Everything Has Changed
20 Capítulo 20
Notas iniciais
– Quem é essa?
Ela está numa parte escura da sala e não consigo ver sei rosto
– Essa é... — ela o interrompe
– Clarice — ela se aproxima e esticar a mão
Ela tem cabelo perto, que tem mexas vermelhas na ponta e vai até a cintura, Clarice é um pouco mais baixa do que eu. Ela me lembra maldade, um dos motivos de ser porque ela tem uma tatuagem de dragão no pescoço e outra tatuagem de uma aguda no pulso, penso se ela tem idade suficiente para fazer tatuagens ela deve ser um ano mais nova do que eu. Clarice está usando uma blusa de alça, que tem pequenas caveiras estampada, ela usa um short preto e uma bota perto de cano curto.
Depois de um tempo aperto sua mão.
– Ka...
– Eu sei quem você é
– Clarice é minha irmã e ela... — dessa vez eu o interrompo
– Mas seu irmãos não me odeiam?
– Não te odeio. Eu vim para cá porque só agora eu percebi o quanto a minha mãe é louca, aí eu vim pedir para Cobra para eu sair daquilo e para eu vim para o lado de vocês
– Eu claro aceitei. A Clary vai me ajudar a vigiar você
– Eu não preciso de uma babá — algo nela que me faz querer socar alguém
– Que isso Karina? — pergunta Cobra
– Eu não vou ser sua babá, eu só vou ajudar o Cobra a te proteger
– Eu não preciso da sua proteção
– Karina! — Cobra me repreende
Aí percebo que estou sendo grossa.
– Desculpa, é que isso é muito novo pata mim
– Não tudo bem
– É... você vai dormir no QG
– Não ela vai dormir aqui — Cobra responde pro ela
– Aqui?
– É tem algum problema? — ela pergunta
– Não nem um, é só que meu pai sabe disso?
– Sim ele sabe
– Agora que vocês se conhecem eu vou indo. Tchau Clary — ele dá um beijo má tenta dela- Tchau Ka — ele sai
Depois que Cobra sai, Bianca aparece na sala
– E aí meninas estão como fome?
– É até que estou — responde Clarice
– Tá então eu vou pedir una pizza para a gente- ela pela o telefone e disca
*********
Acordo com um som vindo da cozinha, ainda está escuro e vejo que são 3:30 da manhã, Clarice e Bianca estão dormindo. Me levanto com cuidado para não acordalas. Quando chego na cozinha levo um susto quando vejo uma mulher, encostado na mesa da cozinha bebendo um suco. Quando ela olha para mim, sei rosto não me é estranho e percebo que ela parece com a Clarice. A tal mulher este usando um vestido vermelho grudado no corpo, tem o cabelo preso num rabo de cavalo e usa brincos de caveiras mexicanas.
– Karina você tem uma bela casa. Que um pouco? — ela me levanta o copo
– Quem é você?
– Carla, sua tia, ou melhor, mãe do Cobra
– O que você está fazendo aqui e como entrou aqui?
– Eu vim visitar a minha sobrinha favorita
– Você me odeia que eu sei
– Poxa não deixou nem eu encenar — ela responde rindo, coloca o copo em cima da mesa e começa a se aproximar de mim
– Nem mais um movimento, se não eu grito
– Se você fizer isso não vai saber quem é a garota que o lobo matou
– Quem é ela?
– Sua prima, minha filha, a filha que você matou...
– Eu não matei ela
– Claro que matou você ficou assistindo ela morrer, você poderia ter gritado por ajuda ou até usar sua varinha, você sabia fazer alguns feitiços, mas invesdisso você ficou assistindo ela morrer. Matou a prima, matou a mãe...
– Eu não a matei, quem matou ela foi você!
– Por sua culpa! Se ela tivesse me dito a onde você estava, eu não precisaria mata la. Matou a mãe, matou o irmão, matou a prima, matou a tia...
