Notas iniciais
Gente,agradeço bastante à vocês que leram,vocês tem o meu carinho,se gostarem,por favor,deixem seu comentário e seu favorito,isso ajuda imensamente.

Jake acorda,depois de 8 horas bem dormidas,ele fica em duvida porque sua namorada,Alasca Abernathy não estava ao seu lado,então ele lembrou,Alasca estava de plantão no hospital st. Luke (São Luke). Jake Diggory,25 anos,cabelos castanhos,olhos castanhos,trabalha investigando cenas do crime,que é uma area da policia só de investigar assassinatos e outros crimes hediondos. Ele levanta,meio empolgado,pois hoje saía o resultado do teste de balística da bala que matou a vítima do crime que ele estava investigando,um homem havia sido assassinado,e jogado num tanque de óleo, "o homem frito" foi como Jake apelidou o caso. Ele estava sentindo saudades de Alasca. Jake procurou não pensar muito nela para se concentrar no trabalho.

Levantou da cama,animado,vestiu uma calça jeans escura,sua camisa de trabalho,comeu uma barra energética e tomou um nescau e foi pro trabalho.

Alasca e Jake dividiram o berço na maternidade,e se conhecem desde pequenos. Alasca é uma garota de 25 anos de idade também,cabelo castanho,olhos castanhos,trabalha como cirurgiã geral,que é uma área da medicina em que se fazem as cirurgias abdominais e torácicas. Enfim,Jake estava passando pelo trânsito matinal da cidade de New York. Um pouco entediado,Jake liga o rádio.

— Pois é, Kent, os fatos são que uma tal doença se espalhou por toda a Rússia,cidades no mundo todo estão tentando contato com Moscou mas até agora nada,não temos notícia. — disse então,o repórter da rádio.

— Essa tal doença,é algum vírus mutante que escapou,ou algum ataque biológico dos Estados Unidos ou outro país rival? — perguntou o outro,interessado no assunto — Pode chegar aos Estados Unidos ou a outros países? — ponderou o repórter.

— Então,Kent,não temos nenhuma informação,os aeroportos na Rússia foram totalmente fechados,mas não se sabe se alguma pessoa infectada veio para o nosso país ou outro,não há como saber se algum infectado veio junto com os últimos vôos russos,mas o país não está dando resposta à nenhum contato que tentaram,o país todo está em quarentena,todas as saídas do país foram seladas algum tempo depois que o vírus mutante escapou ou o ataque aconteceu,mas não sei se adiantaria muito,pois o fluxo de pessoas indo embora do país era enorme. — disse sériamente o repórter.

Jake muda de estação. Coloca na rádio local onde tocam músicas o dia todo. Preso no tráfego matinal de New York, Jake pensava na vida,pensava se gostava daquele estilo de vida,pensava se estava realmente satisfeito trabalhando,em vez de se divertir,ele sabia que era um pensamento infantil,mas pensava isso mesmo assim.

Então,depois de trinta minutos,ele chega no lugar cujo ele trabalha,a firma particular de investigação de crimes hediondos. Chamada A.J.P (Associação de justiça particular)

Ele chega,e vê seu colega de trabalho, John.

— Então,algum resultado do exame da balística? — pergunta Jake,animado.

— Não,usaram antiga munição soviética,impossivel de ser rastreada. — Disse John — Mas,os exames de DNA apontam um suspeito. — ponderou John,animando-se.

— Encontraram DNA de outra pessoa no cara,mesmo o cadáver sendo jogado em um tanque de óleo usado? — pergunta Jake,impressionado.

— Sim,quando uma fita de DNA se prende,meu amigo,é bem dificil desprendê-la. — disse John,inspirado.

— e foi de que parte do corpo do assassino que essa fita saiu? — Pergunta Jake.

— Tecido epitelial,um pedacinho de pele do cretino caiu na vítima. — disse John,com brilho nos olhos.

— Então,vamos localizar o assassino. — disse Jake. — Você tem visto as notícias sobre a Rússia ultimamente? Dizem que uma doença aniquilou muitas pessoas no país,vê se pode. — Disse Jake,tentando descontrair.

