Everything

4 Meio Amigas?


Notas iniciais
Quinn não morreu! Todos comemoram!!
E para celebrar, vai aqui o capítulo que seria postado amanhã.
Espero que estejam gostando e me digam o que pensam sobre a fic.
Abraços e boa leitura.

“RACHEL!!”.

Acordo assustada e com o suor escorrendo pelo corpo.

“O que foi aquilo?”. Penso ainda assustada e sem me mover da cama. Sinto como se tivesse sido esmagada por todas aquelas imagens e sensações e a única coisa concreta em minha mente é Rachel. “Rachel... Mas eu nem gosto dela! Ou gosto?”. Penso frustrada até que decido me levantar e ver se um banho ajuda a passar essa sensação terrível em meu corpo e mente.

Parece ser domingo, mas nem sei que dia é ao certo. Me sinto estranha, como se algo faltasse, como se estivesse perdida. E ainda tem essa vontade louca de ver Rachel Berry. Mas que coisa, de onde vem isso? Penso. Então resolvo dar uma volta de carro, ver se minhas ideias se esclarecem e minha mente se acalma, nunca me senti assim e toda essa agitação ser exatamente por ela me assusta.

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Consegui passar o dia sem ao menos chegar perto da casa dela, o que foi feito com muita força de vontade por sinal.

Não entendo essa fixação com Rachel Berry, nem somos amigas, mas sinto falta dela de uma forma que não consigo explicar ou descrever. Como posso resolver isso se nem entendo o que se passa na minha cabeça? E ainda tem aquele sonho louco e assustador. Como assim eu morri e Rachel, Santana e Brittany terminam daquele jeito?

“Você está ficando louca Fabray, é isso!”.

Digo ao voltar pra casa, já no final do dia.

“Está falando sozinha queria?”.

Minha mãe pergunta saindo da sala.

“Não é nada demais mamãe, estou ficando um pouco louca, vou deitar.”.

Ela sorri e eu vou pro meu quarto tentar dormir, afinal amanha tem aula e talvez as coisas fiquem mais claras com relação a Rachel.

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Uma lápide, lágrimas, Santana, Brittany, a foto do anuário e Rachel. Ela esta chorando, por minha causa, de novo, abraçada à foto da escola como se fosse sua salvação.

“Olhe pra mim Rachel e diga o que está havendo.”.

“É culpa sua Fabray, faça algo para salvá-la.”. Diz o estranho parado ao meu lado.

Ela se levanta e diz ser hora de partir, de me encontrar, então se joga do alto do prédio.

“Rachel, não! RACHEL!”.

Outro sonho, e como se fosse possível, pior que o de antes. O nome que gritei no sonho ressoa em minha mente, como se para me lembrar de cada instante do sonho, da dor nos olhos dela, o salto...

“O que está acontecendo? Porquê essa dor e preocupação com ela?”.

Pergunto para o nada e me encolho na cama deixando as lágrimas fluírem.

Depois de alguns minutos resolvo levantar, tomar um banho e me arrumar para a escola.

Saio do banho, pronta para sair, e dou de cara com o rapaz dos sonhos, bom pelo visto não foram sonhos, então digo desanimada.

“Não foram sonhos, certo?”.

Ele sorri triste e diz.

“Vim aqui exatamente por saber que você pensaria assim. Principalmente quando não foi atrás dela ontem. E se não percebesse tudo o que houve, poderia desistir do nosso acordo.”.

Aceno em concordância enquanto sento na cama e lhe digo cansada.

“Por um momento desejei que fosse um sonho, mas quando consegui me acalmar, percebi que tudo o que sinto por ela é real, que realmente faria tudo para fazê-la feliz. Mas confesso que acordar aqui, de volta, fez com que todos os sentimentos que tinha antes, o suposto ódio e desprezo, e os quais tenho agora, o amor e carinho, me assustaram e fizeram uma bagunça na minha cabeça.”.

“Mas ver a dor nos olhos dela naquele lugar, sua tristeza e apatia, me fizeram relembrar o que sinto por ela, e o quanto senti falta da verdadeira Rachel. Sinto como se não a visse há anos.”.

