Evening - 1° Temporada
3 Evening 1x03 Confronto
Algum tempo depois...
Joel anda pelo corredor do hospital preocupado, fala com algumas enfermeiras que estavam passando e elas o informam onde Ryan estava. Ele dobra o corredor procurando o quarto e ao entrar o vê sentado em uma poltrona tomando soro na veia. Ryan o olha abatido e Joel respira fundo balançando a cabeça.
Ryan – Oi.
Joel – Oi? O que é que você tem na cabeça em Ryan? Você e sua irmã passam a noite fora de casa e ao amanhecer o dia eu recebo a ligação do hospital dizendo que você estava aqui.
Ryan – Não estava com ela.
Joel – Não sei se você sabe mas ainda sou seu pai e isso não vai voltar a acontecer de novo, não sei que tipo de coisas você andou fazendo nesses últimos tempos, mas chega, acabou... poderia estar machucado ou pior.
Ryan – Não estava fazendo nada de errado, eu passei a noite sentado na areia, a hora passou e eu nem percebi, quando dei por mim o sol já havia nascido e...
Annie entra no quarto ofegante e eles a olham. Joel balança a cabeça irritado e ela olha para Ryan.
Annie – Você está bem? O que houve?
Joel – Não acredito que passou a noite com aquele cara, Annie... Ele é um cafajeste.
Annie — Você nem o conhece, não fala isso dele.
Joel – Fui na casa do infeliz e não encontrei nenhum dos dois, eu ia arrebentar a cara dele... ainda vou quando o encontrar.
Annie – Foi na casa do vizinho bater nele?
Ryan – Estava no vizinho?
Joel – Annie.
Annie – O que? Eu não estava com o James, dormi no vizinho. Mark Stevens. Ele tem uma filha e...
Joel a olha mais irritado e ela deixa sua bolsa em cima de uma cadeira.
Joel — Vocês querem me matar, é isso?
Annie – Eu estou bem, nada aconteceu... o ajudei com a neném e acabei pegando no sono no sofá dele, acordei, sai de fininho e bum o telefone toca dizendo que esse aí estava no hospital.
Ryan – A propósito eu estou bem.
Joel – Uma dorme na casa de um cara que mal conhece, o outro decide brincar de marinheiro e quase morre afogado.
Annie olha para Ryan séria e Joel começa a andar pelo quarto.
Annie – Por que entrou no mar sabendo que tem um trauma, Ryan? É algum tipo de terapia... ou você se tornou suicida agora?
Joel – Annie.
Annie – Fala Ryan, estou ansiosa pra saber o motivo que nos fez sair correndo até aqui desesperados.
Ryan – Ah então você ainda se importa comigo?
Annie – Viu? Ele está bem, eu vou embora.
Joel – Você não vai a lugar nenhum.
Annie o olha irritada e Ryan faz careta olhando para a agulha em seu braço.
Joel – Eu não... Eu não consigo, é muita coisa pra se preocupar, foi muita coisa que aconteceu... vocês melhor do que ninguém sabem disso. Eu não posso continuar achando que vou perder vocês a cada minuto, achei que tinha acontecido algo grave com você Ryan e achei que estava sabe lá aonde com aquele cara Annie... Vocês precisam me ajudar, eu não consigo sozinho.
Ryan – Não está pai... E não sei muda algo mas não entrei no mar por diversão, terapia ou suicídio... salvei a vida de uma garota hoje, foi horrível.
Ele balança a cabeça respirando fundo e eles o ficam olhando surpresos. Annie morde os lábios sem jeito e Joel respira fundo o olhando.
Ryan – Podemos parar de brigar agora?
Annie – Ryan, desculpe eu não sabia... Sou a única irresponsável aqui agora.
Joel – Não, ambos estão bem e é o que importa... ainda não estamos como deveríamos estar mas vamos trabalhar nisso juntos, tudo bem?
Eles assentem com a cabeça e Joel sorri dando um beijo na testa de Annie e se inclinando dando um na de Ryan.
