Eu me lembro
1 Capítulo 1
Amanheceu. Não queria sair de onde eu estava, rezo para não ter que sair, sinto movimentos ao meu lado, ela estava acordando olho para ela tão linda, tão serena, os movimentos dela a faz vira em minha direção, continuo olhando para ela, ela esfrega os olhos com as palmas das mãos parecia uma gatinha manhosa ela abre os olhos e percebe minha presença fecho os olhos esperando sua reação.
- O que faz aqui? Como isso aconteceu? Pergunta sentando na cama cobrindo seus seios nus com o lençol colocando a mão da cabeça.
Já passava das nove horas da noite quando consegui sair da delegacia o dia havia sido estressante e precisava de uma bebida caminho pelas ruas da cidade passando pela prefeitura quando percebo que uma luz estava acessa, não sei por que mais resolvo entrar lá.
Vou em direção à sala da prefeita cuja sala era a única de luz acessa, a porta estava aberta vejo Regina com a cabeça na mesa e do lado uma garrafa de vinho.
- O horário de atendimento acabou volte amanhã. Diz sem levanta a cabeça da mesa.
Aproximo-me da mesa, e sento em uma das cadeiras de frente para ela, admirando as curvas de seu corpo, respiro fundo e coloco a mão em seu ombro.
-Já disse que o horário acabou vai embora antes que eu arranque seu coração, infeliz. Diz com raiva levanta a cabeça pela a primeira vez e olha para mim. – Ah, e você xerife o que queres a essa hora?
Não pude deixar de notar como seus olhos estavam pequenos, seus lábios inchados e o seu rosto meio amassado e meio vermelho estava linda.
- Vim te convidar para beber, mas pelo o que vejo começou sem mim. Respondo pegando a garrafa e dando um gole, ela puxa a garrafa da minha mão me olhando furiosa.
-Esse vinho e meu procure um para você se quer tanto beber xerife.
Olho para ela, e a vejo bebendo o vinho da garrafa, a rainha má bebendo da garrafa o negocio deve está feio penso quando volto para a realidade percebo que ela aponta para algo sigo com o olhar para a direção apontada e vejo um pequeno frigobar, levanto da cadeira e vou ate ele e o abro tinha pelo menos 10 garrafas de cerveja lá dentro.
-Não sabia que a poderosa rainha má bebia cerveja.
- Não bebo, mas como estava a fim de ficar alta resolvi compra, pra quer usar meus vinhos caros para algo assim tão idiota seria um desperdício.
Seguro o riso típico ela nunca admitiria que quer ficar bêbada, isso não existe no seu mundo.
- Mais esta bebendo vinho e pelo seu estado não e a primeira garrafa.
- Essa cerveja não me desceu a garganta e meu estado está ótimo, senhorita Swan.
Pego uma garrafa e volto para minha cadeira, ficamos uns cinco minutos nós olhando e bebendo, uma gota de vinho escapa de sua boca e desce ate seu pescoço eu acompanho toda a sua trajetória e não consigo controlar um gemido, ela olha para mim e limpa a gota em seu pescoço.
-Então por que esta querendo ficar alta prefeita? Pergunto tentando voltar ao meu normal.
Ela olha para mim de lado e da me um meio sorriso pega a garrafa vazia e joga na lixeira por meio de magia trás outra garrafa.
-Senhorita Swan eu não estou alta o bastante para te dizer isso.
Pego a garrafa de sua mão e a abro pego o copo a muito esquecido em cima da mesa e o encho.
-Então beba mais prefeita. Digo de forma maliciosa mal escondida.
Ela pega o copo e bebe seu conteúdo de uma vez só, pega a garrafa e com ela emburra o copo da mesa que se estilhaça no chão.
Voltamos a nós olhar e a beber eu e claro cada vez mais ansiosa para saber o porquê dela beber tanto depois do que pareceu ser horas.
-Bebo para ver se para de doer tanto meu peito. Diz encostada na sua poltrona olhando para o teto.
