Notas iniciais
Hey folks! Capítulo novo acaba de sair do forno (do note, no caso). Espero que gostem.

Obs: The usual, obrigada por todas as reviews lindas.

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- NÃO! – o grito de Regina ecoou pelo quarto, acordando Charming.

- Regina, o que foi? – o príncipe perguntou assustado ao ver a morena cair em lágrimas – O que aconteceu pequena? – ele continuou envolvendo o corpo da rainha em um abraço apertado.

- Foi horrível príncipe – ela disse entre soluços afundando sua cabeça no peitoral do loiro como uma criança que se machucou.

- O que foi horrível? – ele questionou tentando acalmar a mulher em seus braços.

- Eu tive um pesadelo. Sonhei que estava perdendo nossos filhos. Foi tão assustador, príncipe – a rainha disse antes de cair em lágrimas novamente.

- Está tudo bem agora – o príncipe disse afagando os cabelos da morena – Nada vai acontecer com nossos filhos. Foi só um pesadelo.

- Não foi só um pesadelo. Tudo parecia tão real, a dor, o sangue... – Regina disse se distanciando um pouco do príncipe e colocando as mãos sobre seu ventre.

- Me escute – o príncipe começou a dizer segurando a cabeça da morena em suas mãos – Vai ficar tudo bem. Eu não vou deixar que nada aconteça com você ou com eles – ele apontou para o ventre da rainha – E essa é a única coisa real que você deve ter em mente. Ok?

- Ok – a morena concordou recebendo um beijo em sua barriga.

- Agora vamos voltar a dormir. Você tem que descansar – Charming disse fazendo com que Regina se deitasse novamente na cama.

O príncipe abraçou a morena delicadamente e repousou as mãos entrelaçadas em seu ventre. A respiração pesada de Regina, logo se normalizou e ela caiu no sono novamente. Seu corpo envolto pelos braços de Charming fazia com que ela se sentisse protegida.

Charming, no entanto, não conseguiu mais pregar os olhos. O grito desesperado da morena não saía de sua mente. O terror estampado nos olhos castanhos, o choro descontrolado... Ele nunca havia visto Regina tão frágil. Um sonho não poderia transformar uma mulher forte e confiante em uma criança assustada e indefesa tão rapidamente. Ou poderia? Eram perguntas sem respostas que não paravam de rondar sua mente.

Pelo resto da madrugada, ele ficou velando o sono de sua amada. Mantendo o pequeno corpo da morena em seus braços e observando os traços perfeitos do rosto contra a pouca luz que adentrava o quarto, ele mal percebeu quando o dia amanheceu.

O príncipe ainda estava perdido em seus pensamentos quando sentiu Regina despertando aos poucos em seus braços.

- Bom dia príncipe – a morena disse com a voz preguiçosa.

- Bom dia pequena. Conseguiu dormir? – o príncipe questionou dando um beijo no pescoço da rainha.

- Na medida do possível – Regina respondeu se aconchegando nos braços do loiro.

- Que bom. Você está com fome? – ele perguntou.

- Não muita – a rainha respondeu rapidamente.

- Você tem que comer alguma coisa – o príncipe disse se levantando e dando um beijo na testa da morena – Fique aqui que eu vou ver o que posso fazer.

- Só se certifique de não colocar fogo na minha cozinha – a rainha disse com o bom humor.

- Eu vou manter isso em mente – Charming completou antes de deixar Regina sozinha no quarto.

Uma vez que o príncipe havia deixado o cômodo, a morena abriu seus olhos preguiçosamente. Assim como no dia anterior, uma forte tontura atingiu seu corpo. E da mesma maneira do dia passado, ela levantou-se com cuidado e foi em direção ao banheiro.

Abriu o chuveiro e quando se preparava para retirar o vestido que usava e entrar debaixo d’água perdeu o equilíbrio completamente. Escorou-se na pia, fechando e reabrindo os olhos na tentativa de normalizar sua visão, agora embaçada. Seu corpo cada vez mais fraco, a tontura cada vez mais forte.

- Charming – ela gritou o príncipe com dificuldade.

