– Ae maluco, tá bom de quebrar as parada aqui, tá cheio de enfiltração.

– Rs, martela o martelão.

Gente, eu só ouvia as conversas. Eles estavam DENTRO DO BANHEIRO!!! Por que eu não parei pra ouvir, agora eu tô trancada aqui e eles tão aqui dentro.

Vou ter que sair.

Mas bem quando eu estava abrindo a porta abriram a porta junto e eu caí no chão.

– Ô, mó princesa, rs.

Quando eu olhei pra cima o meu rosto ficou vermelho e o meu coração acelerou. Era ele! Tava extendendo a mão suja, eu fiquei com nojo e não peguei.

– Mó metida, eu hein. Lembra de mim não?

– O-oi, Denilson.

Eu corei por que estávamos no banheiro de mulher, dei um empurrão nele e saí correndo. Enquanto eu corria ele deu um sorriso e piscou. Eu fiquei muito vermelha e fui pra sala.

Sentei perto da janela e fiquei olhando a tarde. Não dava pra ouvir o barulho da obra mas o meu coração acelerava toda hora que pensava que ele poderia estar em qualquer corredor e qualquer esquina.

A aula era de física e tinha umas coisas complicadas de mecânica então eu lembrei de novo dele.

Quando eu fui pra casa pensei que tava sendo seguida mas olhei pra trás e tinha mas nada nem ninguém. Mas fiquei com medo e corri pra casa, corri pro meu quarto e mim escondi de baixo do ededrom.

Como se as coisas não pudessem ser pioradas eu ouvi um barulho de pedrinha na janela.

Abri a janela e uma pedrinha de construção entrou.

Era o Denilson lá em baixo. E agora?!