Notas iniciais
Mais uma atualização por hoje o/ Boa leitura! ♥

Todos dizem entender a sua dor quando um ente querido seu morre, mas só quem já passou por tal experiência pode realmente entender. Já faziam duas semanas que Kurt havia voltado para a escola e cada dia que passava conseguia ser pior que o anterior. No coral, todos só sabiam dizer que tudo iria melhorar e que logo Kurt conseguiria rir de novo, mas o castanho sabia que isso não era verdade.

O funeral aconteceu três semanas atrás e Kurt ainda chorava por todos os cantos. Ele não sentia vontade de fazer nada. Ele não queria comer, não conseguia dormir, não queria estudar, nem mesmo ler e muito menos cantar. Ele queria apenas ficar deitado em sua cama, abraçado a um travesseiro, chorando.

Para ser bem honesto, ele queria morrer, pois pensava que assim ele poderia ver Sebastian de novo. Ele queria que seu amigo estivesse ao seu lado, pois sem ele Kurt se sentia perdido. Sebastian esteve presente todos os dias da vida de Kurt e agora ele simplesmente não estaria mais. A dor que o castanho sentia não iria passar nunca.

Ele ia todos os dias para a sala do coral, mas não conseguia entrar na mesma, pois a dor que sentia era demais. Mas hoje seria diferente. Ele iria enfrentar isso e iria fazer a devida homenagem à Sebastian. Quando todos já estavam presentes, ele foi até o centro da sala do coral. Ele forçou a si mesmo a parar de chorar. Pelo menos enquanto falava.

— É extremamente difícil para mim essa situação, é difícil parar aqui em frente a vocês, mas eu sinto que preciso fazer isso. Eu preciso colocar a minha dor para fora e se eu cortar os pulsos de novo, talvez eu perca meu namorado e não estou afim de perder mais alguém. – Kurt disse e encarou Blaine.

— Você se cortou, Kurt? – Sr. Schue perguntou preocupado.

— Nem doeu. – Kurt disse dando de ombros. – A dor no meu peito era muito maior. Mas isso não vem ao caso. Eu queria agradecer vocês pelo que fizeram. A música que vocês cantaram. – Disse Kurt. Ele queria dizer que achou aquilo uma falsidade enorme, mas preferiu não criar nenhum conflito. Tudo que ele não precisava agora era de uma briga a mais em sua vida. – Eu não aguento mais as pessoas dizendo que eu vou melhorar. Minha dor não vai simplesmente ir embora. A única coisa que eu tenho feito é agradecer pelos pêsames de todos e chorar. Então eu gostaria de cantar uma música em homenagem a Sebastian. Muitos não sabem qual a minha história com ele, inclusive Britt estava me perguntando ontem, então vou fazer um breve resumo. Eu literalmente conheço ele desde que nasci. Nossas mães são melhores amigas desde pequenas e isso influenciou um pouco na nossa amizade. Nós fomos criados juntos. Não teve um dia sequer em que eu não visse ele. Ele sempre foi a minha força, sempre foi aquele que me ajudou e que esteve ao meu lado quando o meu mundo parecia que ia desabar. Ele sempre me defendeu e me protegeu. Eu sempre o considerei um irmão. – Kurt já não conseguia mais falar, pois não conseguia parar de chorar. – Eu sempre vou amar ele. E... – Ele se jogou no chão e começou a chorar mais ainda. Blaine foi até ele e o abraçou. – Eu não consigo fazer isso.

— Você não precisa. – O moreno disse para Kurt, sem soltá-lo.

— Eu preciso, mas não consigo. – Kurt disse e o moreno o ajudou a se levantar.

— Você quer ir para casa? – Blaine perguntou ainda preocupado e o castanho apenas assentiu. – Sr. Schue, eu vou levar Kurt embora.

— Se precisarem de qualquer coisa podem contar comigo. – Will disse simpático e Blaine concordou com a cabeça.