Eu já estava na minha terceira garrafa de cerveja, quando ouço o que ela diz decido naquele momento parar de beber. Fico a vendo virar garrafa atrás de garrafa olho para o relógio no meu pulso já passa das onze horas resolvo levantar e a levar para casa.
-Vamos Regina já esta tarde, vou te levar para casa.
Ela levanta e começa a tropeçar e bater nas coisas vou ate ela e a seguro na cintura para equilibra-la.
-Minha garrafa eu quero uma garrafa pegue minha garrafa uma garrafa, garrafa e uma palavra estranha. Diz entre soluços.
Pego uma garrafa vazia e dou a ela, ela a pega e sorri para mim minhas pernas ficam fracas, ela tem um sorriso tão lindo percebo nunca negaria nada a ela se me pedisse com esse sorriso.
-Você e linda Emma, sabe eu sempre achei isso, mas não conte isso para a Emma.
Começo a guiar ela, ela fecha os olhos eu apago a luz da sala dela e vou pelo os corredores escuros como um breu, quando Regina para de andar e começa a se debater.
-Estou cega, estou cega amor me ajuda eu não estou enxergando. Diz chorando e me abraçando como uma criança
-Calma Gina nós só estamos em um corredor escuro confie em mim você esta enxergando muito bem. Respondo passando a mão em seu cabelo e sorrindo ela me chamou de amor.
Saímos da prefeitura, peço com ela a chave para fechar a porta ela me entrega e eu tranco a porta quando olho Regina havia sumido começo a procura-la e a vejo deitada em um banco na praça, vou ate ela.
-Gina levanta vou te levar para casa. Digo a puxando devagar.
-Não quero se for para ficar sozinha em casa prefiro ficar aqui pelo menos tenho as estrelas.
Com muito custo consigo fazer com que ela levante a levo a te o portão de sua mansão peço a chave, ela cruza os braços e vira as costas para mim não consigo segurar o riso ela parecia uma criança mimada quando não consegue o que quer,vou ate ela e abraço.
- Se você me der à chave eu fico aqui ate você dormir.
Pego a chave da mão dela e abro o portão, a ajudo a subir ate o quarto dela e a trocar de roupa enquanto ela escovava os dentes eu preparava a cama para a minha rainha.
-Prontinho minha rainha sua cama arrumada e travesseiros afofados. Ela deita cama e eu a cubro ela agarra meu pescoço e me puxa para a cama.
- Dorme comigo? Pergunta fazendo biquinho
SIM, SIM eu durmo com você e hoje, amanha sempre meu amor.
Eu deito do lado dela e me cubro fico olhando para o teto tentando controla as reações do meu corpo ao ter o objeto de meu desejo, amor, paixão tão perto de mim.
Ela olha para mim e sorrir e o fim não consigo me controlar e a beijo, seus lábios o doce sabor de seus lábios com pequeno toque de menta me leva ao paraíso, vou para cima dela aprofundando o beijo, não conseguia controlar minhas mãos que vagavam pelo seu corpo.
-Eu te amo, eu te amo tanto Regina.
-Eu também te amo, amo tanto que chega a doer por isso bebi para ver essa dor parava como fui ingênua.
Com essa declaração a pouca resistência que eu me impunha eu joguei fora e a beijo, subo em cima dela aprofundando o beijo, minhas mãos já vão para a suas roupas a tirando, seu como era perfeito nem em meus melhores sonhos poderia imaginar tamanha perfeição.
Sorrio perante a lembra de nossa noite, levo a minha em direção ao lençol que tampava sua perfeição e o retiro a deixando nua.
- O que faço aqui? Bem estou realizando um sonho que nunca pensei ser capaz de realizar. O que aconteceu? Tornei-me sua mulher e fiz de você minha mulher.
Ela me olhava confusa, enquanto tentava pegar o lençol para se tampar eu sorrio.
-Tudo bem, vou fazer você se lembra. Digo e a beijo a puxo mais próximo ao meu corpo os colando quase como se quisesse que ela entrasse em meu corpo.
-Eu me lembro
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