Exchanged Sex.

5 Capítulo 5 - Tentativa.


Notas iniciais
Oie! *maior cara de pau do mundo*

Não me matem!! Eu sei que demorei muito!! Me desculpem, de verdade!! Meu pai entrou de férias, e eu tive que sair com ele várias vezes. Tipo, nós fomos no Shopping, para a Praia, no cinema, e até no Zoológico! E eu ficava o dia inteiro fora! Então, quando eu tive tempo de finalizar o capítulo, finalizei! Mil perdões!

Agradeço à HinaLB, TheDifferentGirl, JúliaSan, Roxell, JkUchiha e May_Kuchiki. Amei o review de vocês! ♥

E nós temos leitoras novas! Eba!

Orihime, Julie, Roronoa Sanji e Mya! Sejam bem vindas!

E olha só: esse capítulo contém hentai! Eu não sei se ficou bom, mas tomara que tenha ficado!

Capítulo 5

Alguns dias depois...

Nami entra no quarto enquanto troco de roupa. Quase tenho um treco.

– QUE SUSTO! QUE ME MATAR DO CORAÇÃO, É? EU TÔ SEM ROUPA! — grito. Ela ri. Em seguida, olha para a cama e vê a roupa que vou vestir.

– Você vai vestir essa porcaria de novo? — pergunta, pegando a camiseta branca que Robin me emprestou. — Nada disso!

– Hein!? Você vai decidir de novo a minha roupa? — pergunto. Ela fuça no guarda roupa, tirando um vestido azul claro de lá. — Você quer que eu vista isso?

– Para de frescura, Zoro! — fala. — Levanta os braços.

Faço o que ela pede. Quando o vestido fica no lugar certo, percebo que é surpreendentemente confortável.

– Viu? E nem é tão curto! Nem grudado no corpo! — fala. Eu concordo. Até que não é tão ruim, afinal de contas.

– Tá. Cadê minhas botas?

– Botas? Você não tem senso nenhum de moda, né? — pergunta. Sinto uma veia pulsar na minha testa. — Aqui. Sandálias.

Ela coloca aquilo em meus pés.

– Isso machuca. — falo. Ela sorri.

– Você se acostuma! — diz ela, com aquela animação típica. Agora só falta o haramaki... — E não, você não vai usar aquele treco ridículo de novo.

– Só falta você dizer que eu não vou usar minhas katanas também. — resmungo. Ela pega minhas espadas, estendendo-as em minha direção.

– Isso você precisa usar. — fala ela. Pego minha faixa vermelha, amarrando-as na cintura. Ela me entrega minha bandana, que enrolo no braço. — Bom, sua cicatriz vai ficar um pouco exposta, mas não ficou ruim. Vamos lá?

Amarro o cabelo como ela me ensinou, prendendo-o todo para trás.

Saio para o convés. Atracamos em uma ilha pequena faz duas horas. Luffy e os outros desceram primeiro. Franky ficará para cuidar do navio. Eu e Nami descemos do navio, andando pelo porto. Entrando na cidade, há alguns comerciantes.

Não há cartazes de procurado — pelo menos não onde eu possa ver. Adentramos à uma rua menor da vila, onde há vários mercadinhos de frutas. Ando mais um pouco, e quando me dou conta, Nami se perdeu. Entro em mais algumas ruas, tentando achá-la.

Sinto um cheiro bom, doce. Sigo o cheiro, e dou de cara com uma confeitaria. Entro e compro um pedaço de bolo. De chocolate. Enquanto me delicio dentro da loja, sinto olhares em minhas costas. Olha em direção à porta, mas não vejo nada. Deve ser minha imaginação.

Termino de comer, saindo dali. Para minha sorte, em frente acho uma oficina. Um senhor me atende, e eu pergunto se ele pode polir minhas espadas. Diante de sua resposta afirmativa, deixo minhas espadas com ele e continuo andando pelas ruas, procurando por alguém.

Coço a nuca, virando o rosto para vários lados. Não acho cheiros, não ouço vozes conhecidas, nada. Caramba... Eles se perderam mesmo! Dou mais alguns passos. Enquanto estou distraído, bato de frente com alguém.

Olho para cima. O cara é grande. Deve ter quase 1,90 m.

– Ah, me desculpe. Foi sem querer. — falo. Ele me dá um sorriso maldoso em resposta.

– Que tal se desculpar de outra forma, hein? — pergunta, agarrando meu braço direto. Me livro de sua mão facilmente.

– Não, muito obrigada. — falo, me forçando à não dar um soco em sua cara. Contorno-o, e continuo a andar.

– Ah, vamos lá! — fala. De repente, me puxa para um beco escuro, onde tem mais sete caras grandes.

– Me solta. — falo. Sinto meu estômago arder. Tem um cara gigantesco agarrando meu braço e eu já sinto essa repulsa... Nossa.

Saio de seu aperto, dando-lhe um soco no rosto. Ele cai, desmaiado.