Joel – Vocês são tudo pra mim, espero que saibam disso... Eu já volto.
Eles sorriem o olhando sair do quarto e Annie olha para Ryan ainda sem jeito.
Ryan – Parece que eu não sou tão covarde assim, não é?
Ele sorri de leve a olhando e ela se senta em uma cadeira abaixando a cabeça.
Sara e Tyler correm pelo corredor do hospital procurando pelo quarto onde Cassie estava, o encontram, entram e a vêm deitada na cama os olhando. Sara respira fundo indo até ela quase chorando e Tyler sorri a olhando um pouco mais distante.
Sara – Oh meu Deus, o que aconteceu com você?
Cassie – Eu estou bem.
Sara – Disseram que se afogou, Cassie o que estava fazendo?
Cassie – Me afogando? É o que acontece quando não se sabe nadar.
Ela fecha o olhos e Sara olha para Tyler nervosa.
Sara – Cassie.
Ela abre os olhos e respira fundo a olhando.
Cassie — Pode ir parando com o teatro, não tem imprensa, nem familiares aqui... não precisa fingir que gosta de mim.
Tyler – Ei, não fala isso... Ficamos preocupados com você, garota.
Ele se aproxima um pouco mais da cama e ela o olha séria.
Cassie — Aproveita que está aqui e já toma uma glicose na veia, maninho.
Tyler – Para com isso Cassie.
Sara a olha indignada e se afasta da cama.
Sara – Quase tive um ataque eu saber o que havia acontecido, saí desesperada com seu irmão de casa e é assim que você reage ao nos ver? Com ataques e ofensas? Eu não sei o que está acontecendo com você, Cassie. Mas não pense que eu ficarei de braços cruzados vendo você se destruir.
Cassie – Você vai ser a primeira a tentar fazer isso, não vejo preocupação nenhuma em você... na verdade eu nem preciso dela.
Sara – Quando foi que se tornou essa garota amarga?
Cassie – Acho que no momento que fui gerada dentro de você... não estava preocupada comigo, estava preocupada em perder seu brinquedo favorito... mas não se preocupe, eu estou viva e você pode continuar a tentar arruinar a minha vida.
Sara – Deram droga a essa menina. Eu vou ir falar com os médicos.
Ela dá uma última olhada para Cassie e sai do quarto irritada. Tyler respira fundo a olhando e ela o encara, séria.
Tyler – Eu sei que vocês duas não se dão bem, mas as vezes você a ataca sem motivo... Estávamos realmente preocupados com você... Eu sou seu irmão, não perfeito nem o melhor mas eu sou... o que está acontecendo com você? Foi um acidente ou...
Cassie começa a chorar e ele se aproxima segurando em sua mão e passando sua mão no cabelo dela.
Tyler – Fala comigo.
Cassie – Edgar... Ele, está morrendo, Tyler.
Ele fica calado por alguns instantes e respira fundo.
Tyler – Eu... sinto muito, sei o quanto o velho significa pra você.
Cassie – Ele me contou ontem e eu sai de casa, fiquei andando por horas na praia e quando o dia amanheceu eu decidi entrar, me deixei levar pela correnteza e quando vi já estava no fundo, me afogando.
Tyler – Dar um fim na sua vida não é a solução... E o pior é que nem posso dizer, `` Por que não foi me procurar? Eu ficaria com você! ‘’ Não sou o melhor exemplo, nem o melhor irmão do mundo.
Cassie – Eu só queria ficar sozinha, eu não aguento mais perder as pessoas... Essa cidade virou um cemitério.
Tyler – Vamos superar isso, me entendeu?
Ele continua a passar a mão no cabelo dela e Cassie o olha enquanto enxuga as lágrimas.
Cassie – Desculpe dizer aquilo da glicose... quando ela está perto eu coloco pra fora o pior de mim.
Tyler – Ela está tão destruída quanto você... Não diz, mas precisa de nós... Somos tudo o que restou a ela, Cassie.