Suspiro e continuo com um sorriso triste.

“E você tem razão, se não aparecesse, eu pensaria que foi um sonho, então faria nada para mudar o que pode acontecer. Por isso, mais uma vez, obrigada.”.

“Então, em que ano estamos?”. Pergunto animanda, ao que ele responde seco.

“No seu último ano do colegial.”.

“Não podia ter voltado mais? Tipo uns dois anos?”. Pergunto rabugenta, ao que é prontamente respondido por ele de forma ácida.

“Pra que? Pra você não fazer da vida dela um caos e conquistá-la enquanto mantêm a ficha limpa? As coisas não funcionam assim Fabray.”.

Ui, essa doeu. Penso enquanto engulo meu orgulho e digo mais receosa agora.

“Desculpe por aquilo, acredito ter sido um tipo estúpido e doloroso de negação.”.

Ele assente sorrindo sincero e ao perceber isso me animo um pouco.

“Então, que dia é hoje?”.

Ele parece pensar por um momento e responde escorando na janela.

“Vocês ganharam as Seletivas há alguns dias. Hoje ela volta para a escola, estava suspensa por alguns dias.”

Me levanto animada e enquanto arrumo meus materiais para as aulas, lhe digo sorrindo bobamente.

“Ótimo! Assim posso vê-la logo. Estou com saudades daquele sorriso.”.

Paro o que estava fazendo e pego uma folha de caderno para anotar algumas coisas. Ele percebe e se aproxima curioso.

“O que é isso?”

Sem parar o que estou fazendo lhe respondo.

“Uma lista das coisas que tenho que fazer a partir de agora.”.

Penso por mais alguns instantes e quando acredito ter terminado a lista, a ergo para que ele veja.

“Hum, interessante sua lista Fabray.”.

1 – Ver Rachel

2 – Ajudar Brit e Satan a irem para a faculdade

3 – Conquistar Rachel

4 – Separar Rachel de Finnútil

5 – Salvar Rachel

Ao terminar de ler, ele comenta debochado.

“Esta numeração é por ordem sequencial ou por importância? Pois vejo que conquistar a menina é o terceiro ponto dela.”.

Reviro os olhos e respondo ríspida.

“A numeração é o de menos. Rachel sempre será minha prioridade.”.

Ele sorri e diz fazendo graça.

“Isso foi um discurso realmente apaixonado Fabray. Acaba de recuperar os pontos que perdeu, ao duvidar por um momento de seus sentimentos por ela.”.

Bufo contrariada e saio do quarto, pois mal posso esperar para chegar na escola e ver aquela baixinha. Sorrio com o pensamento e quando me viro para chamá-lo, ele já sumiu.

“Isso mesmo Charlie, vá cuidar do meu amor.”.

Tomo café correndo, dou um beijo em minha mãe, que se assusta com meu comportamento e saio para ir à escola.

“Quanto mais cedo chegar lá, mais cedo vejo Rachel.”. Digo animada enquanto praticamente corro.

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Estou na sala de Figgs e mal controlo minha ansiedade para vê-la. A saudade é tão grande que fico andando de um lado para o outro, até que a secretária pigarra irritada, então me sento, tentando manter a compostura, mas é impossível, pois a porta se abre e ela está ali, tão linda, tão viva e ao me ver abre aquele sorriso brilhante. Com isso não me seguro mais, levanto e caminho em sua direção para em seguida lhe dar um abraço apertado.

“Senti tanta sua falta.”.

Ela parece assustada e desconfortável, então me lembro que até ontem, pelo menos nesse tempo, eu dizia que a odiava, ou algo próximo a isso, então resolvo me afastar, mas ela me surpreende e me abraça de volta, como se apesar do susto realmente quisesse aquilo, o que me deixa mais feliz ainda e ela diz.

“B-bom, fi-fico feliz por me dizer, digo, por estar aqui, apesar de ser uma surpresa.”.

Rachel está gaguejando, o que é simplesmente impossível, e me deixa incrivelmente feliz. Desfaço o abraço, a muito contragosto por sinal, e antes que eu diga algo ela pergunta.

