Notas iniciais
Fiquei tão feliz com a recepção de vocês que resolvi postar mais um capítulo.

Du- Eu não concordo com você, eu quero e preciso de um emprego...
Alyce — Ah não inventa...
Du- Por favor, eu realmente preciso...
Alyce — Precisa nada, eu tô aqui para o que você precisar e você sabe disso.
Du- Eu quero trabalhar, por favor entende que...
Alyce — Mas...
Du- Eu vou trabalhar!
Alyce – Eduarda você precisa estudar e não...
Du- Você vai me ajudar né?

Alyce fica em silencio por um tempo. Eu entendo que ela me quer formata, mas eu preciso de independência e ela vai ter que aceitar minha decisão

Alyce- Você sabe que sim.
Du- Ai, obrigado maninha.
Alyce – Bem, eu vou ter que desligar... agora vai ter uma reunião aqui, tchau.
Du- tchau


O dia passou rápido, a Júlia me ligou pra gente sair eu não tô muito afim só que ela usou de chantagem e aqui estou eu em um barzinho no maior desanimo possível.


Jú- desamarra essa tromba, Du, vamos.
Du- Jú, eu vou caminhar um pouco na praia. – Digo já me levantando.
Jú- Vai lá, cuidado.


Eu só tive que atravessar a rua para chegar na praia, tinha pouca gente, tá tudo muito calmo, perai...


Du- Aquele não é.... — Eu vou até um cara que estava jogado no chão e quando chego próximo o suficiente o reconheço, era o cara de ontem — Ei, ei ,ei
Lucas — Me deixa, Oh – Ele é brusco.
Du- Você tá bêbado ou drogado? – Aposto que isso não é só bebida — Ei lek, levanta, cadê seu carro? Você tem um?
Lucas — Tenho, tá na frente da boate
Du — Que boate?
Lucas – Gêneses – Parece que ele não tem muita certeza no nome que me diz.
Du- Essa boate só tem drogas...

Com muito custo consegui colocar ele em pé, e fomos até a entrada do lugar.


Du- Qual é o seu carro?
Lucas- Ãn? – Gente desnorteado é pouco pra o estado desse garoto.
Du- Teu carro, vai por favor você pesa.
Lucas- É aquele — Ele aponta pra um carrão.
Du- Você tem certeza? cadê as chaves?
Lucas- Aqui — Ele tirou um chaveiro do bolso.
Du- Vem, vamos

Eu o puxo pra dentro do carro e começo a dirigir. Caraca não avisei Jú, e pra onde diabos levo esse garoto.


Du- Onde que tu mora? – Olho pra ele, mano do céu o doido apagou. — Ei, ei ,ei – O sacudo -Onde você mora?

Eu custei, custei mas ele me deu seu endereço e sigo pra lá logo. Estaciono na garagem e logo pego minha bolsa no banco de trás — Pronto está entregue.
Lucas — Obrigado — Ele não deu um passo se desequilibrou e quase caiu.
Du- Você nem se aguenta em pé, vamos vou te levar — Nós entramos no elevador e Lucas se senta no chão.
Du- Qual andar?
Lucas- Cobertura

As portas se abrem e o ajudo a se levantar, apertei a campainha e não demorou muito pra um senhor atender.


Silviano — Master Lucas o que houve?
Du- Oi, será que rola uma ajudinha aqui? Ele é bem pesado.
Silviano — Claro — Quando entramos na sala tinha 4 pessoas sentadas na sala, logo quando nos viram se levantaram.
Marta — Meu filho, o que aconteceu? — Perguntou uma mulher vindo em nossa direção- João Lucas me fala o que aconteceu!


Ele tenta falar alguma coisa que saiu totalmente sem sentido


Du — Acho que ele não esta em condições de responder...
Marta — E você quem é? — Ela me analisa de cima a baixo.
Du- Meu nome é Du e sou....
Clara — Vamos deixa as apresentações pra depois, o Lucas não está nada bem...
Comendador — Vamos levar ele pro quarto.


Com a ajuda do outro homem que acho ser o pai levaram o Lucas pra cima, subiu a outras mulheres só restou uma que ficou fazendo sala.


