Notas iniciais
Gente, me desculpem pela demora. Minhas provas começaram semana passada e no final de semana eu tive uma overdose de Scandal e não deu para eu postar o novo capítulo.

Obs: Queria agradecer a todas as reviews lindas que vocês escrevem. Tenham certeza que cada uma delas fazem meu dia muito mais feliz.

E também queria agradecer a linda da Just a Evil Regal, que fez uma recomendação maravilhosa, perfeita, tudo de bom. Muito obrigada mesmo, sua linda! *-*

Chegando ao Granny’s, Regina passou cabisbaixa pelo salão principal, na esperança que ninguém visse as contusões em seu rosto que ela não havia conseguido disfarçar com sua maquiagem. No entanto, seu plano falhou.

No momento em que a morena pôs os pés na cozinha, Granny foi atrás.

- Hei Regina. O que aconteceu? Você não parece estar bem. – a senhora disse tentando ver o rosto de Regina, que agora permanecia de costas.

- Não foi nada. Eu estou bem – a morena respondeu mantendo a mesma posição.

- Tem certeza? Você não parece muito bem. Sua voz está mais rouca, você parecia estar com dificuldades para andar, não está olhando nos meus olhos enquanto nós conversamos...

- Eu já disse que estou bem – Regina falou aumentando o tom de sua voz.

Um silêncio invadiu a cozinha do restaurante. Granny e Regina permaneceram onde estavam. Nenhuma palavra foi trocada, até que a senhora pegou Regina pelo braço e a virou podendo ver os machucados no rosto da morena.

- Oh meu Deus, Regina! O que fizeram com você? – Granny disse enquanto olhava cuidadosamente o rosto da morena.

- Não foi nada. Eu estou bem – ela tentou disfarçar.

- Não, não está. Venha aqui. Sente-se e me conte tudo que aconteceu – a senhora disse enquanto ajudava Regina a se sentar.

- Não aconteceu nada. Não há o que ser contado – a morena não ia contar o que havia acontecido em hipótese nenhuma.

- Se você não quer me falar o que aconteceu, tudo bem. Mas eu não vou deixar você trabalhar até que você esteja totalmente recuperada – Granny falou com um tom mandão.

- Mas eu já disse que estou bem – Regina argumentou.

- Você pode mentir o quanto quiser. Eu vou te levar para casa e você vai ficar lá até se recuperar.

- Mas eu já disse que não tenho nada.

- Mesmo assim você está proibida de trabalhar até ficar boa. Ruby? – Granny chamou a neta.

- O que foi vovó? – Ruby respondeu chegando à cozinha.

- Eu vou precisar sair um pouco. Tome conta da lanchonete até que eu volte – ela deu as ordens à sua neta, para depois se virar para a morena – Vamos Regina.

- O que aconteceu? – Ruby perguntou curiosa à Regina.

- Não foi nada. Sua avó não quer me deixar trabalhar – a morena respondeu levantando a cabeça sem pensar e permitindo com que Ruby visse as contusões em seu rosto.

- Minha nossa! O que aconteceu com você Regina? – a jovem perguntou chocada.

- Não foi nada – Ruby ia começar a falar quando foi interrompida pela morena – E não, eu não vou responder nenhuma de suas perguntas.

- Tudo bem. Eu nem ia perguntar nada – ela respondeu.

- Sei – Regina disse impaciente – Granny eu agradeço a sua preocupação, mas não precisa me levar em casa. Eu estou bem. Além disso, minha casa não está muito arrumada. Você não vai querer ir até lá – ela disse. Depois de uma noite de amor com o homem que amava arrumar a casa era a última coisa em que Regina havia pensado.

Granny abriu a boca para responder quando Henry e Emma entraram na cozinha.

- Mãe! – Henry gritou enquanto corria para dar um abraço apertado em Regina que deu um grito de dor.

- Aiiiiiiii! – foi impossível conter sua voz com a dor que ela sentiu.

- O que aconteceu mãe? O que é isso no seu rosto? – o menino perguntou preocupado.

- Meu Deus Regina! O que aconteceu com você? – Emma perguntou.