"Veio aqui para contar ao Figgs sobre Shelby e Puck? Porque acredito que é uma péssima ideia.”.

“O que? Shelby e Puck? Não!”. Penso ao ver sua expressão desapontada logo ao fazer a pergunta, o que me faz responder imediatamente, lembrando vagamente do assunto em questão.

“Vim aqui para lhe ver e falar com você na verdade.”.

Ela sorri tímida e pergunta.

“Você não vai contar nada sobre eles?”.

“Não.”. Respondo prontamente, ao que ela pergunta.

“Por quê?”.

“Porque isso destruiria a vida de Beth, e amo demais minha filha para fazer isso. Vim para te agradecer na verdade.”.

Ela sorri e pergunta mais uma vez.

“Pelo quê?”.

“Por não deixar que eu fizesse ao estúpido, algo que eu iria me arrepender pelo resto da vida ou da morte.”. Respondo, e antes que ela fale algo, lhe digo sorrindo e mudando de assunto.

“Tudo certo com a suspensão?”.

Ela parece acordar de um devaneio e me responde séria, mas sorrindo.

“Sim. Vai para meu histórico, mas espero que NYADA veja isso como uma rebeldia artística e não me prejudique.”.

Sorrio ao saber que ela vai ser aceita em NYADA de qualquer forma e digo.

“Tenho certeza que vão relevar isso, afinal, seu talento é muito maior que uma mancha no histórico escolar.”.

Ela arregala os olhos em surpresa por minha declaração e diz baixinho.

“Obrigada Quinn. Não sabia que pensava isso de mim.”.

Sua timidez repentina me deixa ainda mais encantada, e ainda sorrindo lhe respondo.

“Há muitas coisas sobre mim que você não sabe Rachel.”.

Ela levanta os olhos e me encara séria, mas antes que diga algo continuo.

“E pretendo lhe mostrar todas elas daqui para frente.”.

Ela sorri e diz.

“Isso significa que somos amigas?”.

Sua frase me faz sorrir ao lembrar quando me disse isso. Anos atrás? E lhe respondo enquanto me sento.

“Mais ou menos isso.”.

Ela sorri mais uma vez e se senta ao meu lado, enquanto pergunta.

“E você, tem alguma universidade em mente?”.

Faço que sim e digo.

“O que acha de Yale?”.

Ela sorri e responde imediatamente.

“Oh não, tenho olhos apenas para NYADA.”.

Sorrio dizendo suavemente enquanto lembro que já ouvi essas palavras.

“Não para você... para mim.“.

Vejo seu sorriso e com o meu próprio continuo.

“Não canto tão bem quanto você ou Kurt, mas gosto de atuar. E Yale tem um ótimo programa. Acredito que não teria problemas em chorar.”.

Ela me sorri e responde animada.

“Claro! Parece ótimo. Principalmente porque não terá que competir comigo.”.

Sorrio para sua animação e tentativa de brincadeira e olhando nos meus olhos continua.

“Você é muito melhor do que pensa Quinn.”.

E ali, naquele olhar, depois dessas palavras, vejo que existe uma chance para nós. Que eu posso, talvez, conquistá-la.

Somos interrompidas pela volta da secretária, então me levanto dizendo.

“Te vejo no Glee?”.

Ela parece desapontada e pergunta.

“Aonde você vai?”.

“Tenho que conversar com algumas pessoas.“.

Lhe digo ainda sorrindo, e ela fala tímida.

“Bom... não sei se precisa de ajuda com a inscrição de Yale...”.

“Não com Yale, mas se não estou enganada Santana, Brittany e Mercedes saíram do Glee, poderia me ajudar a fazê-las voltar?”.

Ela balança a cabeça em concordância então lhe digo rapidamente meu plano, que havia sido executado com sucesso anteriormente, e saio da sala para procurar Santana, Brittany e Mercedes.

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Chego ao banheiro e vejo que minhas três amigas estão conversando sobre a competição, lembro como estavam Santana e Brit naquele outro tempo, então me aproximo puxando a latina para um abraço, enquanto dito.

“Você fica muito melhor assim Satan.”.

