Eu Te Amo Tony...
10 Capítulo 10
Notas iniciais
tem lemon o/
sejam gentis é a primeira vez que eu escrevo um.
bjos para todos que leram até aqui.
te amo Fabis
^^
Steve pegou o champagne e o serviu em duas taças, deu uma delas a Tony e bebericou um pouco da sua, pegou o vidro com morangos e estendeu para ele, que pegou um bem grande e mordeu deixando escorrer um pouco da polpa pelos seus lábios, Steve achou aquilo tão bonito que o beijou e acabaram compartilhando o morango, quando se separaram, Tony sorriu.
–Acho que o morango ficou bem mais gostoso assim – brincou e mordeu mais um pedaço e bebendo o champagne em seguida – Fica muito melhor assim – beijou o namorado mais uma vez, Steve pegou a taça e a virou de uma vez, colocou em cima da pequena estante ao lado da cama.
Vai querer ainda?- perguntou educadamente.
–Não — deixou a taça e os morangos no mesmo lugar que Steve- Eu quero mesmo é que meu namorado cumpra o que me prometeu.
Steve sorriu e beijou Tony novamente, dessa vez mais intenso, selvagem e Tony correspondia a altura, Steve foi o guiando até a cama e o deixou cair em cima dela, Tony ofegou quando caiu e sorriu para Steve.
–Vem... – puxou Steve pela camiseta, que sorriu e foi subindo na cama engatinhando até ficar em cima dele.
–Você é lindo sabia?- falou enquanto descia os lábios até o seu pescoço.
–Sabia sim – brincou e gemeu quando Steve mordeu perto de seu pomo de adão.
Steve mordia e chupava com força toda a pele a mostra, Tony tinha um gosto metálico misturado com café, era único, assim como ele, logo desceu até a cintura dele e foi levantando sua camiseta aos poucos e a cada pedaço de pele que aparecia ele fazia questão de marcar com beijos e mordidas, Tony gemia e se contorcia em baixo dele, então puxou a camiseta dele para cima e Tony o ajudou a tira-la.
Assim que viu seu peito desnudo começou a passar as mãos delicadamente pelo seu tórax, depois pelo abdômen, encantado com o corpo do namorado, voltou a beija-lo com força, logo desceu os lábios pelo seu pescoço, passou para seu peito, chupou um dos seus mamilos e sentiu ele se arquear procurando mais contato com sua boca, desceu sua mão até a calça dele e a roçou por cima de seu membro, que já demonstrava atividade, Tony gemeu alto ao sentir o contato e se arqueou novamente, viu cicatrizes em volta do reator e começou a beija-las também.
–Steve... – gemeu e ao mesmo tempo pensava o quanto tinha sido bonitinho por ele estar sendo cuidadoso consigo.
Já Steve estava amando tê-lo tão entregue, deixando o agir como quisesse, sem pressioná-lo, abriu o botão de sua calça e a tirou junto com a boxer, fez um caminho invisível subindo por suas pernas, primeiro beijando o tornozelo, depois a panturrilha, o joelho, até chegar a coxa onde começou a chupar a e a morder a parte interna dela, bem próximo ao membro do namorado e Tony estava quase implorando por alguma ação mais intensa.
Tony se sentia enlouquecendo, cada toque dele parecia queimar sua pele, seu membro já estava pulsando de desejo e Steve não o tocava logo, só roçava um leve toque, ou até o soprava, fazendo com que ofegasse de expectativa e nada, parecia que ele queria que ele implorasse por aquilo, se era o que queria não se importava de pedir.
–Steve... – o chamou e ele ergueu o olhar agora trocando de perna e começando a marca-la também – Por favor... – remexeu os quadris demostrando o que queria.
Steve o beijou com carinho, levou sua mão ao membro do namorado e começou a masturba-lo lentamente, queria ver como ele gostava, aprender o que pudesse sobre aquele corpo lindo e entregue em seus braços.
–Mais rápido... – pediu enquanto se esfregava contra aquela mão que se mexia tão devagar.
Steve beijou seus cabelos e acelerou o movimento, enquanto com a outra mão guiou a dele até sua calça, descobriu que tinha um bom alto controle, porque Tony o estava enlouquecendo com aquela voz, aquele gosto, aquele perfume, ele era tão sexy.
–Pode me ajudar com isso?- perguntou sugestivo contra seu ouvido, mordendo o lóbulo da sua orelha, Tony gemeu e abriu sua calça, colocando sua mão por dentro de sua cueca e começando a masturba-lo no mesmo ritmo- Tony... – gemeu contra o seu ouvido e o viu estremecer e então o sentiu gozar contra sua mão.
–Steve... – estava ofegante, pela primeira vez tinha sido o primeiro a gozar, mas contando tempo que passou sem fazer nada não se surpreendia com o ocorrido.
Steve tirou a mão de Tony de si, se afastou um pouco e tirou as próprias roupas, olhou para o namorado que o olhava com desejo, estremeceu por dentro, tentava descobrir que poder era esse que ele tinha sobre si, que só com um olhar conseguia enlouquece-lo, voltou beija-lo com mais calma, começando a trilhar com as mãos todo o caminho que fizera minutos atrás, quando sentiu o membro de Tony voltar a vida, se ergueu um pouco e pegou um vidro de lubrificante na gaveta da pequena estante ao lado da cama, abriu as pernas do amante e se encaixou entre elas.
Steve... – Tony abriu os olhos que nem reparara que havia fechado e olhou para Steve, achando que o namorado iria penetra-lo a seco- Você sabe que transar com um homem não é a mesma coisa de que transar com uma mulher, não sabe? – perguntou receoso, talvez devesse tomar ás rédeas da situação agora, Steve não era pequeno e fazia muito tempo que ele não era passivo, se ele não fizesse direito poderia machuca-lo.