A combinação desastrosa da concentração do loiro na cozinha, o barulho do chuveiro ligado e o grito não muito alto, impossibilitaram o chamado da morena ser ouvido.

Com as mãos apoiadas sobre a pia, Regina podia sentir seu corpo perdendo as forças. Algo muito estranho estava acontecendo. Era como se uma batalha estivesse sendo travada dentro dela. Ela sentia seu sangue fervendo em suas veias. Um último suspiro e uma forte dor atravessou seu ventre.

- Ah! – ela gritou com as últimas forças que ainda tinha.

Antes que atingisse o chão, Charming a amparou. Pegando a morena em seu colo, o príncipe a colocou deitada sobre a cama.

- Regina, fale comigo. O que está acontecendo? – o príncipe perguntou sacudindo a rainha que lutava para manter seus olhos abertos.

- Eu não sei. É como no pesadelo do ontem. A mesma dor. Ah!!! – Regina se contorceu de dor com as mãos sobre o útero.

- Tudo vai ficar bem. Fique calma. Eu vou... vou... te levar até um médico – o loiro falou nervoso.

- Não. Ninguém pode saber sobre nós ainda, esqueceu? – ela falou com dificuldade.

- A última coisa que eu consigo pensar agora é na minha reputação. Eu vou te levar até um médico e ponto final – Charming falou seguro pegando a morena no colo.

- Não. Vamos até a casa do Rumple. Ele já sabe que eu estou grávida e se o problema for o que eu estou pensando ele é o único que pode salvar nossos filhos – Regina disse entrelaçando seus braços na nuca do loiro.

- O quê? Como ele sabe que você está grávida? – o príncipe perguntou parando seu trajeto.

- Você realmente acha que esse tem que ser o nosso principal tópico agora? – a morena retrucou impaciente.

- Tem razão. Vamos até a casa dele – Charming disse antes de sair da residência da morena e ir para a casa de Rumple.

Durante o curto trajeto até a mansão de Rumple, as dores de Regina só aumentavam. A morena se contorcia no colo do príncipe e lágrimas escorriam por sua face. Um único pensamento passava por sua cabeça: iria perder seus filhos.

Charming se esforçava para fazer o trajeto no menor tempo possível. Ver a mulher que ele amava sofrendo partia seu coração. A possibilidade de perder seus filhos era desesperadora. E o que mais o intrigava: como Rumple poderia fazer qualquer coisa para aliviar a dor de Regina e salvar os bebês?

Assim que chegaram à mansão, Rumple apareceu na frente ao casal.

- Bom dia dears. Não acham que está um pouco cedo para fazerem visitas? – o homem falou com seu tom de voz irritante.

- Você precisa me ajudar – Regina disse com os dentes cerrados, ainda no colo de Charming.

- Preciso? – Rumple perguntou debochado.

- Por favor... – a rainha disse em tom de súplica – Você é o único que pode me ajudar.

- Bem, vamos entrar e eu verei o que posso fazer – ele disse liberando passagem para o príncipe entrar com a morena em seus braços – Coloque-a deitada naquele sofá. Ela é pequena, mas a lasanha tem que ir para algum lugar – Rumple completou delineando a bunda da rainha no ar.

- O que está acontecendo comigo Rumple? – Regina perguntou após ser deitada no sofá pelo príncipe que permaneceu ao seu lado.

- Oh dear, você sabe muito bem o que é, não se faça de boba – Rumple afirmou.

- E como eu faço parar? – a morena o questionou mais uma vez.

- Parar o quê? – Charming interrompeu a conversa entre os dois “amigos”.

- Ele não sabe? – Rumple perguntou e ao receber um aceno negativo da morena continuou – Magia, dear.

- Como assim? – o príncipe perguntou surpreso.

- Quando engravidou, sua querida amante... – ele foi interrompido pelo loiro.

- Mulher, minha mulher – Charming corrigiu sério.

- Que seja, amante ou mulher, não importa. Regina havia praticado magia e seu corpo ainda estava, vamos dizer, carregado – Rumple explicou.

- E o que isso tem a ver com as dores que ela está sentindo? – o príncipe perguntou sem se importar com o fato da morena ter usado magia.