— Eu vi cara,não sabem o que é,como que se contamina com ele,nem de onde surgiu e nem a cura,não sabem nada sobre esse patógeno! — disse John,ligeiramente revoltado — não sabem também se algum infectado veio para cá nos Estados Unidos,tá foda ein cara! — disse John levemente mais revoltado — e se eu estiver correndo perigo agora mesmo cara? É simplesmente revoltante! — disse ele,bastante revoltado.

— É cara,agora deixaram a Rússia inteira em quarentena,mas isso não vai adiantar nada se algum retardado infectado viajou de avião para outro país. — disse Jake,enquanto caminhava junto com John para ver os resultados do DNA.

Eles entram na sala, John acessa o computador que tinha acesso ao banco de dados de DNA do FBI,para achar o DNA do suspeito.

E o resultado foi um cara chamado Jebediah Hewitt,dali de New York mesmo,eles então chamam o FBI para ajudar na captura do cara,era um serial killer antigo,um cara velho,que matou 125 pessoas em 29 anos.

Eles sabiam que era ele porque as vítimas dele tinham a mão esquerda arrancada sempre que era ele quem matava,e na parede do porão dele estava cheia de mãos esquerdas pregadas na parede como "troféus",algumas já eram ossos,outras eram coisas fedorentas e podres,e só uma era um pouco conservada ainda.

— Parabéns,vocês merecem,pegaram o famoso assassino soviético que estava na ativa há 29 anos! — disse o coronel Barnes — vou recomendar que o chefe de vocês lhes dê uma promoção! — disse o coronel,animado,e pegando o telefone para falar com o chefe de John e de Jake.

Ele liga para o chefe de John e de Jake,os dois recebem um aumento de 80% no salário,e para comemorarem,vão almoçar no McDonald's.

— À nossa vitória hoje,a primeira de muitas! — disse John,levantando o copo de coca cola para um brinde com seus amigos do trabalho,Jake e Carl.

— Depois uma cervejinha da boa! — disse Carl,animado(caso você pense que ele não ajudou,ele que conseguiu o DNA do assassino). — o negão aqui precisa de uma loira gelada! — disse Carl,alegre.

— Lógico,mas prefiro uma vodka dupla cara — disse Jake,com um sorrisão de satisfação no rosto — cerveja e eu não combina cara.

— De boa cara,vamos matar um whisky também,mas vou pegar um taxi e amanha vir de carona. Antes isso que morrer num acidente. — disse John.

Eles então comem,e logo depois vão para o bar mais próximo,o bar do Joe.

John e Carl tomam a primeira cerveja enquanto Jake toma sua primeira vodka dupla,e iria pedir um martini.

— Esses são os começos de grandes amizades! — disse Jake,alegre.

Eles ficam no bar até as 20:30 quando Jake vai embora,ligeiramente chapado(o efeito já não estava tão ruim assim,mas mesmo assim ele vai de táxi).

Depois de um tempo trocando umas ideias legais com o taxista,ele chega em casa,paga e desce do carro,caminhando até a porta,usando a chave para destrancá-la. Ele entra,tranca a porta e vai direto ao seu quarto,e encontra sua amada,Alasca,deitada,dando um sorrisinho que Jake simplesmente amava.

— Oi,sua linda — disse Jake,abrindo um sorriso enorme. — você tá uma gata hoje. — disse Jake tropeçando nos próprios pés.

— Awn,meu chapadinho favorito — disse Alasca,achando Jake fofo. — vem cá seu idiota,sabia que eu te amo? — disse ela puxando ele para um beijo.

Eles ficaram um longo tempo se beijando,sentindo as bocas e as línguas um do outro,sem se importar com o resto do mundo.

— Hey,gata,eu,você,ducha quentinha na banheira,topa? — disse Jake,encoxando Alasca.

— Só se for agora,idiotinha — disse ela,rebolando para o excitar,depois pegando a mão dele e o conduzindo até o banheiro.

Enquanto eles se beijavam,pelados, Alasca deixara a TV ligada,no seriado The Vampire Diaries,mas então,o episodio havia sido interferido por um aviso do governo.

— Atenção todos, um vírus mutante está se espalhando rapidamente em focos no país,as pessoas das seguintes cidades: New York,Boston,Los Angeles,Las Vegas,Atlanta e Seattle;devem tomar as seguintes medidas: Não saiam de casa,de jeito nenhum,estoquem comida e água o suficiente para duas semanas ou mais, evitem contato com indivíduos infectados,não vão atrás de parentes e amigos. Aguardem instruções oficiais. Os infectados ficam com um comportamento estranho,agressivos e ficam rosnando para qualquer um que veem,e atacam qualquer um que veem,tenham cuidado. — disse o repórter da televisão. — voltamos com a programação normal da TV.

