Exército de Almas
1 Capítulo 1 -
Notas iniciais
ooi gente .. leiam a fiic do Fleury, ée mt boa .. divirtam-se. Obs.: a fic só continua se vocês derem seus reviews, ok ? Ele preciisa de reviews p saber se continua ou não a fic beeijos
Era meio de tarde, mais ou menos 15h, dia quente e ensolarado.
Eu não prestava muita atenção na aula, estava desenhando no caderno como faço geralmente quando estou entediado. De repente.
O dia escureceu. Não como um eclipse ou como a noite, mas como uma tempestade. Minha cabeça começou a doer, cada vez mais. Parecia que ia explodir.
Pedi pra professora pra sair da sala e ir na direção, ela deixou, então me levantei e sair da sala. No caminho para direção parei pra beber água, estava morrendo de sede, então encontrei com meus amigos: Mell, Luiz e Vidal.
- Oi. -cumprimentei meus amigos-.
- Oi. – eles responderam quase ao mesmo tempo.
- Aonde esta indo Fleury? – Vidal pergunto pra mim.
- Na direção. — respondi- Minha cabeça não para de doer.
- Que estranho Fleury! Nos também estamos e estávamos indo para direção. — a Mell contou parecendo surpresa.
- Então vamos todos juntos. – disse o Luiz.
Assim que chegamos na direção, não vimos nada. Parecia deserta.
- Gente que medo, parece q não tem ninguém. – Méll falou dando um passo pra trás.
- Já sei, vamos cada um em uma sala, assim a gente acha mais rápido alguma pessoa. – assim que Vidal terminou de falar saiu correndo.
Então nos separamos e fomos olhar as salas. Entrei na sala da diretora e não havia ninguém lá. Os ponteiros do relógio não saiam do lugar. Aquilo me assustou, sai de lá e fui procurar os outros.
Então voltamos para a entrada da direção, onde havíamos nos separados para procurar alguém, nos olhamos, cada um com aquela cara e medo. Saímos de lá, fomos procurar algum professor, mas as salas que há pouco tempo estavam lotadas e barulhentas pelos alunos, estavam vazias, sem nenhum sinal de vida. Nós ficamos pálidos, aquilo era assustador. De repente, escutamos um barulho, um barulho alto, como se um raio tivesse caído no pátio da escola e explodido tudo.
Corremos pro pátio para ver o que tinha acontecido, e quando chegamos lá, não havia nada, tudo estava no lugar, não tinha sinal de explosão.
Olhamos todas as direções. Alguma coisa estava errada, percebi que a Mell estava paralisada, como se algo tivesse assustado ela e ela entrasse em estado de choque. Resolvi olhar o que tinha visto. Quando vi o que tinha assustado a Mell, meu sangue gelou, quase perdi as forças das pernas, mas me continuei de pé. Só consegui aponta para o Luiz e o Vidal olhassem também, e assim e como a Mell e eu também se assustaram. Um pouco longe da gente estavam sete pessoas usando uma armadura negra e em seus olhos só havia um brilho vermelho, três deles estavam segurando umas pessoas ajoelhadas no chão com as mãos amarradas, elas levantaram a cabeça e então reconheci quem eram: meu irmão, minha prima Kamilla e a irmã dela Fernanda. Meu coração disparou, achei que ia desmaiar, aquelas coisas pegaram minha família, e agora estavam atrás de mim e de meus amigos. Quatro deles deram alguns passos em nossa direção e pararam a grama em volta deles secaram e morreram. Eles voltaram a andar, só que dessa vez mais rápido, ao mesmo tempo nós quatro começamos a correr o mais rápido que podíamos.
Pensei em sair pelo portão, mas quando chegamos lá, não encontramos nada, o portão tinha sumido. De longe podíamos ouvir o som dos passos de metais daqueles cavaleiros, o Vidal lembrou havia o portão do estacionamento dos professores, então corremos pra lá. Aquele portão também havia sumido. Não agüentávamos mais ficar correndo pela escola, nos fomos andando até que chegamos na piscina, não escutávamos mais os barulhos dos passos, automaticamente olhamos pra trás, e não havia sinal deles. Mas, quando voltamos a olhar pra frente, eles estavam na nossa frente, pensei que meu coração fosse parar.
Eles levantaram a mão e fomos jogados pra trás, correntes que saiam de suas mãos começaram a se mover sozinha, indo em nossa direção, como estávamos cansados não conseguimos nos levantar, as correntes enrolaram em nossas penas e começamos a ser arrastados. De repente, a corrente que me prendia começou a ficar fria eu a olhei e ela quebrou como se tivesse sido congelada. As outras também pararam e todos os cavaleiros olharam pra mim. Eu rolei pro lado, quase cai na piscina, eu reparei que havia alguma coisa estranha nela, a água estava se mexendo de um modo diferente. Como se estive se levantando, outra corrente veio até mim de novo só que mais rápido, joguei a mão pra frente como reflexo para proteger meu rosto e ao mesmo tempo que meu braço a água da piscina se moveu, rebatendo a corrente e a jogando de volta no cavaleiro.
Não sei como, mas eu havia feito aquilo, então, imaginei a água se levantando, e assim aconteceu, sete esferas de água começaram a flutuar no ar. Os cavaleiros deram um passo pra trás, eu pensei nas esferas tomando a forma de lanças e assim e elas obedeceram eu imaginei elas sendo lançadas em cada um deles, e como mísseis elas atravessaram suas armadura, eles caíram no chão e começaram a congelar. Aquilo me assustou muito, eu fechei os olhos apertando-os um pouco e quando abri de novo, eu estava na minha sala,minha professora estava ensinando a matéria como se nada tivesse acontecido, pensei que talvez eu tive caído no sono e dormido na aula, minha pernas estavam doendo eu levantei a barra da calça e vi uma marca, a marca onde as correntes haviam se enrolado com força, aquilo não podia ser um sonho. Depois de 15 minutos o sinal do intervalo tocou.
Sai da sala e fui falar com o Luiz, com a Mell e com o Vidal. Logo que nos encontramos começamos a conversar sobre o que havia acontecido
-ah, não consegui prestar atenção direito na aula, com vocês também foi assim? – perguntou a Mell parecendo nervosa -.
E ao mesmo tempo nos três respondemos:
- FOI!
- O que ta acontecendo com a gente?- o Vidal perguntou.
-Eu não sei, aquilo foi muito estranho!-respondi.
-É como se o tempo tivesse parado. – respondeu o Luiz.
Depois disso continuamos conversando sobre: porque eles estavam segurando meu irmão e minha prima e como eu fiz a água atacar aqueles cavaleiros?
Logo o sinal tocou e tivemos que voltar para nossas salas. Depois daquela conversa, não fiquei pensando muito no que tinha ocorrido, conseguir prestar atenção na aula até dar 18h e a aula acabar.
Logo saímos da escola e cada um foi pra sua casa, dessa vez não demorei do lado de fora conversando, entrei no ônibus, sentei e encostei-me à janela, o vento no meu rosto fazia aquela cena passar como um filme em minha cabeça.
Assim que cheguei em casa corri pra falar com meu irmão, ele parecia estar me esperando e perguntou:
- O que foi aquilo?
- Sei tanto quanto você!- respondi sem demorar.
- Foi você que fez aquilo na piscina, quero dizer, controlou a água?
- Eu acho que sim, mas não tenho certeza.
Depois disso não conversamos mais.
Notas finais
Então, o qee acharam ?
Reviews, Reviews e maais reviews
;*
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