- Eu deveria ter ficado em casa. Se arrependimento matasse... – Regina disse baixinho.

- O que você disse? – Emma a indagou.

- Nada. Eu estou bem.

- Dá para ver... – Emma respondeu usando o tom tão familiar da morena.

- É sério – ela disse com a voz mais confiante possível – Eu só estava indo para casa porque a Granny disse que não me deixaria trabalhar.

- Ela está mais do que certa. Eu não sei quem fez isso com você, mas eu tenho certeza de que alguém estava bem irritado — a loira disse enquanto observava as marcas no rosto da morena.

- Quem vai ficar irritada sou eu se vocês não pararem com essas perguntas e olhares de pena. Eu estou bem e logo essas marcas vão sair. Não há motivo para preocupação – Regina disse sob os olhares atentos de todos os presentes na cozinha.

- Nós sabemos disso. Você é uma mulher forte e ninguém duvida disso. Nós só queremos que você vá para casa descansar um pouco – Granny disse com um tom suave.

- Isso é verdade Regina. Vamos! Eu te levo para casa – Emma disse tomando à frente na situação.

- E eu vou ajudar a cuidar de você mãe! – Henry completou enquanto enrolava seus braços ao redor da cintura da morena, da forma mais suave possível.

- Nada disso meu amor. Você tem que ir para escola... – a morena falou e olhou no relógio antes de completar — ... e agora, se não quiser perder a primeira aula.

- Mas... – o menino tentou argumentar.

- Nem mais nem menos. Você vai para a escola e agora! – Regina disse com um tom mais sério para logo depois abrir um sorriso e beijar seu filho ternamente.

- Tudo bem... – Henry disse desanimado, para depois se despedir de suas mães e de Granny e Ruby, saindo para a escola logo em seguida.

- Eu tenho que admitir: você é uma ótima mãe Regina – Emma disse depois que seu filho havia saído.

- Obrigada Emma. Ele é o responsável por eu ter me tornado uma pessoa melhor – a morena disse com os olhos marejados.

- Eu sei – a loira assentiu – Agora, vamos para casa?

- Eu já disse que ninguém precisa me levar para casa.

- Você não tem escolha. Eu vou te levar e pronto acabou – Emma disse decidida.

- Você é tão decidida quanto ... — Regina começou a dizer, para logo depois conter as palavras que estavam prestes a sair e causar uma tremenda confusão.

- Quanto quem? – Emma perguntou curiosa.

- Ninguém. Vamos logo – a morena disse enquanto se virava para Granny e Ruby, totalmente avulsas perante a conversa entre Regina e Emma – Vocês não vão se ver muito tempo livres de mim. Eu voltarei logo. E muito obrigada pela preocupação – ela completou sem deixar de mostrar sua gratidão pela amizade e cuidado demonstrados pelas duas.

- De nada. Nós vamos sentir sua falta – Granny falou por ela e pela neta antes de dar um leve abraço na morena.

- Eu também – Regina se permitiu dizer – Até mais!

Ao chegar em casa com Emma, Regina teve uma bela surpresa. Charming havia deixado o local brilhando: as vasilhas lavadas, a cama arrumada, o banheiro limpo, tudo um brinco.

Depois de dar uma volta pela casa e conferir a organização feita por seu príncipe, Regina se virou para a filha de seu amado e nesse momento, permitiu Emma ver o que seria alvo de muitas perguntas: um chupão em seu pescoço.

- O que é isso Regina? – a loira perguntou apontando para a mancha.

- Isso o quê? – ela questionou Emma de volta.

- Essa mancha no seu pescoço... Parece até um chupão – Emma disse com um tom um pouco divertido.

Regina foi até um espelho e pode ver a mancha causada por Charming que havia passado despercebida pela manhã.

- Ah... Isso? Não, não é um chupão. Onde eu arrumaria um desses? – a morena tentou disfarçar.

- Você é uma mulher bonita Regina. Tenho certeza que vários homens da vila te assediam – Emma insinuou.

- Eles até tentam, mas é muita areia para a carrocinha deles – olha quem está de volta: sarcasmo.

