Notas iniciais
Oi gente demorei?? O capitulo quem escreveu foi Madge que conseguiu tempo para isso e sem mais delongas -Boa leitura

POV. Peter

– Ela é sempre assim... musical ? – perguntou o Frost para mim, olhando de uma maneira debochada para Elsa.
– O que você quer dizer com isso? – perguntei de uma maneira não muito amigável para o papel ao meu lado. Ele me olhou com uma expressão de descrença.
– Você sabe, não se faça de idiota. – opa, opa, opa picolé, quer aprender como morrer de medo? Tento disfarçar minha raiva com uma ironia.
– E você, raspadinha, é sempre esquentadinho? – ele desviou o rosto de minha visão, mas eu tinha certeza de que havia conseguido irrita-lo.
– As mocinhas podem parar de discutir? – perguntou Elsa se referindo a mim e ao Frost.

Eu vou ao seu encontro enquanto o picolé ambulante ria do comentário dela. Sorrio para ela abraçando-a.

– E ai? O que achou? – perguntou ela olhando para a caverna. Dei uma rápida olhada e falei.
– Ficou lindo, princesa. – respondi olhando em seus olhos e segurando sua mão.
– Princesa? ... não, Rainha. – corrigiu-me ela dando uma piscadela, e chegando mais perto de mim. Eu aproximei meu rosto do dela, que já entreabria os lábios.
– Certo, pombinhos, nós não temos tempo para cenas melosas. – Esse moleque quer apanhar! Pensei, revirando os olhos. Elsa se afastou e eu não soltei sua mão.
– Olha só sorvete – disse apontando para Frost – aqui o Chama não pode nos achar, como eu já disse. Estamos seguros, por enquanto. – O picolé revirou os olhos, mas antes que ele pudesse falar algo eu o cortei – Mas, por que você foi atrás dela, no apartamento dela? Desta vez? – perguntei cruzando os braços.
– O homem da lua a escolheu. – disse ele. Naquele instante senti algo dentro de mim morrer, um sentimento de ódio começou a florescer no fundo do meu ser.
***
POV. Anna

– Sério Anna? – perguntou-me Kristoff, olhando-me incrédulo. Eu olhei para ele embasbacada.
– Claro que sim! Acha mesmo que eu mentiria sobre algo desse tipo? –gritei furiosa.

Andei de um lado para o outro do meu apartamento nervosa, onde Elsa poderia estar? Minhas unhas já não existiam e Kristoff tentava me acalmar.

– Olha Anna... Peter prometeu te ligar assim que encontrasse a Elsa. – falou ele com um tom confortador. Andei até ele e me enrosquei em seus braços soltando algumas lágrimas.

De repente o telefone fixo começou a tocar, eu corri em sua direção agarrando-o com força e atendi a ligação.

– A-alô? – gaguejei, mas ninguém respondeu. – Alô? – perguntei, mas não obtive resposta novamente. Então, escutei um som alto de explosão seguido por uma risada sinistra.

Soltei o telefone e deixei-o cair sentindo uma forte dor de cabeça, seguido por uma tontura.

– Anna! – escutei Kristoff dizendo antes de eu perder a conciência.

11 anos antes

POV. Narradora

Durante uma tarde de inverno, uma família passeava feliz em seu carro, suas duas filhas, uma ruiva e outra loira, brincavam juntas no banco de trás. A mãe das crianças cantava uma música, “Livre estou”, o pai dirigia e acompanhava esposa na alegre música.
Tudo ia bem, até que uma arvore tombou misteriosamente na frente do carro, fazendo com que eles batessem. Aconteceu muito rápido e a menina loira, a mais velha, foi atirada para fora do carro.
A menina ruiva bateu a cabeça com força, desmaiando em seguida. Os pais entraram em pânico ao não encontrarem a outra filha, o homem ligou para uma ambulância e saiu pela floresta à busca de sua filha.
Ele andou muito, procurando em todos os lugares possíveis, mas não a encontrou.
Dias se passaram e nada de encontrarem a menina, a filha que estava com eles passava bem, só que havia perdido a memória de todos os fatos relacionados a irmã, ela havia sido completamente apagada de sua memória. Os pais resolveram que seria melhor não contar a sua filha sobre a irmã, pois poderia trazer-lhe um grande choque. Os meses passavam e nada era encontrado da menina loira, nem mesmo algo que atestasse que estava morta, seus pais estava muito tristes por esta incerteza cruel e depois de 2 anos de busca, eles decidiram aceitar que sua filha estava morta.

POV. Peter

Elsa estava curiosa, assim como eu, mas antes que eu de nós pudéssemos fazer qualquer outra pergunta, ela cambaleou e caiu em meus braços, desmaiada.

– Elsa! – exclamamos eu e Frost ao mesmo tempo.

Sentei-me colocando-a em meu colo, levei meus dedos a sua aorta procurando tomar sua pulsação. Está OK, pensei comigo mesmo. Pus minha orelha próxima ao seu nariz, para ver se ela respirava normalmente.

– Isso está estranho – disse Frost ajoelhado ao meu lado. – Ela está bem? – perguntou-me.
– Os sinais vitais estão normais, e-eu não entendo por que ela desmaiou – respondi preocupado.

Seus olhos ciano abriram-se rapidamente, Elsa sentou-se rapidamente e cambaleou para trás, ficando escorada em meu peito. Então pequeninos flocos de neve começaram a cair e lágrimas corriam pela face pálida dela, que enterrou o rosto em meu peito.
O picolé olhou para mim sem entender nada do que estava acontecendo. Acariciei os cabelos platinados de Elsa tentando acalmá-la.

– Elsa, querida, vamos. O que aconteceu? – perguntei retribuindo o forte abraço que ela me dava. Ela ainda chorava e tremia em meus braços quando ergueu o rosto para mim e disse.
– Eu sei quem eu sou... Eles estão mortos... depois de tudo isto... eles estão mortos... e Anna... ela é minha irmã!

Notas finais
-Comentem to ficando triste por ninguém comentar :''(