Notas iniciais
Penultimo capitulo
o/
Bjos a todos que se deram o trabalho de ler.
^^

Depois de quatro meses juntos, de passarem o natal e o ano novo juntos, Tony estava muito feliz com o relacionamento dele com Steve, estavam se dando bem, ainda tinham discussões o que era comum em todo o relacionamento o único problema era que mesmo depois desse tempo juntos eles ainda não tinham feito nada de mais, somente beijos e alguns “amassos”, o que já o estava enlouquecendo, Steve sempre aparecia lindo, doce e então o beijava de uma forma que nunca tinha sido beijado antes, como se o beijo fosse uma promessa do quão bom seria e parava por aí.

“daqui a pouco eu vou subir pelas paredes...”

-Oi Tony – Steve entrou na oficina e o puxou pela cintura para beija-lo- Como vai?- perguntou com doçura e então lhe deu mais um daqueles beijos que lhe tiravam o ar, mas não foi como ele esperava, Steve não parou, continuou aprofundando o beijo, suas mãos subiram pela cintura de Tony e ele começou a acariciar seu peito o excitando.

-Steve...- gemeu e começou a chupar o pescoço dele, achou que finalmente aconteceria o que esperava, mas...

-Tony eu não estou entendendo a sua letra nesse aviso... – Clint foi entrando sem aviso na oficina e interrompendo os dois o que fez Tony praticamente ferver de raiva – Ops!

-Puta que pariu!- Tony exclamou realmente frustrado- Eu por acaso fico te interrompendo com a Romanoff?!

-Foi mal! – falou e saiu quase correndo da sala.

-Tony esta tudo bem?- Steve perguntou preocupado.

-Na verdade, não – foi sincero- Steve eu sei que isso deve ser comum para você, mas eu não consigo ficar tanto tempo sem fazer sexo... – viu Steve corar- Desculpe por falar assim, mas eu nunca fiquei tanto tempo sem fazer isso... – suspirou frustrado – Não quero que se sinta forçado a isso, mas...

-Tony – Steve o interrompeu- Eu não sabia que você estava sentindo tanta falta “disso”- estava sem graça por falar disso- Mas se você quer fazer isso eu não me importo de tentar – sorriu.

-Serio?!- Tony tinha ficado muito feliz ao ouviu aquilo- Tem certeza?- não queria que ele se sentisse obrigado a transarem.

-Claro, mas – estava inseguro- Você poderia esperar um tempo?

-Quanto aproximadamente?- Tony perguntou ansioso.

-Que tal um mês? – sugeriu e Tony arregalou os olhos.

-Um mês?!- Tony o olhava inconformado – Por que um mês?!

-Para eu poder me organizar- sorriu- Quero que a nossa primeira vez seja especial... – corou e Tony o achou muito fofo o que o fez ceder.

-Ok... –se rendeu- Um mês – Steve sorriu- Mas nem um dia a mais! – olhou determinado.

-Eu prometo!- sorriu.

-Ok, que dia é hoje?- procurou um calendário, e viu que dia era- Dia 14 – então se tocou e sorriu- Quer que a nossa primeira vez seja no dia dos namorados?

-É... – estava mais vermelho do que nunca- Sei que é brega...

-Não é brega?!- falou e Steve ergueu a sobrancelha – Ok é brega, mas eu gostei, posso esperar – deu de ombros.

-Serio? – Tony fez um sinal com a mão como se não ligasse a mínima para isso – Obrigado!! – o abraçou com força e o ergueu no ar.

-De nada – riu dele- Me ponha no chão, por favor – e ele o soltou.

-Eu te amo- olhava para Tony com todo o carinho do mundo e Tony sorriu, não gostava de falar dos seus sentimentos.

-Eu... – rolou os olhos- Ah, você sabe!- Steve o beijou.

-Sei sim- o soltou- Eu vou indo, tenho que resolver algumas coisas com Nick.