No dia seguinte,Alasca e Jake acordam,com um bom humor genuíno(sem ironia,eles estavam realmente de bom humor).

— Bom dia,idiota que amo — disse Jake,com um sorriso estampado no rosto de ressaca.

— Está me dizendo que esta manhã está especialmente boa,ou está me desejando um bom dia? — perguntou Alasca,obviamente fazendo graça.

— Os dois ué, hahaha existem varios sentidos para "bom dia" como por exemplo... — disse Jake,sendo interferido por um "BAM",o barulho de alguem tentando arrombar a porta de seu quarto.

— ME AJUDE! ELE ESTÁ AQUI! ELE VAI ME LACERAR VIVO! — Gritou,desesperado,o cara que tinha uma voz esganiçada pelo medo. — DEIXEM EU ENTRAR! TENHAM PIEDADE! — ele implora.

Jake levanta,devagarinho,vai até o seu armário(onde ele guarda sua desert eagle). Ele pega a pistola,e fala:

— Tudo bem,mas se fizer alguma gracinha estouro seus miolos! — vociferou Jak — e de quem está fugindo? Explique! — disse Jake,abaixando o tom de voz.

— Deixe eu entrar que eu explico! — disse o cara.

Jake abre a porta e o cara,era um cara musculoso e de cabelos morenos espetados,com uma verruga nojenta no rosto,Jake não pode deixar de reparar,mesmo enquanto apontava a arma para o cara.

— Explique,agora. — disse Jake. — se ele aparecer eu encho ele de chumbo.

— Não tem como explicar cara! Um mendigo veio na minha direção cambaleando,eu ia dar trocado pra ele,ele mordeu meu dedo agora tá atrás de mim! — disse o cara mostrando o dedo machucado.

— Você fugiu de um mendigo? — pergunta Jake,incrédulo.

— Ele tá completamente louco! Ele me mordeu! — disse então o musculoso verruguento. — tirou um pedaço de mim! — disse mostrando o dedo ferido.

Jake então percebe o mendigo bem atrás do cara,rosnando para ele.

— ATRÁS DE VOCÊ! — vociferou Jake.

Mas foi tarde,o mendingo dá uma única dentada no pescoço do cara,bem na artéria carótida,o cara dá um berro,o sangue jorra então o cara cai,o mendigo continua mordendo ele,Jake notou que o mendigo estava.... Devorando o cara,literalmente,se alimentando dele. Jake ficou um bom tempo prestando atenção naquela cena,até que foi "acordado" pelo grito de Alasca.

— JAKE! TEMOS QUE SAIR DAQUI! JAKE! — gritava Alasca.

— Vamos sim! Vamos no seu carro!

Alasca passou pelo lado do mendigo,Jake pulou ele. Eles corriam para o carro,quando perceberam que o mendigo tinha começado a perseguir eles também.

Eles entram no carro.

— Para onde vamos? — pergunta Jake,colocando o cinto no banco do passageiro.

— Não sei! Só vamos sair daqui! — disse Alasca,assustada.

Ela abre o portão da garagem,apertando o botão do controle,então o mendigo começa a bater na janela do carro dela,ele trinca o vidro dando uma cabeçada e Alasca acelera muito e sai da garagem.

A cena que Alasca e Jake viram em seguida os chocou muito,muitas pessoas fugindo,focos de incêndio,e pessoas comendo umas as outras,Jake não estava entendendo,então Alasca encontrou uma característica comum desses "mordedores",todos estavam machucados,com braços,rosto ou perna machucados,uns sem braço,outros sem os lábios. Era horrendo de se ver. Até que,um grupo grande desses mordedores aparecem,e estavam indo em direção ao carro onde Alasca e Jake estavam,Alasca se sente paralisada pelo medo.

— MÔR! ACELERA! — grita Jake,tentando "acordar" Alasca.

Alasca acelera,deixando o grupo de mordedores para trás.

— Ótimo,onde vamos? — perguntou Alasca,enquanto dirigia rapidamente?