Ele abraçou Kurt pela cintura e foi andando com ele pelos corredores. Quando estavam perto da saída foram encurralados por um grupo de cinco garotos do time de futebol.

— Onde as moças pensam que vão? – Perguntou Dave, um dos piores garotos existentes naquela escola.

— Eu não quero ter que machucar vocês. – Blaine disse, o que causou um arrepio em Kurt. Dave começou a rir.

— Você acha que eu tenho medo de você? Você não é nada. – Disse o garoto.

— Eu só quero ir embora. – Kurt disse e os garotos riram ainda mais.

— Eu não ligo para o que você quer, bichinha. – Disse Dave, que logo já estava caído no chão com a força do soco que lhe foi acertado por Blaine.

Seu nariz começou a sangrar e os outros garotos foram socorrê-lo. Blaine tratou de levar Kurt logo para fora dali. Kurt só puxou assunto quando Blaine estacionou em frente à casa do castanho.

— Obrigado por ter me defendido. – Kurt disse dando um beijo na bochecha do namorado. Kurt foi descer do carro, mas parou, pois percebeu que Blaine ainda estava parado no mesmo lugar. – Você não vai descer?

— Preciso resolver algumas coisas. – Blaine disse e Kurt arqueou a sobrancelha.

— Não faz eles pararem no hospital. – Kurt disse e Blaine ficou confuso. – Não se faça. Você entendeu exatamente o que eu quis dizer. – O castanho disse e saiu do carro.

Blaine precisava tirar essa história a limpo e iria fazer isso agora. Ele pegou a sua “fantasia” e a vestiu rapidamente, indo o mais veloz possível para o quarto de Kurt, entrando pela janela como sempre fazia. Ele sentou na cama de Kurt e ficou aguardando o mesmo, que entrou após alguns minutos.

— Eu sabia que você iria estar aqui. – Kurt disse e colocou sua mochila em uma bancada próxima a cama.

— Como poderia saber? – Perguntou Blaine, se fazendo.

— Pois conheço você. – Kurt ouviu o outro rir. – Você sabe que é verdade.

— Eu não falei nada.

— Mas pensou. – Kurt disse mandando uma piscada e tirando seu casaco em seguida. – Eu preciso me distrair. Será que você pode me ajudar? – Kurt perguntou com uma voz safada e Blaine ficou sem reação.

O castanho iria mesmo traí-lo? Tudo bem que ele era o namorado de Kurt, mas o castanho não tinha como saber disso, tinha? O castanho foi até Blaine e sentou em seu colo, colocando uma perna para cada lado do maior e as entrelaçando em sua cintura.

— O q-que você está f-fazendo? – Blaine sempre tinha perfeição em sua fala, mas dessa vez ele gaguejou.

— Por que você não para com isso e me beija logo? – O castanho disse e Blaine continuou sem reação.

Ele ficou ainda mais confuso e com raiva quando Kurt simplesmente o beijou. Kurt realmente havia feito isso com ele? Ele realmente estava traindo Blaine? Como isso era possível? Kurt disse que o amava e agora estava fazendo isso com ele? Como ele teve coragem? Blaine estava ali, sendo beijado por Kurt e, pela primeira vez na vida, não sabia o que fazer. Ele não sabia que atitude precisava ter. Não sabia que medida tomar. Ele sentiu que Kurt estava com as mãos em sua “máscara”, então pensou que isso poderia ter sido um truque, certo? Ele poderia ter feito isso apenas para descobrir quem era o garoto que ficava assombrando ele.

— Você acha que eu não conheço você? Você é meu namorado, Blaine. – Kurt disse admirando o rosto de seu amado.

— Mas... – Blaine até tentou falar, mas simplesmente travou.

— Você achou que eu estivesse te traindo, não é mesmo? – Kurt perguntou e o moreno assentiu. – Eu não teria coragem.

— Por que fez isso? – Blaine perguntou confuso. O que Kurt queria, afinal?

