Eu Te Amo e sempre Vou Te Amar
1 Capítulo Único
Notas iniciais
Espero que gostem...
- Por que? Por que? — chorava muito. Debruçado sobre o corpo do menor, que estava deitando em uma cama. Com lençóis brancos sobre o corpo do loiro, que o cobriam dos pés a cabeça.
YunHo não se conformava com aquilo. Não entendia o porquê daquilo ter acontecido. Seu amado Jae estava... morto.
- Me perdoa. Por favor me perdoa. — as lágrimas não cessavam, caiam sobre seu rosto. — Jae por... favor v...volta para mim. Não me deixe. Não consigo viver sem você. — agora falava entre o choro com uma certa dificuldade.
Uma enfermeira tentou tirar Yun dali. Só que o mesmo não quis sair. Não queria deixar seu amado. A dor era enorme. Como se uma grande parte de seu coração fosse esmagada de uma só vez. Era quase insuportável aquela dor. Não queria viver sem seu amado Jae.
Continuou a chorar sobre o corpo do mesmo.
Algumas horas antes
Yun não acreditava no que acabara de ver. Viu Jae beijando YooChun. Como ele pôde fazer isso?
Yunho foi para casa, mas estava com muita raiva do que viu. Esperaria Jae chegar para perguntar sobre o ocorrido.
Minutos depois...
Yun estava no sofá da sala esperando o loiro. Escutou um barulho vindo da porta. Olhou em direção da mesma e ficou encarando a pessoa que entrava.
- Boa noite Yun — Jae sorriu e foi em direção do maior. Dando-lhe um breve selinho. Virando e colocando sua bolsa em cima de uma cadeira.
Yun nada respondeu. Só ficou observando o menor.
- Aconteceu alguma coisa hoje no trabalho? — perguntou um Yun sério.
Jae olhou em sua direção meio assustado com o tom que Yun fazia.
Nada de interessante. E como foi seu dia?
- Hoje fui no seu trabalho para te buscar...
Jae olhou, agora estava mais assustado do que antes.
- Mas fui embora. Não quis atrapalhar seu beijo com o YooChun.
- Yun você viu aquilo? Não foi nada de mais... — fora interrompido pelo Yun.
- Nada de mais? Vocês estavam se beijando na rua Jae. Você estava beijando um homem que não era eu. — falava nervoso, se segurando para não gritar.
- Yun ele me pegou de surpresa. Ele que me beijou. Eu logo virei o rosto. — falava enquanto ia em direção de seu amado.
- Jae não se aproxime. Ele te beijou e você correspondeu.
- Não. Yun eu não correspondi. Eu não gosto dele. Ele é só um colega de trabalho.
- JAE EU NÃO QUERO SABER DAS SUAS DESCULPAS. NÃO ME IMPORTO.
- Não diga que não se importa. Por favor. Yun eu juro. — agora chorando. — Não foi nada demais.
Yun sentia raiva naquela hora. Não foi a primeira vez que viu esse YooChun tão próximo de seu namorado. Já o viu abraçando Jae várias vezes. Sabia das intenções desse YooChun sobre seu amado. Já havia alertado o menor várias vezes. Mas este nunca dera ouvidos. Sempre falava que eram só amigos e nada de mais.
- Eu te falei. Eu te disse que ele tinha interesse em você. — por dentro Yun estava chorando. Estava desesperado. Tinha medo de perde seu amado. Sabia que Jae gostava do YooChun. Eram muito amigos. Tinha medo de perdê-lo.
- Yun, eu sei. Mas ele é meu amigo. Eu não podia me distanciar só por isso. — Jae não aguentava mais aquela discussão. As lágrimas continuavam a descer.
- Jae eu preciso ficar sozinho. — falava, agora desviando seu olhar para o chão. Virou-se e foi até o quarto buscar um casaco. Entrou, fechou a porta e encostou-se na mesma. Colocou umas das mãos no rosto e uma lágrima rolou sobre ele. Por que isso aconteceu? — pensou.
Sabia que tinha sido muito duro com o loiro, mas, na hora o ciúme e a raiva o consumiram. Estava apavorado desse YooChun roubar seu namorado.
Tirou a mão do rosto e foi em direção ao armário. Pegou um casaco qualquer e saiu do quarto.
Jae tinha medo de perder Yun também. Amava-o mais que tudo. Era seu porto seguro. Era sua metade. Não queria que o mesmo fosse embora. Mas por que ele tinha tanto ciúmes de seu amigo YooChun. Havia falado várias vezes que amava o maior.
