Eu Provocarei Você Feito Um Furacão

16 We all need that person who can be thruth to you


Notas iniciais
heeey loved peopleee
Amei os reviews, espero que todas estejam ansiosas por este cap.
Enfim.... É, eu gosto dele, portanto, espero que receba muitos reviews.... uahsuahs
Capítulo especial para a Madness e a Keeper ( ou Jealous) auhsuashau
Garotas mais fodas da minha vidinha... Amooo vcs....
ahahah
Bem to me sentindo meio mal com o que eu escrevi nas notas finais do cap anterior, mas não vou falar por que... Só q vcs vão ter um tipo..."esperava mais dela" uahsuahs
Bem acho que é isso....
Leitoras novas sejam bem vindas sempre, e nunca se esqueçam que eu posto esta história de graça... a unica forma que vcs tem de contribuir para que a fic continue é postando muitos reviews lindos.... aushauhsuahs Forçei, forçei....
Beijos meninas e Boa leitura.
Enjoooy^^

[ Narrado por Brian]

Eu não entendia mais nada do que estava acontecendo.

A Fer e o Matt pareciam estar se divertindo com a situação, mas porra será que eles não viam que a Jhessy não estava bem?

Eu tinha conversar com ela, tinha que esclarecer tudo.

- O que tá acontecendo? – perguntei olhando em seus olhos. De repente aquela barreira de ódio pareceu quebrar e a menina se tornou uma criatura frágil na minha frente.

Os olhos dela se encheram de lágrimas e ela baixou a cabeça. Tive vontade de abraça-la, mesmo sem entender o que se passava, porque vi que ela realmente estava precisando de um amparo, porém fiquei com medo da sua reação.

- Syn eu... – ela disse com a voz falha olhando para as palmas das mãos.

- Pode falar. Diga o que eu fiz pra você... Pode me xingar, sei que tem algo errado e você tem que desabafar, ou pelo menos extravasar e se o problema é comigo,nada melhor do que fazer isso comigo. Eu estou aqui pra te ajudar, por maior que seja sua raiva, eu sei que você não me odeia. – falei tudo isso se saber se fazia sentido algum, eu só queria que ela sentisse que eu não ficaria chateado se ela por algum motivo me xingasse.

- Syn, tem muita coisa acontecendo de uma vez só... – disse ela secando as lágrimas com as costas das mãos e olhando pra mim. – O assalto, provas na faculdade, meu namorado tá estranho comigo, a briga com a Fer...

- Mas isso tem algo a ver comigo? – perguntei confuso. – Quero dizer, sua briga com ela.

- Não, não. É só que, você é o namorado dela e tipo, a gente brigou feio e me irrita ver que ela consegue manter o bom humor e é por sua causa, por que você é um cara super bacana e tal...- Ela disse deixando as lágrimas voltarem à sua face. – Mas não, eu não estou de mal com você, é só tipo, ciúmes de ver as pessoas felizes e você contribui pra isso. Eu fui uma idiota Syn, sério você não fez nada. Desculpe.

Eu suspirei aliviado. Ela disse uma coisa certa, eu era um cara legal, e uma das coisas que me fazia ser assim é simplesmente por que não gosto de clima pesado, não gosto de ver ninguém de mau com ninguém.

Coloquei a mão em sua cabeça e afaguei seus cabelos negros. – Isso são fases, todos nós passamos por períodos difíceis na vida, mas vai passar... – Falei encostando a cabeça dela em meu peito.

Eu nunca tivera intimidade com Jhess, mas tinha muito carinho por ela.

Abracei-a e deixei que chorasse o quanto fosse preciso. Quando ela se acalmou, eu me distanciei um pouco dela e coloquei uma mão em seu ombro.

- E sobre a Fer, se tiver algo que eu possa fazer a respeito... estou aqui. – falei sorrindo. Jhesyka me olhou séria e mordeu o lábio inferior como se pensasse, depois fechou o olhos e olhou pra baixo.

- Não Syn – ela sussurrou balançando a cabeça negativamente. – isso é algo que eu tenho que resolver. Vou falar com ela. – disse e levantou do sofá. Eu a imitei e me aproximei dela. Passei a mão em seu rosto e sorri.

A garota deu um sorriso daqueles que nem criança quando cai e alguém oferece um doce para ela parar de chorar.

- Obrigada Brian. – sussurrou. – Só estava precisando de um ombro pra chorar, eu acho.

- Eu estarei sempre aqui. – coloquei a mão em sua nuca e a aproximei de mim dando um beijo em sua testa. Ela corou, sorriu e depois foi ao banheiro.

Respirei fundo e voltei a jogar. Mas estava muito calor, então resolvi pedir ao Matt uma bermuda pra tomar um banho de piscina.