Cassie – Edgar vai embora... Pra sempre.
Ela volta a chorar e Tyler respira fundo a olhando arrasado.
Sara anda séria pelo corredor do hospital e passa por Joel que a olha e se vira parando.
Joel – Oi.
Ela para reconhecendo a voz e ao se virar sorri de lado.
Sara – Você.
Joel – Eu estava indo agora ver como sua filha está.
Ela arqueia as sobrancelhas e dá alguns passos em direção a ele o olhando fixamente.
Sara – O que disse?
Joel – Soube o que aconteceu e queria saber se estava tudo bem com a Cassie, está?
Sara – E por que o interesse no bem estar da minha filha, Joel?
Joel – Fiquei assustado, Sara.
Sara – Que pena que não tem mais um ombrinho pra deitar e chorar.
Ele balança a cabeça e se vira andando. Ela o vê ir e dá mais alguns passos em sua direção.
Sara – Não vai dar em cima de mim, ouviu?
Ele se vira surpreso e ela o fica olhando séria.
Joel – Como é?
Sara – Acha que não sei o que está fazendo? Poupe-me do seu joguinho, já faz muitos anos que eu sei o tipo de homem que você é, sei que sabe disso.
Joel – Você é louca, muito louca mesmo.
Sara – Se puder provar que eu estou errada, mudarei de opinião, mas como não pode...
Joel – Perguntei da Cassie, porque meu filho Ryan estava lá.
Ela balança a cabeça e o olha irritada.
Sara – Inacreditável. Ele mal volta a cidade e já quer matar outra pessoa no mar, isso não vai ficar assim Joel, cuidarei pessoalmente pra esse psicopata não machucar mais ninguém.
Ele a olha abismado e respira fundo tentando controlar a raiva, e acaba falando um pouco alto.
Joel – Ryan salvou a vida da sua filha, droga.
Ela não consegue esconder sua cara de espanto e surpresa e Joel respira fundo novamente, irritado.
Sara – O que?
Joel – Você é surda?
Sara – Como ele a salvou?
Joel – Ela estava se afogando, ele a viu e entrou lá... foi assim que aconteceu.
Ela fica calada ainda abismada e Joel se aproxima dela ficando bem próximo, fazendo com que ela sentisse sua respiração.
Joel – Melhor pensar bem antes de ameaçar ou falar qualquer coisa do meu filho de novo, entendeu? Não mecha com meus filhos, eles são tudo o que eu tenho agora e tudo o que eu fiz foi querer saber como a sua filha estava, nada mais que isso, nem todos tem sempre segundas, terceiras e quartas intenções como você.
Ela o fica olhando abalada por alguns instantes mas logo dá um sorriso de lado, enquanto ele se afasta um pouco.
Sara – É dinheiro que você quer, seu lindo garoto salva a minha filha e agora você veio receber.
Joel – Meu Deus, não.
Sara – Joel.
Joel – Não, mas Ryan quer vê-la... acho que ele merece isso.
Ela fica calada por alguns instantes, pensativa e Joel coloca suas mãos nos bolsos da jaqueta a olhando.
Joel – Ele pode vê-la?
Sara – Não acho que seja uma boa ideia, Cassie tem passado por muita coisa desde de a morte do pai e eu não quero que tudo fique ainda pior, e fora isso, não quero ela perto do seu filho.
Ele assente a olhando e ela continua do jeito que estava.
Joel – Tudo bem, então... espero que ela fique bem.
Ele se vira andando novamente e ela o fica vendo ir. Joel se vira mais uma vez e a olha.
Joel – Sara?
Sara – Hum?
Joel – Não sei porque pensaria que eu estava dando em cima de você... Eu deixei você pela minha esposa, não lembra disso?
Sara fica furiosa ao ouvir aquelas palavras mas se controla e sorri assentindo.
