Eu vejo além do monstro
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Sai para cavalgar, o que quer que tenha acontecido comigo, aquela cavalgada poderia me ajudar a refletir.
Nunca passei por isto, o que eu estou sentindo? Olhar aquela garota me trouxe uma sensação que eu não saberia como descrever.
Respirei fundo, desci do cavalo e entrei naquele lago convidativo, sentir aquela agua gelada em contato com a minha pele me fez esquecer as coisas um pouco. Eu sabia que era um alvo fácil, porem para que meus inimigos viessem me atacar eles precisariam e muito de coragem. Isto fez com que eu me desse aquele pequeno prazer. Eu confiava em meus homens e sabia que muitos deles estavam me vigiando agora.
Saí da água, montei em meu garanhão negro e resolvi retornar ao palácio, tinha decido o que faria com aquela loirinha, a trataria como as demais, me aproveitaria de sua inocência e a descartaria, a confusão que eu havia sentido poderia me tornar fraca perante meus homens e isso eu jamais permitiria.
Adentrei ao quarto e a garota continuava na mesma posição, aquele mesmo olhar de medo.
– Escrava! – Eu a chamei. Não queria chama-la por seu nome. Eu queria manter-me indiferente.
– Sim senhora! – Ouvi o pavor em sua voz.
– Retire sua roupa e venha.
Gabrielle retirou sua roupa tremendo, havia chegado o momento que ela sabia que aconteceria desde que soube que seria dado à conquistadora, seu coração estava disparado, sentia um medo insano, mas ao mesmo tempo algo confortador. Prometeu a si mesma que a conquistadora teria seu corpo, somente isto, e que não sentiria nada.
Gabrielle encaminhou-se para a Conquistadora e foi tomada em seus braços, o toque da conquistadora era suave, até mesmo gentil ao subir de sua cintura ao pescoço, sentiu os lábios quentes e macios sobre os seus, era seu primeiro beijo e sentiu um calor envolver-lhe completamente, suas pernas ficaram bambas e ela sentia seu corpo tremer, e sentia também o leve tremor do corpo maior ao aproximar-se do seu.
A conquistadora levou-a para a cama e continuou a beijar-lhe, ela sentia uma dor incomoda em seu sexo, um liquido quente corria por suas pernas, Gabrielle não sabia definir o que era aquilo, ela nunca teve conversas desse tipo com ninguém, Lila ria dela por sua inexperiência, até mesmo a irmã mais nova já havia beijado e ela nunca, porém o que Lila havia dito a ela nunca se comparou ao que ela sentia neste momento.
Xena sentia seu sexo latejar, aquela garota deu-lhe mais tesão em um único beijo do que muitas outras mulheres que tentavam de tudo em sua cama, ela não estava conseguindo se controlar, queria possuir aquela jovem, com a voracidade que lhe passava por todo o corpo. Seu corpo queimava de desejo, queria sentir aquela garota. Desceu beijando seus seios, barriga, quadril, umbigo, desceu para as coxas, joelho, pés...
– Oh garota, como você é linda, como me excita, quero logo te provar de todas as formas possíveis. – Dizia Xena com a voz transpassada de paixão.
Gabrielle não emitia um único som, fora instruída por uma das escravas a não deixar escapar um único som, pois seria pior, a conquistadora se excitava mais com isto e acabava machucando gravemente suas escravas corporais. Porém em seus olhos havia aquele pavor, ela tinha uma leve ideia do que aconteceria e aquele medo a sufocava, lágrimas escorreram dos seus olhos, porém a conquistadora nem ao menos percebia.
Xena estava entregue a volúpia, não via ou ouvia qualquer coisa, estava fascinada com o corpo que se encontrava abaixo do seu, retirou sua roupa e se posicionou em cima de Gabrielle.
– Abra as pernas escrava!
Gabrielle abriu as pernas lentamente, o medo a tomava completamente.
