Eu apaixonado pela Remi?
9 Tudo podia acontecer menos isso.
Notas iniciais
— eu te amo, muito. —fala Kurt para Remi.
— te amo mais. Muito mais. —fala Remi.
— desculpa por ontem, eu perdi a cabeça, eu deveria ter confiado em você, mas o ciúme subiu a minha cabeça. — fala Kurt.
— eu estou aqui, não estou?—fala Remi e Kurt concorda. — então, porque se preocupa. Eu te amo, eu posso ficar um pouco brava mas é só por uns segudos depois passar.
— obrigada por ser tão gentil. Eu acho que escolhi a mulher certa para carregar o meu sobrenome. —fala Kurt girando e beijado Remi.
— escolheu? Acho que fui eu que escolhi. —fala depois se afasta do beijo.
— não vou brigar. Eu te amo. —fala Kurt.
Off lembrança
— Remi, vamos. —fala Reade interrompendo .
— estou indo. — falo fechando o armário.
Antes de sair, eu dou uma olhada no homem que continuava no mesmo lugar.
— vamos. Eu te explico no caminho.— fala Reade me puxado.
— aquele homem é o diretor assistente da CIA ?— eu pergunto o seguindo.
— sim, é ele. Se lembra dele? — fala Reade caminho em direção do elevando.
— eu fui torturada por ele quando weller descubriu que eu não era a Taylor.— eu afirmo.
— você se lembra? —pergunta Reade.
— mais ou menos. Eu tenho pesadelos,sendo torturada por ele.—falo.
— sinto muito. —fala Reade.
Saímos do elevando, entramos no carro do Reade. Passamos boa parte do tempo em silêncio.
— qual é o caso? —pergunto e ele olhar para mim e depois volta sua direção ao trânsito.
— Patterson, achou em uma das suas tatuagens um em endereço de um orfanato. —fala Reade. — por que um orfanato ? Eles estão maltratado crianças? Por que um orfanato ?— completa Reade com um tom mais irritado.
— nem toda tatuagem eu participei. Só em algumas. Outras foi o Oscar e Roman, essa é uma tatuagem que eu não participei.—falo sendo sincera.
— você não sabe ?Está no seu corpo. —fala Reade um pouco mais irritado.
— você está chapado? —pergunto ao vê ele mexer no nariz mais de duas vezes.
— o que? Não. — responder ele.
— quem é a rapariga que fez você se droga? —pergunto.
— eu não estou chapado, e não tem rapariga. —fala Reade .
— Reade, eu convivi por cinco anos da minha vida em um "orfanato", e as crianças de lá, pelo menos a maioria usava drogas, para não sentir dor.—falo e ele me olha com uma olhar de dúvida..— Eu nunca usei. Se é a sua pergunta. Você está chapado ?
— um pouco talvez. —fala Reade.— eu estou passado por alguns problemas. — completa Reade.
— problemas, algumas pessoas bebem, usam drogas, mas a verdade é que isso não ajudará nada, só piora. Primeiro é só uma cheirada, depois você quer uma atrás da outra. — eu falo.
— eu não preciso dos seus conselhos. —fala Reade sendo grosso.
— bem, você pode grita, me bater mas eu não ficarei calada.—falo e minha mão vai em direção ao som.— pelo menos um pouco de música.
Meia hora depois chegamos no tal orfanato. Crianças correndo, pulado corda, brincando de amarelinha.
—Aqui não parece ser trágico de crianças e muito menos parece que eles maltratam elas. —fala Reade.
— as aparências enganam. —falo e sigo caminho para duas crianças que brincavam juntas.
Me aproximo delas é elas param de brincar na hora que me viram.
— olá. —falo. — eu sou Remi, vocês são?
— Letícia e Jorge. —responder a menina que parecia a mais velha.
— eu estou procurando o diretor de vocês, ele está? — pergunta Reade.
— ele está na sala dele. —fala o menino.
— obrigada.—falo e já puxo o Reade.
— eles parecem felizes.—fala Reade.
— você viu a mão da garota, ela tem uma macha de cigarro na mão.—fala Remi.— vamos interrogar o diretor desse maldito orfanato.
*
13h e 58m
— diretor assistente Keaton. —fala Kurt estendendo a mão.
— diretor assistente weller, a quanto tempo. —fala o Keaton.
— posso sabe o que traz a sua inesperada visita. —fala Kurt fazendo sinal para Keaton sentar.