Desliguei o Xbox e fui procurar Matt. Passei pela mesa da sala e Amy estava sentada, escrevendo em algum caderno. Sempre achei aquela garota escrota, mas eu tratava ela bem, já que era irmã do meu melhor amigo.

- Amy, por acaso você viu o Matt? – perguntei à garota que me encarava.

- Ahm a ultima vez que eu vi ele estava fazendo um strip pra sua namorada na janela da cozinha.

- Como é? – perguntei sentindo um formigamento estranho na minha mão. A garota riu.

- Ele tava tirando a roupa pra entrar na piscina, e a Fernanda tava babando nele. – disse rindo. Estranhei. Normalmente as pessoas não acham graça contar quando sua namorada dá sinais de traição.

[ Narrado por Fernanda]

Eu sabia que o Brian ia dar um jeito na Jhess. Ele era O Cara e sabia quebrar qualquer uma com aquele jeito doce que só ele sabia fazer.

Desci as escadas e fui ajudar a Val com a louça.

- Deixa eu lavar , já que não sei onde guardam as coisas. – falei.

- Ah, OK Fer, obrigada. – ela disse sorrindo.

Comecei a observar o pessoal tirando a roupa pra entrar na piscina. Reprimi um suspiro quando Matt tirou a camisa. Nosso olhar se encontrou e ele percebeu meus olhos vidrados, deu um sorrisinho e tacou a camiseta na janela. Eu dei um pulo e senti minhas bochechas corarem. Mandei um dedo do meio pra ele e ele respondeu atirando um beijo quando a Val tava de costa guardando um pote num armário.

Amy tinha que escolher aquele momento pra entrar na cozinha pra pegar um refrigerante. Ela levantou as sobrancelhas pra mim e deu um sorrisinho, maligno. Droga, ia dar merda.

A mãe de Matt apareceu no meu campo de visão com um biquíni rosa — chiclete e um óculos de gatinho, sentou em uma das cadeiras de sol e ficou observando o filho.

- Matthew você está tão magro... Aquela mulher não te dá comida? – perguntou cuspindo veneno. Valary bufou.

- Eu odeio ela. – disse com raiva batendo um prato no armário.

- Sua sogra? – pela perguntei sarcástica. – Um amor Val.

- Ela me odeia desde que o Matt resolveu ficar em Huntington Beach por causa de mim e do Avenged.

- Aff que coisa mais ridícula. Aposto que se fosse só pelo Avenged ela nem falava nada. – murmurei.

- Não, ela tem ciúme dele. Quando ela tá aqui eu só consigo chegar perto dele quando a gente vai dormir. – ela bateu a porta do armário. – Sabe o que me irrita?

- Hum?

- Ela adora os meninos, e as musicas deles, mas simplesmente ignora o fato de que eu contribuí muito pro Avenged chegar onde está, e que sem mim o Matt não traria tanto orgulho que traz pra ela. Tipo, não que eles não sejam foda, mas eu ajudei muito, você é fã, sabe disso. – contou com amargura.

- É foda... – eu realmente não sabia o que dizer.

Terminamos com a louça e Val foi pra piscina também.

Eu estava na porta da casa do Matt, quando ouvi Jhessy me chamando. Nossa Syn fazia milagres mesmo.

- Espera aí. – ela disse calçando os chinelos.

Fomos pra casa em silencio. Quando encostamos a porta ela me olhou sem jeito.

- Fer, desculpa pelo que eu te disse aquele dia. Eu fiquei chateada, mas pensei melhor, não é só por que eu gosto dele que nenhuma outra mulher mais pode ficar com ele e ...

- Jhess... – eu coloquei a mão no ombro dela. – Não fique se desculpando pra mim. Eu sei a merda que eu fiz. Acho que nós duas temos parte de culpa nisso... Só espero que isso não estrague a nossa amizade.

- Não, eu que fui uma idiota achando que o Syn passava batido por você.

- Na verdade assim, eu nunca pensei que eu fosse gostar de verdade dele, mas depois que a gente ficou a primeira vez... Sei lá, acho que acabei meio que me apaixonando. Claro, tenho minhas fantasias com o Matt – eu parei pra gente dar umas risadas, depois continuei. – mas eu sei que ele é da Val.

- Eu sei Fer, e eu acho que se o Syn gosta de você e você não está usando ele... Que sejam felizes. – disse ela baixinho. Eu dei uma risadinha.

- Qual é o gosto dessas palavras na sua boca? – perguntei rindo.

Ela me olhou seria e depois disse: — De vinagre. – e riu junto comigo. Nós nos abraçamos. – Vamos vestir um biquíni?

-É né. – respondi já subindo as escadas. Procurei meu biquíni preto, peguei uma toalha e uma saída, joguei dentro de uma sacola, junto com a minha roupa e desci.

Eu e Jhess resolvemos apostar corrida. Ganhava quem pulasse na piscina primeiro. Corremos rindo e brincando, eu passei pelo sofá e joguei minha sacola, e emparelhei com a Jhessy quando chegamos nos fundos onde tinha a piscina.

