Eu Também Tenho Sentimentos
14 Capítulo 13
Notas iniciais
então aqui ta mais um capitulo confuso pra alegrar vocês =D ... eu não estava num dia bom quando o escrevi...
AAa, antes eu queria dizer q estou tento um choque de ideias sobre os próximos capítulos, então pode ocorrer que eu demore um pouco pra posta, mas vou tentar fazer o máximo para que isso não ocorra...
Acho que é só,
boa leitura =D
Fui pra aula somente no segundo horário, estava morrendo de dor de cabeça, não tinha dormido direito então estava com olheiras e estava com um principio de gripe por causa da brincadeira da noite passada com o Nicolas, simplificando: eu amanheci horrível.
Era aula de matemática, e não estava com muita vontade de ir para aula, mas depois da outra vez que eu não tinha ido e que minha tia tinha ficado enchendo o saco pra saber o porquê resolvi ir pra não ter que dar explicações sobre o porquê de eu esta tão mal, mas ai o meu plano de ficar dormindo a aula toda foi por água abaixo quando Camila começou a me cutuca querendo me dar um bilhete, com uma certa relutância o pegue
“O que você estava fazendo ontem a noite?” – mesmo estranhando a pergunta respondi
“Nada muito interessante. Por que a pergunta?”
“Você não estava com alguém ontem a noite?” – não esperava por aquela pergunta isso significava que poderia ter me visto com Nicolas ou alguém viu e comentou pra ela e ela queria saber se eu confiava nela, mas nisso tudo eu percebi que não iria ficar omitindo certas coisa pra ela.
“Pra falar a verdade ontem a noite eu estava conversando com o Nicolas, eu queria saber por que ele estava tão estressado, mas ele não me disse o por que.”- então ela começou a escrever como se fosse furar o papel.
“Ate onde eu sei você não ficaram só conversando, também se abraçaram, rolaram na grama e provavelmente fizeram outras coisa nem Lucia!? Poxa eu disse pra você não se meter com ele!”
“Agente só tava brincando, pra que toda essa ladainha?”
Mas a aula acabou e ela não me respondeu.
Já na hora do almoço ela também não quis me responder e eu fiquei fugindo de Nicolas, não queria encara ele agora, mas parecia até que ele estava me seguindo, pois todo lugar que eu ia ele estava. E antes de volta pra sala de aula fui falar com Edgar.
- Oi Ed!
-Oi Lucia o que foi?
-Você sabe por que Camila tem tanta raiva de Nicolas?
-Você é bastante direta sabia?
-Ah ta! E você vai me responder ou não? Por que poxa ela ta toda fechada e provavelmente cheia de raiva desde que viu eu e Nicolas ontem a noite conversando.
- Eu disse a ela que deveria contar pra você- ele murmurou- Tá eu vou contar mas não diga a ela que foi eu que disse isso a você, ela me mataria.
-Tá bom eu não digo.
-Isso aconteceu a algum tempo, antes de Nicolas namorar a Patrícia, ele e Camila eram meio que amigos viviam pra cima e pra baixo juntos. E durante esse tempo Camila começou a gostar dele, mas do que amigos. Já tinha um boato de que ele poderia estar juntos de tão grudados que eles eram, mas o carinho que um tinha pelo outro acabou depois que ela começou a confirmar que eles estavam juntou, mas ele não sabia que ela estava fazendo isso até que um dia ele escutou ela falando aquilo para uma garotas, ele ficou com muito raiva então quando ela foi falar com ele, ele disse que sabia de todas as mentiras que ela estava contando e que não iria aceitar ser amigo que uma pessoa falsa como ela e que não fundo ela mesma iria se arrepender o que ela tinha feito. E isso foi lá na cafeteria, na frente de todo mundo. Então alguns dias depois de deixa ela chorando na cafeteria ele começou a namorar a Patrícia.
-Mas ela se arrependeu?
-Sim, mas não gosta muito de admitir. E ela nunca mais quis saber dele depois que ela começou a namorar a Patrícia.
Depois disso fomos para a sala de aula e eu fiquei pensando em varias forma de arrumar a confusão que estava minha cabeça. Demorou a tarde toda, mas eu havia conseguido pelo menos arrumar um jeito de amenizar a confusão.
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Já era tarde da noite quando eu já estava na estrada indo em direção a cidade para ver se consegui participar de um racha que eu tinha ouvido fala a alguns dias atrás, onde só participava os melhores e eu estava precisando de um pouco de adrenalina na veia. Foi meio complicado chegar ate lá, pois iria ser no lado mais distante da cidade, mas mesmo com um pouco de dificuldade por a cidade ser grande cheguei ao local.