- Espere um pouco – Emma falou pensativa – Foi isso que aconteceu? Um dos homens da vila te assediou, você não deu bola e ele te agrediu como resposta à sua recusa?

- O quê? – Regina perguntou confusa.

- Ou pior: algum homem te violentou e você está com vergonha de contar. É isso! Você não precisa ter vergo... – a loira ia continuar com suas teorias quando foi interrompida pela morena.

- Não Emma! Não é nada disso. Ficou louca? Eu não fui abusada por ninguém – Regina disse, enquanto se sentava no sofá e Emma continuava em pé, desconfiada.

- Tem certeza? Porque se for você pode me dizer... – a loira foi interrompida mais uma vez.

- Tenho. Não foi isso e eu não vou te contar o que aconteceu. Só esqueça isso – ela disse enquanto afundava a cabeça em seu sofá – Você vai ficar em pé?

- Eu não vou demorar. Você precisa descansar – Emma respondeu.

- É. Parece que todas as dores que eu não senti ontem vieram à tona com o triplo de intensidade hoje – Regina disse enquanto se deitava com dificuldades.

- Aqui, me deixe ajudar – a loira respondeu ajudando a morena a se deitar.

- Ai! – Regina gemeu baixinho.

- O que foi? Eu te machuquei? – a loira indagou.

- Não. Tem alguma coisa me espetando aqui... Achei – a morena respondeu tirando um broche que estava debaixo de sua bunda.

- Esse broche... ele é do Charming. O que ele está fazendo aqui? – Emma a indagou com a joia em suas mãos.

- Eu não sei – Regina usou seu sangue frio e logo deu a volta por cima – Ele deve ter caído naquele dia em que vocês vieram aqui.

- É, deve ser – a loira concordou, ainda que desconfiada.

- Entregue a ele por mim – a morena completou.

- Eu vou. E agora. Tenho que voltar para o castelo. Você vai ficar bem, certo? – Emma perguntou se levantando e se preparando para deixar a casa de Regina.

- É claro. A única que estava me incomodando está em suas mãos. Obrigada por tudo – Regina agradeceu.

- De nada. É para isso que família serve. Até mais Regina – Emma se despediu e fez seu caminho para o castelo.

No castelo

Charming havia chegado e sem perder tempo foi até a cela em que Alex estava. Ele queria ver mais uma vez o homem que havia ferido a mulher que ele amava. Queria respostas e as teria. Por bem ou por mal.

- Nosso prisioneiro falou alguma coisa Owen? – o príncipe perguntou a seu fiel soldado e amigo.

- Nada. Ficou a noite toda encarando a parede, sem dizer uma palavra.

- Vamos ver se ele está a fim de ter uma pequena conversinha comigo agora – Charming completou enquanto adentrava a cela.

- Bom dia príncipe! Estava à sua espera – Alex usou seu tom de voz mais irritante.

- Que bom! Está pronto para começar a falar então? – o príncipe disse levantando o soldado pelo colarinho e o pressionando contra a parede.

- É claro que não. Eu não vou te responder nada, mas... – ele continuou provocativo.

- Mas o que? Porque você foi atrás da Regina? O que ela te fez? – Charming estava cada vez mais irritado.

- Eu não vou te responder tão facilmente. Mas eu tenho uma coisa para te falar, que talvez, vossa Majestade, não goste muito... – o soldado continuou.

- O que? Fale agora! É uma ordem!!! – Charming gritou para o homem.

- ........................................................ – assim que terminou sua revelação, Alex pôde sentir o peso da mão de Charming mais uma vez em seu rosto.

- Só dê os mantimentos necessários para que ele fique vivo. Eu quero que ele sofra – o príncipe deu suas ordens à Owen e foi para seus aposentos logo em seguida.

Assim que chegou ao castelo, Emma foi à procura do pai para lhe entregar o broche que havia encontrado na casa de Regina. Ela tinha ficado desconfiada, mas preferiu não ficar fazendo muitas perguntas à morena e acreditar na versão contada por ela. Era mais fácil e tinha sentido.

A loira foi ao encontro de seu pai e chegando ao quarto principal, encontrou Charming usando apenas uma camiseta, que permitiu que Emma visse alguns arranhões nas costas e pescoço do príncipe.