Yun voltou. Com um casaco na mão. Olhou em direção do menor . — Vou dar uma volta. Preciso esfriar a cabeça.
Jae olhou o moreno. Queria falar com ele. Queria acalmá-lo em seus braços. Dizer que o amava de novo. Mas o mesmo estava muito serio. E achou melhor não dizer nada.
A noite estava fria e não queria que o maior saísse naquela hora. Para onde ele iria?
Jae passou na frente de Yun e abriu a porta logo em seguida.
- Não, Yun. Pode ficar. Eu vou dar um volta. — fechou a porta. Foi até o elevador. Apertou o botão. Minutos depois a porta do mesmo se abriu. Jae entrou e enconstou-se na parede metálica e fria. Colocou as duas mãos sobre o rosto e continuou a chorar.
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Yun ficou parado na porta. Vendo-a se fechar. Queria correr até sue amado e pedir desculpas. Mas não conseguiu fazê-lo.
Ficou parado por um tempo. Depois foi até o sofá e se jogou no mesmo. Ficou deitado abraçado com uma almofada. Ficou pensando em tudo que disse para Jae. Sabia que estava errado. Sabia que o menor o amava. Mas estava com muito ciúmes naquela hora. E com raiva também. Não pode se controlar. Ficou deitado até dormir.
TRIN TRIN — tocava o telefone.
Yun acorda. Levanta-se e pega o telefone.
- Alô? — quem poderia ser? Há uma hora dessas... Pensou
- Alô, Jae? — Yun reconhecia aquela voz. Era o mesmo que beijou seu amado naquela tarde. E a mesma voz que ligara para lá várias vezes.
- YooChun? O que você quer? — falava com uma certa raiva.
- YunHo? Ah. O Jae está? — percebendo a raiva na voz Yun. Tinha certeza que ele já sabia do ocorrido.
- Não, ele não está.
- YunHo.. é.. Jae te contou sobre o que aconteceu hoje? — falava meio cauteloso.
- Não, ele não me falou. Eu vi. — YooChun agora estava mais preocupado.
- YunHo, desculpa. A culpa foi minha. Eu que o beijei. Não o culpe. Eu que confundi as coisas. Jae nunca quis aquele beijo. Eu que o forcei. Não quero perde a amizade do Jae por causa disso. E não quero vê-lo triste e que brigue com você por minha causa. - falava com sinceridade.
Yun ficou pasmo com o que acabará de ouvi. Sabia que Jae nunca o trairia. Mas ouvir aquilo o deixou de certa forma aliviado.
- Nunca mais chegue perto do Meu Jae. — e desligou o telefone. Com certa força.
Yun se vira. E pega seu casaco. Ia atrás de Jae para se desculpar. Sentia-se muito culpado por deixar que o ciúme o consumisse. Já vestia o seu casaco e pegava o seu celular quando o telefone toca de novo.
Trin Trin.
- Caraca, quem deve ser essa hora. — já pegando o telefone para atender.
- Alô?
- Boa noite Senhor. É da casa do Sr. Kim JaeJoong? — era uma voz calma.
- Sim, é da casa dele. — Yun sentiu seu peito doer. — Quem está falando?
- Uhm — relutou um pouco antes de continuar — O Senhor é algum parente dele?
- Sou o namorado dele — Agora ficava ainda mais nervoso. — Quem está falando?
- Bom. Será que o Senhor poderia vir ao hospital de Seoul por favor?
- Hospital? Por quê? O que houve? — agora estava em desespero. Por que seu amado estaria no hospital?
- Senhor, não acho adequado falar sobre isso por telefone...- fora interrompido por YunHo
- Me diz. Fala. O que aconteceu com o meu Jae? — algumas lágrimas se formaram no canto de seus olhos. Yun estava ficando desesperado com aquela conversa. Porque a mulher não queria falar?
- Senhor, sinto muito. Mas..... Sr JaeJoong...faleceu. — aquelas paralvra pegaram Yun de surpresa. Yun não conseguia reagir.
- Senhor? Senhor ainda está ai?
- Sim, daqui a pouco estou chegando. — desligou o telefone logo em seguida.