- Quando a magia é usada depois de ter sido deixada de lado por um tempo, ela pode ter efeitos colaterais. No caso dela, é como se a magia presente em seu corpo estivesse atacando seus bebês – ele continuou.

- Então... eles estão mortos? – Regina perguntou em pânico.

- Não. Por enquanto – Rumple disse.

- Mas, se minha magia está os atacando... – a morena continuou.

- Dear, não seja estúpida. Do mesmo jeito que parte da sua magia está atacando seus bebês, outra parte está os defendendo. Por isso você está sentindo dores: seu corpo se tornou um campo de batalha – Rumple concluiu.

- E como nós paramos isso? – Charming perguntou ainda confuso com tudo que dito.

- Yeah, isso é um pouco mais complicado, dear – ele disse misterioso.

- Por quê? Deve ter algum jeito para fazer com que isso pare – a morena disse.

- Tem. Mas é um pouco complicado, dear – Rumple afirmou.

- Quão complicado? – o príncipe interviu.

- Bem, vocês têm duas opções: ir para um lugar sem mágica ou você – ele apontou para Regina – abdicar da magia: Para sempre – Rumple destacou as palavras.

- Como? Isso não é possível – a morena disse curiosa.

- Nunca diga que algo é impossível na frente de Rumpelstiltskin – o homem disse arrogante – Eu vim fazendo algumas pesquisas e descobri um meio de retirar a magia de qualquer pessoa de uma maneira rápida e eficaz.

- Explique – a rainha pediu.

- É bem simples. Tudo que você tem que fazer é assinar seu nome com essa pena nesse livro – Rumple disse fazendo com que os objetos aparecessem em suas mãos.

- Eu não vejo nada de diferente nessa pena e muito menos nesse livro – a morena disse se sentando, uma vez que a dor havia cessado um pouco.

- Mas eles são mágicos, dear. Essa pena vai usar sua magia como tinta e uma vez que você fechar esse livro com seu nome escrito nele, todo seu poder vai estar acabado e você nunca o conseguirá de volta – Rumple falou.

- Como nós saberemos que você não está mentindo? E o mais importante de tudo, qual o seu preço? – Charming perguntou.

- Bem, my dears, vocês terão que confiar em mim – o homem disse com seu sorriso típico nos lábios.

- Seu preço? – o príncipe perguntou novamente.

- Vamos dizer que ter eliminado, sem matar é claro, uma das minhas maiores ameaças e concorrentes vai ser o suficiente – ele afirmou.

- Você tem certeza que isso vai funcionar? – Regina perguntou.

- Yeah dear. Se isso é o que você realmente quer, vai funcionar perfeitamente – o homem afirmou.

- Então vamos lá, me dê esse maldito livro e essa maldita pena – a morena falou decidida.

- Espere, você tem certeza de que quer fazer isso? – Charming se virou para a rainha segurando nas duas mãos dela.

- Tenho príncipe. Eu vou fazer o que for preciso para salvar nossos filhos – a morena respondeu emocionada.

- E não vai se arrepender? – o príncipe sabia o quanto a magia significava na vida de Regina e não queria ter que conviver com uma mulher arrependida e amargurada.

- Não, nunca. Ao mesmo tempo em que a magia me faz sentir poderosa, ela é a responsável por destruir minha vida diversas vezes e eu não vou permitir que ela faça isso novamente. Eu nunca vou me arrepender de escolher a minha família – a morena afirmou com lágrimas nos olhos.

- Eu te amo ainda mais por isso – o príncipe disse antes de ir ao encontro dos lábios de Regina.

- Blergh... O momento “own...” vai acabar ou não, dears? – Rumple disse impaciente.

- Pronto. Onde eu assino? – a morena perguntou se distanciando do príncipe.

- Onde você quiser. Ah, mais uma coisinha, nada importante: se você sentir uma certa descarga elétrica não se assuste – o homem disse.

- Espere um momento, descarga elétrica? Isso vai matar meus filhos – a morena hesitou colocando uma das mãos sobre seu ventre.