- O que aconteceu com suas costas Charming? – Emma perguntou dando um susto no pai, que estava perdido em seus pensamentos.

- Isso? – ele se olhou no espelho – Eu cai em um espinheiro – o príncipe pensou rápido.

- Entendi. Tome – ela entregou o broche à Charming – Estava na casa de Regina. Você deve ter perdido quando fomos lá outro dia.

- É. Deve ser isso... – ele sabia exatamente o que tinha acontecido, e tinha sido muito melhor do que aquela visita desconfortável – Espere um pouco, você esteve na casa de Regina?

- Estive. Estava lá até pouco tempo. Alguém deu uma surra nela e a Granny não a deixou trabalhar – a loira contou o que tinha acontecido esperando uma reação do pai, que não demonstrou nenhum choque com o acontecimento.

- Nossa! Sério? – ao ver o olhar desconfiado de sua filha, Charming se lembrou de demonstrar alguma reação.

- É. Ela não me contou o que aconteceu e eu não quis insistir. Ela parecia estar bem, então eu a deixei descansando – ela terminou.

- Você fez o certo. Regina não parece ser uma mulher que aceita receber ajuda, que demonstra suas fraquezas... – ele disse com conhecimento de causa.

- É. Você a conhece melhor que eu – Emma disse.

- O que você quer dizer com isso? – ele perguntou surpreso.

- Bem, você a conhece há muito tempo, então... – a loira respondeu surpresa com o nervosismo demonstrado pelo pai.

- Claro! – ele respondeu com um sorriso meio sem graça.

- Tenho que ir. Seu broche está entregue. Até depois – ela se despediu de Charming e foi direto para seu quarto, onde ficou imersa em seus pensamentos, tentando formar suas teorias sobre as descobertas feitas durante a manhã.

Durante todo o dia, Regina e Charming permaneceram distantes um do outro fisicamente, mas não mentalmente. A morena deitada em seu sofá; o príncipe cumprindo suas tarefas. Emma e Alex vez ou outra também tinham sua parcela nos pensamentos do casal, mas logo eram substituídos pelas lembranças da noite passada e dos sentimentos nutridos cada vez maiores.

No final da tarde, não aguentando mais a distância e aproveitando-se do fato de que Snow tinha ido visitar algumas amigas mais distantes pela manhã e só voltaria no dia seguinte, Charming passou pela cozinha do castelo, pegou alguns mantimentos e saiu, pedindo a Owen para dizer o mesmo da noite passada.

Regina havia acabado de sair do banho. A casa exalava o perfume doce que ela usava, assim como a camisola de seda preta escolhida para a noite. A morena estava indo para a cozinha preparar alguma coisa para comer, quando ouviu o bater em sua porta. Ao abrir uma maravilhosa surpresa: Charming.

- Boa noite. É aqui que se encontra a mulher mais bonita do reino? – o príncipe disse com um sorriso nos lábios pela visão da linda mulher à sua frente.

- Eu não sei. O que você acha? – a morena falou dando uma voltinha para que Charming pudesse conferir seus atributos.

Charming não disse nada. Ele entrou na casa, jogou as sacolas que estavam em suas mãos em um canto da sala e foi ao encontro dos lábios de Regina. Ele a beijou suavemente. As mãos que normalmente estariam explorando o corpo perfeito da morena estavam entrelaçadas às dela. A boca não a tomava com voracidade, mas com amor, paixão, carinho... E mesmo suave, o simples contato com o corpo de Regina era suficiente. Só de estar perto dela, seu coração pulsava de alegria.

Regina sabia o motivo da suavidade do beijo. Seu corpo estava consideravelmente dolorido, se comparado à noite passada. A adrenalina causada pelas agressões e claro, pelo sexo maravilhoso que teve escondeu as dores reservadas a ela. No entanto, Regina estava feliz. A atitude de Charming demonstrava que ele realmente se importava, e porque não finalmente se permitir acreditar, a amava.

Depois de alguns minutos, eles se separaram. Sorrindo. Amando o momento.

- Qual o motivo da visita, príncipe? Sua esposa não vai se importar? – a morena adorava usar seu sarcasmo no príncipe.