- Não pode ser. Só pode ser uma piada — dizia para si mesmo. Tentando acreditar nessa mentira que criará para si. — Não, não o meu Jae. Eles devem ter se confundido. Existe muitos JaeJoong por ai. Pegou a chave do carro, fechou a porta. Logo chegou na garagem. Sentou-se no banco do motorista. E deu partida. Durante o percurso Yun não queria acreditar naquilo. Só poderia ser um engano da parte do hospital. Só pode. Jae não poderia morrer. Não pode.
- ELE NÃO PODE MORRER — gritou. Enquanto o carro estava parado. O hospital estava logo à frente. Estacionou o carro. Sentiu seu peito doer ainda mais. Sabia que estava só se enganando. Sabia que os médicos não iriam se enganar. E além do mais eles tinham o telefone da casa. Só poderiam consegui com o próprio Jae. Agora as lágrimas caiam. Yun agora não impedia de segurá-las.
Entrando no hospital YunHo foi direto para a recepção.
- Boa noite Sr.
- Boa noite — tentou controlar sua voz. Tentou ficar calmo. — Sou YunHo...- fora interrompido pela atentende.
- A sim, eu liguei para o Sr. Sinto muito pela sua perda. — dizia tentando confortar Yun.
Aquelas palavras deixaram YunHo ainda mais transtornado. Então era verdade. Seu amado havia morrido. As lágrimas desciam sobre seu rosto ainda úmido das anteriores.
A atendente ficou triste ao vê-lo daquele jeito. Ofereceu-lhe um copo de água. Mas Yun negou.
- Sr. por aqui. — uma enfermeira se aproximou de YunHo. Ela indicava o caminho do quarto onde estava Jae. — Me siga por favor
Yun olhou-a e a seguiu.
- É aqui Sr. — apontou para a porta. E ficou esperando Yun abri-la. — Vou deixá-lo sozinho. Com licença. — deu as costas e foi em direção a recepção.
YunHo não queria entrar naquele quarto. Não queria vê-lo deitado. Sem se mover. Nem respirar. Mas segurou a maçaneta da porta e a girou. Abriu-a e viu um corpo coberto sobre a cama.
Hora atual
Um médico entrou no quarto. E foi em direção de YunHo.
- Com licença Sr. Jung YunHo.
YunHo olhou em sua direção. Com os olhos vermelhos. E algumas lágrimas sobre seus olhos e rosto — O que houve com ele? Como isso aconteceu?
O médico ficou de pé em frente à cama. Yun se levantou.
- Bem, ele foi atropelado por um carro. O carro ultrapassou o sinal. E pelo que as testemunhas relataram seu namorado estava no celular. E não percebeu quando o motorista ultrapassou. Eu sinto muito! — abaixou a cabeça.
YunHo queria matar o motorista que fez isso. — Onde está esse motorista? — perguntou. Olhando para o médico.
- Ele está na delegacia. Dando seu depoimento. Agora o deixarei sozinho mais um pouco. — saiu do quarto.
YunHo mais uma vez sentiu seu coração aperta ainda mais.
- Com quem ele estaria falando no celular. Quem fez com que meu JaeJoong ficasse distraído — percebeu que o pequeno aparelho estava sobre o criado mudo do quarto. Junto com outras coisas de seu amado. Como roupa, relógios entre outros objetos. Foi em direção ao pequeno aparelho. Ligou-o e procurou as últimas chamadas.
- Ele me ligou? — olhou surpreso
Última chama \" Meu amado\" era assim que estava gravado o número de YunHo no celular de Jae. Logo em seguida o moreno pegou seu celular e percebeu que estava desligado. Ligou-o e viu que tinha um mensagem de voz. Apertou o botão para ouvir. Acabando de ouvir a mensagem. Não aguentou ficar de pé. Caiu no chão. As lágrimas escorriam com mais velocidade. Estava soluçando agora. Seus olhos estavam mais vermelhos.
- Jae, sinto muito. Me perdoa. Eu também te amo. Sempre vou te amar — chorava.
\"YunHo, sinto muito pelo o que você viu. Mas como eu disse não gosto do YooChun. Não significou nada. Queria conversa com você. Espero que esteja mais calmo. Queria que você atendesse essa ligação. Mas suponho que ainda está chateado. Hoje vou dormir na casa do ChangMin. Eu te amo e sempre vou te amar. Para semp.....\"
A ligação foi cortada. Só se ouvia um barulho de carro. E alguns gritos.
Yun se aproximou do rosto do Jae. Tirou o lençol de cima dele. Aproximou-se de seus lábios. E deu-lhe um último beijo.
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Notas finais
E desculpem pelos erros..
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