-Tudo bem – sorriu- Mas desde quando você chama o Fury de Nick?

-Desde sempre – sorriu- Conheci o pai, dele poderia chama-lo de pequeno Nick se eu quisesse – viu Tony segurar o riso- É eu também acho- Só o a chamo de Fury na S.H.I.E.L.D. por que não quero desrespeitar a autoridade dele.

-Tudo bem então – estranhou – Mas é bom saber disso, vou zoar ele pelo resto da vida!

-Você não presta viu – riu – Até mais tarde!- saiu da oficina sorrindo.

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Steve voltou da S.H.I.E.L.D. tranquilo, não tivera nada muito importante para fazer lá, acertar alguns relatórios, definir rotas e designar missões, nada muito difícil, assim que chegou iria falar com Tony, mas Jarvis o informou que Tony tinha saído para resolver algum problema na empresa e que logo voltaria.

Então decidiu ir para seu quarto pensar no que iria fazer a respeito do pedido de Tony, sabia que iria chegar a hora que eles iriam fazer aquilo, não era bobo, sabia que num relacionamento a longo prazo isso tende a acontecer e também sabia que desejava Tony, que queria fazer sexo com ele, o que não sabia era como fazer, sabia o básico de como deveria funcionar e um pouco na teoria, mas sua pratica era zero.

Estava um pouco inseguro, Tony era experiente com certeza já tinha feito o que fariam muitas vezes, não queria estragar tudo, decepcionar o namorado, então faria o que sempre fazia quando não entendia de um assunto, pesquisaria sobre ele e se não entendesse nada falaria com Tony.

Pegou o notebook que ganhara de Fury e começou a pesquisar sobre o assunto, quem o visse saberia na hora o que estava fazendo, pois estava mais vermelho que a armadura de Tony, passou o dia inteiro na sua “pesquisa” e quando acabou, estava arrependido de procurar por aquilo na internet, pois encontrara cada coisa das quais jamais se esqueceria, mas por outro lado encontrara alguns sites realmente instrutivos e com isso já sabia o que precisava fazer com Tony, só não sabia se teria coragem, tinha muita vergonha, fechou as paginas e ficou encarando a tela do notebook pensando.

-Oi Steve – Bruce apareceu na porta de seu quarto.

-Ah- olhou para Bruce – Oi Bruce – e voltou a encarar o computador.

-Esta tendo problemas com o computador de novo? – perguntou vendo o quanto ele parecia serio.

-Não – respondeu simplesmente.

-O que foi Steve?- dessa vez estava preocupado.

-Ah?- viu a cara de preocupado do amigo- Não é nada demais, é só uma coisa entre eu e o Tony.

-aconteceu alguma coisa entre vocês?- ficou preocupado.

-Não é isso!- respondeu quase rindo ao ver a cara do amigo- É algo intimo... – corou e Bruce também se constrangeu.

-Ah! Desculpe – estava sem graça agora.

-Tudo bem... – deu um pequeno sorriso.

-Mas vocês ainda não... – tentou perguntar de um jeito educado.

-Não, ainda não – se constrangeu.

-Uau!- pareceu surpreso- Nunca imaginei que o Tony conseguiria ficar tanto tempo sem “isso”- sorriu torto.

-É, acho que nem ele acredita – riu e Bruce o acompanhou.

-Sem querer ser indelicado, mas – começou- Porque não?

-Bem... – Steve começou a explicar- É mais por minha culpa mesmo.

-Você não se sente seguro para isso?- Bruce queria ajudar Steve, afinal era amigo deles.

-Acho que é um pouco disso... – começou- Mas não no sentido que parece ser- exclamou e Bruce não o entendeu- É que eu tenho medo de machucar o Tony... – justificou.

-Como assim?- não entendeu.

-Bruce, eu sou um super soldado – começou a explicar- Ou seja, tenho super força, o que pode resultar em eu macucando o Tony porque perdi o controle.