— Você me deve algumas explicações. – Kurt disse sem sair do colo do namorado. – Mas levando em consideração tudo pelo que eu passei recentemente, acho que isso pode ficar para depois. Eu realmente preciso me distrair. – Kurt disse e voltou a agarrar Blaine, que agora correspondeu automaticamente.

[...]

— Você continua me devendo algumas explicações. – Kurt quebrou o silêncio, fazendo Blaine quase se assustar. – Seu coração não bate, mas como eu sou burro eu nunca percebi isso. – Kurt comentou, já que estava escorado no peito nu de Blaine. – Você não vai se safar de me explicar só porque é tão deliciosamente delicioso.

— Isso significa o fim do seu luto? – Blaine perguntou confuso.

— Não mude de assunto. – O castanho disse um pouco dominador.

— Não estou mudando de assunto. Só quero saber se posso deixar você sozinho sem ter medo de você tentar se matar. – Blaine disse depositando um beijo na testa de seu amado.

— Talvez se eu viver a vida ela passe mais rápido. – Kurt disse e soltou um suspiro.

— Pode perguntar, Kurt. – O moreno disse rindo, pois percebeu que os pensamentos de Kurt estavam a milhão.

— Não vou perguntar o que você é, porque isso nem parece tão interessante. – Blaine se sentiu um pouco ofendido com aquilo. – Eu quero entender porque você fica aparecendo desse jeito louco para mim.

— É só uma maneira que eu encontrei de ficar perto de você por mais tempo. E uma maneira de te proteger. – Mentiu o moreno.

Tudo bem que agora Elliot havia se tornado um perigo para todos, até para si mesmo, mas a questão é que ele e Thomas tinham isso sob controle. A única pessoa de quem Kurt tinha que proteger, era de si mesmo. Blaine era o maior perigo ali, sempre foi.

— Me proteger de que?

— Não importa quem é ele. O que importa é que foi ele quem você e Sebastian viram naquele dia. O dia em que Sebastian surtou dizendo que eu era o homem de preto. Ele estava certo, mas ainda assim. Desde aquele dia eu não desgrudo mais os olhos de você, porque eu tenho medo de ele aparecer por perto. Como eu não durmo, isso não é problema. Aliás, você é lindo enquanto dorme. – Blaine disse, fazendo Kurt corar pelo último comentário.

— Agora eu vou perguntar. Não vou conseguir me conter. – Kurt disse calmo. – O que você é? Um imortal? Um zumbi?

— Achei que você já tivesse descoberto. – Blaine disse rindo. – Eu sou imortal, mas um zumbi? Cérebros não me atraem.

— Minha primeira opção era perguntar se você é um vampiro. – Kurt disse sentando na cama. Blaine adorava observar o corpo tão delicado de seu namorado. Kurt conseguia ser tão lindo de uma maneira tão simples.

— É o que eu sou. Mas eu estou curioso, como você descobriu?

— Fui juntando os pedaços. Me senti dentro de Crepúsculo quando fui pesquisar sobre vampiros. – Kurt disse rindo um pouco. – Aposto que você nunca assistiu.

— Sim, eu já assisti tudo sobre vampiros. Tenho que me manter informado sobre como estão nos representando. Tenho que admitir que muita coisa me decepciona. – Blaine disse rindo.

— Quer saber tudo que eu juntei? – O moreno assentiu para Kurt. – Primeiro sua pele gelada. Você está sempre gelado e pálido. Mais pálido que eu. Depois eu parei para pensar que você ficou assustado no dia em que beijou meu pescoço, como se não pudesse me tocar. Foi estranho. Eu achei estranho você não gostar de sorvete, mas isso é irrelevante.

— Isso qualquer um pode não gostar. – Blaine se defendeu; Kurt riu e concordou.