– O que você fez com nosso chefe, vadia!? — pergunta um deles. É louro e tem olhos claros. Tem um porte físico até legal, se eu observasse ele sem essa raiva toda que sinto.

– Não foi o bastante, pelo jeito. Olha só: ele já tá levantando! — falo. Sinto meus dois braços presos às costas. Novamente consigo me livrar dos caras, mas eles me agarram e apertam meus braços com força nas minhas costas.

– Ora, ora... Não é toda mulher que consegue socar com essa força... Você é o que? Lutadora? — pergunta o cara. Põe a mão no meu queixo, levantando meu rosto rudemente.

– Não interessa. — respondo. Ele levanta a mão direita e da um forte tapa em meu rosto. Se eu ainda fosse homem, com certeza seria só uma coceirinha. Não, se eu fosse homem, eu conseguiria sair dali sem problemas. Mas agora... Rapaz, aquele tapa doeu muito. – Você deveria ter medo de mim, sabia? Minha cabeça vale 30 milhões.

– O cara mais cagão do meu bando tem uma recompensa igual à tua, verme. — falo. Ele parece com raiva por eu não ter medo dessa sua carranca.

– Então você é pirata... — resmunga ele, encostando na parede à minha frente. — De qual bando?

– Você não quer saber. — falo.

– Aposto que não são nem conhecidos... — murmura um dos que prendem meus braços.

– Ah, nós somos um pouquinho conhecidos, sim. — falo. Sinto vontade de rir da cara deles. — Afinal, estamos no Novo Mundo, não?

– Então... Quem é seu capitão? — pergunta o chefe. — Você tem recompensa?

– Eu tenho uma recompensa. Mas não falo quem é meu capitão nem que você me bata até a morte. — respondo. Ele olha para mim e anda em minha direção.

– E quanto vale a sua cabeça? — pergunta um moreno. Esse está de guarda na porta do beco.

– Também não te interessa. — respondo. Vejo uma veia pular de sua testa. — Mas meu capitão era um dos Onze Supernovas. Assim como eu.

Puta merda! Falei demais!

– Ah, vai me dizer que seu capitão é Trafalgar Law, o Shichibukai? — pergunta. Eu nego com a cabeça.

– Meu capitão nunca se tornaria um Shichibukai. Ele será o Rei dos Piratas. — respondo. Ele parece com raiva.

– Então quem é? Eustass Kidd? Roronoa Zoro? Killer? Basil Hawkins? — pergunta ele. Eu nego com a cabeça.

– Nenhum deles é meu capitão. — falo. — E se você não sabe, Roronoa Zoro e Killer nem capitães são. Nem que você fale o nome dele, não vou dizer se for.

Ah, que burro! A única mulher dos Onze Supernovas é Jewelry Bonney! E ela tem o cabelo rosa!

– Falando em Onze Supernovas... Caramba, teve um deles que lutou na Guerra dos Melhores ao lado do Shirohige, né? — fala um dos que me seguram. Desgraçado inteligente!– Se eu não me engano o nome dele é Luffy.

– Então? Seu capitão é o Mugiwara no Luffy? — pergunta o chefe. Eu nego com a cabeça.

– Não. — respondo. Outra veia pula de sua testa.

– Então tá. Se você me dizer sua recompensa, eu deixo você fugir sem passar pelo que eu estou pensando em fazer com você. — fala ele. Sinto uma estranha ameaça em suas palavras.

– Não mesmo. — respondo. Ele põe suas mãos em meus peitos. Olho para baixo, sem acreditar no que estou vendo. Ele vai me estuprar? É isso mesmo?

– Então, que tal eu ter um tempinho de lazer com você? Você é gostosa. — fala ele. Sinto nojo.

– Me larga. — falo. Faço força, mas a única coisa que consigo é remexer um pouco meus braços. Tem dois caras segurando um braço, e dois segurando o outro. — Não toque em mim.

Ele desliza as mãos até minha cintura. Vai para as minhas costas, e aperta minha bunda. Ah, merda. Vou vomitar tudo o que comi de manhã.

– 120... — falo, baixo. Ele ri.

– O quê? — pergunta, debochando.

– Eu disse que minha recompensa é de 120 milhões de berries. — respondo. Ele se assusta e tira as mãos de mim.

– Q-Quê? — pergunta — Não pode ser verdade.

– Sim, é verdade. E tem mais: minha recompensa inicial foi de 60 milhões. Tem certeza que quer se sentir o chefe só com 30 milhões de recompensa? — pergunto. Ele parece ficar com mais raiva. Num golpe de força, rasga meu vestido ao meio, da ponta do decote à barra.

– Você tem uma bela cicatriz, não? Um ferimento de batalha? Parece ter sido feito com uma espada muito afiada. — fala ele. Se agacha, passando a língua em minha barriga. Consigo dar uma joelhada forte em seu rosto. Na hora que se levanta, seu nariz está num angulo muito estranho.