–Sei, sim... – sorriu e beijou o namorado com carinho.
Ergueu as pernas do namorado as deixando bem abertas, encheu seus dedos com o lubrificante, e os levou a entrada dele que se retraiu, não poderia fazer assim, teria de distrai-lo um pouco, então desceu os lábios até o membro do namorado e começou uma sucção lenta, mas prazerosa e logo Tony foi se perdendo na caricia, então Steve foi intensificando, passando a língua pelo membro do namorado, que arqueava as costas a cada sensação mais intensa.
Quando viu que Tony estava completamente entregue a caricia, Steve levou seus dedos até a entrada do namorado que dessa vez pulsou com o contato e Tony mexeu os quadris lhe dando permissão, começou com um dedo indo e voltando devagar e ao ver que ele não reclamava, colocou o segundo e sucessivamente o terceiro.
Tony gemia e se contorcia, rebolando, mexendo os quadris para frente e para trás, fazendo ora com que seu membro fosse mais fundo na boca de Steve, ora que os dedos dele entrassem mais fundo dentro de si, estava se segurando bem até que Steve acertou os dedos em sua próstata o fazendo gritar e gozar na boca do namorado. O maior se afastou para observar o namorado, Tony estava ofegante com as pernas entreabertas, largado na cama, não se conteve e o beijou novamente, então inverteu as posições, encostou-se à cabeceira da cama e colocou Tony em cima dele.
–Vem... – chamou o namorado enquanto derramava o resto do lubrificante em seu membro – Senta aqui Tony... – segurava o membro ereto com uma mão enquanto com a outra puxava o amante pelos quadris.
Tony sorriu e evolveu o pescoço de Steve com os braços, colocou uma coxa de cada lado de sua cintura e foi sentando devagar em cima do membro dele, tinha se esquecido do quanto doía no começo e quando o sentiu inteiramente dentro de si, gemeu dolorido.
–Tony... – Steve o chamou com carinho – Esta tudo bem? Quer parar?- perguntou preocupado, apesar de esperar que a resposta fosse não, porque já estava no limite, não arriscaria o bem estar do amante para obter prazer.
–N..Não... – respondeu respirando entrecortado – Só.. espera um pouco... – pediu enquanto se acostumava com o tamanho dele.
Logo Tony já estava mexendo os quadris, levantado os um pouco e descendo, enquanto Steve o ajudava segurando sua cintura e o masturbando lentamente o encorajando então foi acelerando, se mexendo com mais intensidade, subindo e descendo com força contra o membro do namorado, ouvindo sua bunda bater contra as coxas dele, foi assim até ele atingir sua próstata novamente e Tony enlouquecer, se agarrando fortemente contra Steve quase o sufocando, arqueou as costas abriu mais as pernas. Steve olhou para Tony, com os cabelos colados na testa, os olhos brilhando de luxuria, os lábios entreabertos e o rosto corado de prazer, concluiu que não havia visão mais linda no mundo do que a de Tony perdido em prazer.
–Steve... – era a única coisa compreensível que saia de seus lábios e um conjunto de coisas desconexas, que só serviam para enlouquecer o capitão – Mais... – pedia.
Então Steve perdeu o controle jogou Tony de costas contra a cama, pegou suas coxas e as separou com força e começou a investir loucamente contra o namorado que só conseguia gemer e gritar, estava numa posição vulnerável, não conseguia fazer muita coisa além de gemer e agarrar os lençóis com força, quase rasgando, Steve então soltou um de suas coxas e começou a masturba-lo no mesmo ritmo de suas investidas, trocaram um beijo selvagem e Tony aproveitou para se agarrar ao namorado com força, arranhando suas costas.
–S..Steve – gemeu contra o seu ouvido- Eu.. vou...- anunciou enquanto estremecia nos braços do amante para então gozar.
–Tony... – sentiu o namorado se contrair envolta de si quase o sufocando e com isso chegou ao orgasmo também.
Depois do ápice, ficaram jogados na cama, tentando recuperar o folego, Steve nunca se sentiu tão realizado, entendia agora o porquê de dizerem que sexo era viciante, tinha sido a melhor experiência da sua vida, contando que ela era nula, mas sabia que ninguém além de Tony o faria se sentir como estava se sentindo agora, mesmo mais calmo seu coração batia forte, parecia que precisava de algo mais do que um orgasmo para se acalmar, então olhou para Tony que também parecia pensar e após um longo período em silencio ele disse.
–Merda!
Foi a única palavra que saiu dos lábios dele e Steve não sabia dizer se aquilo era bom ou ruim, Tony sentia seu corpo mole, nunca alguém tinha lhe dado tanto prazer e carinho numa cama, olhou para Steve, que o encarava silenciosamente, esperando por algo, mas podia ver nos olhos dele, carinho, amor e era difícil de acreditar que alguém como Steve gostasse dele, mas ele realmente o amava, não sabia o porque, mas não iria contestar, então somente sorriu e Steve o correspondeu com um sorriso maior ainda e o puxou para se deitar no peito dele, onde se aconchegou e logo adormeceu.
Quando viu o sorriso de Tony o coração de Steve bateu mais forte do que já estava batendo e ele descobriu do que precisava, por isso o puxou para perto de si, precisava dele ali, por perto, como sempre sonhou em ter.
–Eu te amo Tony... – foi a ultima coisa que disse antes de adormecer.
Notas finais
obrigado a todos por lerem
até as ferias ou ano que vem, amo vocês
tchau
^^
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