-Ah – agora tinha compreendido a insegurança do amigo- Não acho que você vai machuca-lo- falou docemente- Você é uma boa pessoa e ama o Tony, por isso eu acredito que isso não vai acontecer – colocou a mão no ombro dele o consolando.

-Obrigado Bruce! –sorriu – Você é um bom amigo! – então o abraçou e nesta mesma hora Tony estava passando pela porta e os viu abraçados, sentiu uma pontinha de ciúme tocar lá no fundo de si, mas ignorou – Eu não sei o que eu faria sem você – agora o ciúme bateu forte.

-Não é pra tanto – estava vermelho – Eu só te disse o obvio.

-Mesmo assim – continuava abraçado a ele – Você me ajudou e isso é algo que eu valorizo – beijou a testa do amigo, Tony preferiu ignorar o que viu porque senão iria fazer algo constrangedor e saiu dali.

-Bem eu tenho que ir- Bruce se afastou – Fico feliz em ter ajudado vocês.

-Obrigado de novo!- sorriu docemente.

-De nada... – saiu do quarto de Steve sorrindo.

-Acho que vou conseguir fazer isso... – tinha ficado confiante com a ajuda do amigo.

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Steve e Tony passaram o mês tranquilamente, a não ser pelo fato do celibato forçado de Tony o estar enlouquecendo, quanto mais perto chegava da data, mais ansioso ele ficava o que fazia Steve rir do jeito que ele ficava perto de si, quando se beijavam ele parecia um gato, todo manhoso, roçando em si, o que o enlouquecia, mas ele conseguia se controlar nesse aspecto.

-Ah, vai Steve... – Tony insistia sentando em seu colo e o beijando com mais intensidade – Por favor...- sussurrou contra seus lábios.

-Não pode esperara mais dois dias não?- perguntou segurando sua cintura.

-Se só falta dois dia por que esperar?- perguntou beijando seu pescoço.

-Ah – gemeu – Tony chega!- o empurrou de seu colo com cuidado enquanto ele o olhava sofrido – Não me olhe com essa cara de filhote abandonado – falou serio.

-Por favor – ainda o olhava com uma cara de coitado.

-Tony espere até dia 14, por favor – pediu doce – Eu juro que ira valer a pena.

-Ah – exclamou chateado – Vou ter que esperar pelo visto – estava mal humorado.

-Obrigado — o beijou com carinho – Vou te compensar eu prometo.

-É bom mesmo!- ficou de bico o dia inteiro, mas depois passou.

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Assim que chegou o dia 14, Tony estava mais do que ansioso, logo que acordou, pulou da cama e correu para ver Steve, mas antes que pudesse falar com ele foi interceptado por Bruce que o arrastou para o laboratório e ficou falando sobre os projetos que ele tinha planejado para os vingadores.

-Bruce eu adoraria ver o que você planejou para a equipe, mas eu tenho coisas melhores para ver no momento- falou um pouco constrangido e apontando para porta do quarto de Steve.

-Tudo bem – sorriu- Mas você pode pegar um composto que eu deixei lá na sua oficina para mim?- pediu.

-Claro – saiu rapidamente para a oficina, Bruce riu da pressa dele e logo Steve apareceu no laboratório.

-Obrigado por enrolar ele pra mim – Steve agradeceu.

-De nada – sorriu – Você está planejando algo, não está?- Perguntou sorrindo.

-Estou sim – sorriu- Vou fazer isso no quarto dele – corou – Uma surpresa para o Dia dos Namorados.

-Que legal!- ficou feliz por eles – Tony vai adorar!

-Espero que sim – estava um pouco nervoso.

-Ele vai! – sorriu transmitindo confiança para o amigo.

