Eu vou esquecer.

1 Tão inesperado.


Notas iniciais
Olá Gente espero que gostem é minha primeira criação,creio que cresceremos juntos, está Historia depende de mim e de vocês me perdoem se tiver um erro de português. Boa leitura ^^

Olhei para o lado e não gostei nada do que vi, e claro não era nem um segredo, o que vi foi um internato gigante com cores mortas dividido em três partes e logico oginásio, como o carro ainda estava em movimento a imagem estava borrada, o internato era gigante com cores mortas mesmo assim tinha sua beleza, com o carro andando mais lentamente pude perceber os alunos que se vestiam formalmente, o que me fez sentir me mal já que estava vestida de calça jeans uma camiseta de ombro meutênise o meusóculos, percebi que meupai começava estacionar o carro, pois ele não parava de mexer o volante, quando finalmente ele estacionou o carro em uma vaga,tirei o cinto de segurança e logo me virei para o banco de trás e peguei minha bolsa colocando em meu colo.

- Lisa eu também não quero fazer isso. — Ouvi a voz forte do meu pai soar, sorri ao me virar para ele e ver ele com a cabeça no volante.

- Tudo bem Pai — falei fazendo carinho em sua cabeça, e com a outra mexendo em meus cabelos.

- Lis eu sei que está sendodifícil para você também, só que por enquanto eu tenho que organizar a nossa vida. — ele pegou em minha mão e olhou para mim, meu pai que tem uma personalidadeextremamente difícil estava ali chorando na minha frente, sorri para acalmar o meu velho — Lis eu vou te tirar da qui. — Ele me puxou para um abraço apertado espremendo minha bolsa.

- Pai esta tudo bem — falei com a voz mais friapossível.- Você não tem culpa da mamãe ter sido assassinada.

- Lis.. — eu tentei dar mais sorriso mais as lagrimas começaram a descer sem permissão.

- Pai você não tem culpa por eu me sentir com uma dor tão forte no peito. — falei me afastando dele e apertando a minha camiseta no local que ficava o meu coração — Eu sei que sentes a mesma coisa, sei que você está tão mal que faz dias que não dorme sei que nem se alimenta direito sei também que está me colocando aqui neste internato só para evitar que eu veja você morrendo todos os dias.- Falei com um sorriso, tentando a todo o custo evitar as lagrimas

- Oque? Você — Ele disse com a voz totalmenteembriagada, olhei em seu rosto e mordi meus lábios de nervosismo

- Papai sei que você nunca mais irá amar alguém como amou a mamãe, sei que a dor é tão profunda que parece que uma pessoa arrancou seu coração de uma maneira cruel, e que você não consegue lidar com isso. — coloquei a mão em meu rosto — Pai eu sinto tanto a falta dela, que é como seu eu fosse morrer, mais nós temos que seguir em frente, se eu perder você é o fim, Pai eu estou tão abalada que parece que não iria aguentar em cada parte que olho vejo ela me abraçando ou brigando comigo, assistindo filme, vejo ela sorrindo para mim dizendo "Lis você não pode fazer isso" ou " Lis eu te amo" eu vejo ela com uma colher gigante admirada pelo tamanho da colher, lembro quando ela me ensinou a tocar violão ela sorriu e disse " Lis você é ótima nisso" — Solucei alto, tentando limpar as lagrimas — Ai Pai eu lembro da nossa briga e você dizendo " Calma Helena" lembro da minha atitude de rir da cara dela por estar aos pranto lembro, de como me senti mal, lembro de sair correndo até ela e implorar por perdão, e ela me abraçar e dizer "Lis,Meu amor você é meu maio presente, e sempre vou te perdoar" — falei imitando a voz dela vi meu pai sorrir o que me fez sorrir — Após tudo isso lembro de sair com ela para comprar um tênis, lembro de entramos em uma loja e depois de tudo isso, lembro de um cara entrar lá armado gritando "Passa tudo" para a atendente e ela passando todo o dinheiro, lembro de um cara falando " Ei cara não faz isso" e ele gritar "Cala a boca" pai eu lembro de me encolher na mamãe e ela falar com a voz calma "Filhinha esta tudo bem, vai acabar tudo bem" eu lembro do sorriso dela — falei com as mãos em meu cabelo meu rosto ja estava todo molhado por causa das minha lagrimas eu nunca havia contado para ninguém, meu pai apenas estava com os olhos fechados com as mãos no volante — Ai eu lembro de uma terceira pessoa entrar no estabelecimento e falar "Não temos tempo a policia está chegando" e um policial entrar, eu lembro que o cara saiu correndo pegou pelo cabelo da mamãe e ela começou a chorar e gritou "Na frente da minha filha não" eles olharam para mim e riram e eu não conseguia dizer nada e fazer nada o terceiro vei até mim e me deu um tapa e disse "Olhe para aquilo, anda abre os olhos" ai eu lembro do grito desesperador da mamãe enquanto recebia tiros — falei sem segurar as lagrimas — Ai eu lembro que já faz 1 ano e que eu fiquei depressiva e que todas as noites eu ouvia os gritos dela. — Ele apenas me abraçou forte.

-Eu sinto muito querida. -Ele me apertou — Eu nem percebi. — Ele disse com a voz fraca

- Foi eu quem não percebi, pai a vida continua temos que seguir em frente dói, mas é o que temos que fazer, eu decidi esquecer enquanto eu estiver aqui tentarei aomáximonão lembrar, pai supere por favor. — Sai dos seus braços, abri a porta e sai daquele carro, tirei meus óculos que eram escuros e limpei meu rosto com as mãos e o coloquei novamente o óculos, fui até o porta malas e o abri tirando minha mala de dentro dele ali dentro havia apenas roupa e e escova de dentes ocolégiohavia dito que dariam oresto das coisas que eunecessitava exemplo shampoo, condicionador, escova de cabelo....

Tirei a minha mala do porta malas fui até meu pai dando um beijo eu seu rosto e o abraçando e adentrando aquele local vários estudantes atropelavam uns aos outros era até para parecer engraçado se não fizessem comigo, também avistei um menino de cabelo negro pele branquinha ele não era do tipo musculoso, mas não era do tipo que frangote, ele se encontrava lendo algo sentado no banco, fui até ele para perguntar para que lado ficava odormitóriofeminino, me sentei ao seulado e o cutuquei.

- Oi sou nova aqui — Falei sorrindo ele apenas me olhou com aquele rosto fechado sem emoção. — Eu só...

- Eu não estou nem ligando para quem você seja. — ele disse se virando para o outro lado do banco isso foi tãoTão inesperado.

Notas finais
Oiiii um pouco triste né? Oque acharam?