuiu à força? — Claire perguntou rindo e eu também caí na gargalhada.

– Eu não retribuí! — Sophie ergueu as mãos de forma defensiva.

– Ah! Pela mãe do guarda... É claro que você retribuiu, aquele imbecil beija muito bem! — Eu exclamei.

– Eu não... — Ele deu uma pausa e me encarou — Como você sabe?

– Ah, eu e o Dean tínhamos algo no passado, nada sério. — Dei de ombros — Mas admita logo que você retrib... — Fui interrompida quando o carro freou bruscamente nos jogando para frente.

– O que foi isso? — Sophie perguntou ao notar que o Impala na nossa frente também havia parado.

– Fiquem aqui... — Eu desci no mesmo instante que os irmãos.

Óbvio que a Claire não obedeceu e saiu do carro também, os dois irmãos estavam paralisados, cada um de um lado do carro olhando para frente. Quando me aproximei do Sam foi que eu vi o que causou aquele transtorno.

Crowley estava parado na frente do carro, sem demonstrar a menor preocupação e ao seu lado havia uma moça ruiva, usando um vestido no estilo anos 50 muito bonito e ensanguentado. Ela trazia um sorriso maldoso e eu podia jurar que ela era muito familiar.

– Olá garotos, garotas e... Seja lá quem for aquela outra ali. — Ele acenou na direção da Sophie que também já estava fora do carro.

– O que você quer agora? — Dean perguntou.

– Ah, estava esperando vocês caírem na estrada... Para conversar! — Ele veio andando na minha direção e Sam se pôs à minha frente — Calminha aí, Alce... Não vai querer se machucar.

– Crowley, não acha que esse seu joguinho psicológico está indo longe demais? — Dean perguntou, notei que ele estava deslizando a mão para dentro do Impala a fim de pegar uma arma.

– Ah, os joguinhos acabaram... Vamos começar a luta de verdade.

Não notei bem como aconteceu, mas a tal ruiva surgiu ao lado do Dean e segurou seu braço.

– Não tão rápido, bonitão.

– O que diabos você é? — Ele perguntou quando tentou puxar o braço e não conseguiu.

– Quase acertou, Esquilo! — Crowley exclamou — Essa é Abaddon. Uma velha conhecida dos seus antepassados, os Homens das Letras.

– Ela estava no vídeo daquele exorcismo que não deu certo! — Sam ressaltou.

– Hum... Parece que eu sou famosa aqui. — Ela exibiu os olhos completamente negros.

Abaddon ergueu uma mão na direção do Sam e começou a tirá-lo do chão, ele se debatia tentando se livrar mas era em vão.

– Bom, vou deixá-los se divertindo aí com a mocinha, até mais... Nos vemos no Inferno! — Crowley estalou os dedos e sumiu.

– Covarde... — Murmurei.

– Dean... — Sam tentou falar, mas ele estava sendo enforcado.

Dean empurrou Abaddon e ela largou o Sam, os dois rolaram no chão, ela o chutou para longe e ele bateu a cabeça do chão, ficando inconsciente. Aproveitei sua distração com o loiro, puxei a arma de dentro do porta luvas do Impala e comecei a atirar em suas costas. Ela demonstrou um certo desconforto pelas balas de sal, mas continuou em pé e caminhando em direção ao Winchester desmaiado no chão.

– Dean! — Sophie gritou, levando suas mãos até a boca.

Claire correu em direção à Abaddon com a faca da Ruby nas mãos e perfurou as costas dela, o demônio arfou com a dor e pendeu para o lado... Mas ela não caiu, pelo contrário, ela continuou respirando com dificuldade e retirou a faca das costas com algum esforço enquanto ainda mantinha um sorriso sádico.

Ela se virou lentamente na direção da Claire, que dava alguns passos para trás, completamente chocada... O que raios aquela criatura era?

Tentei apressar os passos na direção das duas, mas ela levantou a garota pelo pescoço e a jogou no acostamento da estrada.

– Vou acabar com você, vaca do Inferno! — Eu me joguei contra Abaddon e a prendi no chão, peguei a faca novamente e cravei em seu coração. Ela resmungou um pouco e tirou a faca do peito, exibindo um sorriso maligno.

– Isso não tem efeito em mim, querida... Eu sou de outra classe! — Ela exibiu os olhos negros novamente e, com um simples movimento da mão, me jogou para o lado.