— eu quero a vistoria da jan-Remi. Ela recuperou a memória.—fala Keaton.
— desculpa, mas não será possível. Sinto muito, mas foi uma perca de tempo vir aqui. —fala Kurt se levantando.
— eu tenho uma informação de que Remi não é mais útil para o FBI.—fala Keaton.
— não sei quem vendeu é essa informação totalmente.—fala Kurt. — a informação não é verdadeira. — completa.
— eu encontrei ela hoje mais cedo, ela pareceu confusa ao me vê. —fala Keaton.
— quando ela recuperou a memória, ela perdeu as memórias que tinha quando era Jane. — explicar Kurt.
— bom, diretor assistente eu estou indo. Se mudar de idéia, me ligue. —fala Keaton apertado a mão do Kurt.
— eu tenho a total certeza que não será preciso.— fala Kurt saindo junto com Keaton.
— me ligue se mudar de idéia.—fala Keaton antes de seguir seu caminho até o elevando.
— weller pode me acompanhar até meu laboratório? —pergunta Patterson com seu tablet na mão.
— sim. —fala Kurt caminhado junto com para o laboratório.
Eles entram e Patterson foi no seu computador e começou a procura algo.
— aqui, olhe isso. —fala Patterson mostrando várias fotos de uma garotinha 8 anos no máximo tinha aquela garota da foto.
— É uma garota. O que tem ela? —fala Kurt.
— olha direito. —fala Patterson dando zoom na foto. — A cicatriz no pescoço da menina.
— é igual o da Remi. —fala Kurt. — garota é a Remi?
— eu não sei. Só Remi pode afirma.— responder Patterson.
— aonde Remi está? — pergunta Kurt.
— ela saiu em um caso com Reade. Eles teve está voltando. Eles saíram 8h da manhã. —responder Patterson.
**
— esse cara não sabe nada, ele é um simples diretor. — fala Reade no ouvindo da Remi.
— a tatuagem aponta para o orfanato.—fala Remi frustada.
Remi passou a mão pelos cabelos e respirou fundo.
— Remi, vamos voltar para o escritorio. —fala Reade passado a mão pela costa de Remi que se encontra sentada em um banco.
— e se a tatuagem não apontasse para o diretor, a tatuagem pode está apontando para umas dessas crianças. —fala Remi olhando as crianças brincam.
— tem tantas. —fala Reade soltando ar de frustação.
— tem que ter algo a mais na tatuagem, algo que a Patterson não viu. —fala Remi.
— vou entrar em contato com ela, espere aqui. —fala Reade saindo com o celular na mão.
— oi, tia. —fala um garotinho passado a mão no cabelo de Remi.
— oi. —fala Remi sem animo.
— por que a tia está triste?— pergunta o garoto.
— eu não estou triste, e sim frustada. — responder Remi.
— quer brincar, brincar ajudar deixa os outros felizes. —fala o garotinho.
— eu tou bem aqui. Pode ir brincar. —fala Remi.
— tem certeza, eu acho que a tia precisa brincar. —fala o garotinho.
— qual é o seu nome ?— pergunta Remi.
— Emerson, e o seu? — fala o Emerson.
— Remi... É Remi. — responder Remi. — faz tempo que você está aqui?
— não. pelo menos dois anos.— fala o garotinho.
— o que aconteceu com seus pais? — pergunta Remi.
— eles viajaram, o papai disse que era perigoso eu e letty fica em casa.—fala o garotinho na maior inocência.
— perigoso por que? — pergunta Remi intrigada.
— a mamãe também disse que os homens maus queria o papai por isso que eles precisavam viajam. —fala o garotinho.
— qual o nome do seus pais? — pergunta Remi.
— Curiosa você. —fala o garotinho pegando no nariz de Remi. — Alejandro e Augustine parker. — completa o garoto. Você conhece eles?
— não. Vai brincar. Eu já tenho que ir. —fala Remi.
Remi vê o garotinho se afasta, e então levanta e caminha até o Reade.
“ mas é ela? ". Fala Reade pelo telefone.
“tudo bem, eu e Remi estamos voltando”. Fala Reade por último.
— aconteceu algo? —pergunta Remi.
— não. Mas weller precisa da gente no escritório. —responder Reade caminhado até o carro e Remi segui ele.
Eles passaram o caminho inteiro em silêncio perturbado.
Assim que chegaram, foram direto ao laboratório da Patterson.
— o que é tão urgente? —pergunta Remi ao entrar.
