Every Thing is Back
1 About the girls
Notas iniciais
Esse é só o capítulo de introdução pra mostrar como está a vida das meninas, por isso está curtinho.
Posto o outro se conseguir algum leitor! kk
Vejo vocês nas notas finais!
POV Lily
Hoje talvez seja o dia mais fatídico de toda a minha existência! E, não, eu não estou exagerando! Por que? Aqui estão os meus motivos:
1-O meu melhor vestido de festa foi por água abaixo e eu to parecendo um bagulho
2-As minhas melhores amigas (esse título ainda é apropriado?) estão querendo me matar
3-A minha melhor chance de emprego foi por água a baixo
4-E fechando com chave de ouro: eu encontrei uma pessoa que eu esperava não ver nunca mais!
Agora você me pergunta: Mas por que está acontecendo tudo isso, Lily? Bem... Você tem tempo? Então sente-se, fique confortável que isso talvez demore um pouco.
Para que eu te conte como tudo isso aconteceu, vou ter que começar pelo começo (oh, really?)
Lily Evans, 23 anos, ruiva, olhos verdes, estatura média, e peso balanceado (se bem que as vezes eu penso em fazer regime). Enfim, essa sou eu! Eu sei que essa descrição não foi muito boa, mas é isso que tem pra hoje. Prazer!
Uma semana antes:
Era um dia como qualquer outro em Londres, ou seja, cinza e com garoa. Eu estava voltando da faculdade, eu curso o último ano de engenharia e sou a melhor da turma, passei em uma cafeteria que ficava perto do meu apartamento e pedi alguma coisa com bastante cafeína, eu precisaria virar a noite para estudar para a prova do dia seguinte.
Chagando no apartamento me deparei com Marlene com sua máquina de costura tentando arrumar o zíper de um modelo. Ah, eu falei das meninas? Não? Eu divido um apartamento com as minhas duas melhores amigas, vou falar um pouco delas pra vocês:
Marlene Mckinnon: alta, com cabelos longos, lisos e negros como a noite, com um temperamento explosivo, irônica e as vezes cruel quando quer. Dorcas Meadowes: loira, um pouquinho mais baixa do que eu, engraçada, odeia brigas e desentendimentos, fofa, mas também é sarcástica e sabe como esconder seus sentimentos. Nós somos melhores amigas desde o primário, quando eu derrubei sorvete na Lene, que foi brigar comigo por causa disso e a Doe foi separar a briga. Estranho? Nós somos mais! A Lene cursa estilismo e a Doe cursa arqueologia.
– Argh! Lily, nós precisamos de mais dinheiro! – esbravejou Marlene.
– Você acha que eu não sei? – disse, só para irritá-la.
– Há Há, muito engraçado! – ironizou – Mas eu to falando sério! Essa máquina de costura está impossível! Será que a nossa próxima compra poderia ser uma máquina de costura nova? – pediu com aquela carinha de cachorrinho sem dono que só ela e a Doe conseguiam fazer, infelizmente eu não nasci com esse dom.
– Para com isso Lene, fazer a carinha já é apelar! Eu não sei, quando a Dorcas chegar a gente decide.
– Ah, mas a Dorquichas é uma sem coração, ela não cai no truque da carinha. – disse, fazendo bico.
Eu ri.
– Mas é só porque ela sabe fazer também! – disse com uma cara enfezada.
– Ah, não fica assim Lils. Em compensação você tem essa sua cara emburrada que assusta qualquer um! Eu e a Doe não conseguimos fazer nada parecido! – disse, com falsa admiração.
Mostrei a língua pra ela. Nesse momento a porta do apartamento se abriu.
– Alguém está falando de mim? – perguntou Dorcas, que, como sempre, jogava sua bolsa no sofá e pegava três cookies para nós.
– Ih, chegou o assunto – disse Lene. – Agora passa o cookie
– Como você...? – fui perguntar, mas Dorcas me interrompeu.
– Como eu sei que você estava falando de mim? Intuição – disse, com um falso ar de mistério. – e por que eu estava saindo do elevador quando eu ouvi meu nome – completou me entregando meu cookie. Ah, como eu adoro o dia do cookie!
– Doe, a Lene ta perguntando se a nossa próxima compra pode ser uma máquina de costura nova pra ela.
– Ah, mas eu queria comprar alguns livros em grego arcaico, é bastante importante lermos esses livros no meu curso... Se bem que essa máquina já está bem acabadinha... Ta bom, Lene, pode ser.
– Sério mesmo Doe-Doe? – disse Lene animada e pulou em cima de nós duas, nos abraçando. – Obrigada garotas! Vai ser muito importante pra mim, em alguns meses eu termino o curso e quero ser a melhor de lá!
– Você já é Lene! – disse, animando-a ainda mais.
Depois dos cookies e de um pouco de conversa, fomos todas para um canto do apartamento para estudar. Como o apartamento não era muito grande, nós revezávamos os locais de estudo. Naquele dia Lene estava no escritório, onde guardávamos todo o nosso material e um computador, Dorcas ficou na sala onde tinha uma TV, um sofá confortável e um tapete fofinho, e eu estava no nosso quarto, que era maior que o escritório, com as nossas camas e um guarda-roupa para cada uma, se bem que nem precisávamos, já que pegávamos as roupas umas das outras.
Agora você me pergunta: Como vocês tiveram dinheiro pra comprar o apartamento, e como se sustentam hoje? Simples: trabalhando! A Lene já mudou de emprego várias vezes, atualmente ela trabalha como consultora de moda em uma loja famosa, a Dorcas também já mudou de emprego algumas vezes, agora ela está em uma escola de inglês trabalhando como professora. Eu sou a que está melhor nessa questão, fazem três meses que o meu professor me chamou e disse que tinha uma vaga para estágio em uma emprese de engenharia renomada e me ofereceu o estágio, é claro que eu aceitei e agora estou trabalhando de tarde lá e vou de manhã para a faculdade e, modéstia parte eu acho que posso até ganhar um cargo efetivo naquela empresa... Mas eu não fazia idéia de que o meu problema se encontrava escondido, bem na esquina que dava para rua da minha felicidade...
Dei uma última revisada na minha matéria e fechei os cadernos quando as meninas foram para o quarto, estávamos todas exaustas, fiz um chá para nós três e depois fomos dormir.
Mais um dia comum, com a nossa mesma rotina de sempre, nada de extraordinário. O que poderia dar errado? Mas é claro que alguma coisa tinha que acontecer, se não eu não estaria aqui agora, contando sobre a minha antiga rotina chata.
Notas finais
Reviews?
Kisses!
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