Notas iniciais
Oi, pessoal. Primeiramente queria agradecer a complicada e perfeitinha , a IsisLopes, a Alasca, a kah112, a nicole, a maria16 e a LuhAparecida. Obrigado pelos comentarios. Espero que gostem. Beijos e borboletas. Me desculpem se houver algum erro de português e que eu estou postando no celular e as vezes passam despercebido s

– Quem é você ?

– Seu assassino — quando ele fala isso deixo o copo cair no chão. O copo cai perto do meu pé, que agora está sujo de suco

Olho para porta e penso se consigo fugir, mas ele pode mas ele pode me alcançar. Então, me lembro "quem arrisca não petisca". Corro na direção da porta,ele me segura pela cintura e me joga no chão. Bato com a cabeça na parede e o tal garoto pega uma faca do bolso. Me levanto apoiando na parede. O garoto vem na minha direção e coloca un das mãos no meu pescoço. Com a outra, que ele segura a faca, ele coloca aponta da faca no meu rosto.

– Tão bonitinha para morrer — ele da um arranhão de leve no meu rosto

De repente a campainha toca, ele olha para porta depois para mim.

– Vai ser um prazer matar um amigo seu — ele me solta e vai na direção da porta

– Não! — grito, seguro o braço dele. Ele puxa o braço e me empurra dou com as costas na parede- Socorro! Socorro! — grito para chamar a atenção dele, ele me empurra contra a parede e coloca a mão na minha boca

Olho para porta e Pedro está entrando de fininho. Acho que meu agressor não viu ele, na hora que ele olha para trás Pedro se a baixa.

– Garota se você tentar alguma gracinha eu mato aquele garoto — eu estava errada ele viu o Pedro — Entendeu? — faço que sim com a cabeça

O garoto me puxa da parede e me coloca de costa para ele, bota o braço envolta da minha cintura e com a outra coloca a faca no meu pescoço. Penso " não posso deixar que ele mate o Pedro", então, tenho a idéia de morder a mão a qual ele segura a faca.

– Saia de onde você está se não ela morre! — na hora que ele grita isso ele para de apertar a faca contra meu pescoço. Essa é a deixa mordo á mão, que ele segura a faca ele á larga e me solta

– Vadia! Você me mordeu!

Pego a faca dele, que está no chão e aponto para ele

– Não se mexa se não...

– Se não o que? Você vai enfiar essa faca em mim ou melhor vai me matar. Ah! Me poupa!

Depois que ele fala isso Pedro a parece atrás dele segurando um abajur. Pedro da com o abajur na cabeça dele, que desmaia com a pancada. Pulo o corpo do meu agressor e vou até elek de impulso abraço ele. Quando saio do abraço ficamos nos encarando, até que ele coloca a mão no meu rosto e nós beijamos. Um beijo de língua, calmo e fofo. Enquantamos estamos nós beijando o garoto se levanta e foge pela porta. Pedro sai do nosso beijo para ir atrás dele, seguro o braço dele.

– Deixa ele ir — falo largando o braço dele

– Como assim deixar ele ir? Ele tentou te matar

– Eu sei. Só que ir atrás dele não vai adiantar nada, a gente nem chamou a polícia e até lá você a ficar imobilizando ele.

– É, ele arranhou seu rosto — ele toca de leve no meu arranhão.

– Só foi um arranhãozinho

– Mesmo assim você tem qe passa álcool nele

– Não precisa, não está nem mas sangrando

– Tá você que sabe, depois pega um resfriado..

– Isso não tem nada a ver — digo rindo

– Tem tudo a ver

– Eu tenho qe a visar ao meu pai e a Bianca...

– Não precisa, você vai preocupar eles, como ninguém se feriu gravemente não precisa

– É você tá certo, mas eu não quero ficar aqui sozinha

– E quem disse que você vai ficar aqui sozinha

– Você quer dizer que vai ficar aqui comigo?

– Vou, até a sua irmã e o seu pai voltar. Vamos ver se a algo bom nessa TV- ele pega o controle e senta no sofá

– Você está com fome? Porque se você quiser eu faço uma pipoca para gente

– Pode ser

Vou até a cozinha, abro a estante e tiro uma pipoca de microondas. Coloco ela dentro do microondasna hora que vou digitar o tempo. A campinha toca.

– Pedro atende para mim — falo

– Claro — ele se levanta e vai na direção da porta

Dígito o tempo e aperto ligar. Quando me viro para ver quem é que tocou a campainha dou de cara com Cobra vindo na minha direção.

– O que você está fazendo aqui? — indago

– Posso conversar com você? — ele olha para Pedro — A sois

– Pedro olha á pipoca por favor — puxou Cobra até meu quarto e fecho a porta

– O que esse cara está fazendo aqui ?

– Isso não lhe interessa. Eu que tenho que te pergunta o que você está fazendo aqui ?

– Só estou aqui porque eu senti que algo tinha acontecido com você...

– Pera aí! Você consegue sentir quando algo vai acontecer comigo?

– Consigo

– Eu também consigo sentir quando algo vai acontecer com você?

– Eu não sei. Então, algo aconteceu?

– E sim algo aconteceu um homem entrou aqui para me matar, só que você chegou tarde aquele cara está na sala foi ele que me salvou

– Que bom para ele — Cobra fala num tom de deboche — Como era esse tal homem?

– Ele tinha cabelo perto, devia ser um ano mais novo ou da minha idade e olhando do bem ele até parecia com você

– Ele parecia comigo? — faço que sim com a cabeça — Ele tinha uma cicatriz um pouco á baixo do olho?

– Tinha. Você o conhece?

– Ele é meu irmão. Ele falou algo sobre mim?

– Claro, a gente conversou muito enquanto ele estava com uma faca no meu pescoço

– Não banca a em graçadinha

– Não, ele não falou nada sobre você

– Tá, então, eu vou embora. Só abre o olho com esse cara — ele fala enquanto sai do quarto

– Claro — respondo retirando os olhos e também saio do quarto

Ele passa pela sala igual ao um vulto. Pedro está sentado no sofá assistindo algo e comendo pipoca, ele coloca o saco da pipoca em cima da mesa e vem na minha direção.

– Bem que você poderia me avisar que tinha um namorado,aí a gente evitava essa situação?

– Ham? Ele não é meu namorado

– Não ?

– Não, eu e o Cobra somos só amigos

– A entendi. Então, vem que a pipoca vai esfriar — ele me puxa até o sofá e me sento nele

Passa uns minutos e Bianca me manda uma mensagem que já está chegando.

– Pedro, você já pode ir minha irmã e meu pai já estão chegando — digo enquanto me levanto

– Tá bom — ele se levanta

Abro a porta para ele.

– Se cuida — ele da um beijo na minha bochecha — Não abra para estranhos

– Pode deixa, pai — falo rindo

– Tchau

– Tchau — respondo e fecho a porta

Sento no sofá, passa um minuto e meu pai e Bianca chegam.

– Karina, por que você não avisou a gente o que aconteceu? — pergunta meu pai

– Quem te contou isso?

– Cobra

– Não acredito que ele contou isso para vocês, eu só não contei porque não queria preocupar vocês

– Pai, depois você termina de dá o sermão na K — fala Bianca com uma animação na voz

– Que houve?

– A gente tem uma surpresa

Notas finais
Qual será a surpresa? Quem voces preferem para ser irmão da Karina João, Duca ou eu inventar um personagem. Comentem. Eu vou ficar um tempo sem postar porque eu vou passar um tempo na casa da minha Vó e lá não tem Internet, mas eu vou tentar postar. Beijos e borboletas