- Não vai, dear. Essa descarga vai ser sua magia esvaindo de seu corpo. Não vai ser pior do que está acontecendo agora, eu garanto. E você – ele apontou para o príncipe – Acho melhor ficar do meu lado.

- Se algo acontecer com ela ou com meus filhos você vai se ver comigo – Charming disse em tom de ameaça.

- Oh! Que medo, dear – o homem disse com sua risadinha característica.

- Então, é isso – Regina afirmou pegando a pena em suas mãos.

- Não há motivos para se preocupar, dear. É simples. Você assina, fecha o livro e boom: sem magia e com filhinhos sãos e salvos – Rumple completou.

- Tudo bem – a morena concordou.

Observada por Charming e Rumple e com a pena em mãos, Regina começou a traçar seu nome. Cada letra adquiria um tom roxo no papel branco da folha. A morena terminou de escrever seu nome e fechou o livro. Nada parecia diferente. Olhares desconfiados foram lançados para Rumple, que mantinha um sorriso em seu rosto.

Mais alguns segundos em silêncio e Regina começou a sentir o que seu “amigo” havia dito. Uma descarga elétrica atingiu seu corpo. Uma fumaça roxa começou a sair pela boca e pelos dedos da morena em direção ao pequeno vidro presente na capa do livro.

- O que diabos está acontecendo? – o príncipe perguntou preocupado à Rumple.

- Ela está perdendo toda sua magia, dear – o homem completou sorrindo.

Regina ficou mais algum tempo do mesmo jeito. A magia se esvaindo de seu corpo lentamente. Pouco tempo depois, um último choque e a morena caiu desacordada no sofá.

- Regina! – Charming disse o nome da rainha a pegando em seus braços.

- Não se preocupe, dear – o homem disse enquanto pegava o livro que estava sobre a mesa – Ela vai ficar bem.

Com o livro em mãos, Rumple soltou sua risada mais característica: tinha funcionado. Regina havia voltado a ser uma simples mortal.

- Príncipe... – a voz fraca de Regina foi ouvida pelo loiro.

- Eu estou aqui, minha pequena – o príncipe disse aliviado por ver sua amada bem.

- Funcionou? – a morena perguntou mais para Rumple.

- Yes, my dear, funcionou perfeitamente. Você agora é uma simples mortal, sem poderes – o homem a respondeu.

- E meus bebês? Eles estão bem? – a rainha perguntou mais uma vez.

- Yeah dear. Eu disse que nada iria acontecer com eles – Rumple completou.

- Nós podemos ir embora então? – o príncipe perguntou impaciente.

- Bem, já que você mesmo se convidou para retirar, sim, podem ir. Certifiquem-se de fechar a porta depois de sair – ele disse pegando o livro há pouco usado pela morena.

- E o que você vai fazer com esse livro? – Regina perguntou.

- Guardar. Grandes feitos merecem ter suas recordações para serem relembrados, dear – ele respondeu.

- Obrigada Rumple – a morena disse sincera.

- De nada dear. Amigos são para isso – Rumple falou convencido.

- É, pode-se dizer que nós somos amigos – a rainha afirmou antes de Charming a pegar em seu colo.

- Obrigado por tudo Rumpelstiltskin – o príncipe agradeceu passando pelo homem antes de sair pela porta da frente com Regina em seus braços.

Durante o trajeto de volta para a casa da morena, nada foi dito. A morena, cansada, se conteve em se aconchegar no peito do príncipe.

Charming mais uma vez, fez o trajeto rapidamente.

Chegando à pequena casa, ele colocou Regina deitada sobre a cama e foi direto ao banheiro. Jogou um pouco de água gelada no rosto e ficou se encarando no espelho. Por mais orgulhoso que ele havia ficado com a decisão de desistir da magia, ele não conseguia esquecer o fato de que Regina havia a usado. Ele não sabia o motivo e isso o corroía.

Voltando ao quarto, ele encontrou a morena com os olhos vidrados nele.

- Alguma coisa errada, pequena? – o príncipe perguntou se sentando na cama da morena.

- Eu é que pergunto, príncipe. Você não disse nada desde que saímos da casa do Rumple. Algum problema? – a morena perguntou curiosa.