Sara – E veja só você hoje, foi um favor que me fez Joel... nada mais me deixa feliz do que ver você se contorcendo de dor, pelas escolhas que fez, pelas coisas que aconteceram... ser trocada por uma vadia pode ser ruim, mas ver a vadia sendo vadia enquanto está com você... ah isso não tem preço.
Ele fecha os punhos indo pra cima dela e ela sorri o encarando.
Sara – Cuidado, não vai querer ficar longe dos seus filhinhos quando tiver que cumprir pena na cadeira, por agredir uma mulher que só disse a verdade.
Ele para muito nervoso e ela acena para ele. Joel se vira voltando a andar na direção do quarto onde Ryan estava e Sara se vira, tirando o sorriso do rosto e ficando séria, voltando a andar.
Annie anda até a cafeteria do hospital e pede a atendente um café puro. Assim que o recebe ela o paga, dá um gole e sorri a olhando.
Annie – Está ótimo, obrigada.
Ao se virar ela esbarra em alguém e derrama metade do café em cima da pessoa.
Annie – Aí, me desculpe... droga, me desculpe.
Tyler – Tudo bem, eu...
Tyler abre os braços vendo sua camisa toda suja e ao vê-lo Annie fica séria.
Annie – Ah, é você.
Tyler – Por que eu senti que você me olhou como se eu tivesse merecido isso?
Annie – Talvez por que mereça? Idiota.
Ela joga o copo de café no lixo e volta a olha-lo.
Tyler – Se você não fosse tão linda, seria irritante.
Annie – Eu sou irritante? Então porque perde seu tempo falando comigo, enquanto poderia estar pela cidade, bebendo, caindo, levantando e bebendo de novo?
Tyler – Tudo isso é porque não saí com você? Vamos resolver isso agora, te levo pra sair, onde você quer ir? Porque não aguento mais toda vez que nos vemos você tentar me matar desse jeito.
Annie – Ridículo, não quero nada de você, e quando me ver é bom que passe o mais longe possível, não te suporto.
Ele sai da fila pegando alguns guardanapos no balcão e tenta limpar sua camisa que estava toda molhada e manchada. Ela começa a andar saindo de lá e ele joga os guardanapos sujos no lixo, indo atrás dela e a segurando pelo braço.
Tyler – Annie.
Ela se vira o olhando e solta seu braço da mão dele.
Annie – Me deixa.
Tyler – Isso já tem muito tempo, eu era um moleque, você uma menina... precisa deixar isso pra lá.
Annie – Não vejo diferença em você... mas sim, eu deixei e por isso mesmo que não falo com você.
Tyler – Eu era um babaca, não sabia o que era melhor pra mim.
Annie – Esqueceram de te avisar que ainda continua sendo um.
Ele fica a olhando chateado e ela cruza os braços, séria.
Annie – Vejo o tipo de coisa que você faz... está ainda pior do que quando era um moleque, pode ser um homem agora, mas pra mim ainda é um moleque.
Ele começa a sorrir de lado aos poucos e ela fica o olhando sem entender.
Tyler – Hum, eu me ofenderia e tal... mas isso significa que mesmo me odiando, não falando comigo e querendo me matar todas as vezes que nos encontramos, acidentalmente claro... você me observa bastante.
Ela sorri dando uma risadinha sem jeito e ele sorri mais ainda.
Tyler – Viu? Eu sei o que falo.
Annie – Na verdade é que sua fama de bêbado inconsequente na cidade é enorme, todo mundo comenta e tipo... não tem como não saber, entende?
Ela dá outra risadinha e ele abaixa a cabeça. Ela para de rir aos poucos o vendo daquele jeito e respira fundo, balançando a cabeça, se virando e saindo de lá. Tyler a vê ir para longe e respira fundo, andando com a cabeça baixa.
O sol estava se pondo no horizonte. Ryan estava sentado na varanda de sua casa e fica olhando para o sol tocando o mar enquanto algumas gaivotas passam sobrevoando o céu da praia, ouve o barulho da porta se abrindo e olha por cima do ombro vendo Joel sair e se sentar ao seu lado com uma cestinha de pães de queijo. Ryan sorri de leve pegando um e o mordendo e Joel pega outro o mordendo e olhando para o horizonte.