— Vamos para a A.J.P,preciso de munição e posso pegar armas para atirar nesses presuntos! — disse Jake,inspirado.

— Mas você sabe onde ficam as armas e munições da A.J.P? — perguntou Alasca enquanto tomava rumo para o lugar onde o namorado trabalha.... Ou trabalhava,já que aquelas coisas estavam tomando New York.

— Não só sei,como tenho a chave. — disse Jake,mostrando com orgulho uma mini chave.

— então lá vamos nós. — disse Alasca,concentrada.

— Você está com a sua expressão concentrada. — disse Jake,fazendo palhaçada no momento errado.

— Eu não tenho uma expressão concentrada. — disse Alasca continuando na expressão concentrada.

— Tem sim,você contrai um pouco os lábios e fica com covinhas na bochecha,é muito fofo — disse Jake,falando a coisa certa no momento errado,ele pode perceber que Alasca corou,Alasca era tímida para elogios.

— Awn que fofa. — disse Jake,provocando mais.

— Jake você não ta ajudando. — disse Alasca,ainda concentrada.

— Eu sei hahaha vou parar. — disse Jake se rachando de rir.

— Bom mesmo — disse Alasca,ainda concentrada.

Eles continuam por alguns minutos,Jake provocando Alasca e eles conversando um pouco. Até que eles chegam na A.J.P.

— Espere,tem alguma coisa errada,os seguranças,não estão aí, mas os carros dos empregados estão,como pode isso? — perguntou Jake,abismado.

— Vamos entrar — disse Alasca,meio tensa — tem munição,amor? — pergunta Alasca,esperançosa.

— Tenho 2 cartuchos,e 1 bala na agulha o que totaliza 15 tiros. — Disse Jake,otimista. — mas mesmo assim,vou precisar de mais.

— Eu tenho um bisturi de cirurgia — disse Alasca,mostrando um pacotinho com o instrumento cirúrgico.

Ela abre o pacotinho e monta o bisturi.

— Você anda com um bisturi? — pergunta Jake,incrédulo.

— Não,mas hoje eu tava com um. — disse Alasca. — Se alguma dessas coisas tentar alguma gracinha,eu corto as roupas e tiro as tripas dele para fora — disse Alasca,preparada. — vamos.

Jake acerta um chute na porta,e não tinha nenhum mordedor dentro do saguão principal,bom sinal,pensou,até que um deles apareceu,seu parceiro,John.

— Jonathan Ronnie Wong? John? — pergunta Jake,impressionado,vendo o colega de trabalho,transformado,com o braço mordido.

— Ele era meio impulsivo,fazia umas idiotices,eu estava começando a ser amigo dele,mas não posso o deixar assim. — disse Jake,determinado.

— Nem mais um passo,John,eu atiro se você se aproximar demais cara! — vociferou Jake.

John só rosnou e começou a ir para cima de Jake,que recua e atira no pé do colega de trabalho.

"Não entendo,uma pessoa normal teria caído com esse tiro no pé,e lá está ele,andando mancando" pensou Jake.

— Não chegue mais perto,John! Está avisado! — disse Jake,meio desesperado.

John se aproxima mais,então Jake atira na coxa dele,ele não reage,só manca mais. Ele se aproxima mais,Jake atira em seu abdôme,ele ainda não reage. Jake atira no tórax de John,já assustado,uma pessoa normal teria caído e agonizado no chão. Jake atira no ombro de John; sem efeito. Então Jake atira no pescoço de John,atingindo uma parte do cerebelo,John treme,e fica desesperado e bravo,corre em direção de Jake,e Jake manda sua última bala do primeiro cartucho na cabeça de John,mandando massa cinzenta,flúidos neurais e sangue para todos os lados. John finalmente cai morto. Jake havia feito uma descoberta: para parar essas coisas podres,só atirando na cabeça,e atirar no pescoço só ia deixar eles mais irritados. Ia contar para Alasca,então viu uma cena nojenta,Alasca segurando o pescoço de uma dessas coisas enquanto rasgava a barriga dele com outras,as roupas dele já rasgadas,era o chefe de Jake.

— Têm que destruir o cérebro,Alasca! — gritou Jake,desesperado enquanto recarregava a arma.

