Notas iniciais
Nesse capitulo, Yuki e Izuna resolvem não seguir a frente com a repentina paixão... e Yuki confessa seu amor a Madara.
Galera vou postar fic nova do Izuna, e leem também a do Itachi e Hinata.
espero que gostem
Madara chegou no acampamento, as brasas estavam quase apagadas, ele olhou em todas as direções e não achou Yuki por ali, já fazia muito tempo desde que eles tiveram aquela conversa e depois disso ele ficou esse tempo inteiro sozinho, se culpando ter sido tão estúpido de ser usado por alguém como o pai de Mito,tudo o que estava acontecendo era culpa dele, e mais estúpido ainda ao deixar Yuki, talvez seria melhor assim, ela e Izuna pareciam felizes quando ele os encontrou no meio da floresta escura iluminada pela lua e por alguns vaga- lumes que voavam por todas as direções, ela parecia não ama-lo, mais uma vez seu amor não era correspondido e sabia que mais cedo ou mais tarde o ódio voltaria com força total, Yuki nunca falou o que sentia por ele, era uma orgulhosa como sua avô Mito, mas ao mesmo tempo era boa e humilde como Hashirama, claro quando não se tratava de seus sentimentos, ele podia entender Yuki por partes, ele também era assim, mas ele era totalmente orgulhoso, mas se tivesse a chance de pedir perdão a alguém seria para Hashirama, que sempre esteve do seu lado mesmo quando ele não merecia, quando ele o desprezava, o ódio realmente cegava as pessoas, se tivesse essa chance.
— Madara-sama — Tobirama o chamou, e Madara andou em sua direção .
— Onde está Yuki? — ele perguntou muito preocupado.
Tobirama se levantou bruscamente
— Achei que tivesse com você, Izuna e Hotaru voltaram a bastante tempo, e ele até ameaçou a moça que estava furiosa por perder para Yuki, eu realmente perdi uma luta incrível.
Madara sentou em um tronco que estava caído perto da fogueira, lembrando-se da força que Yuki tinha.
— O que sabe sobre Izuna? — Madara perguntou.
— bem, sei pouca coisa sobre ele! Desde de que ele chegou em Konoha, nós dois nos falamos pouco, e lutamos varias vezes, ele disse que foi meu avó quem o matou, mas eu não tenho nada haver com isso sabe?- sem esperar por uma resposta ele continuou- Aí Tsunade- sama ordenou para que nós dois saíssemos atras de minha prima.
— você está desde de muito cedo atras dela não é? — Madara perguntou com culpa
— sim, essa era minha unica missão,fiz um juramento a minha tia antes de ela morrer, na mesma noite em que você a sequestrou, ela morreu com Kawaii, minha noiva, no colo... e implorava para que eu achasse Yuki.
Noiva? Izuna... agora podia entender, e ele era realmente forte, ele dominou o ódio.
— eu sou mesmo um monstro. — ele se julgou
— Não. Você não é — uma voz chamou a atenção dos dois, era Yuki, que se aproximava cada vez mais perto dos dois, Tobirama se levantou e deu uma desculpa para deixa-los a sós. — Madara.
— Yuki.
ela sentou muito próximo dele e olhou as estrelas.
— sabe, desde que eu era uma criança eu queria saber minhas raízes , minha origem, acho que todos nós já erramos um dia Madara, estive conversando com Izuna agora a pouco, ele me contou tudo, sobre seu passado, sobre meu bisavô, me perdoe eu fui muito incompreensiva com você.
— você está falando serio? — ele a olhou nos olhos, aquele olhar cheio de carinho, aquele sorriso singelo como se tivesse dizendo " é bom te ver de novo amigo." já tinha visto antes nos campos de batalha, era o mesmo sorriso de Hashirama.- Você parece a reencarnação de Hashirama no corpo de Mito.
ela riu
— verdade? Então me conta mais sobre seu inimigo mortal. Como era meu avô?
Madara olhou o chão, e permitiu dá um sorriso ao lembrar da cara do amigo, amigo era isso que Hashirama era para ele, melhor amigo, como um irmão.
— seu avô era louco, mas lúcido, era determinado e destemido, tinha uma coragem e tanto, todos os admiravam, mesmo quando era muito jovem,tanto que tinha anciãos que pediam conselho a ele, as meninas corriam atras dele como loucas, eu agradecia a Kami por não ser ele — os dois riram — Mas eu acho o que mais marcou nele era a bondade — Madara não aguentou a culpa que carregava e chorou sem se importar com as regras de ser um shinobi — Ele varias vazes tentou me salvar de minha própria prisão, nós enfrentamos muitas vezes, e na maioria delas eu perdia a ponto de não poder me mover, e ele nunca me matou, ele teve a chance, teve oportunidade, e ele morreu tentando me salvar.
Yuki levantou e se pôs na frente dele, o abrancando.
