Eu Provocarei Você Feito Um Furacão
12 There's a Brian inside Synyster
Notas iniciais
Olha só como eu amo vcs, vuim meia hora mais cedo pro ingles só pra poder postar....
por isso vou postar dois ao mesmo tempo... mas olhem È PRA COMENTAR OS DOOOIS OK???
posso pedir pras leitoras fantasmas ressucitarem????
hhehe
Agradecendo os poucos mas adoráveis reviews...
E agradecer especialmente a Jhessy por recomendar a fic.
Pessoas queriads, quem quizer me add no msn pra trocar ideias sobre a fic, conversar sobre a sua própria pedir idéias, dar idéias sei lá. Ou só pra conversar mesmo, pode add : fernawangen@hotmail.com
Beijoos
Enjoooy
Abri os olhos e uma claridade me cegou. Era uma claridade estranha, ela me cegava, mas ao mesmo tempo era tênue, como se eu estivesse observando-me de fora.
Pisquei algumas vezes para ver se aquela sensação esquisita desaparecia, mas tudo que eu vi foram algumas engrenagens. Engrenagens? Onde eu estava?
Então senti uma pressão estranha na barriga e meu corpo parecia pender pra frente, mas algo me apertava o estomago. Foi aí que percebi que estava presa por uma faixa na cintura num teto em cima daquelas engrenagens, que agora eu também tinha percebido que eram serras. Entrei em desespero, mas então me dei conta de que era inútil tentar me soltar, porque eu iria cair em cima das laminas.
Olhei ao meu redor em busca de qualquer coisa que pudesse me ajudar a sair dali. Eu estava em um aquário, no centro de alguma cidade cheia de gente, porém silenciosa.
Dentro do aquário tinham mais duas pessoas, uma de cada lado da bancada que continham as serras. Olhei direito e reconheci Matt à esquerda e Syn à direita.
– Matt me tire daqui. – falei desesperada. Ele levantou a cabeça, e nossos olhos se encontraram a expressão dele era triste e cansada. Ele se remexeu e mostrou que estava preso. Então virei pro Syn.
– Syn... – ele me olhou com a mesma expressão e mostrou que também estava preso.
Comecei a me debater pedindo socorro para as pessoas que estavam paradas no meio da rua assistindo tudo. Eu gritava, gritava, gritava, e só parei quando um chiado apareceu.
Matt, eu e Syn nos viramos para o lugar de onde vinha o som, e notamos uma TV. Quando parou de chiar, a Imagem do REV pareceu, mas ele estava branco e com as bochechas pintadas num caracol vermelho.
Eu entrei em pânico quando lembrei que já tinha visto aquela cena em algum lugar, mas não sabia onde, apenas sabia o que iria acontecer.
O Palhaço Macabro REV, começou a explicar as regras do jogo.
As navalhas começaram a girar, e lentamente a fita que me prendia começou a descer sobre elas, eles tinham que empurrar as serras para um dos lados para que a minha fita não descesse mais. Ou seja, um dos dois morria, ou eu. Matt e Syn ficaram apavorados, eu não tinha percebido que os dois se encaravam odiosamente até ali. Então começaram a discutir sobre quem merecia ficar comigo. E eu gritava hora pelo Matt hora pelo Syn, sem saber me decidir, porém eu também não queria que eles optassem por me deixar morrer.
Enfim, REV apareceu mais uma vez, e disse que se eu amasse qualquer um deles que eu não iria querer ficar com os dois.
Por fim, Matt e Syn decidiram que não valia à pena destruir o Avenged e a amizade deles por uma garota como eu, então largaram as barras das laminas e pararam de empurrar a plataforma para um lado e para o outro, o que fez as correias que me seguravam soltarem com tudo em cima das laminas.
– AAAAAAHHHH!!!!
Acordei assustada e sentei-me na cama ofegante. Syn acordou com o movimento brusco e sentou ao meu lado.
– Pesadelo? – perguntou baixinho acariciando meu cabelo. Eu confirmei com a cabeça. – Fui muito ruim?
– Terrível. – falei deitando-me junto com ele. – sonhei com a primeira cena do filme. – contei.
– Quem eram? – perguntou se ajeitando na cama e colocando minha cabeça em seu peito.
– Você, o Andrey e eu. – menti. Eu não podia contar que era o Matt, ele descobriria meus sentimentos confusos sobre o vocalista.
– O Andrey morreu né? – perguntou rindo.
– Não. Fui eu. Se ele tivesse morrido não seria pesadelo. – respondi rindo também.
– Eu nunca teria deixado você morrer. – disse ele me dando um beijo no topo da cabeça.
– E se no lugar dele fosse outro cara da banda? – perguntei.
Pela pouca luz que entrava pela janela da sacada, pude ver que ele balançava a cabeça, e me olhava com a expressão seria.
