Notas iniciais
Okay... Demorei devido a problemas pessoais, bloqueio de criatividade e ao "Nyah fora do ar", peço desculpas pela demora e espero que vocês possam me compreender. Ebaaaaaaaa 100 comentários!! Comentem, comentem, comentem pra me deixar feliiiz!! :p Vou passar a colocar imagens nos capítulos... Concordam?? Só falta saber como se faz isso u.u' No próximo eu coloco imagem :p Vamos as notas do capítulo: Nesse e no próximo capítulo vai ser o esclarecimento da separação dos pais de Gabriela e mais algumas coisinhas... :p Olha, o Flash back é do Júlio, pai de Gabriela. O Pov é de Gabi e o Flash back é de Júlio, narrado por ele. Não sei se tem erros porque eu não revisei o capítulo então, se puderem, por favor, me avisem se virem algum erro. Ps.: Não achei um título melhor, desculpa povinho :/ Se tiverem um título melhor e quiserem me dizer, tô aceitando!! Tá meio confuso esse capitulo, mas espero que dê pra entender... Acho que é só. #Fui Enjoy.

Pov. Gabriela.

– O AMA? EU... – meu pai para um pouco de gritar, como se estivesse confuso, enquanto minha mãe permanecia boquiaberta com o que eu havia dito. Edu olhava para os meus pais assustado. – EU VOU TE MATAR! – meu pai começa tudo de novo, só que mais bravo.

– POR QUÊ?! – minha mãe tenta segura-lo e questiona-o.

– POR QUE... – dava para ver que ele procurava um motivo. – Por que... Por que sim! – ele anda de um lado para o outro, como se tentasse se controlar. Meu primo adentra o quarto correndo, ele pergunta:

– O que aconteceu? Que gritaria é essa? Dá para ouvir da rua! – diz ofegante.

– Esse é o meu primo. – olho para Edu, que continuava assustado.

– Ah, é aquele garoto do trabalho, né? – Thiago pergunta tentando puxar a memória.

– É. – digo passando a mão no cabelo de Edu.

– O-oi... – Edu diz em um misto de timidez e susto.

– Você conhece esse moleque? – meu pai diz com os punhos fechados.

– É aquele menino que veio aqui em casa outro dia. – minha mãe analisa Edu.

– I-isso m-mesmo... – Edu estava muito vermelho de vergonha, permanecia de cabeça baixa, sem fazer contato visual com ninguém.

– Já passou amor... – tento ajuda-lo, passando a mão em seus cabelos e segurando forte em sua mão. Ele olha para mim rindo, tímido. Olha em meus olhos, ele se aproxima de vagar, esqueci completamente de que minha família estava presente. Iniciamos um beijo calmo e apaixonado, nossas línguas se entrelaçam, ele põe a mão em minha cintura e continuamos o beijo, sem fogo, só paixão.

– PAREM VOCÊS DOIS! – meu pai grita autoritário.

– D-desculpa, se-senhor... – ele fica vermelho e começa a rir, nem eu consigo controlar e começo a rir junto com ele.

– Filha... – meus pais se olham e minha mãe começa. – Precisamos conversar sobre isso... – ela se agacha na altura da cama e põe a mão em minha perna. – A sós. – olha para Edu, como quem diz: “Se manda daqui”.

– E-eu v-vou... – olha para meu pai e depois para meu primo, que se controlava para não rir. – T-tchau. – ele me dá um selinho rápido e sai correndo. Impossível não abrir um largo sorriso vendo ele daquele jeito. Ah, como sou apaixonada por esse garoto!

– Filha... – “ela vai começa o discurso” penso... – Por que não nos apresentou a ele antes?

– Por que estamos namorando há pouco tempo...

– Mesmo assim! Você devia ter, pelo menos, dito que estava namorando.

– Foi mal... – digo envergonhada, minha mãe tem esse poder de me fazer sentir mal por esconder coisas dela...

– Você ainda é virgem? – meu pai pergunta direto e reto. Assusto-me com essa pergunta, isso não é coisa que se pergunte desse jeito.

– N-não... – fico vermelha, lembrando-me de minha... “Coisada” com Edu.

– O QUÊ? – meus pais falam juntos, ambos surpresos com minha resposta. Olho para o meu primo, vermelha, e ele me olha com uma cara séria... Lembro-me de meu estupro e lágrimas brotam em meus olhos.

