Notas iniciais
desculpem!!
Mas fiquei mesmo sem tempo e ainda tive a pensar em desistir...
Mas aqui vai...
- O que se passa?

— Sei que te vai custar acreditar, mas esta é a verdade O Felipe denunciou-nos á polícia. O Ruben leu os seus pensamentos!

— O quê? Porque faria ele tal coisa?

— Não sei! Eu disse que não era boa ideia Eu avisei Lua!

— Isso é ridículo. Felipe, podes chegar aqui?

— O que foi? — Perguntou ele.

— O Dário diz que tu os denunciaste Isso é verdade?

— É.

— Vês?Espera, o quê?

— É verdade, eu denunciei-os.

— Porque fizeste isso? — Perguntou o Dário.

A Lua olhava para ele sem acreditar no que ouvia.

— A Lua contou-me porque tinha fugido! Ela estava com medo de ser morta pelos anjos ou pelos vampiros, por causa da ligação que ela tem convosco e por causa da Cristina, os vampiros querem apanhá-la, e vocês podem acabar todos mortos se impedirem os vampiros de a terem.

— Seu Eu juro que te vou matar. — Disse o Ruben, que tinha estado a ouvir tudo. — Sabes o que fizeste? Acabaste de assinar a sentença de morte dos humanos. Se eles tiverem a Cristina, uma guerra entre vampiros e humanos vai começar!

— Pára! — Gritou a Lua, repelindo o Ruben através da magia.

— O que vais fazer? Ficar do lado dele? — Perguntou o Ruben.

— Não. Mas não quero que o mates Tens que parar e têm que sair todos daqui. Eles não podem apanhar-vos.

— Podem — Disse o Filipe.

— O que disseste? — Perguntou o Dário.

— Eu contei-lhes sobre a vossa intolerância á prata

— Tu o quê? Isto não é nada bom.

Ding Dong

Olhamos uns para os outros.

— Sempre podemos tomar uma posição destrutiva! — Disse o Dário. — Mas só eu e a Cristina o podemos fazer A não ser que vocês

— Não! Nós não vamos mudar o nosso estilo de alimentação — Disse a Ju.

Ouvimos a polícia a subir as escadas. O Dário olhou para mim.

— Pronta?

— Nem por isso

Arrombaram a porta.

— Agora! — Gritou ele.

Eu e o Dário, atirámo-nos á policia, mas mal tocámos nele caímos ao chão. Eles tinham uma armadura de Prata!

— Fujam! — Gritei.

— Não Temos que os ajudar! — Disse a Ju. — Lua, faz alguma coisa.

A Lua conseguiu afastar alguns polícias e o Dário fugiu.

-Nós vamos buscar-te. — Garantiu.

Levaram-me para uma carrinha, e algemaram-me ao banco com umas algemas de prata. Onde arranjaram ele dinheiro para isto tudo?

— Há muito tempo que andamos á caça de vampiros. Já estamos um pouco informados O teu amiguinho só nos deu a confirmação que vocês eram uns Vais sofrer muito, isso posso garantir-te.

Quando pararam levaram-me para uma sala de interrogatório, que não era de prata, felizmente! Prenderam-me com as algemas á mesa, que estava pregada ao chão.

— Onde posso encontrar o resto dos teus amigos? Aqueles que fugiram? — Perguntou o polícia.

— Eu não sei Vocês invadiram o único sítio onde eles conseguiam estar sem serem incomodados

— Não te armes em engraçadinha!

— Chefe? — Perguntou outro polícia que tinha acabado de entrar.

— O que foi? Não vez que estou ocupado?

— Peço desculpa, mas essa rapariga foi dada como desaparecida no verão passado. É a filha daqueles polícias

— O quê? Haha, interessante. O que achas que os papás vão achar do teu novo eu?

— Não, por favor Não faça isso

— Não, por favor, Parece que os vampiros também suplicam.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.