Everything Has Changed
4 Capítulo 4
Notas iniciais
– Quem é Ricardo ? — pergunto
– Não sei quem é — reaponde Bianca
– Como não sabe quem é? Você chamou o Jonathan assim
– Ah, esse Ricardo. Ele é... é um amigo de infância meu. Ele tem o rosto parecido com esse tal de Jonathan
– E o apelido dele é Cobra?
– É... — ela responde um puco surpresa por eu saber disso
– O Jonathan também tem o apelido de Cobra
– Karina, você acha que eles são mesma pessoa? Isso é só uma coincidência
– É... deve ser
Ficamos em silencio, até que acampainha toca.
– Você está esperando alguém? – pergunta Bianca
– Na verdade estou, mas a gente não marcou de se encontra aqui
– Eu vou ver quem é – fala ela indo se levantar
– Não preicisa, eu vejo – digo em seguida saio
Abro a porta e dou de cara com Luana.
– E ai K? – fala ela enquando entra
– O que houve? Aconteceu alguma coisa?
– Não, seu pai tá em casa?
– Não...
– Eu vim aqui porque pensei que se seu pai não deixasse você ir ao encontro, eu ia fingir que você ia ao cinema comigo. Como eu já estou vou te ajudar a escolher uma roupa, troxe um vestidos lindos – ela estende uma bolsa – Vamos – ela me puxa para fora da sala.
Ela entra dentro do quarto e coloca a bolsa em cima da cama.
– Oi, Bi – fala ela se sentando e depois abrindo a bolsa
– Oi. Para que tanta roupa? – pergunta Bianca
– É porque K vai sair com um garoto... perai! Ela não contou
– Não , né Karina?
– Eu ia te contar depois – respondo
– Então, o que você acha desse vestido – ela me estende esse vestido:http://www.roupasfemininasloja.com.br/675-vestido-feminino-floral-lady-lake-bege-amarelo-colorido-tendencia.html
– Bonitinho
– Então, experimenta ele — ela o estende
– Tá — eu pego ele e vou me trocar no banheiro
Quando volto.
– Então, como estou? — pergunto dando um voltinha
– Tá linda K — responde Bianca
– Concordo com ela. Então, pode ser esse vestido? — pergunta Luana
– É... — olha para mim pelo espelho — Pode
– Eu sei fazer um make que você vai ficar diva — fala Luana tirando um estojo de dentro da bolsa. Ela se levanta e me puxa até a penteadeira — Senta ai
– Luana só não exagera — digo enquanto sento na cadeira
– Pode deixar K
**********
Estou indo encontra Pedro no chafariz da praça, depois da produção da Luana. Ele está em costado no chafariz com uma rosa na mão direita.
– Oi — digo quando chego mais perto
– Oi — ele me olha de baixo para cima e fala — Você está linda
– Obrigado
– É para você — ele estende a rosa, eu pego — Eu não pude trazer um caruagem, mas sim o humilde carro do meu tio — ele aponta para um carro que está estacionado no outro lado da rua.
– Você é um fofo, sabia? — falo rindo
– Sabia. Tô brincando — ele começa rir — Vamos — faço que sim com a cabeça
Atravessamos a rua. Na hora que eu vou abri a porta para entra ele fala
– Espera! — ele abre a porta para mim — Agora sim madame — ele faz um gesto com a mão
Entro e ele fecha a porta. Quando ele já entrou dentro do carro e deu a partida pergunto.
– A onde a gente vai?
– Surpresa — ele dá um sorrisinho fofo
– Você falou que esse carro é do seu tio, por que seu pai não deixa você dirigir o carro dele?
Pedro tira sorriso do rosto e troca por um expressão séria.
– Meus pais morreram num acidente de carro, desde então moro com meus tios
– Sinto muito
– Já faz muito tempo eu era bem pequeno, quando aconteceu, nem me lembro do rosto deles direito
– Sei como é, minha mãe morreu no meu parto. Eu nem cheguei a conhecer o rosto dela, só conheço por foto.
– Sinto muito- ele dá um sorrisinho triste e eu o devolvo
– Sabe você não parece com a Pri — digo
– É porque ela não é minha irmã de verdade, ela é minha prima. Só que a considero minha irmã, pois fomos criados desde de bem pequenininhos.
Depois que ele fala isso ficamos em silêncio até final. Ele para numa floresta.
– Chegamos — ele diz
Saio do carro e olho envolta.
– Eu sinto como se já tivesse vindo aqui — eu faço um pausa e fico olhando pro chão.
– Tá tudo bem?
– Tá sim, é só que eu... eu tenho uma bizarrice
– Todo mundo tem sua bizarrice
– A minha é diferente das outras, eu... eu não lembro de nada minha infância eu só lembro a parti dos 9 anos. O que veio antes é poeira. As vezes umas rápidas visão invadem a minha cabeça, só que é raro.
– Eu acho que isso é nada demais, você não deveria sentir vergonha de contar isso para as pessoas.
– Obrigado, você é primeira pessoa que não acha isso estranho
Pedro abre a porta do banco traseiro e tira uma cesta, igual aquelas de piquenique, e em cima da cesta á uma toalha de mesa dobrada.
– Nós vamos fazer um piquenique? — pergunto já sabendo á resposta
– Acertou em cheio
Ele estende a toalha na grama e senta em ciam dela, logo sento também. Ele abre a cesta e pega um sanduíche para ele e outro para mim. Eu dou um mordida, depois que engulo falo
– Sabe a sua irmã disse para mim que nosso encontro provavelmente séria...
– No cinema — ele completa á minha frase
– É
– Isso é verdade, eu levo toda garota que eu acho que não vai ter futuro no cinema.
– Então, você acha que a gente tem futuro? — pergunto
– Eu não acho, tenho certeza
Depois que ele fala isso eu abro um sorriso bobo. Ele se deita e fica encarando o céu.
– Quando eu era pequeno gostava de ficar olhando para as nuvens e ver se acha forma de animais ou outras coisa nelas — ele faz um pausa e fica olhando o céu — Olha aquela nuvem ali, não parece um coelho — ele aponta para o céu
Olho para cima e não vejo nada.
– A onde Pedro, que eu não tô vendo?
– Deita aqui que você vai ver melhor — ele faz um gesto com á mão para eu deitar ao lado dele
Deito ao lado dele.
– Aquela ali — ele aponta novamente para nuvem, que agora consigo ver e até parece um pouco
– É até parece, você tem uma bela imaginação
– E você tem um belo sorriso
Depois que ele fala isso ficamos nos encarando. Pedro se vira um pouco para meu lado, eu faço o mesmo. Ele coloca a mão no meu rosto e começa a se aproximar, estamos quase nos beijando. Quando...
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