E ele coloca a mão fecho de meu sutiã.

– Você quer me violentar? — pergunto. Ele nada diz, apenas abre meu sutiã para os lados, dando liberdade aos meus seios. Ah, não acredito... Se pelo menos minhas katanas estivessem aqui... Alguém me salve, por favor! Deus, Buda, sei lá! Me ajudem!

De repente, ouço o guarda da porta do beco soltar um grito de dor, e ele cai desmaiado. Os caras que me prendem me soltam, e eu fecho meu sutiã novamente. Uh, foi por pouco!

Vejo uma pessoa de terno escuro, e fumando. Sinto um vento em meu rosto, que carrega cheiros. É o Ero-Cook. Ele anda calmamente. Não sei porque, mas sinto uma segurança enorme. Assim como uma vontade incrível de abraçá-lo. Ele chega perto, e tira o cigarro da boca. Andando mais um pouco, sai das sombras, e posso ver seu rosto. Eu nunca o vi com tanta raiva. Parece um demônio.

– O que vocês estão fazendo com ela? — pergunta ele, amassando o cigarro e jogando no chão. — Quem é o chefe?

– Eu. — fala um cara estranho. Acho que é um dos que me seguravam. — Eu sou o chefe.

– Você? — pergunta Sanji. O chefe verdadeiro se posicionou à direita de todos. Me encosto na parede. Sanji pega uma pedra de tamanho médio. Uma pedra não; isso é uma bola de aço. — Essa bola de metal é de vocês, certo? Algum tesouro?

– Sim, é nossa. — responde o louro.

Uma aura assassina começa a sair de Sanji, e sua perna direita começa a pegar fogo. Ele joga a bola para cima, dando um chute na direção do chefe verdadeiro.

– Então pega, seu merda! — grita. A bola acerta a cara do chefe, e fica borrada de sangue. Se esse cara não morreu, muito vivo ele não ficou, com certeza.

– Como você sabia quem é o chefe?? — pergunta um deles.

– Muito simples: chefes desse tipo geralmente são muito covardes. E seus subordinados são muito burros para enxergarem que estão sendo usados. — fala. Olho para ele, que de repente não está mais ali. Quando viro para a esquerda, vejo um festival de chutes, e em segundos os homens estão todos deitados e sangrando.

– O que é você? — pergunta um deles.

– Seu pior pesadelo. — fala, dando as costas. Olha para mim, e fica preocupado — Zoro, você está bem?

– Estou bem. — respondo. — Só meus braços que estão um pouco doloridos, mas eu tô bem. Como você me achou, Sanji?

– Eu não sei. Eu estava fazendo compras, mas de repente senti que alguém importante para mim estava em perigo, e eu estranhamente sabia onde ir. Aí achei você. — fala ele. Sua palavras me deixam com as bochechas quentes. Fecho a parte da frente do vestido com as mãos. — Eles... Queriam...

– Já passou, ok? — falo. Ele fica com mais raiva ainda. Pega o chefe pela gola da blusa.

– Você ainda tá vivo, filho da puta? — pergunta — Eu fiz um juramento que nunca usaria minhas mãos em uma luta, mas acho que vou abrir uma exceção hoje.

Vejo-o começar a socar o cara. Sua barriga, peito, e no rosto.

Corro até ele, segurando-o.

– Já chega, Sanji. Você vai matá-lo. — falo. Imediatamente ele se interrompe, deixando o cara cair no chão.

– Só de pensar que eu poderia não ter chegado à tempo... Merda. — ele diz. Se vira para mim. Sem me conter, enlaço seu corpo num abraço. Ele passa os braços por meus ombros.

– Que bom que chegou... Pela primeira vez na vida, eu fiquei com medo. — falo. Inalo seu cheiro, me sentindo seguro.

– Não precisa. Temos que encontrar o Luffy ou a Nami-san e pedir para ficarmos na ilha por hoje. Não dá para navegar hoje. Além de ter acontecido uma coisa dessas com você, sinto cheiro de chuva. — diz ele.

– Hai. Vamos. — falo — Mas antes preciso pegar minhas katanas. Ficaram na oficina. — falo. Ele assente e pega o bebê Den Den Mushi do bolso.

– Tem alguém aí? — pergunta.

– Sanji-san? — pergunta Brook. — Aconteceu alguma coisa?

– Você está com alguém?

– O Luffy-san e a Nami-san estão comigo. — responde Brook.

– Posso falar com a Nami-san? — pergunta ele. Brook dá a resposta afirmativa — Nami-san?

Sanji-kun? O que foi? — pergunta ela.

O Zoro quase foi violentado sexualmente.

O QUÊ? PORQUE ELE NÃO DEU UMA SURRA NO CARA? — grita ela.

Eram oito homens. — responde ele. Nami se cala.

