Ex-amigos
10 Capítulo 10 - Uma festa particular.
Notas iniciais
Quando Lucas entrou no salão uma musica calma tocava e num circulo de uma multidão de gente bem vestida, Kaleb e Susana balançavam-se e rodavam, cuidadosamente, com um sorriso e um brilho nos olhos. Susana tinha aquela lágrima presa na beira dos olhos que fez Lucas rir em pensar em como Kaleb se parecia com ela e como mal se podia perceber a surra do dia anterior, mesmo com aquele braço quebrado. De repente outros casais começaram a dançar e Matias pediu para que Kal cedesse a dança a ele. Kaleb então se separou de Susana, após um costumeiro beijo na testa e andou em direção ao bar. Lucas caminhou até ele.
– Oi Kal! – Disse o moreno beijando o ombro do loiro.
– Oi A... – Atrapalhou-se Kaleb – Digo, Luc!
Lucas riu e fez sinal para o barman lhe dar uma bebida como a de Kal.
– Ta esperando a Alanis? – Perguntou Lucas e kaleb fez que não com a cabeça.
– Ela já chegou. – Sorriu. – Na verdade eu ia dizer amor... – Explicou Kal sorrindo com o rosto completamente vermelho.
– Tudo bem eu te dar um beijo agora? Porque isso foi muito fofo, cara... – Brincou Lucas.
– Para Luc, você sabe como a minha família é... – Pediu Kal.
– Relaxa,’’ môzaum’’, to só brincando. – Lucas piscou brincando e sorriu. Kaleb riu.
A música mudou e Susana foi até os dois.
– Oi meu anjinho... Quase não chega pro parabéns! – Disse a mulher abraçando o genro.
– Ah, tia Su! – Disse o rapaz abraçando a sogra com muito carinho. – Parabéns e desculpe o atraso, meus pais chegaram agora a pouco e tive que ir buscar eles no aeroporto. – Explicou Lucas e depois a soltou.
– Brigada, meu querido. – Ela deu um beijinho na bochecha do moreno. – E os seus pais não vieram?
– Eles mandaram os Parabéns e disseram que vem trazer seu presente pessoalmente, pra poder te parabenizar e tudo que eles vão dizer pra você depois... Sabe como eles são, mas eles estavam muito cansados da viajem. – Disse Lucas quase sem respirar.
– A Claro... Tudo bem! Divirtam-se, viu?! – Disse a loira sorrindo para os rapazes. – As meninas estão lá no fundo. – Informou Susana apontando para um tipo de tenda com almofadas e garotas aparentemente fofas.
Lucas passou o braço em volta do pescoço de kaleb que fingia nem ligar.
– Acho injusto quando você me trata desse jeito... – Disse Lucas soltando o loiro.
– Eu te compenso mais tarde, pode ser? – Negociou Kal deixando, seu escorrido cabelo, esconder o rosto ‘’cereja’’.
Lucas parou e o encarou com um sorriso enorme, fazendo Kaleb corar ainda mais.
– Para de me deixar sem graça, vamos pra tenda... – Pediu Kal.
– Ta bom! – Riu o moreno.
Eles entraram na tenda suspeita e duas das meninas, se levantaram e soltaram os panos em volta, deixando a tenda completamente fechada.
– Pronto... – Riu Kaleb corado e se sentou no colo de Lucas, beijando-o.
As meninas gritaram e aplaudiram. Lucas riu e deu um beijo muito intenso no namorado.
– Para, amor... – Pediu Kaleb, com as bochechas coradas, a Lucas.
Um ‘’awn’’ longo e alto se deu entre as meninas, algumas tinham sangue escorrendo do nariz para um lenço de papel.
– Vocês estão oficialmente namorando então? – Perguntou Maria.
– Eu pedi para a minha sogrinha e ela permitiu. – Explicou Lucas dando um beijo na bochecha de Kaleb.
– Kal, quantos drinks você já bebeu? – Riu Livia.
– Não sei... – Respondeu o loiro fazendo todos rirem.
– Voê pediu sem álcool, porque eu estou começando a achar que não...? – Riu Lavinya.
A noite foi divertida. O assunto era o aparente romance que pairava Susana e Matias. Depois como de costume nas festas de família, Susana e Kaleb se dividiram para levar cada parente até a porta. E depois do ultimo primo bebado, Kaleb correu acordar Lucas que estava cuidadosamente deitado no colo de Alanis.
Enquanto Lucas se recompunha as meninas subiram ao quarto de Kaleb, para dormir. Quando Lucas voltou ao salão Kaleb sorriu e ligou uma valsa, aquelas comuns de bailes de debutantes.
– Dança comigo? – Convidou Kaleb, parando em meio ao salão.
Lucas caminhou até seu Kaleb e envolveu os braços em volta do menor.
– Porque isso, Kal? – Perguntou Lucas sorrindo meio sem graça.
– Você já provou muitas vezes que gosta de mim, ai eu decidi tentar te provar que eu te... Bem... Que eu gosto de você. – Disse Kaleb parando de dançar e beijando Lucas demoradamente. – Hoje eu quero te apresentar um lugar.