— Sim, eu sei. Por isso eu disse que é irrelevante. – Kurt fez uma pausa. – Teve o fato de que você bateu com o rosto na minha janela e cortou perto do seu olho, mas quando eu fui tentar ajudar o corte já havia sumido. E você ficou com os olhos muito estranhos no dia em que você me encontrou com os pulsos cortados. Achei que você fosse, literalmente, me devorar. E não no sentido bom.

— Sentido bom. – Blaine disse rindo. – Você é único.

— Sei disso. – Kurt se gabou. – Eu quero saber mais sobre as habilidades que você diz ter. Eu quero conhecer melhor você. E não o Blaine que eu já conheço e sim o verdadeiro Blaine. Fora que você é um vampiro que merece um prêmio, pois eu sou desastrado, vivo me machucando e você ainda não me matou.

— Estou aqui para te proteger, não machucar. – Blaine se senti péssimo de dizer aquilo, já que ele tinha matado Kurt outras tantas vezes...

— Está fazendo um bom trabalho. Teve mais uma coisa que me intrigou.

— E o que seria? – Blaine perguntou sentando-se na cama e indo até Kurt, beijando o pescoço do castanho em seguida. – Eu consigo não furar o seu pescoço, mas não consigo não deixar uma marquinha. Preciso mostrar a quem você pertence. – Blaine disse brincando.

— Bobo. – Kurt disse corando. – Na nossa primeira vez você parecia um pouco desconfortável. Não sei definir bem a palavra exata, mas, sei lá, parecia que você estava...

— Me segurando?! – Kurt assentiu. – Kurt, eu sou muito forte. Pensa em alguém forte, multiplica por mil e depois soma com o infinito. Juntando tudo isso dá para imaginar mais ou menos, né? – Kurt assentiu de novo. – Se eu fosse eu mesmo você não estaria aqui agora. Ser tão íntimo com você tem seu preço, e é um preço muito alto.

— Mas você consegue sentir? – Kurt já não sabia de onde vinham tantas perguntas, ele só sabia que precisava das respostas.

— Só porque estou morto não posso sentir? Que preconceito. – Blaine disse brincando e Kurt o olhou rindo. – Sim, eu sinto. Não na mesma intensidade que eu poderia sentir, mas sinto. O mais difícil é parar, já que eu não canso, não respiro, não como, não durmo. Eu apenas vivo, mesmo estando morto.

— É estranho ouvir você falar que está morto.

— Você mesmo disse: meu coração não bate. Às vezes me pergunto se ainda tenho um.

— Me fale sobre suas habilidades. Isso é algo muito interessante. Ah, e me fale também porque nunca me contou isso.

— Pensei que você fosse me odiar ao descobrir. Eu sou um monstro sem coração. – Blaine disse triste.

— Não consigo te odiar. – Kurt começou e se aproximou do namorado. – Eu te amo.

— Eu também te amo.

— Viu como você ainda tem um coração? – Brincou o castanho.

— Falando sobre minhas habilidades. Você já as conhece. Eu sou veloz, forte, posso desaparecer do nada, posso controlar mentes, ouvir pensamentos, essas coisas. – Blaine deu de ombros.

— Como assim controlar mentes?

— Posso hipnotizar uma pessoa, posso fazer com que ela faça exatamente o que eu quiser. Eu usei isso em você.

— O QUE? – Kurt se assustou e Blaine riu.

— Eu fiz você dormir. Assim como fiz você ter bons sonhos. – Blaine falou, tranquilizando Kurt. – Não manipulei você.

— Obrigado. – Kurt agradeceu. – Agora é oficial: sem você eu não estaria aqui.

— Eu também fiz com que Santana ficasse um pouco mais suportável. – Blaine confessou e Kurt riu.

— Isso é algo que todos deveriam agradecer. Ela até parece um anjo. – Riu Kurt. – Aliás, mais alguém sabe sobre você?

— Só você e Britt.

— E se ela contar para alguém? – Kurt perguntou preocupado.

— Eu sei que posso confiar nela.