- Eu vim cozinhar para uma mulher que necessita de meus cuidados. E, bem, minha atual esposa não vai se importar porque foi viajar e não vai ficar sabendo, e minha futura esposa, que está linda à minha frente, vai poder provar uma lasanha digna à dela – ele respondeu pegando as sacolas e indo para cozinha.

- Você realmente vai correr o risco de cozinhar uma lasanha para mim? – a morena o questionou, enquanto o acompanhava.

- Vou. E sem a sua ajuda. Você vai ficar sentadinha no sofá enquanto eu preparo nosso jantar – ele falou apontando para o móvel.

- Quero só ver! – ela acatou ao príncipe e se sentou, sem deixar de observá-lo.

- Espere só. Minha lasanha é tão boa quanto a sua – ele terminou e se concentrou no preparo do famoso prato de sua amada.

Depois de algum tempo, o jantar havia ficado pronto. Charming arrumou a mesa colocando os pratos, as taças de vinho e decorando com uma rosa vermelha dentro de um pequeno vaso no centro da mesa, além de algumas velas pela casa. Depois ele conduziu Regina, puxou a cadeira para que ela se sentasse e ficou à sua frente.

Durante a refeição, olhares foram trocados e sorrisos foram compartilhados. O lar de Regina exalava amor.

Terminando de comer, Charming lavou a louça e se juntou a Regina, que estava sentada no sofá. As mãos do príncipe repousaram sobre as pernas da morena e as bocas se encontraram mais uma vez. O beijo foi intenso o suficiente para causar arrepios em ambos os corpos. Mas antes que a situação saísse do controle, Regina interrompeu o beijo.

- Se você veio à procura de sexo, acho melhor você ir embora príncipe – ela disse enquanto fitava os olhos azuis que a encaravam.

- Eu não vim aqui à procura de sexo. Eu não recusaria se você estivesse bem, mas eu sei que não é o caso. Eu só quero cuidar de você. Já te alimentei, estou te curando com muito amor e em breve vou te ajudar a dormir – ele disse enquanto brincava com os cabelos da morena.

- Eu te amo – ela disse emocionada com a sinceridade e amor das palavras e atitudes do príncipe.

- Eu também, minha pequena – ele correspondeu dando um selinho em seus lábios.

Eles ficaram por alguns minutos assim, curtindo a companhia um do outro. O olhar compartilhado os acalmava. A respiração era compartilhada. Os corações pulsavam em sintonia. O momento era perfeito, mas o cansaço e as dores que tomavam conta Regina falaram mais alto.

- Bem, eu estou um pouco cansada. Acho melhor nós irmos dormir – a morena quebrou o silêncio.

- Claro. Vamos.

O príncipe se levantou, pegou Regina gentilmente em seu colo e foi em direção ao quarto, onde a deitou e se juntou a ela em seguida. Ele encaixou seu corpo contra o dela, entrelaçou os dedos de suas mãos e plantou um beijo no pescoço da morena.

- Boa noite pequena – ele sussurrou.

- Boa noite meu príncipe. Espero que isso não seja um sonho e amanhã eu acorde sozinha – ela falou da forma mais sincera possível.

- Isso não é um sonho, é para sempre – ele disse romântico dando um último beijo em Regina, antes de ambos silenciarem e adormecerem pouco tempo depois.

No castelo

A mente de Emma estava cheia de pensamentos. Deitada em sua cama, ela não conseguia dormir. Depois de passar o dia pensando nos fatos descobertos pela manhã, muitas teorias haviam sido formadas. No entanto, a que fazia mais sentido só passou pela sua cabeça naquele momento: Meu Deus! Só pode ser: o Charming e a Regina estão tendo um caso. Isso não pode ser verdade!!!

Notas finais
E aí, gostaram?
Bem, vou tentar postar um novo capítulo até terça, porque a minha escola não vai ter aula porque teve mó confusão na quinta (deu até polícia *o*) e as aulas foram suspensas até terça.

Deixem reviews me xingando, elogiando, dizendo um oi... qualquer coisa tá valendo.

Beijos e até o próximo capítulo!!! *-*