Bom, por hoje nós vamos ficar na ilha. Vem vindo uma tempestade, e navegar será difícil. – diz ela — Encontrem-nos na rua principal. Lá tem um hotel e é lá que nós ficaremos.

– Entendido. — diz ele — E Nami-san: você está linda! — em seguida, o caracol começa a dormir em sua mão.

Linda? Que filho da mãe! Ele nunca disse isso pra mim! Espera um pouco... Desde quando eu quero que ele diga essas coisas para mim!?

– Quer que eu te leve no colo? — pergunta ele, com corações no lugar dos olhos.

– Não, obrigado. — falo. Sinto minhas bochechas quentes novamente — Mas eu deixo você me levar nas costas, se quiser.

Ele se agacha de costas para mim, dando-me espaço para me acomodar. Assim que me encaixo, ele se levanta. Pelo menos isso tampa a parte da frente do meu corpo...

Me seguro em seu pescoço, colocando o nariz no meio de seus cabelos. Que cheiro bom... Aperto-me mais contra suas costas. Olho pelo seu ombro, e percebo que seu nariz sangra.

– Olha, você tá sangrando!

– Não esquenta! Pode se apertar em mim o quanto você quiser! — fala ele. — Eu não me importo.

Solto uma risada, me sentindo feliz.

– Você que sabe! — cheiro seu cabelo novamente.

Quando chegamos na oficina, ele pega as espadas para mim.

– Você vai levar? — pergunto. Ele assente. — Toma cuidado com a Kitetsu.

– Está preocupado comigo, é? — pergunta. Meu rosto fica em brasa.

– Baka! — falo. Ele ri.

Em poucos minutos estamos em frente ao hotel. E todos os nossos companheiros estão no hall de entrada.

– Chegamos. — diz Sanji. Todos nos olham, enquanto desço das costas dele.

– Bom, enquanto vocês estavam fora, dividimos os quartos. — diz Nami — Cabem duas pessoas em cada um. Eu vou dividir um com a Robin. Luffy com o Usopp, Brook com o Chopper, vocês dois juntos e o Franky sozinho.

– Eu ronco muito! — diz Franky, levantando o polegar.

Eu e o Sanji... Juntos no mesmo quarto?

– Gravem bem: Eu e a Robin estamos no quarto nove. Luffy e Usopp no dez, Brook e Chopper no onze, Zoro e Sanji no doze e Franky no treze. — continua ela. — Nos fundos desse hotel tem algumas termas, que nós podemos usar à noite. Depois da chuva, lógico.

– Entendido! — diz Brook — A propósito, Nami-san... Posso ver sua calcinha?

– CLARO QUE NÃO! — fala ela, dando um soco em Brook.

– Foi tão forte que meus olhos saltaram do meu rosto... Apesar de eu não ter olhos, Yohohohohohoho! — ele ri, se levantando do chão.

– Ei, moça! — chama um cara na recepção. Ele chama Robin — Venha até aqui, por favor...

Robin anda até o balcão. O homem chega estranhamente perto demais dela, só para entregar a chave do quarto. Em todo o tempo, Robin mantém o mesmo sorriso no rosto. Ele passa a mão em seu rosto, colocando o cabelo dela atrás da orelha.

Começo a sentir uma aura negra ao meu lado. É o Ero-Cook outra vez.

– O que pensa que está fazendo com a Robin-chan, maldito? — pergunta ele a si mesmo. — Não chegue tão perto dela...

– Sobrancelha de Bigode... — resmungo. Por que todas as vezes que ele protege outra mulher eu fico com raiva?

Ok, vamos subir para os quartos. — diz Nami.

– Quem chegar por último é um narigudo! — fala Luffy.

– Ei, o que você quis dizer com isso!? Luffy! — grita Usopp, correndo atrás do capitão. Todos subimos as escadas. Quarto doze...

– Zoro? Onde vai? — pergunta Sanji. Viro-me para trás. Ele está com uma porta aberta. — Nosso quarto.

Olho para a porta à minha esquerda. Quarto 22? Como isso?

Volto, entrando no quarto. É grande. Tem um guarda-roupas, uma cama de solteiro e um futon no chão. Há um banheiro, e uma porta que dá numa pequena varanda. O piso de madeira é escuro, e as paredes brancas, assim como o teto. A cama tem a cabeceira encostada na parede oposta à da porta da varanda, e o futon foi arrumado na mesma posição.

Sanji põe minhas katanas delicadamente sobre a cama e coloca a parte de cima do terno no futon, ficando só de camisa. Põe as sacolas de compra no chão ao lado do futon.

– Você vai dormir no chão? — pergunto. Ele olha para mim.

– Deixar você dormir no chão seria muito rude. Você agora tem um corpo mais frágil do que o meu. Por isso, fica na cama. — diz ele. Eu assinto. Pego as espadas e coloco encostadas na parede. Deito na cama.

– Bom, muito obrigado. Vou tirar meu cochilo da tarde. — digo. Ele ri.