Kurt estava com uma cara nada boa, Nas a companhava a mesma cara, e patterson está seria.
— queremos que você reconheça alguém. — fala Kurt.— Patterson mostre a.
— olha isso. — fala Patterson mostrando as fotos para Remi e Reade.
— é você? —pergunta Nas.
— é. Por que? — responder Remi ainda vendo as fotos.
O celular de Remi começa a trocar.
— é o roman. — fala Remi ao botar o celular no ouvindo.
on ligação
Remi: o que tu quer, criatura.
Roman: a Shepherd quer você aqui com o pendave.
Remi: não posso, hoje não dar. Amanhã de manhã eu vou.
Roman: ela quer agora.
Remi: Amanhã eu vou.
Off ligação
Remi desligar sem dar tempo por roman responder.
— o que ele quer? —pergunta Nas.
— ele quer que eu vá ao encontro dele e da Shepherd. —fala Remi guardado o celular no bolso.
— Remi... —fala Nas mas é cortada pela Remi.
— vamos foca na foto. Sou eu quando tinha 7 anos, ou 8 talvez—fala Remi ignorando totalmente o chamando da Nas. — o que tem as fotos?
— essas fotos estavam no arquivo excluído do FBI. —fala Patterson.
— como você explicar isso? Por que o FBI teria um arquivo seu. — pergunta Kurt alterado o tom de voz.
— Eu que sei. O arquivo é do FBI. Vocês que deveria sabe. —fala Remi quase grita.
— mais uma vez chegamos no meio de um labirinto. — fala Reade.
— qual o nome do arquivo? — pergunta Remi um pouco mais calma.
— treinamento de agentes mirins.— responder Patterson.
— isso significar algo para você? —pergunta Nas.
— O FBI e a CIA se juntaram para combater os anti-Apartheid, eles matam homens e mulheres, e os filhos deles entram nesse programa. Eu fui umas das crianças que entrou no programa. — fala Remi.
— isso explicar porque o arquivo foi excluído. —fala Patterson.
Nas saiu do laboratório junto com o Kurt e logo em seguida Reade saiu.
— Patterson, vamos almoça juntas? — pergunta Remi.
—sim, vamos. Deixa eu so fechar essas pastas. — responder Patterson.
**
— está comendo muito. — comenta Patterson. — é o seu segudo parto.
— eita, eu estou com fome. — responde Remi.— você e tasha ficaram na balada depois que eu sai?
— não, nos decidimos ir para casa. —fala Patterson. — tasha que é daquele jeito e inventou que estava doente.
— sei. Patterson.. Esses nomes são comum para você Alejandro e Augustine parker.— fala Remi.
— eles foram mortos a quase 2 anos. — responder Patterson. — por que?
— hoje no orfanato eu conheci emenson parker, e ele disse que os pais o deixou lá para fazer uma viajam para fugir dos homens maus. —fala Remi.
— Remi, eles dois são procurados do FBI. Se tatuagem indicar para eles, talvez eles estejam vivos. —fala Patterson. — eu preciso do meu computador.
Remi e Patterson pagaram a conta do restaurante e voltaram por escritório do FBI.
Patterson foi para o laboratório. Remi assim no chegou no escritório do FBI ,ela recebeu uma mensagem do Kurt
“ por favor, venha aqui na minha sala"
Remo revirar os olhos ao lê a mensagem e caminha em direção a sala do Kurt. Um nojo Remi estava tendo so de olhar para o Kurt.
— estou aqui. —fala Remi.
— Remi, pegue o pendave e vá até o encontro do roman e da Shepherd. —fala Kurt a entregando o pendave.
— é ilegal copiar o sistema de outra agência. —fala Remi dando um riso de leve enquanto guardava o pendave no bolso.
— estou salvando a sua pele. —fala Kurt grosso.
— ainda está com raiva?— fala Remi.
— você mentiu. —fala Kurt com mágoa na voz.
— eu não menti, só omitir a verdade. —fala Remi se defendendo.
— mentir ou omitir, aqual a diferença? Em nenhuma das duas você conta a verdade. —fala Kurt cuspido aquelas palavras. — o que mais você está escondendo da gente?
— certo. Eu menti, idai? —fala Remi. — A mentira não mata, apenas tortura quem acreditou, ué.
— EGOÍSTA. — grita Kurt.