O lugar estava repleto de gente que pareciam ser bandidos de revista em quadrinho....não que eu seja muito ligada nisso... então depois fui dar uma volta para saber como era os esquemas da galera. Depois de falar com o Rodízio, que era o cara que organizava quem iria correr e o valor das apostas e que alem disso tinha um estilo muito doido com aquele cabelo loiro com mechas verde em rastafári e algumas... pra não falar varias... tatuagens tribais no braço esquerdo, consegui que ele arranja-se alguém para correr contra mim fiquei esperando ate ser minha vez.
Depois de algumas horas e também depois de vencer uns três caras, voltei para o colégio. Depois de deixar o carro estacionado na frente do primeiro portão fui andando até o dormitório... é claro...
Já tinha passado pelo segundo portão e já estava passando pelos corredores aberto que ficam nas laterais do pátio principal quando ouvi alguém me chamar, então olhei em direção ao chafariz que ficava ao centro do pátio e vi que Dionísio estava sentado em uns dos banco que tem ao lado do chafariz. Fui até ele já decidida do que eu iria falar.
-O que você quer?- perguntei já sem muita paciência
-Eu queria te ver minha pequena.
-Agora já me viu. Então me deixe em paz ta! Melhor nunca mais me procure, finja que eu não existo, eu não quero você perto de mim- eu esbravejei
-Calma minha pequena. Não descarregou toda a sua raiva infringindo as leis de transito?- ele falou de forma seria, mas dava pra percebe que estava debochando
-Eu to falando serio, é melhor você me deixar em paz, se não eu digo a minha tia que você esta querendo tirar minha ingenuidade. Melhor eu chamo a policia!- eu estava praticamente gritando
-Eu falo serio quando digo que você não pode fazer isso, pois eu posso dizer a sua tia que você vai toda noite para a cidade para participar dos rachas e ainda por cima esta andando com gangues. O que assim ela vai acha que você anda se drogando. Eu também fala serio quando digo que posso dizer ao, Como é o nome dele- ele fez cara de pensativo- Nicolas eu acho, que você gosta dele ou que você só ficou com ele pra fazer ciúmes em sua amiga o que iria fazer com que ela também ficasse, vamos dizer que chateada com você. Então o que você estava dizendo mesmo?- ele falou fazendo cara de desentendido.
Dessa vez ele tinha uma carta na manga e eu não podia fazer nada e estava em choque pelo o que ele disse.
-Se eu fizer você vai mesmo contar?- eu tinha me sentado ao seu lado e minha voz tinha abaixado e ficado quase como um sussurro- Você vai mesmo contar?
-Só conto se você contar minha pequena, mas eu sei que você não vai fazer isso.
-Eu odeio chantagem, eu odeio essa sua posse de sabe tudo, eu odeio esses sentimentos inúteis que surgiram em mim, eu odeio minha vida! –só percebe que estava chorando quando Dionísio passou o polegar perto dos meus olhos para tirar o excesso de lagrimas que transbordavam sem parar.
-Calma minha pequena- ele disse me abraçando. Eu sei que não deveria mas sei lá minha vida é uma droga mesmo.
-Deixa que eu te acompanha até o dormitório minha pequena- ele disse se levantando.
-É melhor não, deixa que eu vou sozinha- então eu fui para em direção para o dormitório.
Enquanto eu subia as escadas eu ouvi um barulho, mas não liguei muito, mas quando eu cheguei no corredor e olhei para a direção oposta a do meu quarto...não sei por que, eu devo ter algum problema por isso não é um bom sinal... então eu vi o que não devia e o que eu não queria, Nicolas no maior Love com uma guria que eu não sei o nome. E quando digo maior Love e cena era a guria o abraçando e falando alguma coisa no ouvido dele e ele dando risada. Eu sei que sempre fico imaginando as coisas da forma mais negativa, mas i daí? Então foi por isso que eu fui para o meu quarto para derramar mais um rio de lágrimas, mas não demorou muito e alguém começou a bater na porta, depois de enxugar as lagrimas fui abri a porta, pra minha infelicidade era Nicolas.
-Eu preciso conversa com você.
-Mas eu não.
-Mas eu... — eu nem deixei ele termina de falar
-VOCÊ vai pro SEU quarto e nunca mais vai me procurar entendeu?- então dei uma pausa pra ver se ele iria responder alguma coisa então depois fechei a porta na cara dele.
Me joguei na cama e comecei a chorar, mas não foi por muito tempo, pois depois eu decidi que não iria ficar chorar por causa dele.
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