— pena que não conseguiu não é mesmo? — Yuki também começou a chorar, era realmente emocionante ver o amor de sua vida assim, sabia que Madara estava lutando contra ele mesmo para superar todo aquele ódio, e ela o ajudaria, nunca sairia de perto dele, nunca o abandonaria, Izuna era especial para ela, e como ela tinha acabado de dizer a ele, era Madara quem ela amava e sempre amaria. — Izuna me falou que para um Uchiha se libertar do ódio, é preciso que alguém o ame e ele ame esse alguém. Eu quero te ajudar Madara.
Madara se levantou com uma rapidez impressionante e a empurrava até quando a prendera em uma arvore, onde ela encontrou seus olhos, ela era a primeira mulher que não se assustava com aquele tipo de tratamento, e muito mais vindo de alguém como ele, que era conhecido como um homem cruel e frio.
— como você poderia me ajudar? Não ouviu meu irmão? Só o amor pode me libertar desse inferno de prisão que vivo a anos.
— Eu posso te ajudar, amor. — ela disse com lagrimas nos olhos.
— Como? — Madara estava prestes a ouvir as palavras que tanto queria que saísse daqueles lábios aproximou seu ouvido da boca de Yuki para ouvi-la falar — Como Hime?- sussurrou nos ouvidos dela, a fazendo da um pequeno gemido, deixando-o como uma fornalha de excitação.
engolindo em seco, e ficando vermelha Yuki reuniu coragem e deixou o orgulho de lado.
— Eu te amo, Uchiha Madara — ele fechou os olhos, aquelas palavras soaram prazerosas para ele, e a beijou — desde de ... — outro beijo — quando...- outro beijo — nos conhecemos, eu não...
— cale-se Hime, e deixe-me ama-la, saciar minha sede de você — ele a beijou, com desejo, com desespero, mas principalmente com amor — você é minha, não vou permitir que nenhum outro homem toque em você de novo, nem mesmo Izuna, o irmão que tanto amo.
Aquilo era o céu, os beijos de Madara, o calor que ele passava para ela, seu coração acelerado, era tudo muito mistico, era como magia, era tudo muito calmo e tranquilo, agora ela tinha certeza de como era o amor. Madara beijou seu pescoço alvo fazendo Yuki se arrepiar, tirando um sorriso baixo de Madara.
— Como eu pude ao menos pensar em te largar e deixar ser um alvo fácil para meu irmão? — ele não esperou resposta beijando-a novamente.
Madara escorregou suas mão que a prendia na arvore, para sua cintura, enquanto que Yuki o abraçou pelo pescoço respondendo ao beijo com o mesmo desejo que Madara, e agora ele tinha certeza que a amava, mas seria capaz de confessar isso a ela? Tinha que ser! Tinha que fazer algo certo dessa vez, ele passaria por cima de seu orgulho, mas agora não, ele tinha que fazer algo antes.
— Yuki, seu gosto é tão bom — Não estava pronto para confessar mas sim ele a amava, e muito " sinto muito Mito, mas nunca foi você, agora posso ter certeza" ele disse mentalmente para a "amiga" que já se fora.
Madara cessou o beijo, a arrastando floresta a dentro, tinha que te-la, tinha que possuí-la, ou morreria ali mesmo.
-Madara-sam — ela parou por um momento, e Madara sabia o que ela queria perguntar, estava nítido em seu olhar, e isso o fez tremer de medo. — Você e a baka da Hotaru...
Madara suava frio, tinha que dizer a verdade.
— Sim Yuki, aconteceu! — como ele temia, Yuki deu alguns passos para trás. E Madara ficou imóvel o que ela estava pensando em fazer aquele momento?
Yuki não podia acreditar, ele a tinha possuído, e agora estava tentando fazer o mesmo com ela? Não, ela não era aquele tipo de pessoa, olhava ele com lagrimas em seu olhar.
— sínico — ela ia se virando para ir embora, quando as mãos fortes de Madara a segurou impedindo a fuga. ela se batia, tentando fugir- me larga Madara, se não ou te mato.
— Mate — ele a desafiou- sei que você assim como Hashirama pode fazer isso, me mate Yuki, e acabe de vez com meu sofrimento, me mate , me mate... Mas não deixe de me amar, eu preciso de você aqui comigo.
ela olhou em seus olhos, e não era blefe, era a verdade, nesse instante ela viu algo nos olhos de Madara, mas não soube o que era,ele a abraçou encostando sua cabeça nas costas dela.
— Madara... — ela se virou- como eu poderia o fazer? Eu te amo, mais que minha própria vida.
e ela o beijou, mas era um beijo de adeus, ele entendeu isso quando ela se desviou de seus braços e saiu rumo ao acampamento.
Notas finais
Esperem que gostem e tem novidades por aí... e tenho que falar que a cegonha vai visitar alguém, quem será?
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