Eu atingi as costas no asfalto e senti uma dor muito aguda no ombro esquerdo, no mínimo havia deslocado, tentei respirar mas a pancada foi tão forte que deduzi que meus pulmões deviam ter sofrido algum coisa.

Vi Sam partindo para cima do demônio, mas ela nem deixou que ele se aproximasse e o jogou contra o capô da picape, Sophie soltou mais um grito e finalmente a ruiva pareceu notá-la. A olhou de cima a baixo, estendeu um dedo e o movimentou quebrando o pescoço da moça e a largando no chão.

– Não... Ah... — Tentei me levantar, mas não estava com força nos braços.

Abaddon caminhou na minha direção e me ergueu à distância pelo pescoço, tentei me debater mas não conseguia mexer nenhum músculo.

– O Crowley falou tanto de vocês que eu achei que seria mais difícil, ou que pelo menos você seria mais durona, Meghan. — Ela praticamente cuspiu meu nome — Ele me trouxe do passado para cá só pra acabar com você na frente dele, o que eu farei por diversão... Mas aquele patético não tem postura para ser o Rei do Inferno. Então eu tomarei o lugar dele em seguida.

– E você está me contando isso por quê?

– Já que eu vou te levar para a morte e você vai ficar lá no Inferno, talvez seja bom saber que o regime por lá vai ser diferente... — Ela deu de ombros e começou a caminhar enquanto eu estava pendurada por alguma força invisível — Ele é apenas um demônio normal... Não faz nem sentido que ele esteja comandando o Inferno.

– E o que te faz melhor que ele?

– Eu não sou um demônio qualquer, como você deve ter notado... — Abaddon veio até mim — Mas você terá tempo para me conhecer, vou te colocar para dormir um pouco e quando você acordar já estará em pedacinhos lá em baixo!

Ela fez menção de tocar meu rosto, mas o barulho de bater de asas a impediu.

– Um anjo?! — Ela ficou tão desconcertada que acabou me largando no chão.

Castiel a olhava com um profundo ódio, seu maxilar estava tencionado e ele assumiu uma luz própria, mostrando a sombra de suas asas e o brilho azul nos olhos. Então quando ele ergueu uma mão na direção de Abaddon, ela abriu a boca e saiu do corpo em forma de fumaça, passando por nós e voando para longe.

O anjo voltou ao normal e veio correndo até mim, ele colocou os dois dedos na minha testa e me curou.

– Cass... Como chegou aqui? — Perguntei quando recuperei o fôlego.

– Claire. — Ele olhou ao redor e localizou a garota no canto da pista segurando o próprio braço — Ela me chamou.

Castiel foi até ela e a curou, em seguida fez o mesmo com Dean e Sam.

– Ela matou a Sophie! — Exclamei indo em direção à Sophie jogada no chão.

– O quê?! — Dean veio até nós — Aquela vadia...

– Eu posso resolver isso. — Castiel se abaixou e a reviveu.

Sophie arregalou os olhos e inspirou fundo, ela praticamente saltou do chão e se pôs em pé rapidamente.

– O que foi isso? — Ela olhou ao redor — Eu morri?

– Sim... Mas está viva agora. — Dean explicou calmamente, a segurando pelo braço.

– Como?!

– O anjo aqui te reviveu. — Apontei o Cass.

– Isso é... Muito estranho, eu não estou acostumada com essas coisas.

– O quê? Morrer e reviver? — Dean perguntou de forma irônica — Você se acostuma com o tempo.

– Idiota... — Ela murmurou e cruzou os braços.

– Podemos focar no que estava acontecendo aqui? — Sam pediu — O que aquela tal de Abaddon é?

– Ela é um Cavaleiro do Inferno. — Castiel falou seriamente — É bem mais poderosa que um demônio comum, não pode ser exorcizada de forma tradicional e nem morta pela faca que vocês tem.

– Ela estava naquele vídeo que assistimos... Ou pelo menos o corpo que ela possuiu. — Sam arregalou os olhos — O Crowley disse que ela era uma velha conhecida dos Homens das Letras e eles foram extinguidos durante um incêndio que acabou com tudo... Foi ela!

