Eu, Vampira.
8 Capítulo 8
Notas iniciais
desculpem!!
Mas fiquei mesmo sem tempo e ainda tive a pensar em desistir...
Mas aqui vai...
Mas fiquei mesmo sem tempo e ainda tive a pensar em desistir...
Mas aqui vai...
— Seu Eu juro que te vou matar. — Disse o Ruben, que tinha estado a ouvir tudo. — Sabes o que fizeste? Acabaste de assinar a sentença de morte dos humanos. Se eles tiverem a Cristina, uma guerra entre vampiros e humanos vai começar! — Pára! — Gritou a Lua, repelindo o Ruben através da magia. — O que vais fazer? Ficar do lado dele? — Perguntou o Ruben. — Não. Mas não quero que o mates Tens que parar e têm que sair todos daqui. Eles não podem apanhar-vos. — Podem — Disse o Filipe. — O que disseste? — Perguntou o Dário. — Eu contei-lhes sobre a vossa intolerância á prata — Tu o quê? Isto não é nada bom. Ding Dong Olhamos uns para os outros. — Sempre podemos tomar uma posição destrutiva! — Disse o Dário. — Mas só eu e a Cristina o podemos fazer A não ser que vocês — Não! Nós não vamos mudar o nosso estilo de alimentação — Disse a Ju. Ouvimos a polícia a subir as escadas. O Dário olhou para mim. — Pronta? — Nem por isso Arrombaram a porta. — Agora! — Gritou ele. Eu e o Dário, atirámo-nos á policia, mas mal tocámos nele caímos ao chão. Eles tinham uma armadura de Prata! — Fujam! — Gritei. — Não Temos que os ajudar! — Disse a Ju. — Lua, faz alguma coisa. A Lua conseguiu afastar alguns polícias e o Dário fugiu. -Nós vamos buscar-te. — Garantiu. Levaram-me para uma carrinha, e algemaram-me ao banco com umas algemas de prata. Onde arranjaram ele dinheiro para isto tudo? — Há muito tempo que andamos á caça de vampiros. Já estamos um pouco informados O teu amiguinho só nos deu a confirmação que vocês eram uns Vais sofrer muito, isso posso garantir-te. Quando pararam levaram-me para uma sala de interrogatório, que não era de prata, felizmente! Prenderam-me com as algemas á mesa, que estava pregada ao chão. — Onde posso encontrar o resto dos teus amigos? Aqueles que fugiram? — Perguntou o polícia. — Eu não sei Vocês invadiram o único sítio onde eles conseguiam estar sem serem incomodados — Não te armes em engraçadinha! — Chefe? — Perguntou outro polícia que tinha acabado de entrar. — O que foi? Não vez que estou ocupado? — Peço desculpa, mas essa rapariga foi dada como desaparecida no verão passado. É a filha daqueles polícias — O quê? Haha, interessante. O que achas que os papás vão achar do teu novo eu? — Não, por favor Não faça isso — Não, por favor, Parece que os vampiros também suplicam.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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