— Tá bom! — disse Alasca enquanto arrancava o bisturi da barriga do bicho.

Ela enfia na cabeça do bicho o bisturi,o bicho morre na hora.

— Genial! — disse Alasca.

Eles sobem pelo elevador,esperando armados.

— Alasca,por mais que eu ame te xingar,eu te amo mais que isso,saiba disso,vou amar você para sempre,não importa o que acontecer lá em cima,nem o que nos espera — disse Jake,sincero e meio timido.

— Seu idiota,eu te amo muito.- disse Alasca puxando ele para um beijo. — juntos para sempre,lembra?

Eles se beijam de novo,como um beijo de boa sorte,ou de despedida,caso algo dê errado.... Mas eles torciam que não,o elevador chega no destino,sétimo andar, Jake abre o zíper da mochila,a porta abre e eles entram no sétimo andar.

O primeiro mordedor que aparece,Jake acerta um único tiro certeiro no meio da testa do bicho,que logo cai. Alasca vê outro bicho,espera ele chegar perto dela e crava o bisturi na cabeça do bicho,eles vão matando os mordedores do sétimo andar. Um bem gordão agarra Jake e quase o morde,mas Jake corre para trás,numa vidraça de uma queda de 7 andares,faz o bicho cair,e ele fica pendurado,com os dedos machucando no vidro e o braço latejando com o impacto do gordão,Alasca o ajuda a subir.

— Certo,agora vamos lá, eu tenho a chave e a senha para abrir a porta da sala de armamento. — disse Jake,mostrando uma mini chave de germânio,metal raro. — e a senha. 2202140130.

— Então vamos. — disse Alasca abraçando ele e quase chorando no peito dele.

— Hey,o que foi? — disse Jake aninhando a cabeça dela em seus braços definidos.

— É que eu quase perdi você,você quase caiu sete andares por causa daquele balofo mal amado! — disse ela,chorando no peito dele.

— Hey,eu estou aqui,nunca vou te deixar,nunca,nem que eu tenha que lutar com todos esses mortos vivos,eu nunca vou te deixar,Alasca,vou ficar com você até o fim. E estou vivo agora,vamos se acalmar,lembra quando ficamos zoando o feriado do dia do trabalho? Era 1 de maio,daí a gente chamava de 1 de maiô lembra a gente ria muito! — disse Jake,abraçando ela,e nem ligando para o tempo passando.

Alasca riu,riu com lágrimas no olho,mas riu.

— Ai ai,Jake,só você para me fazer rir numa hora dessas! — disse Alasca,sorrindo,com um sorriso lindo e sincero no rosto.

— Hey,vou ficar aqui até você se sentir melhor,não ligo se for um dia,uma semana,um mês ou um ano inteiro,vou ficar aqui até você melhorar,tem comida aqui e bebidas também,comida tem menos,mas tem. — disse Jake,tentando animar. — já exterminamos aquelas coisas daqui,estamos de boa,pegamos a munição e saímos depois,mas agora não vou sair daqui até você estar sorridente de novo.

— Jake,me lembra outras dessas nossas histórias engraçadas? — disse Alasca,abraçando o peito de Jake de novo.

— Tá bom — disse Jake,tentando lembrar. — Lembra aquele dia que meu amigo foi lá no condomínio onde morávamos que foi lá,dai eu chutei o rádio dele e ele tentou me chutar dai ele escorregou na poça de lama dai a menina que ele gostava chegou? — disse Jake,rindo junto com Alasca.

— HAHAHAHA lembro! Lembro! — disse Alasca,se acabando de rir.

Depois de varias histórias e muitos risos,Alasca se acalma então Jake liga a musica que tinha no andar(além de ter as armas lá,era o andar do presidente,por isso as mordomias lá.)

— Agora o principal. — disse Jake mostrando duas bandejas,com o prato de Alasca com carne bovina de qualidade,e o seu com galinha frita. Eles comem.

— Agora,a alegoria começa. Com o vinho que não é de jacqueries. — disse Jake,mostrando um vinho caro e tentando fazer sotaque francês.

Eles ficaram bêbados e dormiram no sofá do diretor executivo.

E só sairiam três dias depois...

Notas finais
Lembrando que a primeira temporada dessa fic vai até o capítulo 12. Novamente,obrigado por ler,meu caro leitor.