– Ela que acabou com os Homens das Letras? Mas... — Dean se pôs a pensar — Então ela nunca foi morta porque o Crowley a trouxe para o futuro... Achei que apenas anjos fizessem viagens no tempo.

– Na verdade existem feitiços para isso. — Claire falou e todos nós a olhamos, surpresos — Que é? Eu faço a "lição de casa".

– Bom, talvez seja melhor irmos logo para a casa do Bobby... — Eu sugeri — Eles podem voltar com reforços.

– Vamos, Cass, é melhor você ir com as garotas. — Dean indicou e o anjo assentiu, em seguida ele se virou para Sophie — Você está bem mesmo?

– Sim... Obrigada. — Ela deu um meio sorriso para ele.

– Awn...- Eu acabei falando sem perceber e os dois ficaram desconcertados.

Nós voltamos para o carro, deixando o corpo que Abaddon usara na estrada após nos certificamos que a garota estava realmente morta. No caminho para a casa do Bobby, Sophie foi enchendo Castiel de perguntas assim como eu costumava fazer, ela descobriu a diversão que é importunar a mente inocente e paciente de um anjo.

– Por que nós não podemos ver suas asas? — Ela questionou — Você tem asas mesmo?

– Porque vocês ficariam cegos se eu revelasse minha verdadeira forma, apenas alguns são aptos à vê-la, como por exemplo, outros anjos. — Ele explicou pacientemente — Sim, eu tenho asas mesmo.

– Mas você sai voando por aí, tipo, batendo as asas?

– É, algo parecido com isso. — Ele estreitou os olhos — Você ainda tem mais perguntas?

– Por agora não.

– Eu tenho perguntas. — O anjo abriu um pequeno sorriso.

Eu e a Claire nos entreolhamos, confusas... Aquele anjo iria falar alguma besteira, com certeza!

– Faça. — Ela o incentivou.

– Você gosta do Dean, não é? — Castiel perguntou seriamente, a olhando.

– Não! — Sophie respondeu de forma defensiva.

– Ah! Eu achei que gostasse, você olha pra ele do jeito que... Eu olhava para a Meghan quando notei que sentia algo por ela.

– Ai que coisa fofa. — Claire falou ironicamente — Como eu perdi o começo desse romance?

– Foi bem emocionante na verdade, foi lindo! — Eu estirei meu braço para o banco de trás e toquei o rosto dele.

– Agora fiquei curiosa, me contem sobre isso! — Sophie pediu.

– Ah meu Deus! — Claire resmungou — Eu já ouvi essa história umas trinta vezes.

– Agora serão trinta e uma. — Me virei no banco para poder conversar melhor com a Sophie — Tudo começou há pouco mais de dois anos atrás...

Então eu fui contando desde quando eu e Castiel começamos a ficar mais próximos, o pacto com Crowley, a véspera de natal, o colar de sino, os sonhos e tudo que foi marcante e que nos impulsionou a começar o nosso relacionamento.

– Então, você quase o matou quando era um demônio? — Sophie perguntou quando eu estava contando sobre os últimos acontecimentos.

– Digamos que o meu foco era mais o caminho até a morte dele. — Dei de ombros — Não me leve a mal, não me orgulho disso.

Eu fui o resto do caminho todo falando, mal notei quando chegamos no ferro velho do Bobby. Ele já estava nos esperando na frente, provavelmente os irmãos ligaram para avisar que estávamos chegando.

– Tio! — Acenei para ele pela janela da picape e recebi um sorriso de volta.

– Esse é o tal Bobby que tanto falam? Ele parece adorável, por que o Sam diz que ele é rabugento? — Sophie questionou.

– Porque ele é... Às vezes. — Claire deu de ombros e desligou o carro.

Logo após cumprimentá-lo, nós entramos na casa e os garotos foram relatar o imprevisto na viagem para o titio, ele disse que nunca havia lidado com Cavaleiros do Inferno antes porque, segundo os livros, eles foram mortos pelos anjos.

– Pelo visto sobrou uma. — Dean comentou — Como se mata essa coisa?

– Bom, pelo o que estou vendo aqui, — Bobby passou algumas páginas do livro — Anjos podem matá-los.

– Por isso ela fugiu quando o Cass apareceu. — Sam ressaltou — Algo mais?

– Talvez a Colt, mas não sabemos onde está.