– Cala a boca! Eu não matei ninguém! — parto para cima dela
Jogo ela no chão, fico em cima dela e tento soca la. Ela me chuta para longe, fica em cima de mim, coloca a mão no eu pescoço e começa a me enfocar.
– Eu te odeio. Te odeio — ela bate a minha cabeça no chão enquanto fala isso. Aí ela tira as mãos do meu pescoço e desamarra a atadura, que envolve meu braço — O que você acha disso? — Carla enfia as unhas no lugar a onde fui mordida, grito e uns instantes depois alguém tira ela de cima de mim. Me levanto correndo, Cobra está segurando ela, a mãe dele fica se debatendo tentado se soltar dele, ele pega a varinha, coloca no cabeça dela e fala.
– Dormitat — ela desmaiou, Cobra a solta e coloca no chão
Ele vem até a mim e me puxa até a piá, bate a varinha no mármore dela e um pote parece. Ele o abre e passa um pouco na minha ferida, depois pega a atadura e a envolve no machucado.
– Obrigado
Cobra não responde nada só sorrir.
– Pronto — ele fala depois de enfaixar
– O que a gente vai fazer com ela? — apontou para trás do meu ombro
– Nada — ela responde me viro e Carla está em pé com uma varinha a pontada para mim- Você achou mesmo que esse feitiçozinho ia me apagar
– Mãe, abaixa isso – Cobra fala calmamente
– Filho, isso é para nosso bem — ela gira a varinha e grita morietur
Tudo acontece muito rápido, só vejo um feche de luz branca vindo na minha direção, antes que eu possa ter alguma reação, Cobra me empurra e entra na minha frente, recebendo o feitiço. Ele começa a cair, tento segurar ele,mas ele é pesado de mais, só consigo diminuir a força da queda. Me a joelho a seu lado e nesse momento percebo a gravidade da coisa, quando vejo o sangue machado sua roupa. Entro em estado de choque, olho para mãe dele e ela está tentado a mesma reação que eu.
Depois de uns instantes decido fazer algo, levanta a blusa dele, a uma ferida como se ele tivesse ele levado uma facada e à medida que passa a ferida vai crescendo. Desamarro atadura do meu braço e a envolvo até onde posso, a amaro com força para estancar e o resto pressiono com a mão.
Cobra não diz nada só fica me observando, olho para a sua agrssora e ela desapareceu.
– Kari...- me volto para ele
– Shhh. Vai ficar tudo bem. Pai! Bianca! — acho estranho com toda essa gritaria eles não terem aparecido
Chamo de novo e nada, Cobra segura na minha mão.
– Karina...não...não faça esforço eu já estou morto
– Shhh. Não fala besteira, tudo vai ficar bem
Ele aperta a minha mão.
– Tenha cuidado, não confie em ninguém
– Cobra para — murmuro — Não faça uma despedida — quando término a frase uma lágrima sai dos meus olhos — Eu preciso de você — sussurro
Ele me olha surpreso.
– Eu te amo — ele diz e dessa vez eu fico surpresa
Fico o encarando, até que respondo
– Eu também te amo — aí que as lágrimas começam a cair
Ele tenta sorrir, mas não consegue. Aí percebo que ele come cá a soltar a minha mão, ele a solta totalmente e ela cai ao lado de seu corpo e seu rosto vira para o outro lado. Nesse momento percebo que ele se foi, fico de bruços sobre seu corpo e choro. Pego seu rosto e o viro para mim, os seus olho ainda estão aberto, os fecho.
A última coisa que me lembro é seu rosto, pois as coisas começam a perder o foco e depois tudo fica preto. Quando abro os olhos novamente, estou em meu quarto, Bianca e Clarice estão me observando. Sento correndo na cama, Bianca segura meus braços.
– Calma Karina — percebo que estou ofegante
– Vocês tiraram o corpo dele de lá?
– Como é? — indagou Clarice
– Corpo? Do que se está falando? — pergunta Bianca
– O corpo do Cobra
– O que? Você acha que o Cobra morreu?
– Ele morreu, eu vi
– Karina você teve um pesadelo
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