– E essa valsa? – Riu Lucas.
– Sei lá, fiquei imaginando isso... – Kaleb corou como nunca e caminhou até a porta. – Você pode dirigir até lá?!
– Ta bom, mas porque não vamos lá pra casa? Você poderia me provar muito bem que me ama lá... – Disse Lucas passando o braço em volta de Kaleb.
Kaleb revirou os olhos e deu um belo soco no ombro de Lucas que reclamou e depois riu.
– Que merda, cara, da pra você pensar em outra coisa só um pouquinho? – Reclamou Kaleb.
– Não é isso, Kal, é que entre ir ver lugar que não vai sair de lá e ficar um tempão sozinho com você, eu sou bem mais ficar um tempão sozinho com você. – Explicou Lucas.
– Não é um lugar qualquer, Lucas. – Riu Kaleb. – Se amanhecer não vai ser como eu imaginei.
– O que é que eu não faço por você?! – Suspirou Lucas.
Eles entraram no carro e enquanto iam para o cemitério Kaleb trocou o caminho.
– Você disse que a gente ia pro cemitério... – Lembrou o moreno fazendo Kaleb rir.
– Se toca, eu quero te provar que te amo, não que sou um cara bizarro que conhece vampiros... – Gargalhou Kal.
– Quer provar o que?! – Sorriu Lucas malicioso.
– Cala boca! – Ordenou o loiro arrancando gargalhadas de Lucas.
Seguindo as coordenadas, os garotos chegaram a uma chácara.
– Que lugar é esse? –Perguntou o moreno.
– A única coisa que meu pai deixou pra mim. – Disse Kal descendo do carro. – A surpresa ta lá dentro.
Eles desceram do carro e kaleb abriu a porta, já tirando sua camisa e os sapatos.
– No final a surpresa era quase só o que você queria. – Sorriu Kaleb malicioso. – Eu adoro quando você está em mim. – Ele ajoelhou no sofá, desabotoou calça e apoiou-se sob os cotovelos no encosto do sofá, sua ereção era obvio.
– Não. – Disse Lucas abraçando Kal cuidadosamente. – Você já provou que me ama de diversas vezes. Agora é minha vez... – Corou o moreno.
Lucas tirou a camisa, os sapatos, as meias e as calças.
– Se o presente é pra mim, hoje quero sentir você dentro de mim, já que é mais experiente... – Disse Lucas sorrindo e imitando a posição de Lucas. – Quero você de todos os jeitos que eu puder ter. Eu te amo, Kal!
Eles trocaram muitos beijos e Kaleb puxou seu Lucas para um quarto, com uma cama enorme e deitando-o de frente para ele. O loiro prendeu as pernas de Lucas em seus ombros e puxou a cueca do moreno até estar com o anus e sua ereção, expostos.
Kaleb respirava devagar, abaixou um pouco a cueca e deixou sua ereção sair, fazendo Lucas fechar os olhos. Kaleb aproximou sua cabecinha do anus de Lucas, depois ele cuspiu nela, fazendo o mais alto se arrepiar. Kaleb sorriu e empurrou devagar. Lucas estava com a boca aberta e os olhos bem apertados. O loiro empurrava devagar e depois que já estava dentro, os dois garotos respiravam pesado. Quando Kaleb enfim começou a estocar devagar, os gemidos que antes estavam presos se soltaram.
– Kal... – Suspirou Lucas. – Dói... – Gemeu.
– Quer que eu pare? – Perguntou o loiro tirando as pesadas pernas de Lucas, dos ombros, sem desligar seu membro de dentro de Lucas.
– Continua! – Pediu Luc e gemou alto quando Kaleb meteu mais forte.
Kaleb aumentou o ritmo e a força, fazendo Lucas gritar de dor e muito prazer, até que tirou repentinamente.
– O que foi? Porque você parou? – Perguntou Lucas, ofegante.
– Vira. – Pediu Kal.
– O que?! – Perguntou Lucas, apenas para confirmar.
– Amor... Fica de quatro pra mim. – Pediu cuidadosamente Kaleb.
Lucas se arrepiou e obedeceu. Dessa fez a dor foi pouca coisa menor, mas seu gemidos continuavam altos. A posição trazia um tipo de excitação que Lucas nunca havia sentido. Esse sentimento aumentou, quando Kaleb começou, além de penetrar, ele também masturbava Luc, com muita empolgação. Depois de pouco tempo nessa posição, Lucas gozou, deixando a mão de Kaleb cheia de um liquido esbranquiçado e um tanto viscoso. O mais alto se jogou de lado e o menor ao seu lado.
Kaleb se masturbava para ter enfim uma ejaculação.
– Deixa eu terminar isso, pra você. – Pediu Lucas, descendo até o pênis de Kaleb e o chupando até estar com a boca cheia de goza.
Depois de se entregarem de forma tão física os rapazes dormiram abraçados.
– Eu te amo, Lucas! – Sussurrou Kal pouco antes de dormir.
– Eu te amo, Kaleb! – Sussurrou de volta Lucas, também antes de pegar no sono com Kal deitado em seu ombro.
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