Even Evil can Love

11 Hartmunt Aires Neófito Scherer Westengard II, H.A.N.S.


Notas iniciais
Olá, Aqui é Madge, sim eu estou viva. (esquivando de cadeira) Não atirem coisas em mim, a culpa é do bloqueio criativo do tamanho do sol que eu estava e das provas do colégio. Bom, leiam as notas finais e boa leitura.

POV Jack

– Um boneco de neve! E ele fala?! – exclamei espantado e maravilhado ao mesmo tempo. Elsa riu de leve pondo uma de suas mãos sobre a boca. Pitch estava ao seu lado, abraçado a ela, mais especificamente.

Fiquei até meio que feliz pelo breu ter arrumado alguém, claro que ele fez muita coisa ruim, mas desde que eles se conhecem ele não mais atormentava as crianças. Senti o cômodo ficar quente, gotas de suor escorriam pela minha pele, meu coração acelerou. Movi meus olhos por toda toca a procura da fonte do calor, meu sangue gelou ao ouvir a risada sinistra do chama.

– Ora, ora, ora, rei do pesadelo, mais que adorável reunião, nobreza, realeza, criaturas mágicas e... que meigo! Até a relé. – disse o chama, envolto de suas chamas, referindo-se a mim na ultima frase. Senti uma forte tontura e encostei-me em uma das paredes atrás de mim. Corri os olhos até Elsa, ela estava apoiada em breu, mas parecia muito pior que eu.

– Deixe de ser covarde e se mostre de verdade! – gritou Breu, furiosamente. Chama deu mais uma gargalhada e de repente suas chamas sumiram revelando-o.

Seus olhos eram verdes, seu cabelo ruivo, sua pele era levemente rosada e tinha sardas quase irreparáveis no rosto. Eu conhecia aquele cara, aquele menino.

Pov. Elsa.

Olhei para o alto, ainda tonta e vi quem era o “chama”, ele era o cara do barco, Hans. Meu coração entrou em descompasso, me senti, de certa forma, traída. Ele tinha um olhar tão confiável e eu fui tão tola em ter acreditado nele.

– Olá princesa – disse ele olhando para mim – feliz em me ver? – questionou Hans se aproximando com um olhar maligno.

– Feliz? – perguntei retoricamente – a única coisa que sinto em te ver é NOJO! – disse com uma risada irônica — Me sinto enojada por ter confiado em você! – grito cuspindo em seu rosto. Ele limpou seu rosto e sorriu.

– Acho que vou ter que te ensinar boas maneiras... – murmurou ele se tornando chamas novamente. Minha cabeça girou, eu suava frio. Dentre tantas coisas tinha que ser chamas? Pensei.

Minha visão estava embaçada, senti quando minha pele encostou-se ao chão congelado da caverna, mas não me lembro de ter caído. Lembro-me de ver vultos lutando e de algo muito quente tocando minha pele, senti quando ele me queimou, mas não me lembro a quanto tempo isso foi.

***

POV. Hans

Ela estava deitada no chão, a oportunidade perfeita para destruir aquela guardiã, mas algo me dizia que deveria levá-la comigo e matá-la depois, fazê-los sofrer, pensei nisto enquanto derrubava o Frost, deixando-o inconsciente.

– Se me permite... agora vou me retirar! – disse para breu correndo em direção a Elsa que se mantinha desacordada, pegando-a em meus braços e desaparecendo com as chamas.

Surgimos em minha casa, mais especificamente no porão.

– Hans? – chamou minha mãe. Revirei os olhos e andei com Elsa até o quarto secreto onde eu faria seu cativeiro.

– Sou eu, mãe. – falei com um tom rude – Pode esperar um minuto? – pedi largando a garota gelada no chão e construindo barras na porta do quarto e solidificando-as

– Hartmunt Aires Neófito Scherer Westengard II, venha aqui agora! – berrou minha mãe – não me faça descer ai! – ameaçou. Se eu tinha medo de alguma coisa era de minha mãe, olhei para a dama gelada desmaiada e sai pela porta, subindo a escada de pedras.

***

POV. Jack.

Acordei com uma baita dor de cabeça. Olhei a minha volta e vi breu encolhido contra uma das paredes. Senti um forte cheiro de ferrugem, passei minha mão no nariz e vi o sangue que dele escorria.

– Ei! – gritei para breu – Você tá vivo? – perguntei me levantando. A única coisa que recebi como resposta foi um gemido de dor.

Andei até ele e lhe dei um chute fraco na perna. Ele soltou outro gemido de dor e segurou minha perna quando viu que eu iria chutá-lo novamente.

– Só... me dê um minuto... – pediu ele e eu concordei.

Comecei a procurar pelo meu cajado, olhei perto de breu, onde eu estava, olhei para um túnel a minha esquerda. Será? Pensei, dei uma ultima olhada para breu antes de entrar pela escuridão.

Andei alguns metros para dentro, virando algumas vezes em bifurcações. Como ele não se perde aqui? Questionei a mim mesmo forçando minha visão para enxergar centímetros a minha frente. Virei a esquerda, depois a direita, direita de novo... eu tentava memorizar as curvas, perai não era esquerda, esquerda e depois direita? Pensei confuso, olhei para trás. Em vão.

– Idiota – disse para mim mesmo – meus parabéns conseguiu se perder senhor Frost. – bati em minha testa de leve.

Perambulei de um lado para o outro, entrando em tuneis aleatórios, batendo de cara com uma parede a cada cinco minutos. Bufei desanimado e me sentei, frustrado, no chão. Encostei meus joelhos contra o meu peito e apertei desejando sair dali logo. Uns minutos se passaram e eu escutei alguns passos vindos do meio da escuridão.

Levantei-me em um pulo e levantei os punhos.

– Vem picolé ambulante, a gente tem que salvar a Elsa.

Notas finais
Sim, eu sei que ficou pequeno mas foi o que eu consegui escrever. Agora tem umas coisinhas: * Eu preferiria ser chamada de organoléptica a ter o nome do H.A.N.S. * A fic ta perto do fim * Quem quer bater no H.A.N.S. ? eu quero. * comentem, eu e a JJ ficamos meio tristes pela falta de reviewns. (carinha de cachorro sem dono) É isso, beijos e até a próxima.