Santana parece em choque, o que é totalmente ignorado por Brittany que pula animada se juntando ao abraço enquanto grita.

“ABRAÇOS!!!”.

A gargalhada de Mercedes nos interrompe e parece acordar Santana que me afasta dizendo.

“O que deu em você Juno? Perdeu o juízo?”.

“Não, só queria dar um abraço na latina mais rabugenta que eu conheço, posso?”.

Respondo atravessado, ganhando um estreitar de olhos dela e mais um abraço de Brittany. Até que Mercedes diz.

“O que você quer aqui Quinn? Além de abraçar suas amigas?”.

Sorrio e me aproximo para abraçá-la também, lembrando que não sei o que houve com ela naquele outro lugar. Preciso perguntar isso ao Charlie. E antes que eu diga algo Santana completa.

“Espero que não tenha vindo com qualquer papinho de consolo por causa da competição.”.

Faço uma careta por ter esquecido deste assunto, enquanto Mercedes diz.

“Ou nos pedir para voltar para o New Directions.”.

Com essa frase, Brittany então se pronuncia.

“Será que nos aceitariam de volta?”.

“É claro que sim.”. Responde Mecedes.

Vejo que essa conversa vai longe e as interrompo, ao dizer.

“Sabem do que crescer se trata?”.

Elas me olham com atenção, então respiro fundo para continuar, lembrando a dor de Rachel naquele outro lugar.

“Perder coisas. Em seis meses estaremos longe.”.

Mercedes tenta aliviar o clima que acaba de se instalar ao dizer.

“Manteremos contato.”.

Suspiro resignada e continuo.

“Sim, mas não será a mesma coisa.“.

“Quando nos encontrarmos será em ocasiões especiais. Será diferente...”.

Olho para todas e digo com sinceridade.

“Não quero crescer ainda.”.

“Não estou pronta para perdê-las”.

Penso mais uma vez em Rachel ao dizer essas palavras, o que me dá forças para continuar meu discurso, que é interrompido por Mercedes que diz rapidamente.

“O que podemos fazer? Voltar a fazer backing vocal para Blaine e Berry até nos formarmos? Não vou fazer isso.”.

“Sabemos o que é estar na frente agora.”.

Sei exatamente o que fazer para convencê-las e com um sorriso digo.

“E se Mr. Shue concordar em deixá-las cantar uma canção na competição?”.

“Mesmo se ele concordar, Rachel jamais concordaria.”.

Isso foi Santana, e duas coisas me assustam nesta frase. Primeiro o tom de voz, ela não está esbravejando ou algo do tipo, está falando normalmente. E o mais importante, ela não chamou Rachel por nenhum apelido ou até mesmo pelo sobrenome, e ouvir o nome dela pronunciado sem ódio por Santana me assusta um pouco, mas não me impede de responder imediatamente.

“E se eu disser que ela já concordou?”.

Elas se entreolham e Mercedes se pronuncia.

“Ok, estou ouvindo agora.”.

Isso! Como planejado estão prestando atenção no que eu digo, então é hora de falar tudo o que é necessário para que voltem.

“Sabia que estava fazendo uma loucura... mas estou aqui agora. Tenho 17 anos e tenho o a vida inteira pela frente...”.

Paro ao pensar que talvez não tenha tanto tempo assim. Sinto as lágrimas se aproximarem, as controlo e continuo.

“Eu amo o Glee Club. Amo vocês meninas. E quando tivermos 27 ou 87, ou no próximo mês, quero que sejamos capazes de olhar para esses dois próximos meses e falar que foram as melhores épocas das nossas vidas.”.

Não consigo controlar as lágrimas, mas continuo.

“Não podemos fazer isso sem estarmos juntas.”.

Santana e Brittany dão as mãos, o que me faz sorrir ao pensar que independente do que acontecer, elas estarão juntas.

“Por favor, voltem pro Glee. Não fazem ideia da falta que sinto de estar com vocês lá.”

“Se não estou louca, haverá um número no auditório para celebrar a vitória e nos preparar para as Regionais. Então pensem no meu pedido, no que acabei de falar, pois não teremos o resto de nossas vidas para estarmos juntas.”.