Ryan – Estava com saudades de comer esse pão de queijo.
Joel – Ninguém faz um pão de queijo tão bom quanto o da sua irmã, fiz ela fazer como parte da punição por ter dormido fora de casa.
Ryan – Senti falta de ter alguém me dizendo que estava errando, de alguém que me dissesse que eu ficaria de castigo, mesmo já não sendo mais uma criança.
Joel o olha enquanto pega outro pão de queijo e sorri de leve.
Joel – Não importa a idade que tenham, sempre serão meus filhos e eu vou sempre dizer que estão errados quando estiverem e sempre direi o quanto estou orgulhoso quando fizerem algo bom.
Ryan o olha sério e fica segurando metade do pão de queijo que havia pego.
Ryan – Desculpe ter ido.
Joel – Está tudo bem, filho.
Ryan – Eu não conseguia ficar aqui, não depois do que ouve e do que fiz.
Joel – Nunca mais diga isso.
Eles ficam se olhando e Joel balança a cabeça.
Joel – Você não tem culpa de nada, não fez nada... tentou salva-lo, fez o que podia e infelizmente não deu... nunca culpei você, nunca irei e tenho certeza que sua mãe também não, nem a Annie.
Ryan – Mas eu sim e não há nada que eu possa fazer pra mudar isso, vocês confiaram em mim, pediram que eu ficasse com ele em casa e eu sai, o levei a praia com meus amigos e aconteceu... como não se sentir culpado? Meu irmão está morto, porque eu não fiz o que me pediram.
Joel – Olha no dia em que houve o acidade no show, eu havia brigado com sua mãe, ela foi pro show e eu fiquei em casa com sua irmã gripada... fiquei muito tempo me sentindo culpado, achando que eu poderia ter feito algo para impedi-la de ir mas não Ryan, as coisas são como devem ser... o universo não está nem aí para os efeitos colaterais que causa... ouça seu pai e pare de se culpar.
Ryan pega mais um pão de queijo assentindo e Joel sorri tentando quebrar o clima triste.
Joel – Fique feliz ao ver que você enfrentou seu medo para salvar aquela garota.
Ryan – Eu não sei como consegui, sabe o que é ter pânico de algo? Até o barulho do mar as vezes me assusta... é ridículo mas o que eu posso fazer se eu sinto? Não achei que conseguiria, mas não podia vê-la morrer e não fazer nada... mas nunca senti tanto medo na minha vida.
Joel passa a mão na nuca de Ryan rapidamente e assente.
Joel – Eu estou aqui... ajudarei você no que precisar, podemos buscar ajuda, você pode conversar com um psicólogo e tentar lidar com isso... não quero que continue assim.
Ryan – Obrigado... podemos pensar sobre isso... mas o que eu queria mesmo era vê-la, conversar com ela e saber como ela está.
Joel – Ela está bem, conversei com a mãe dela no corredor do hospital... mas não é bom que a veja, Ryan... não quero você perto daquela mulher e Cassie é filha dela.
Ryan – Aconteceu algo entre vocês?
Joel o olha sem graça e Ryan o fica olhando curioso.
Joel – Só precisa saber que Sara não é uma pessoa para se ter por perto... você não falou muito da outra cidade.
Ryan – Não sabia se isso iria irritar vocês, Annie principalmente que me fuzila com os olhos toda vez que vê.
Joel – Dê um tempo a ela, logo vocês estarão me dando dor de cabeça juntos e não separados.
Eles sorriem e pegam mais pão de queijo.
Joel – Amanda e Justin, certo?
Ryan – Sim, são meus amigos... grandes amigos.
Ryan começa a contar as coisas que viveu na outra cidade enquanto o sol continua a se por e Annie os fica olhando da janela da cozinha com um sorriso no rosto, enquanto lava as coisas que usou na pia.
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