– Sonhe comigo! — fala. Eu reviro os olhos.

– Isso seria um pesadelo, Ero-Cook. — respondo. Ele ri.

– Tenha bons sonhos, então. — fala. Eu sorrio, agradecendo. E em segundos, já estou dormindo.


Ouço um grito masculino.


– Itaaaai*! — resmunga alguém. Não sei quem é, pois estou muito sono.

– Já é de manhã? Uaaaah... — bocejo. Me levanto, coçando as costas. Ando pelo quarto, e vejo Sanji sacudindo a mão esquerda. — Que foi?

Ele está com uma faca na mão direita, cortando um pedaço de pão numa mesinha improvisada perto da porta. É a comida que ele comprou na cidade.

– Ah! Konbanwa*! — fala ele, ainda sacudindo a mão — Dormiu bem?

– Hai. O que aconteceu com a sua mão? — pergunto. Pego sua mão, estendendo o lugar machucado. É um corte.

– Eu cortei meu dedo. Isso acontecia muito quando eu era criança, mas faz muito tempo que não me corto. — diz ele.

– Até eu sei que quando se corta alguma coisa nós temos que fazer uma pata de gato com a mão que segura o alimento. — falo. Ele sorri.

– E como aprendeu isso? — pergunta, enquanto pego o kit de primeiros socorros.

– Bom, eu tive que cozinhar várias vezes durante meu treinamento. Me cortei muito, até que aprendi. Também fui picado várias vezes por cobras na floresta, e eu mesmo tinha que chupar o veneno e cuspir. — falo. Ele parece interessado.

– Dava certo?

– Quando elas picavam em lugares que minha cabeça alcançava, sim. — respondo, limpando seu dedo com álcool — Nos braços, mãos, e até nos pés eu conseguia tirar. Uma vez eu levei duas mordidas nas costas. A Perona tava perto, então ela chupou o veneno.

– Você foi mordido mais alguma vez?

– Várias, mas a pior foi quando eu levei uma mordida de uma cobra que o Mihawk chamou de "Mamba Preta". Era pequena, muito pequena. A cabeça dela era do tamanho do meu polegar. — falo. — Ela mordeu a minha bunda.

Sanji segura o riso.

– Ei, não foi engraçado! — protesto.

– Desculpe. É que imaginar seu corpo masculino sendo mordido bem na bunda é engraçado... — fala. Olho de cara feia, e ele fica quieto.

– Então, eu pedi para o Mihawk chupar o veneno, mas é óbvio que ele não ia chupar minha bunda. A Perona não estava perto, e eu estava quase morrendo, e ele sabia. Ele me viu lá caído no chão da floresta, e chupou o veneno. Não foi nada agradável ter um cara chupando uma das minhas nádegas, mas pelo menos fiquei vivo. Ele se levantou e vomitou num canto, me dizendo que se alguém soubesse de algo ele me cortava e tal. — falo. Enrolo seu dedo com a gase. — E desde então, meu corpo criou uma certa tolerância à venenos.

– Hm... — resmunga ele. Ainda olhando para seu dedo, solto sua mão. Quando olho para cima, seu rosto está surpreendentemente perto. Nossos narizes se tocam. Corro para longe dele, arfando.

– Eu vou tomar banho. Dá licença. — falo. Entro no banheiro, soltando o cabelo e tomando um banho de água fria. Espera um pouco... Ele disse "Konbanwa". Já é de noite!? Eu dormi o dia inteiro?

Quando termino, saio do banheiro vestindo o roupão macio do hotel.

Saio do quarto rapidamente, correndo até o quarto da Nami. Abro o quarto ao meu lado.

– Ah, Brook! Onde é o quarto da Nami? — pergunto. Ele me olha.

– É o próximo, Zoro-san! A propósito, você poderia me mostrar sua calcinha? — pergunta.

– Nem de calcinha eu estou, mas obrigado pela informação! — falo, saindo correndo. Abro outra porta. — Usopp! Onde é o quarto da Robin?

– É o da frente! — responde ele, na mesma rapidez que perguntei. Agradeço, abrindo a porta da frente.

– Nami! — grito. Ela aparece de dentro do banheiro. Robin me olha assustada. — Eu preciso de uma roupa pra dormir.

Ela fuça nas sacolas novas, e me entrga um negócio com tecido liso e verde. Por que tudo que ela me dá é verde? E me entrega o que parece ser uma calcinha.

– Só vou conseguir isso por hoje, certo? — pergunto. Ela ri e acena com a cabeça. Volto para o quarto com o tecido nas mãos. Depois de subir e descer várias escadas lentamente, consigo achar meu quarto. Entro, mas não tem ninguém. Ouço o barulho do chuveiro, e presumo que o Ero-Cook está tomando banho.