Dou o golpe de misericórdia e saio para me controlar e deixar que elas pensem. E apesar de saber que antes funcionou, fico com receio de que dessa vez não funcione.

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Chego ao auditório e já estão todos lá. Me sento perto de Sam e fico observando Rachel. Ela está bem ali, a minha Rachel, e não aquela sombra com a qual estive nos últimos dias. Olho para as cadeiras próximas ao palco, e vejo Charlie. Ele não parece muito feliz, mas quando me vê abre um pequeno sorriso.

A música começa e Rachel se aproxima de mim, o que me deixa boba de alegria. Até que em uma parte da música, ela canta olhando para Finn, me deixando um pouco triste, pois ela está cantando para ele, mas ainda contente, pois ela permanece ao meu lado.

Finn se aproxima de nós, então eu e Sam nos juntamos à música. E de longe vejo Mercedes, Santana, Brittany e Sugar chegarem.

Cantamos com uma alegria contagiante, cada um por seus motivos é claro. Estou feliz por estar de volta, por ter a oportunidade de estar com Rachel e meus amigos novamente.

Ao término da canção todos nos abraçamos, e vou imediatamente atrás de Rachel, afinal quero seu abraço mais que de qualquer outro.

Me aproximo correndo e a levanto do chão no meio do abraço, e isso gera uma gargalhada feliz e surpresa de Rachel. Minha resposta é girá-la no ar, o que a faz rir mais.

A coloco no chão e quando ela se estabiliza, levanta a cabeça para me direcionar aquele olhar intenso e cheio de carinho, com um sorriso lindo.

Sorrio feliz de volta, por simplesmente estar ali e ser o motivo das gargalhadas dela instantes antes, mas somos interrompidas pelo Mr. Shue que dá seu discurso de motivação e qualquer outra coisa mais que ele diga. Não estou prestando atenção nele, mas sim é uma morena baixinha que olha pra ele concentrada.

Todos foram saindo do auditório, menos eu e Charlie. Assim que estávamos sozinhos ele se aproximou e disse.

“Você parece bem. Está tudo encaminhado com sua amada?”.

Sorrio por realmente me sentir bem e respondo.

“Para alguém que estava morta há alguns dias, estou realmente bem.”.

Ele faz uma careta por causa das minhas palavras, mas continuo, agora sem o sorriso.

“E não sei como estão as coisas com Rachel, afinal ela ainda está com Finn, e não faço ideia do que fazer sobre isso...”.

Abaixo a cabeça por me sentir triste de repente, até que sinto uma mão em meu ombro e levanto o olhar para encará-lo, que me diz sincero.

“Ela te ama Fabray. Seu papel é mostrar a ela que este sentimento é recíproco e que você o merece.”.

Balanço a cabeça em concordância e respondo firme.

“Pois pode ter certeza que ela saberá. E mais, que sou merecedora do seu amor. Que posso fazê-la feliz.”.

Ele sorri e eu respondo com meu próprio sorriso.

“Tenho que ir agora, ela não pode ficar sozinha.”.

Faço que sim com a cabeça e de repente me encontro sozinha na sala. O dia foi muito intenso, recheado de emoções e lembranças, além de eu ter acabado de voltar dos mortos. Sorrio com este pensamento e vou embora. Afinal, tenho uma missão a cumprir e com determinação digo para a sala vazia.

“Aguarde-me Rachel Berry! Você verá que te amo mais que tudo, e não será Finn Hudson e muito menos a morte, capaz de me impedir.”.

Até que um pensamento me faz parar no meio do auditório, então digo frustrada.

“Mas quanto tempo tenho? Fabray sua estúpida! Deveria deixar de ser tão impulsiva e perguntar as coisas antes de sair aceitando acordos com a morte! Idiota! Idiota! Pelo menos estou de volta com ela, mas preciso saber até quando...”.

Com essa ideia decido ir pra casa e pensar em como perguntar essas coisas ao Charlie.

“Não devia ser tão impulsiva Fabray! Urgh”.

Notas finais
Espero sinceramente que estejam gostando e caso contrário por favor me digam.
Desde já agradeço a leitura.
Abraços
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