Xena enviou três dedos de uma vez forçando a entrada, somente na segunda estocada ela conseguiu a penetração completa. Ela olhou para o rosto de Gabrielle e viu lágrimas escorrem por seus olhos, eles estavam fechados e podia ver a dor evidente que a garota sentia. Isso a tocou.
– Logo a dor passará e você sentira prazer. – Dirigiu essas palavras a Gabrielle de forma carinhosa.
Aumentou o ritmo de vai e vem deleitando aquele espaço tão apertado, após algum tempo sentiu a pressão em seus dedos e sabia que a loirinha havia gozado. Gabrielle não emitiu um único som.
“Deuses, como foi maravilhoso eu não acredito nisso, não posso sentir esse tipo de coisa!” – Pensava Gabrielle.
Xena sentia seu sexo latejar e escorrer e queria sentir aquela garota dentro de si. Há tempos que ela não se deixava ser tocada, de alguma forma nos últimos tempos ela somente se satisfazia infligindo dor e isso bastava, mas naquele momento ela queria mais.
– Escrava, quero você entre minhas pernas.
Gabrielle desceu da cama e ficou de joelho entre as pernas de Xena, ela não fazia a menor ideia do que faria. Foi quando ouviu as ordens.
– Enviei sua boca em meu sexo e beije... Oh Sim.... Me chupe... Mais forte... Oh sim, enviei sua língua... Deuses... Continue com sua boca em mim e enfie três dedos, isso mais forte... Oh Deuses... Isso... Ohhhhhh. Enfim havia gozado.
Gabrielle sentiu-se estranha a principio, mas continuou fazendo o que era ordenada, ao contrário do que pensou acabou gostando disto e queria continuar, porém Xena a puxou pelos cabelos e a colocou novamente na cama.
– Fique de quatro.
Gabrielle engoliu seco e ficou na posição solicitada. Xena ficou por trás opassando seu sexo molhado nas nadegas de Gabrielle molhando-a e logo depois colocou um dedo no orifício, vendo que Gabrielle se retraiu um pouco, tirou o dedo e colocou em seu próprio sexo, após isso colocou dois dedos no ânus de Gabrielle e começou o movimento de vai e vem, primeiro lentamente e depois aumentou o ritmo.
– Escrava mexa-se, isso, agora rebole, Oh isso...
Gabrielle sentia uma dor imensa, mas continuava em silencio fazendo o que lhe era mandado. Sentiu os dedos de Xena penetrando em seu sexo e após um tempo começou a acostumar-se com seu corpo sendo invadido daquela forma, sendo usado para aplacar os desejos da conquistadora. Por mais que ela se negasse ela também estava sendo beneficiada.
Xena sentiu o corpo de Gabrielle tremer, mas não retirou seus dedos, ao contrário, continuo da mesma forma. Sentiu o gozo de Gabrielle mais algumas vezes, viu pela fisionomia a dor que Gabrielle sentia, ela não emitira um único som durante toda a noite, seu cansaço era evidente.
Xena não estava cansada, ao contrario estava mais acessa que nunca, e queria mais, sentir o corpo daquela escrava somente aumentava sua vontade de tê-la mais e mais. Queria ver qual era o limite daquela garota.
“Deuses! A qualquer momento sinto que irei desmaiar, não posso, ela me mataria” – Pensava Gabrielle
Xena continuou por mais algumas marcas de vela, naquela maratona, fazendo com que Gabrielle também possuísse seu corpo. Quando o dia já estava amanhecendo. Percebeu que Gabrielle não aguentaria mais nada e chamou o guarda.
– Éculos! – Chamou Xena.
– Senhora conquistadora! – o jovem soldado prontamente a atendeu.
– Leve essa garota a um dos quartos!
– Sim senhora! – O jovem bateu o pulso em seu peito e retirou a garota a levando pelos braços.
Gabrielle estava com um lençol envolvendo seu corpo, seu cansaço era evidente.
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