É a minha chance de trocar de roupa! Coloco logo a calcinha, que é muito pequena na parte de trás. É branca. Abro a camisola, colocando. Ela desliza facilmente. Tem o lugar certo para os peitos, o que facilita minha situação, e é o tamanho certo para mim. E esse tecido é... Seda. É bonita, mas bem curta. Bate acima da metade da minha coxas. Eu ainda dou uma bronca naquela bruxa. Ela vai ver só.

Ouço o barulho da tranca da porta do banheiro, e imeditamente pulo para debaixo das cobertas, de costas para o banheiro. Finjo que estou dormindo.

Sanji caminha até as sacolas, abre uma delas e tira algo de lá, deitando no colchão em seguida.

Não ouço mais nada, além de sua respiração. Merda! Eu não vou conseguir dormir! Porque eu inventei de ir dormir de tarde? Me viro na cama, olhando para o chão. E me arrependo amargamente de ter olhado.

Sanji não está embaixo das cobertas, pois está calor. Seu corpo está relaxado sobre o colchão, de barriga para cima. Sua respiração é calma, e ele dorme lindamente. Lindamente? Porra, que diabo de palavra é essa?

Até aí tudo bem, mas... Ele dorme de cueca, e eu só descobri isso agora. Afinal, ele dormia na parte de baixo da beliche, e quando eu acordava ele já estava em pé faz tempo. E quando eu ia dormir, ele nem tinha deitado ainda.

Uma cueca boxer preta tampa a única parte de seu corpo que não posso ver. Uau... Ele não é tão forte quanto eu quando era homem, mas... Muito definido. Sua pele é branca, então dá um certo... Contraste? O cabelo cai sobre seu rosto encostado no travesseiro. Será que se eu fosse homem e o visse assim me sentiria excitado? É uma ótima visão.

Suspiro, e o cheiro dele preenche meu nariz, só que uma cinco vezes mais forte. Será que é porque ele está sem roupas? Meu corpo inteiro fica quente, e sinto algo se contrair dentro de mim. É assim que uma mulher se sente quando fica excitada? Caramba! Minha respiração fica entrecortada, e eu começo a arfar. Aposto que meu rosto está vermelho.

Me sento na cama, respirando fundo novamente. Ah, esse cheiro me deixa louco... Qual é o meu problema? Isso é bom demais! Sinto a região no meio das minhas pernas começar a latejar, e arqueio o corpo numa tentativa falha de melhorar a situação. Não adianta nada. Ouço um gemido baixo. Isso veio de mim? Que som obsceno!

Me sento perto sobre minhas pernas dobradas.

– Sanji! — chamo, sussurrando. Ele nem se mexe — Ei, Ero-Cook! Acorda! — ele resmunga e abre os olhos.

– Zoro? — perunta, erguendo os olhos — Aconteceu alguma coisa? Você está com alguma dor?

– Não tenho dor, mas não estou bem. — falo. Ele se apoia nos cotovelos.

– Com fome? Quer ir ao banheiro? Se quiser, posso te ajudar a levantar.. — fala ele. Eu não tenho força para responder. Esse cheiro está me matando... — Zoro?

Estendo os dedos da mão direita, tocando seu peitoral. Seu rosto cora um pouco. Estico-me mais um pouco, tentando colocar a mão inteira. Perco o equilíbrio e caio em cima dele.

– Zoro! Você tá bem? Se machucou? — pergunta, preocupado. Percebo que uma de sua pernas está encaixada na meio das minhas. Inspiro novamente, mordendo o lábio inferior. Ele levanta a perna — Ér... Hm...

– Sanji... — chamo, levantando o rosto. Ficamos a alguns centímetros de distância — Seu cheiro está muito mais forte...

– Cheiro? Ah! Mas você não está desmaiando nem me beijando...

– Por que seu cheiro está mais forte... Acho que não sinto só a necessidade de te beijar... — falo, apertando seus braços, exigindo o máximo de meu auto-controle.

– Você quer dizer que...

– Cala a boca. — falo, cobrindo seus lábios. Infiltro minhas mãos em seus cabelos, sentindo a maciez implacável que são seu cabelos lisos. Ele abre um pouco os lábios, e eu penetro sua boca com a língua.

Suas mãos deslizam por meu corpo, apertando minha cintura. Ele me prende mais à ele, enquanto nossas línguas dançam dentro de nossas bocas. Quanto mais respiro seu cheiro, mais me sinto excitado. E o filho da puta beija bem!

Paro de beijá-lo, descendo um pouco e lambendo seu pescoço. Ele se arrepia. Até o gosto do suor dele é bom. Como pode uma coisa dessas? Ele se senta, me fazendo ficar com as pernas abertas sobre as suas. Ele pega na minha bunda, apertando com força moderada. Eu solto um gemido. Tem como isso ficar mais vergonhoso??

Em resposta ao meu pensamento, sinto algo se esfregar na minha calcinha. Porra! Isso é o pau dele? É o pau dele!? Mas já? Desse jeito ele vai ter uma ejaculação precoce!