– Vai chorar por que, filha? – minha mãe pergunta preocupada. – Ele te forçou a fazer algo que você não quis?

– N-não... É... – penso em uma desculpa rápida. – Emoção...

– Emoção? – ela olha pra mim com ternura.

– É-é... – começo a chorar, lembrando-me daquele dia. – É-é que foi com o homem que eu amo... – minto bem mentido mesmo. Eu odeio o Caio! Eu tenho nojo dele! Quero que ele apodreça na cadeia!

– Ai que lindo, minha filha. – fala, quase, chorando de emoção.

– LINDO? – meu pai fala sério.

– Pai... – resolvo tirar minhas dúvidas, já que eles estavam, todos, presentes.

– Quê? – responde mais sério ainda.

– Como você traiu minha mãe? – olho em seu rosto, ele se agacha, também, ao meu lado e começa...

Flash back, Júlio, on.

Eu tinha acabado de me casar com Mercedes, fomos morar juntos, fazíamos tudo juntos, passamos meses morando, só eu e ela, eu estava começando a gostar dela além da amizade. Tudo começou a mudar por causa dela...

– Amor, minha irmã vem morar aqui... Tá? – diz Mercedes, na cama, com a barriga de 7 meses.

– A Patrícia? Por quê? Ela não é casada e está abrigada? – a irmã dela e eu tivemos um lance, mas eu não era apaixonado por ela, foi só... Como dizer... “Pegação”, como vocês, jovens, dizem. Foi pela irmã dela que eu e sua mãe nos conhecemos, transamos e depois casamos.

– Ela se separou do Carlos e ele expulsou-a de casa... – passa a mão da barriga enquanto olha para mim.

– Ah... Vai vir ela e a criança? – pergunto, depois do nosso lance nunca mais tive notícias de Patrícia, nem no meu casamento, com sua mãe, ela foi.

– O Thiago? Sim. – ela se ajeita na cama, pronta para dormir.

– Tá bom...

Depois de uns dias ela veio.

– Oi Mê. – diz Patrícia abraçando a Mercedes. – Nossa, que barriga linda! – ela dá um beijo na barriga dela. – diz oi pra titia. – ela apresenta Thiago.

– Nossa, que rapaz grande! – Mercedes o abraça. – Ele está enorme! Quantos anos ele tem?

– Vai fazer dois, já! – elas ficam conversando enquanto eu como um lanche. – Júlio! Há quanto tempo não te vejo! – ela vem me abraçar, o garoto, também. Ela estava diferente nela, algo nela, naquele momento, estava me atraindo.

– Oi. – digo dando um sorriso para ela. – Oi garotão! – pego ele no colo e abraço-o.

Passam-se mais alguns meses, você nasceu e tudo mudou menos meus sentimentos por Patrícia, que só fortaleceram, mesmo eu tentando não sentir, eu sentia. Você fez 5 anos e o meu sentimento por Patrícia passou a ser incontrolável, também, ela provocava...

– Passa protetor nas minhas costas? – nossa casa tinha uma piscina, Paty ia tomar banho de sol, perto dela.

– Passo. – tocar nela passou a ser um vício, tocar nas mãos dela, em seu rosto... Nesse dia acabei perdendo o controle.

– Júlio, eu preciso te dizer uma coisa... – ela olha em meus olhos, após eu ter passado o protetor.

– Diga... – meus olhos se desviavam para a boca dela, eu queria muito beija-la, e, por mais que eu tentasse controlar, a vontade só aumentava.

– O Thiago... – o tom de voz dela passa a ser de seriedade, a mulher que eu sempre via sorrindo, passou a ficar séria.

– O que tem ele? – pergunto sério.

– Ele... – respira fundo. – Ele é seu filho. – fala rapidamente, de olhos fechados.

– O-o quê?

Notas finais
"Devemos esquecer o passado para conseguir seguir em frente." - Não sei o(a) autor(a), sorry! :/ x---x---x---x---x---x---x---x---x---x---x---x---x---x---x---x---x---x---x---x---x---x---x---x 100 comentárioooooooooooos!! êêêêêêê o/ Thanks Poviiiiin :3 :3 :p Obrigada à Jsilva25 eeeeeeeeeeeeeeeeeeee.... Sabrina Rajaram pelos comentários
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.