– Fe, não confunda as coisas. Nós estamos falando de afeto, seria muito difícil pra mim escolher, a não ser talvez se fosse o Arin, mas coitado... – ele abafou um riso. – gosto dele. De verdade.
– Mas o que importa é que não existe um maníaco assim... – falei redesenhando a tatuagem que ele tinha no peito.
– Sabe... Também acho que você deveria fazer uma tatuagem... – ele disse pegando uma mecha dos meus cabelos e enrolando entre os dedos.
– Tipo o que? – perguntei. Ele pensou um pouco, depois senti o peito dele pular numa risadinha contida.
– Ah. Tipo um Brian aqui assim – ele falou sorrindo e apontando com o indicador um pouco abaixo do meu ombro esquerdo. Eu ri e dei um tapa nele.
– Cale a boca Syn. – ele riu, me abraçou e girou na cama ficando por cima de mim. Perdi o fôlego com aquilo. Abracei o seu pescoço e mordi o lábio.
– Ah! Não faça isso... – disse ele me dando um selinho.
Brian me beijou no pescoço, acariciando minha barriga por baixo da camiseta. Eu ri por que fez um pouco de cócegas, e isso só serviu para fazê-lo continuar. Ele voltou a me beijar, dessa vez impondo seus lábios com força sobre os meus pedindo passagem com a língua e eu entreabri o maxilar para deixá-lo passar, mas sem dar livre acesso para que demorasse mais. Logo não agüentei a força que ele impelia e retribuí o beijo com urgência, acariciando suas costas e seu cabelo.
Comecei a notar um volume entre as pernas dele, mas continuei beijando-o enquanto ele deslizava a mão pelas partes de dentro na minha perna. Eu fechei os olhos e soltei um suspiro quando ele voltou a beijar meu pescoço e a sua ereção sarrou com força em mim.
Sem que eu nem percebesse, ele já tinha tirado a camiseta e jogado em um canto qualquer do quarto, voltando com beijos pela minha barriga.
– Eu não falei que não ia impedir? – sussurrei ofegante, enquanto ele tentava abrir o fecho do meu sutiã sem parar de beijar o meu pescoço.
De repente ele parou de me beijar e se afastou um pouco do meu pescoço. Eu fiz uma careta confusa.
– Fiz algo errado? – perguntei sem jeito. Ele negou com a cabeça, um pouco envergonhado. – Então... ? – falei meio decepcionada, mas ele colocou o indicador nos meus lábios e me deu um beijo na testa. Eu deitei do lado dele e suspirei ainda sentindo o maldito hormônio liberado pela hipófise correr que nem louco pelas minhas veias.
– Eu prometi pra mim mesmo, e não quero me aproveitar de você. – Brian sussurrou e se virou para mim tocando meu rosto suavemente.
– Que lindo isso Syn... – eu disse sorrindo. – Juro que não esperava isso de você.
– Eu sei que não, mesmo tendo escutado o que eu falei pro meu pai, você ainda acha que eu sou um filho da puta. – murmurou ressentido.
– Syn... Não é assim também. – falei curvando as sobrancelhas. – Se eu não confiasse em você, eu não estaria aqui hoje. E você não me forçou a nada. Eu só nunca pensei que uma vez começado, fosse você quem fosse parar. – falei acariciando o braço dele.
– O que você esquece, é que dentro de Synyster Gates, existe um Brian. E é ELE o seu namorado. – falou sorrindo.
Eu sorri e disse: — Brian...
Ele se aproximou e me deu um selinho demorado. Eu sorri e me virei de costas, Brian passou o braço pela minha cintura e eu pousei a minha mão sobre a dele. Então ele chegou bem pertinho do meu ouvido e disse: — O que eu quero dizer é que... Mesmo sendo conhecido como o pegador, não sou um ser desprovido de sentimento. – me deu um beijo carinhoso na cabeça — Boa noite querida.
–Boa noite Brian... – eu disse o nome dele com clareza e ele me deu mais um beijo na cabeça.
Senti-me a pior pessoa do mundo.
Estava traindo minha melhor amiga, afastando o cara que eu amava, e iludindo um homem que realmente gostava de mim.
Não que eu não gostasse do Syn. Mas meu sentimento era por Matt, porém eu simplesmente não conseguia dizer não para o Brian.
Eu não podia manter aquilo por muito tempo. Não conseguia forjar um sentimento barato. Não quando as pessoas estavam sendo sinceras comigo. Eu gostava de ficar com o Syn, ele era bonito, divertido, me fazia me sentir bem e amada. Mas eu não era apaixonada por ele.
E eu sabia que ele estava sendo sincero, não estava comigo por interesse por que eu já tinha oferecido a ele tudo que um homem poderia desejar e ele tinha se negado. Só um sentimento verdadeiro explicava isso.
Notas finais
ahahah comenmtem esse também nada de passar direto pro proximo...
Beeijos
P.S: desculpem os erros de digitação.
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