– Podemos localizar, a Bella disse que a vendeu antes de morrer. — Dean explicou.

– Bella Talbot, aquela que passou a perna em vocês várias vezes? — Bobby ergueu uma sobrancelha.

– A própria. — Foi a vez de Sam responder.

– Vai ser difícil...

– Bom, nós vamos passar a noite aqui mesmo... Teremos tempo. — Dean sorriu — Vou pegar a cerveja.

– Tudo bem... — Bobby levantou-se para pegar mais alguns livros e se direcionou à Sophie — E a mocinha ali?

– Filha do médico que roubamos. — Sam explicou — Tivemos que trazê-la.

– Isso foi ideia do Dean? — Ele deu um olhar sugestivo ao Winchester mais velho — Sem ofensas, moça, mas é a cara dele fazer de tudo para pegar uma mulher como você.

– Acredite, Bobby, não é nada do que está pensando. — Dean voltou à sala — É mais fácil que acabemos nos matando.

– Isso é o que eles dizem. — Claire comentou tentando segurar o riso.

Sophie estava com as bochechas vermelhas, ela não gostava muito de ter toda a atenção voltada para ela, mas se os dois admitissem que sentem, no mínimo, alguma atração entre eles seria mais tranquilo.

– Bom, eu vou subir um pouco... Volto na hora do jantar. — Peguei minha mochila e segui para o meu antigo quarto.

Joguei a mochila no canto e deitei na cama que sempre ocupava quando vinha para cá, antes que eu tivesse oportunidade de começar a pensar nos últimos acontecimentos, Castiel surgiu no pé da cama.

– Olá... — Acenei para ele — Algum problema?

– Você quer conversar sobre o que aconteceu? — Ele sentou ao meu lado — Eu queria ter chegado mais cedo...

– Não foi culpa sua. — O interrompi — Eu estou com esse bloqueio antianjos.

– Temos que descobrir logo do que se trata isso, eu não posso te perder novamente. — Castiel segurou minha mão — Eu tenho medo de ficar longe de você e que você suma novamente... O ano que passamos separados pareceu muito mais longo do que a eternidade! E eu falo isso como um ser imortal.

– Cas, nada vai nos separar novamente. — Eu me sentei e o abracei pelas costas, descansando minha cabeça em seu ombro — Eu não vou deixar nenhum demônio com complexo de poder me tirar de você.

– Eu te amo. — Ele virou o rosto para mim e me puxou para um beijo lento e profundo.

Eu deslizei até seu colo sem interromper o beijo e agarrei seus cabelos com força, Castiel deslizava sua mão pela minha coxa de cima a baixo. Comecei a tirar o sobretudo dele e o terno.

– Meghan, nós estamos na casa do Bobby! — Ele segurou minhas mãos.

– E daí?

– Podem nos ouvir ou alguém pode entrar no quarto... — O calei com mais um beijo e em seguida tirei minha própria jaqueta — Meghan!

– Ninguém vai entrar! — Fui até a porta e a tranquei — E é só tentarmos não fazer barulho.

– Como? — Ele ergueu uma sobrancelha.

– Acho que terei que te morder um pouco para me controlar. — Tirei os coturnos e os joguei de lado.

– Parece interessante, tudo bem, você me convenceu. — Ele se levantou e me puxou pela cintura — Pode me morder o quanto quiser.

– É assim que eu gosto! — Sorri para ele e cuidei de tirar o resto da minha roupa.

Castiel fez o mesmo e me jogou contra a cama que soltou um rangido ao bater contra a parede, talvez o nosso plano de sermos silenciosos não desse certo no final das contas... Mas isso seria uma preocupação para depois.

Notas finais
Então? Abaddon! Sim, essa diva, rica, ruiva chegou e vai dar muuuuito trabalho para o pessoal! Oh God! Estou super animada aqui, estava querendo colocá-la na história desde a primeira temporada, tanto que o nome dela está lá na lista de personagens kkkkk Mas enfim, só surgiu a oportunidade agora e ela chegou chegando! Enfim, Meghan e Cass desrespeitando o teto do Bobby KKKKK Sophie e Dean... Ou como já apelidaram por aqui, Dephie, vão ter um belo momento no próximo capítulo. É isso, espero que tenham gostado, o próximo chega em breve com mais tretas... E o Gabes! Beijos e aguardo comentários!