— E eu posso confiar em você? – Blaine assentiu. – Então posso acreditar quando você diz que está aqui para me proteger e não machucar?

— Onde você quer chegar?

— Você tem algo relacionado com a morte de Sebastian? – Blaine ficou nervoso.

Ele queria poder falar a verdade para Kurt, mas o medo que ele sentia em perder o castanho era maior do que qualquer outra coisa. Ele não era uma pessoa, isso era verdade, mas Kurt fazia com que ele sentisse tudo que uma pessoa sente. Perto de Kurt ele conseguia amar, sentir medo e até sonhar acordado.

— Não. Com Santana eu tenho, mas com ele não. – Blaine estava agora se odiando por ter mentido mais uma vez. – A pessoa da qual eu quero te proteger foi a responsável por isso. – O moreno conseguiu se odiar ainda mais, porque além de mentir ele ainda encompridou a história.

— Ah, sim. – Kurt disse meio triste. – Me sinto melhor por saber que não foi você.

— Eu também. – Disse Blaine.

[...]

Mais uma semana havia se passado. Kurt estava um pouco melhor. Blaine estava completamente desorientado. Ele se odiava por esconder de Kurt o maior segredo de sua vida, mas sabia que assim era melhor. O moreno marcou de ir a sorveteria junto com Kurt e Brittany, mas antes resolveu passar em um outro lugar.

— Como você está? – Blaine perguntou preocupado.

— Como você acha? Eu estou morto! – O outro perguntou um pouco arrogante.

— Você é sempre tão educado e amoroso. Eu fico muito impressionado. – Blaine disse irônico. – Você pode, por favor, parar de roubar sangue dos hospitais? As pessoas estão começando a suspeitar que tem um médico louco roubando sangue para vender.

— Se eu fosse um assassino como você, que mata o melhor amigo do namorado, eu poderia matar, mas como não sou, prefiro roubar dos hospitais. – Disse o outro rapaz.

— Quando alguém precisar de sangue em uma emergência, o que acontece? – Blaine perguntou sarcástico. – Não vai ter sangue e o que vai acontecer com a pessoa? Ela vai morrer. É a mesma coisa. E eu não mato para me alimentar. Eu aprendi a me controlar. Você vai ter que aprender a fazer o mesmo. – Blaine disse e saiu do local, indo em direção a sorveteria depressa.

[...]

— O que vocês gostariam de pedir? – Perguntou a mesma atendente de sempre.

— Eu sempre como o mesmo sabor. – Reclamou Britt e Kurt sorriu.

— Dois de uva com passas ao rum. – Disse Blaine e Britt o encarou confusa.

— E eu? Só porque eu não sou namorada não mereço sorvete? – A loira perguntou triste.

— Eu fiz o pedido para vocês dois. Eu não como. – Blaine explicou e ela sorriu animada.

— Esqueci que v... – Brittany parou a frase no meio quando percebeu o que tinha dito.

— Ele sabe, Britt. – Disse Blaine e a loira sorriu.

— Ele também sabe que foi você que matou Sebastian? – A loira perguntou na inocência.

Kurt encarou Blaine e o moreno ficou sem saber o que dizer. O castanho percebeu que era verdade pelo simples fato de que Blaine ficou sem ter o que dizer. Ele simplesmente se levantou e estava prestes a ir embora. Brittany e Blaine foram atrás dele.

— Kurt, espera, me deixa explicar. – Blaine falou e Kurt o olhou com raiva.

— Explicar o que? Você disse que eu podia confiar em você. Eu não acredito que eu fui idiota por acreditar nisso. – Kurt disse e simplesmente foi embora. Blaine se sentou no meio fio e colocou as mãos na cabeça.

— Desculpa. – Disse Brittany sentando ao lado do amigo.

— Tudo bem, Britt. Eu só acabei de perder a única pessoa que eu consigo amar.

Notas finais
Britt, querida, podia ter ficado quieta, não? O que acharam? ♥ Bjo ♥