Exaltados!

3 Apenas acredite...


Não estava cansada, era apenas um tempo prodigioso.

Não sabia o que me causou, mas minha morte foi mais forte.

Não criei coragem de olhar nos olhos das pessoas. Elas não me olhavam, parecia que eu à assustava feito um mostro qualquer.

Não entendi o porquê de uma multidão esta cercado. Ao redor onde um carro bateu. Um alguém que nem sabia quem fora.

Tentei me aproximar mais, pedindo licença, mas nunca ninguém me ouvia. Nunca. Eu era odiada por todos eles. O que há de errado?

Ao me encontrar com aquela pessoa caída ao chão e morta, não havia reconhecido sua face. Pois sagrava... Seus olhos úmidos e tristes...

As pessoas tentavam salvar a própria garota, cujos seus fios de cabelos cobriam seu rosto Em frações de segundos, aquele corpo jogado me lembrava de alguém... Um grito saiu pela minha boca sem ao menos querer. Aquela marca cicatrizada no olho direito era exatamente igual a minha.

A jovem morta era eu. Corri contornando ruas e atravessando os corpos dos humanos.

Eu era a própria alma!

Vi um anjo num topo de um poste sentado acima. Olhava para mim como se fosse um conhecido. Pulou-o e puxou a mim.

E de repente eu me vi flutuando acima do céu.

Aquela voz do jovem ao meu lado, que me carregava ao Paraíso acima.

Era aquela voz conhecida.

Eu sorri... Mas estava apenas surpresa.

— Você me disse que não era um anjo! – exclamei surpresa, ao saber que agora eu podia falar.

— Você me vê assim, por que quer que eu seja assim, então a partir desse momento eu sou um anjo para você.

— E você é realmente o que na verdade?

— O que é a verdade para você?

— Um nada! – exclamei.

— Então eu sou um “nada” na vida real.

— Você não pode ser um nada... Ninguém pode ser um nada.

— Se você acredita que a verdade é um grande nada, por que não irá acreditar que eu sou uma nada para você?

Fiquei sem palavras... Fui flutuando aonde quer seja...

— Para aonde você vai me levar?

— Depende... Em que você acredita quando morremos?

Pensei um pouco, mas apenas fechei os olhos. Estava mesmo assustada.

— Acho que... Em lugar onde nunca é triste, ninguém nunca chora de dor. – eu não sabia no que dizer, nem no que eu acreditava realmente.

— Se é nisso que acredita então as vozes te consolam nesse lugar.

— Quem são as vozes nesse mundo?

— E o que você acha?

— Acho que sãos os consolos para pessoas como eu, triste, desesperadas e solitárias.

O anjo sorriu. E ninguém mais disse nada. A não ser suas últimas palavras que ouvi antes de adormecer em seus braços.

— Isso eu concordo com você!

“E duas almas exaltadas para um mundo onde quisessem estar se foram, para onde bem quiser, por que as vozes estavam os ouvindo, de novo!”

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!