Eu me apaixonei... por um pedreiro?

1 O inicio da nossa história


Oi. Você deve estar imaginando, eu me chamo Elizabeth. Eu costumava morar na inglaterra com meus tios, desde que meus pais morreram em um acidente de carro quando eu era criança, e agora que fiz 16 anos a gente se mudou pro Japão.

Eu odiei ter me mudado, pois passei a sofrer bullying no colégio por ser forasteira e ter cabelo e olhos pretos. Todos me excluem, com exceção da minha amiga Clarinha, que é a única que fala comigo no colégio todo. Os meus tios também não são muito legais comigo.

A pessoa que eu mais odeio é a Rafaela Meireles, que é linda, alta, loira e super gostosa e popular líder de torcida do colégio. Ela sempre implica com tudo o que eu faço, e é por causo dela que implicam comigo.

Acordei, como todo dia pra essa merda de vida e desci as escadas. Não havia quase nada na mesa, só bolo, frutas, alguns pães e um gelado que a minha tia fez. Eu comi uma maça — tinha que comer pouco pra não engordar — depois subi e fiz minha higiene matinal.

Penteei meus cabelos e depois vesti meu suéter de lã e o meu gorro, peguei meu iphone e desci as escadas, depois fui até o colégio.

Depois das aulas (chatas, como sempre), eu prendi meu cabelo em um coque frouxo devido ao calor, e segui para minha passagem diária pelo Starbucks (ninguem pode ficar sem café né gente). Havia um canteiro de obras na frente dele. Então revirei o olho e pedi o frapuccino large de sempre, pedi para colocarem um nome de pop star: Sandy.

Lá dentro, depois de pedir meu café comecei a olhar os pedreiros por causo do tédio, e percebi que tinha um muito gatinho. Mas meu deus, um pedreiro! Como assim eu tinha achado um pedreiro gatinho? Meus sentimentos estavam tão confusos!

Tomei meu café correndo e sai de lá o mais rápido que pude, mas tinha que atravessar a rua e passar na frnete do canteiro pra ir pra casa. E ces não vao acreditas minha gente, eu estava andando com pressa e cabeça baixa e adivinha? trombei justamente com o dito cujo pedreiro!

–Melhor a moça tomar cuidado por onde anda! Alguem tão kawaii assim não pode se machucar!

Corei.

–Como a neko-chan se chama?

–Sou Elizabeth!

–Eu sou Denilson, prazer!

–Sou mesmo kawaii?

–Claro, mó gatinha — kkkkkk.

Fiquei envergonhada e sai correndo pra casa. Meu coque acabou desmanchando com o vento, e o Denilson juntou a delicada fita que tinha usado pra prendê-lo. Ele veio atrás de mim falando que eu tinha derrubado mas ignorei e continuei correndo até chegar em casa, ai entre correndo e subi as escadas correndo pro meu quarto e bati a porta, meu coração acelerado...

O que vou fazer?

Notas finais
Obrigada por lerem até aqui gente :3 logo logo sai o novo capítulo! Por favor comentem!