– Sanji... Não fique tão duro, baka. — falo. Ele me beija novamente. Sinto meus olhos se revirarem.

– Me desculpe, mas... Não posso evitar. Afinal, você é gostoso. Ou eu deveria dizer que é gostosa? — pergunta.

– Não faça perguntas idiotas... — falo. Ele sorri, me beijando novamente. Puxa a barra da camisola para cima, tirando-a de meu corpo. Olha para meus peitos, e corações pulam de seus olhos. Levanto sua franja com a mão, erguendo seu rosto. Olho em seus olhos.

– Você não vai ter um sangramento agora. — falo. Ele junta as sobrancelhas. Estica o pescoço, passando a língua sobre meus lábios. Agarro seus cabelos, preensando meus seios contra seu peitoral. Beijo-o com força, sem tomar cuidado nenhum. Por instinto rebolo os quadris. Ele geme. Nunca tinha ouvido um gemido masculino antes... É tão gutural...

Ele se separa de mim, e olha para baixo novamente. Fecha os olhos e põe a boca sobre meu seio esquerdo.

– Oi, Sanji! O que você pensa que está... Ah! — gemo. Isso é muito bom! Por quantos pontos do corpo uma mulher pode sentir prazer? Nossa! Ele segura o outro com a mão. Sinto o meio das minhas pernas se contrair cada vez que ele chupa com mais força. — Ah...

Ele coloca a mão na minha boca. Acho que é para eu não fazer barulho, mas... Não dá! Pego a mão dele, lambendo a ponta do dedo do meio. Ele abre os olhos na hora, olhando para minha boca. Nunca que eu vou deixar esse cara me controlar! Nem que eu tenha que fazer uma coisa vergonhosa dessas! Coloco o dedo todo na boca, fazendo os mesmos movimentos que ele faz nos meus peitos.

Ele aperta minha coxa esquerda, e desliza suas mãos, pressionando minha calcinha com a ponta dos dedos. Na hora, solto seu dedo para gemer. Que diabo foi isso? Ele me tocou por cima da calcinha! Por que foi tão bom?

– Nossa! — fala, espantado. — Sua calcinha está bem molhada...

– Não precisa falar! — falo, arfando. Encosto minha testa em seu ombro, inalando novamente seu cheiro. Droga, quanto mais eu respiro, mais piora minha situação! Mas se eu parar de respirar eu morro! O que eu faço?

Me levanto, tirando a calcinha e sentando sobre sua cueca novamente. Ele quase tem um treco. Beijo-o, na tentativa de distraí-lo da visão que o faria me deixar cheio de sangue. Sinto seus dedos manipulando meu clitóris, o que me faz estremecer. Quanto mais ele movimenta seus dedos, mais prazer eu sinto.

– Ero-Cook, eu não aguento mais... — suplico. Ele assente. Levanta um pouco os quadris, se livrando da própria cueca. Seu membro se liberta, mas não tenho coragem de olhar. Deve ser grande.

Ele deita a cabeça no travesseiro, me olhando sem pudor nenhum. Me sinto mais excitado ainda. Põe a mão direita na minha cintura, e a outra no próprio pênis. Suspiro com força. Ok. Agora eu vou sentar no pênis dele, vou deixar de ser virgem, e amanhã quando eu acordar, vou ter voltado a ser homem. Isso. Rápido e fácil, além de ser prazeroso. Não vai ser ruim.

Me apoio em sua barriga dura, e ele posiciona seu membro na minha entrada. Quando encosto na glande, quase chego à um orgasmo. Respiro fundo, e sinto o cheiro dele ainda mais forte. Me abaixo devagar, sentindo meu interior se abrir e dando espaço. Até que abaixo com mais força, sentindo um beliscão. Quando sinto que ele está todo dentro de mim, suspiro.

– Pronto. — falo. Sanji está com os dentes cerrados. — Ha... Você tá bem?

– Você está se contraindo muito... — murmura. Em seguida olha para mim — Você é linda, sabia? — sinto meu rosto arder. Até nessas horas ele me faz ficar com vergonha... – Só... Relaxe.

– Eu... Já estou relaxado. O problema... É que eu estou excitado demais. — falo. Ele se senta, me abraçando e juntando mais nossos corpos. Prendo os cabelos de sua nuca nas minhas mãos, e o beijo. Ele começa a se mexer, e eu ajudo como posso. Em alguns segundos, nossos corpos estão se movendo em sincronia, e sinto um prazer que nunca senti antes.

Ele libera minha boca, maltratando meu pescoço com chupões e mordidas leves.

– Sanji.... Acho que estou chegando perto... — falo, entre gemidos. Ele assente e faz movimentos mais rápidos, entrando e saindo de dentro de mim. Lágrimas escorrem por meu rosto. Puta merda, eu tô chorando de prazer! Isso existe? Ele é muito bom nisso!