Danielle- Bom, você quer beber alguma coisa?
Du- Olha eu agradeceria muito um copo d'água.
Danielle — Claro, um minuto.


Ela sai não demora uma das mulheres que subiu com o Lucas falando ao telefone


Clara -... Rápido por favor... Estamos esperando — ela desliga e vem até mim.
Du- E ai como ele tá?
Clara — Dormindo, eu já chamei o médico ele está a caminho... como você se chama mesmo?
Du- Du...
Clara — Prazer Clara, Du muito obrigada por ter ajudado meu irmão você é namorada dele?


A outra mulher chega com a água.


Danielle — Aqui

Du – Obrigada.
Danielle — Como ele esta?
Clara — Dormindo Danielle.
Du — Eu tenho que ir, eu estava com uma amiga e sai sem avisar, ela deve estar preocupada...
Clara — Claro, novamente obrigada.
Du- De nada, olha por favor me avisa qualquer coisa — Eu pego um papelzinho que tinha anotado meu numero e dou pra ela — Esse é o meu número...
Clara — Não se preocupe, vou te manter informada.
Du — Obrigada

Eu saio voada de lá e pego um táxi não demorei muito para chega no barzinho onde Jú está.


Jú- Poxa Du, você demorou, já tava preocupada.
Du- Desculpa Jú, mas você nem sabe...
Jú- O que?
Du- Te conto no caminho de casa, vamos?
Jú- Vamos

No caminho contei tudo pra Júlia, ela pirou, deu sua opinião, falou, falou até quando chegamos na porta da minha casa, pra variar minha mãe não estava , eu fui logo dormir estou com sono a noite foi agitada.


Horas depois.....


Acordo com o toque do meu celular.


Du- Quem diabos está me ligando? — Eu pego o celular e vejo o número, não conheço — Alô?
Clara — Oi, aqui é a irmã do Lucas, a Clara...
Du- Ah, o que foi? Ele está melhor né? – Sabe que horas são sua doida?
Clara — Está sim, o médico o examinou e falou que ele não tinha nada grave, só tinha que parar de usar essas porcarias antes que seja tarde.
Du- Ele usa essas coisas faz muito tempo? – Pergunto curiosa.
Clara- Já faz algum tempo, eu já falei muito pra ele e nada, tá difícil.
Du — Nossa quando eu o conheci ele nem parecia ser assim. – Na verdade só reparei que ele era um play bem gostoso.
Clara — É ...você estava dormindo?
Du — Sim...
Clara — Desculpa não queria de acordar...
Du — Que nada, eu que pedi pra você me manter informada né? – Arrependimento total.
Clara — Pois é... vocês se conhecem a muito tempo?
Du — Não muito.
Clara — Amigos?

Interrogatório?


Du — Amigos sim.
Clara — Ah tá, bom, boa noite.
Du — Boa noite
Eu desliguei o celular e olhei a hora 4:20 da manhã, daqui a pouco eu vou ter que levantar pra ir na escola.

Fico um tempo na cama mas perdi o sono mesmo, me levanto e vou até a sala. Ligo a tv e fico revirando os canais da TV até a minha mãe chega. Quando ela finalmente chega é só pra banhar e sair pro trabalho. Faço o mesmo e vou pra escola, resolvo tudo lá e voltei pra casa. Ao meio dia recebo uma ligação da minha irmã.

Du — Oi maninha
Alyce- Tenho boas notícias pra você.
Du- Quais são?
Alyce — Consegui emprego pra você
Du- Mentira? Tá falando sério? Onde? Como?
Alyce- Tudo é você ter influencias. Você vai trabalhar na Império se tudo ter certo.
Du- Como assim?
Alyce- Não se preocupe não é aqui em Paris não é na matriz, ai no Rio. Vou logo avisando que não é grade coisa, você não tem formação e é por isso que quero que continue a estudar.

Du- Que nada, muito obrigado maninha
Alyce- Outra coisa, você começa amanhã mesmo depois da entrevista.
Du- Já? Em que vou trabalhar?

Notas finais
Só queria pedir uma coisinha, leitores fantasma comentem amoresssssssss.