Eu odeio te amar
40 Capítulo 40 - Investigações e suspeitas
Notas iniciais
Ele foi passando a mão na minha perna subindo minha camisola, depois ele foi subido a mão por dentro da minha camisola e começou a apalpar um dos meus seios.
- Joe, não. — Eu disse empurrando- o
- Por que ? — ele perguntou.
- É melhor não, vai pro seu quarto, por favor. — Eu disse.
- Ta. — Ele disse sem sucesso.
Depois que joe voltou pro quarto dele eu não consegui pegar no sono, fiquei me perguntando se eu fiz a coisa certa em interromper ou eu deveria ter deixado rolar ? Eu sou apaixonada por ele, eu desejo ele mais do que tudo, mas não pode ser assim, ele ainda namorada a Lily, mesmo que o namoro deles esteja em crise mas ela esta gravida dele eu não posso entregar isso.
De madrugada desci na cozinha pra tomar água, encontrei ele sentado na mesa com a cabeça escorada em uma das mãos.
- Sem sono ? — ele me perguntou.
- é. — respondi abrindo a geladeira e pegando um garrafa.
- Olha Gi, sobre o que aconteceu... — Joe foi interrompido por mim.
- Esquece o que aconteceu, fingi que não aconteeu nada e vamos agir normalmente. — Eu disse.
- ok. — ele disse abaixando a cabeça.
Eu bebi minha água e voltei pro quarto, demorei novamente pra dormir. Mas só acordei no outro dia com a Meire jogando o travesseiro em mim e gritando " ACORDAAA, ACORDAA "
- Amiga já são 12hr. — Ela disse.
- Mentira, sério mesmo ? — Eu perguntei.
- Sério. — Ela disse me mostrando o relogio.
- Aff dormi demais, — Me levantei e fui direto pro banheiro.
Saí de la totalmente arrumada e desci para o café, apenas peguei só um copo de suco e fui pra piscina onde os meninos estavam.
- A bela adormecida já acordou ? — Joe perguntou.
- Não, aqui é a alma dela vagando a essa hora do dia. — Respondi zombando e ele riu.
- Caramba em Gi, dormiu muito o que acontece ? — Nick perguntou.
- Insonia durante a madrugada. — Respondi.
- Amiga vem aqui. — Meire disse me puxando pelo braço.
Nos sentamos numa mesinha...
- Amiga eu transei com o Nick ontem. — Ela disse colocando as mãos no rosto.
- Hum... safadinha! Como foi ? — Perguntei.
- Ah amiga foi assim...
Ela me contou nos minimos detalhes eu fiquei absmada. Nunca pensei que o Nick fosse tão safadinho, ele com aquela cara de anjinho haha.
- Ain amiga tambem tenho que te contar uma coisa. — Eu disse.
- Conta, conta... — Ela disse.
Comecei a contar o que havia acontecido na madrugada com eu e o Joe...
- Hum... por isso que você acordou tarde né danadinha. — Meire disse.
- Não, nada a haver . — Eu disse rindo.
- Mas por que você interrompeu ? por que não deixou rolar ? — Meire perguntou.
- Não Meire, eu não quero atrapalhar o relacionamento dele com a Lilly, tudo bem que ela é uma vaca, galinha, infeliz mas fazer o que ? Eles vão ter um filho, eu não quero ser " a outra " da história. — Eu disse.
~~~~2 semanas depois~~~~
Acordei as 5:30hrs comecei a me arrumar, hoje voltariamos para a escola... E la vamos nós novamente colocando as malas no carro, Paul, pai dos meninos nos levou para a escola.
- Amoooor que saudade. — Disse Lilly toda escandalosa abraçando o Joe ao chegarmos.
- Aff, me deu até nauzias agora. — Eu disse e Nick riu.
O meu quarto e o de Meire foi mudado, nos colocaram em um quarto no corredor de tras do dormitório masculino, ou seja, estavamos muito perto de Nick e Joe, pois o quarto deles ficou atras do nosso.
Nós arrumamos nosso quarto e logo depois todos os alunos foram chamados no pátio.
- Durante essas 3 semanas, a pericia analisou a escola toda, todos os quarto e inclusive o da Giovanna, algumas provas foram encontradas, portanto eu quero que vá até a minha sala Giovanna, Joe, Meire e Liliam. — Disse o diretor.
Eu olhei para a cara da Liliam, aliás, todos olharam pra ela, a expressão faceal dela era de susto e suspeita. Seguimos para a sala do diretor. Um dos investigadores estava na sala tambem.
- É o seguinte, analisamos a escola toda, encontramos provas e suspeitas. Meire, encontramos suas digitais na maçaneta da porta. — Disse o investigador,
- mas é obvio se você não sabe aquele quarto tambem era meu. — Disse Meire.