Arranho sua nuca, mordendo o lábio inferior. Chego ao orgasmo. É muito mais intenso do que qualquer uma das vezes que fiz sexo quando era homem. Sinto meu corpo se estrecer e arrepiar. Com mais algumas estocadas, Sanji sai de dentro de mim, gozando na própria mão.

Ele se deita, me trazendo para cima dele e me abraçando. Seu cheiro ficou bem mais fraco.

– Até que você não é tão ruim, Ero-Cook. — falo, rindo. Ele ri também.

– Arigatou Gozaimasu*. — responde.

– Agora me deu fome... O que tem para comer? — pergunto. Ele pensa um pouco.

– Nossa única opção é pedir algo para o hotel... — murmura ele. — Mas não quer tomar um banho primeiro?

– Adoraria... — falo. — Mas você vai lavar as mãos primeiro.

– Tem razão. — fala. Se levanta, põe a cueca e corre para o banheiro. Volta e me ajuda a levantar. Me olha, e seus olhos viram corações. Ele segura o nariz, virando de costas para mim. — Eu preciso me controlar. Você é realmente, realmente linda.

– Bom, muito obrigado. Depois do que nós fizemos, se você falasse que eu sou feio, no mínimo eu ia te espancar. — falo. Ele olha para o chão e pega o roupão que deixei ali antes de colocar a camisola.

Me ajuda a vestí-lo, sem desviar o olhar do meu nenhuma vez. Quando termina, me dá um carinhoso beijo na testa.

– Bom banho. — fala. Meu rosto queima e eu saio correndo para o banheiro. Meu coração bate rápido demais. Não consigo controlar.

Depois de tomar banho e me vestir com a camisa de Sanji (a única roupa que eu encontrei no banheiro, arrumada e limpa) saio do banheiro.

– Sobrancelha de Bigode, onde fica o quarto do Chopper? — pergunto. Ele me olha e quase tem outro sangramento.

– Eu te levo. — diz. Nós saímos do quarto, e passamos por duas portas. — Aqui. Tome cuidado com o Brook. E não fique muito tempo nesse corredor também.

– Tá, tá. Pode dixar. — ele dá um beijo na minha mão e sai em direção ao nosso quarto. Que coisa! Mesmo depois do que a gente fez... Ele ainda é cavalheiro assim?

Bato na porta, já abrindo-a. Vejo os dois — Brook e Chopper — dormindo tranquilamente. Ando devagar, e chego perto da rena. Está sem o chapéu e com um pijaminha listrado. Tão fofo...

– Chopper... — chamo. Ele acorda na hora, bocejando.

– Zoro? O que foi? — pergunta. Puxo-o da cama, levando-o no colo até o corredor.

– Quero ter uma conversa com você. — falo. Ele assente — Olha, eu acabei de fazer "aquilo" com o Sanji. Eu vou voltar a ser homem?

– Fez? Que bom! Bem, é muito possível que você volte a ser como era antes. — diz ele. Meu inconsciente pula de alegria — Mas vocês fizeram certo?

– Pelo meu julgamento, sim. Por quê?

– Se vocês tiveram só a relação sexual, não vai adiantar nada. Lembra que eu disse que tem que haver amor para dar certo? — fala ele. Amor?

– Quer dizer que eu tenho que começar a amar o Sanji, me dar conta disso, e depois ter a relação sexual? — pergunto. Ele se assusta.

– Uau! Você como mulher ficou mais inteliente! — fala. — Isso mesmo!

– Chopper... Você está me dizendo que não adiantou nada? Nada? — pergunto. Ele sorri e acena com a cabeça.

– Na verdade, isso pode ajudar vocês dois a desenvolverem o sentimento. Apesar de o Sanji dizer que ama todas as mulheres bonitas, o amor que ele tem que sentir por você e você por ele é bem mais intenso. — esclarece. Eu assinto.

– Arigatou, Chopper. — falo. Ele sorri e eu coloco-o no chão — Oyasumi*.

Vou andando para o quarto que está com a porta aberta à passos lentos.

PUTA MERDA!! COMO EU SOU BURRO!

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Notas finais
*Itaaaai! - É uma expressão típica do Japão quando se sente dor.

*Konbanwa! - Boa noite! (Saudação)

*Arigatou Gozaimasu. - Muito Obrigado.

*Oyasumi. - Boa noite. (Despedida)

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Essa imagem aí é da cobra Mamba Preta. Isso mesmo, ela existe! Se você quiserem, podem dar uma olhada aqui: http://hypescience.com/as-10-cobras-mais-venenosas-do-mundo/

De acordo com este site, é a 6ª cobra mais venenosa do mundo! Uma mordida dela é capaz de matar de 10 a 25 adultos! O.O O Zoro é foda, fala sério?

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Então? Será que vocês gostaram? Espero que sim! Eu sei que demorei muito, mas... Me desculpem, tá?

Até o próximo!

Beijos!