— Não sou egoísta. Apenas valorizo a única pessoa do mundo em quem eu posso confiar: eu mesma..—fala Remi. — já me machuquei muito até descobri que a única pessoa confiável, sou eu mesmo. Você nunca amou alguém e aquela pessoa te quebrar em pedaços, VOCÊ NUNCA PASSOU DE AMAR PESSOA PARA ODIA-LA.
— ah não? Engraçado. Pois eu AMAVA A MINHA JANE. A jane que você tirou de mim. Por que você fez isso? Por que voltou? Eu e Jane estavamos felizes, como jamais você será algum dia, porque você não é digna do amor. —fala Kurt.
Remi engoliu ss lágrimas que queimavam seus olhos e saiu da sala do Kurt, quase correndo.
Remi saiu andado pela rua deixando as lágrimas escorrerem.
Ela não era digna do amor? Talvez ela nunca foi mesmo. Sua vida sempre foi uma montanha russa. A morte de seus pais, o "orfanato", Kurt weller, a Shepherd. Eles queriam o quer, que ela fosse normal, uma pessoa que soubesse ama, mas nunca ensinam o que é o amor para ela, a única coisa que a ensinam na vida era matar.
Remi limpou as lágrimas e foi até uma sorveteria.
— Na casquinha, flocos, por favor.. —fala Remi para a moça.
— aqui, senhora. —fala a moça entregado o sorvete.
— obrigada. —fala Remi.
Remi paga o soverte e senta em uma mesa. Quando Remi terminar de comer o sorvete, sentir uma votande enorme de vomitar.
Remi corre para o banheiro da sorveteria. Remi vomitou pela terceira vez só aquela semana.
Remi enquanto lavava a mão e a boca, Remi percebeu que tinha duas senhoras que olhavam para ela.
— você já foi no médico ?—pergunta uma das senhoras.
— médico o que. Barriga não é doença. —fala a outra senhora.
—barriga??? — pergunta Remi quase gritado.
— sim. Bebezinho no colo, e gravidez, essas coisas mais. —responder a senhora.
— não impossível...—fala Remi e ela para no mesmo instante.
on lembrança de quando era Jane.
— trazendo trabalho para casa, sério? —fala Jane o olhando seria.
— o trabalho mim distrair um pouco.—fala Kurt.
— vamos guarda isso, pois hoje é sexta feira. —fala Jane guardado as pastas.
— Jane...
— não Kurt. Pare por um momento de trabalhar. — responder Jane.
— obrigada. —fala Kurt.
— pelo o que? —pergunta Jane o olhando.
— por está aqui nesse momento, eu fui tão ruim contigo e mesmo assim você está aqui. — fala Kurt.
— é o mínimo que posso fazer por ter traído você e a equipe. —fala Jane.
— desculpa, desculpa eu ter só te dando patada, desculpa por te jugar a cada momento, você só está querendo me proteger e mesmo assim fui injusto. —fala Kurt.
— não. Eu fingir ser a Taylor Shaw, eu mentir desde o início, eu matei a Mayfair.—fala Jane.
— não, você achou que era realmente a Taylor, você achou que era o certo a fazer. E você não matou a mayfair, quem matou ela foi o Oscar, e não você. —fala Kurt. — perdão.
— Kurt ,tudo bem. —fala Jane.
— tudo bem não. Você já foi punida por seus erros, até mais do que devia, e eu ainda tentei a punir ainda mais, me perdoa ?—fala o Kurt se aproximando de Jane.
— eu te perdoo, mas me perdoa?
— eu já te perdoei, só não quis aceitar a verdade. —fala Kurt pegando na cintura da Jane e a trazendo para perto.
— Kurt...
— não, eu te amo. —fala Kurt a beijando.
Kurt pegou ela no colo e a levou por quarto. Ele a deitou ela na cama com cuidado e tirou a sua roupa ficando nu, e Jane fez a mesma coisa, ambos estavam nus. Ele a penetrou nela, eles se amaram sem se importar se estava ou não usando camisinha.
Off lembrança
Remi começou a lembrar que desde que voltou não tinha estado naqueles dias. Os enjoos.
— FILHO DA PUTA. — grita Remi quando o choque da possível gravidez.
Remi saiu de pressa de onde estava, e foi na farmácia mais perto. Comprou uns 8 testes de gravidez e foi para casa-segura.
Remi estava tão desesperada para saber o resultado que assim que chegou na casa, foi direto por banheiro.
Remi depois de usam cada teste, os botou dentro da pia. Ela ficou olhado cada teste até que saiu o resultado.