- Mas isso não diz nada, você continua sendo suspeita. — Disse o investigador
- Mas isso é um absurdo, vocÊ ta querendo dizer que eu tentei matar minha amiga ? — meire disse exaltada.
- Não to querendo dizer nada, você é suspeita assim como os outros dois aqui. — Disse o investigador.
- Mas na hora que começou o incendiu eu estava com o meu namorado e o Joe, ele ta de prova né Joe. — Meire disse.
- Sim, ela estava comigo e com meu irmão. — Joe disse.
Durante a descusão eu encarava Liliam, ela encarava as mãos e não falava nada.
- E você Joe ? — perguntou o investigador.
- Vocês encontraram minhas digitais lá porque na hora do incendiu eu tentei abrir a porta pela maçaneta pra poder tirar a Gi de lá, mas não abria, então eu derrubei a porta. — joe disse.
- Você foi até lá só pra isso mesmo ? — Disse o investigador.
- Aff ! Claro, eu to falando a verdade como a Meire mesmo disse nós estavamos juntos, ela tinha ido até meu quarto e do meu irmão nós ainda estavamos nos arrumando pra ir a aula. — Joe disse.
- Ai eu to passando mal... — Lilly disse colocando a mão na barriga.
Eu olhei pra cara dela furiosa, aquilo era fingimento só podia ser, ela não tava passando mal coisa nenhuma.
- Meu Deus, alguem chama a enfermeira. — Joe disse.
- Não, não chama eu só quero ir pro meu quarto. Eu vou ficar bem. — lilly disse.
- Mas liliam, você está gravida, você tem que ser examinada, ja que não quer ir pra enfermaria do colégio então levem ela no médico. — Eu disse.
- NÃO. — Ela gritou. — Já falei que vou ficar bem, só me levem pro meu quarto. — Lilly disse me olhando furiosa.
Vagaba fingida, ela não vai escapar.
Joe a levou pro quarto e depois voltou para a sala do diretor.
- Bom, agora é sua vez Giovanna, me conte como aconteceu . — Disse o investigador.
- E a Lilly nao vai dar o depoimento dela ? — Perguntei.
- Depois eu vou até o quarto dela. — Ele disse.
- Ok, eu estava me arrumando quando Meire ja tinha terminado e foi até o quarto dos meninos, eu estava no banheiro passando minha maquiagem quando senti um cheiro de fumaça mas nem liguei muito pois nem tava muito forte o cherio. Depois o cheiro foi ficando mais forte, sai do banheiro pra ver o que estava acontecendo e vi meu quarto repleto de fumaça e a saida estava pegando fogo, eu comecei a gritar, o fogo se alastrava cada vez mais rapido, eu comecei a tocir e não vi mais nada, acho que foi o momento em que eu desmaiei. — Eu disse.
- E quanto tempo durou para você sentir o cheiro de fumaça quando a Meire saiu do quarto ? — O investigador disse.
- Não sei, acho que foi uns 10 ou 15 minutos depois que ela saiu que eu comecei a sentir o cheiro. — eu disse.
- Ótimo, vou tomar depoimento de alguns professores que estavam no local na hora do incendiu e depois tomarei depoimento da Liliam, estão liberados, muito obrigado! — Disse o investigador.
Nós saimos da sala e voltamos pro pátio onde os alunos ainda estavam lá. O diretor chamou 3 professores para ir até a sala dele.
Depois de 2 horas ele me chama novamente na sala, quando entrei Lilly estavam lá com uma cara nada ótima.
- Giovanna, você já teve alguma briga com a Liliam ? — perguntou o investigador.
- Sim, várias.- Respondi.
- Me conte como foram. — Perguntou un investigador.
- A 1° foi na aula de educação física, e o motivo foi o Joe, ela não suporta me ver com ele. Nesse dia eu pedi pra tirar ela do meu quarto, eu já nao suportava ela á muito tempo, a diretora trocou ela de quarto e ela me fez uma ameassa falou que era pra eu aproveitar bem porque meu quarto nao duraria muito tempo. — Nessa hora o investigador encarou a lilly. — Passei 3 semanas na casa do Joe e ela sempre ia lá pra me atormentar.
- Pois é srta. Lilly, todos os vestigios e depoimentos estão muito suspeitos contra você. — Disse o investigador.
- Como assim ? — Perguntei.
- Encontramos as digitais dela no a maçaneta do seu quarto, em seguida encontramos uma caixa de fósforo jogada no meio do corredor do dormitório feminino que tambem continha as digitais dela. — O investigador disse.
- Mas vocÊs não podem provar que são minhas digitais. — Lilly disse se defendendo.
- Pode sim. — Ele mostrou o Ipod dela. — Encontramos seu ipod no seu quarto, recolhemos as digitais dele e as digitais da caixa de fósforo e da maçaneta, e que coincidencia né ? são as mesmas digitais. — Disse o investigador.
( continua...)
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