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Steve fugiu de Tony o dia inteiro enquanto arrumava o quarto dele para a surpresa, quando terminou estava satisfeito com a surpresa que preparara para Tony e nunca se sentiu tão orgulhoso de si mesmo, assim que estava saindo do quarto dele esbarrou em quem menos podia no momento.

-Steve?- Tony o olhava surpreso por vê-lo saindo de seu quarto- O que estava fazendo aí?- perguntou curioso e se esticou para olhar, mas Steve se colocou na frente dele e segurou sua cintura – Steve me deixa passa, esse é o meu quarto.

-Não posso – sorriu de como ele tentava se livrar de seus braços.

-Steve, me solta!- se contorcia no aperto dele – O que você está escondendo aí que eu não posso passar? – agora estava mais curioso do que nunca.

-O seu presente de Dia dos Namorados... – sussurrou no ouvido dele o que o arrepiou.

-E eu não posso recebê-lo agora?- perguntou enlaçando o pescoço do namorado e Steve sorriu.

-Talvez... – o puxou para um beijo, mas antes que começassem a namorar o alarme dos Vingadores soou.

-Ah, não!! – Tony quase chorou de agonia.

-Desculpe querido – deu um selinho em Tony – Temos que ir – então o soltou e foi colocar seu uniforme.

-Eu sou muito azarado mesmo!- lamentou e foi colocar sua armadura.

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Logo eles estavam enfrentando um maluco que dizia ser o cupido e que envolveria todas as pessoas com seu “amor”, um gás tóxico que fazia todas as pessoas se encantarem por ele, provavelmente um dos vilões mais estranhos que eles já enfrentaram e Tony passou a luta inteira tentando não rir daquilo, o derrotaram com facilidade, difícil mesmo foi criar um antidoto para o gás, mas com Bruce e Tony na equipe isso também foi resolvido.

Voltaram para casa de Tony um pouco cansados, mas assim que entraram Natasha praticamente correu para o quarto e foi se trocar rapidamente logo desceu, estava linda com um vestido vermelho justo e Clint saiu do quarto dele com uma camisa preta e um jeans justo, pegou o braço de Natasha e quase voaram dali. Bruce trocou de roupa e saiu para dar uma volta, queria dar privacidade aos amigos, Thor nem os acompanhou até a casa saiu voando sem nem ao menos dizer para onde estava indo.

-Então – Tony começou –Parece que estamos sozinhos aqui – olhava para Steve com a expectativa em alta.

-Sim, parece que sim – sorriu e se aproximou do namorado – Por que então nós não tomamos um banho e vamos para o seu quarto?

-Porque não tomamos um banho no meu quarto e assim eu já vejo a minha surpresa?- sugeriu.

-Pode ser, mas você tem de fechar o olhos... – sussurrou no ouvido dele o abraçando por trás.

-Tudo bem então... – sorriu e fechou os olhos, Steve o guiou pelo caminho inteiro e assim que chegaram no quarto, Steve abriu a porta.

-Pode olhar agora... – sussurrou e soltou a cintura do namorado.

Assim que abriu os olhos Tony ficou atônito, estava lindo o que Steve fizera, seu quarto estava decorado em dourado e branco, com velas acesas brincando com a iluminação do quarto, um cheiro doce invadindo seu nariz, e em cima da cama uma bandeja com morangos e champagne, Tony sorriu, estava encantado, não se lembrava de uma única vez em que uma pessoa se importara em fazer isso para ele.

-Steve... – olhou para o namorado que coçava a nuca, um pouco sem jeito.

-Espero que tenha gostado, não queria ficasse muito exagerado – sorriu um pouco tímido- Mas queria que fosse especial.

-Eu adorei!- sorriu para ele- Esta incrível! – seu coração batia forte.

-Que bom que gostou! – sorriu e então o beijou intensamente.

-Steve... – gemeu e o apertou contra si.

-Que tal eu te dar o seu presente agora? – perguntou mordendo sua orelha.

-Acho uma ótima ideia – sorriu lascivo.