- Não... é só que... eu não consigo parar de pensar em uma coisa – o príncipe disse.

- O quê? — a rainha o questionou.

- Porque você havia voltado a usar magia? Você prometeu... – o loiro foi interrompido.

- Eu sei o que prometi – a morena afirmou.

- E porque estava usando magia, então? – Charming perguntou.

- Foi depois do que aconteceu com o Alex e a Snow. Eu estava com raiva e queria uma maneira de me proteger e logo pensei: magia – Regina disse.

- Você não precisava recorrer à magia – o príncipe disse sincero.

- Eu precisava. Magia é a única forma eficaz de proteção que eu conheço – a morena respondeu.

- Não é. Você tem a mim – o loiro começou.

- O que você está dizendo com isso, príncipe? – ela perguntou.

- Que você não precisa de magia, porque eu vou te proteger. De tudo e de todos – o príncipe afirmou.

- Você vai me proteger? – a morena o questionou.

- Vou. Proteger e tomar conta de você – Charming disse se aproximando mais da rainha.

- Olha que eu acredito em você príncipe – Regina disse.

- Você é a minha pequena. Eu te amo e sempre vou cuidar de você – o príncipe concluiu.

- É bom ouvir isso. Muito bom – a morena disse antes de capturar os lábios do loiro em um beijo rápido.

- Você não está cansada? – ele perguntou.

- Na verdade, estou. Muito – ela admitiu.

- Durma um pouco. Eu não vou a lugar nenhum – o príncipe afirmou dando um beijo carinhoso na morena.

E assim o príncipe fez. Durante a manhã e boa parte da tarde, ele ficou parado apenas observando Regina dormir. O rosto perfeito, o corpo perfeito, a mulher perfeita... Sua mulher.

As horas se passaram rapidamente e assim que ela acordou o príncipe fez exatamente o que havia prometido: cuidou dela. Ajudou-lhe a tomar banho e fez o jantar. Ficou ao lado da morena o tempo todo.

À noite, na hora de ir dormir, o príncipe deitou-se e abraçou Regina. Ele estava quase caindo no sono quando ouviu o choro da morena. Ele fez com que ela virasse seu corpo e pôde ver o rosto que tanto havia observado durante o dia.

- Regina, tem alguma coisa errada? Você está sentindo dor em algum lugar? – ele perguntou preocupado.

- Não, nada errado. Está tudo certo, tudo perfeito – a morena disse deixando algumas lágrimas escaparem.

- Então porque você está chorando? Eu fiz alguma coisa? – o príncipe continuou a questionando.

- Fez. Você está tomando conta de mim – Regina disse com um sorriso nos lábios.

- Eu estou – o loiro afirmou secando as lágrimas presentes no rosto da morena.

- Isso é bom, muito bom – ela disse perdida na imensidão azul do príncipe.

- É, é bom – o príncipe concordou.

- Você não tem que fazer isso, príncipe – a morena disse.

- Eu sei, mas eu quero. Eu preciso – o loiro afirmou.

- Por quê? – ela o questionou.

- Porque você, vocês – ele disse colocando a mãos sobre o ventre da morena – São minha família. E eu sempre vou cuidar da minha família, de vocês.

- Obrigada príncipe – Regina disse emocionada.

- Pelo quê? – ele perguntou.

- Por me amar – a morena afirmou.

- Eu que tenho que agradecer. Obrigado você – o príncipe disse.

- Pelo quê? – ela perguntou.

- Por me deixar amar você – Charming afirmou antes de beijar a morena rapidamente.

Assim os dois foram dormir. Beijos trocados, “eu te amos” declarados... Bebês a salvo e pais cada dia mais apaixonados.

Notas finais
Explicação: Eu não sei se o que aconteceu faria sentido na série, mas na minha cabeça louca faz (espero que na de vocês também).

Explicação 2: Minha aulas voltam hoje, os capítulos "podem" demorar um pouco mais para serem postados.

Explicação 3: "MordeDeuso" deixem reviews com comentários, xingamentos e afins...

Beijos na alma e até a próxima. *-*