Duas linhas verdes: significava gravidez. Ela estava grávida e mau se lembrava como tinha feito aquela criança que estava dentro dela.
Remi piscou várias e várias vezes olhava pra todas aquelas linhas verdes em cada um daqueles testes distribuidor pela pia e sentia tudo ser mudado. Algo novo e ainda mais desesperador crescia instantaneamente dentro dela e ela sentia medo pela segunda vez no mesmo dia. A ainda não havia assimilado o que estava acontecendo. Havia uma coisa crescendo dentro dela.
— EU ESTOU GRÁVIDA. — grita Remi tendo um choque de realidade.
— Não, não, não, por favor não. —Remi repetia isso ate as lágrimas caia pela sua bochecha novamente.
Depois de uns 30 minutos jogada no chão do banheiro, ela entrou no chuveiro deixado a água quentinha cair pelo corpo.
Depois do banho, ela de encontra sentada na ponta da cama, só de toalha, olhado por nada mas pensado em tudo.
Ela está grávida, um filho. Um filho nunca passou em ter, nem mesmo quando era casada com o Kurt, e por infeliz coincidência da vida, ele é o pai da criança.
Remi respirou fundo tentando asimilia tudo na cabeça.
Remi se vestiu e decidiu sair para corre vê se botava a cabeça no lugar.
*
Dia seguinte
Remi acordou com seu telefone trocando. Remi nem viu quem era e já foi atendedo.
on ligação
Remi: Remi...
Roman: você está bem?
Remi: ótima.
Roman: você vai vir hoje?
Remi: vou. Lá para uma tarde eu chego ai.
Roman: se vemos mais tarde.
Remi: aham.
Off ligação
Remi se levantou da cama ainda sonolenta e sentou no banheiro. Remi de deparou com a pia com 8 testes de gravidez tudo positivo.
Remi queria tanto que aquilo fosse so um pesadelo. Mas não, era a vida real, ela estava grávida.
Remi decidiu deixar as procurações de lado, e foi tomar banho.
Depois do banho, se vestiu mas antes se olhou no espelho. Sua barriga não estava grande, nem média, inchada seria o termo mais correto para descrever-la. A barriga dela so parecia inchada. A barriga dela estava desse jeito por dias, como ela não percebeu.
Ao sair da frente do espelho, Remi se vestiu uma calça branca e uma blusa jeans e calçou sua bota com alto, deixando seu cabelo solto e úmido.
Remi foi até a cozinha pegou uma maçã e um pequeno saco e foi em direção ao banheiro, botou os oito testes no saco e guardou na bolsa.
Remi segui seu caminho para o escritorio do FBI. Chegando lá já tinha muita gente. Remi deu uma olhada no celular, 8h e 25m da manhã.
Remi não ia esperar até o bebê nascer para contar para o filho da pu** que tinha feito essa sacanagem com ela que ele ia ser pai.
— POR QUE NAO ME CONTOU QUE VOCÊ E A JANE TRANSARAM,E QUE NAO FOI A UINCA VEZ. —fala Remi entrado na sala.
— é era importante? — pergunta Kurt. — eu e Jane estavamos juntos por três meses e aí depois você voltou com as memórias.
— sim é era. Eu poderia prevenindo — fala Remi.
— se prevenindo de que? Calma ai.... E você está.... —fala Kurt mas é cortado pela Remi.
— SIM, EU ESTOU GRÁVIDA, SEU IDIOTA. — grita Remi jogado o saco com os testes em cima do Kurt e depois ela sai.
Ela está grávida, Kurt tentava asimiliar essa gravidez degavar. Ele ia ser pai. Mas não do jeito que ele queria ser, ele sempre pensou que um dia fosse pai seria da mulher dele, e não de uma maluca igual a Remi.
Remi.. Kurt tentava nem pensa o que passava pela cabeça dela, ela parecia irritada e depois do que ele disse para ela, ela não é digna do amor. Ele sabia que só tinha dito da boca para fora. Ele não pensava assim.
Ele tinha uma parte ele que era viciado nela, queria ter ela por perto, queria beija-la, abraça-la. Mas tinha outra parte que a odiava que queria ela longe.
— ela deve está assustada. —fala Kurt em voz alta, foi como se ele a conhecesse a anos.
Parecia que ele sabia cada olhar dela. Mas ele não a conhecia. Pelo menos era isso que ele pensava. Ele não a conhecia.
Continua....
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