Jhessy teria ganhado, se eu não tivesse economizado o tempo que ela gastou pulando, tropeçando no braço que o Gates levantou bem na hora que eu fui pular por cima dele.

Eu engoli dois grandes goles de água, então Syn me puxou de volta à superfície pela cintura. Eu tossia loucamente enquanto todo mundo ria da minha cara.

- Eu ganhei. – falei com a voz embargada, depois tive mais um acesso de tosse. – Brian, por que você é o único americano que tem a mania de gesticular quando fala? – perguntei esfregando os olhos que ardiam. Todos riram. – Sério, se eu tivesse no Brasil tomaria cuidado com isso, mas você é americano porr... – interrompi o palavrão pra ter mais um acesso de tosse.

- Tá bom Fer, desculpa. – Syn me puxou pela cintura me abraçando. – Vou ter que fazer respiração boca a boca? – perguntou com aquele sorrisinho de sempre.

- Voces são namorados não precisam disfarçar. – Jhessy falou olhando não pra nós mas para Amy. Nós rimos, e o Syn me puxou para um beijo.

Não sei porque, quando nos separamos Amy não estava a vista. Segundos depois ela emergiu sem fôlego, dando um suspiro enorme. Todos rimos, mas eu notei que Syn tinha dado uma boa encarada no Matt, aquela vaca tinha falado alguma coisa pro Syn, eu ia arrebentar a cara dela.

Passamos a tarde inteira brincando na piscina, mesmo depois que tinha escurecido, o calor continuava, então continuamos por ali.

- Aí pessoal, a gente tá numa galera grande, podíamos ir no paintbol um dia desses né? – Zacky convidou.

- Hmm, adoro. – falei. Todos concordaram, e ficou marcado pra quarta-feira.

Saí da piscina para ajudar a Val com o jantar. Matt e Syn foram fazer fogo na churrasqueira.

- Amy – Matt chamou. – Faça algo útil e busque umas cerveja no mercado.

- Bem capaz, eu não vou sair da piscina. – respondeu. Eu e Jhess nos entreolhamos e levantamos as sobrancelhas. Então tive uma idéia.

Como eu estava levando uma travessa de saladas pra mesa dos fundos e ia passar do lado dos meninos, quando passei por eles falei baixinho: — Ei Syn, peça você pra ela.

Matt me olhou sorrindo, e eu dei uma piscadinha pro Syn, já que ele tinha me olhado confuso.

- Isso cara. Faça sua melhor cara de cachorrinho. – Completou Matt. Syn deu de ombros e olhou pra Amy com uma cara tão fofa que quase que eu pulei e disse que ia buscar.

- Ah Amy, por favor... – Foi tiro e queda. A menina abriu um sorriso e depois se tocou que foi jogada então revirou os olhos, mas mesmo assim ainda foi.

Depois de servirmos a mesa, eu peguei o violão do Zacky, que ele tinha deixado em cima do sofá e fui pra área, junto com o pessoal. Sentei em um banco e comecei a tocar Dear God. Fiz sinal pro Matt cantar, mas ele disse que não, então continuei sozinha mesmo.

Logo Kim, que tinha ido tomar banho, apareceu e olhou pra mim sorrindo.

- Que menina fofa essa. – disse ela. – E linda também não é Matt? – Eu revirei os olhos, Syn olhou serio pra mim, depois pro Matt.

Joh resolveu mudar de assunto, porque percebeu que o clima ia ficar tenso com os dois. Sério que as vezes eu achava que ele era irmão da Gena.

- Nossa maninha tá tocando bem hein? – disse ele feliz.

- Ela é ótima. – Kim disse sorrindo. – Canta melhor que a Valary. – Eu não aguentei bufei e parei de tocar. Encostei o violão com cuidado num canto e abracei o Syn, fazendo questão de deixar bem claro que eu era namorada do Syn.

- Mãe, voce me mata de vergonha. – Matt disse indignado. – e pelo amor de Deus, foi voce quem casou com a Valary e dorme com ela todos os dias?

- Não. – ela arregalou os olhos com a repentina explosão de Matt.

- Então pare de falar mal dela. Esse seu ciúme me irrita. – ele quase gritou.

- KIM. – Gary veio da cozinha. Não queria nem ver o barraco. – Quantas vezes eu vou ter que te falar pra voce respeitar a escolha do Matthew? E respeitar a Val pelo menos como pessoa? – ralhou. – Pare com isso.

- Ah querido, é que tem tantas outra garot...

- PARE AGORA MESMO! – Matt e Gary gritaram juntos.

Olhei pela janela, Val estava com os olhos vermelhos. Desvencilhei-me do Syn, lancei um olhar fulminante para Kim e fui pra cozinha.

Eu gostava do Matt, mas maltratar a Valary era o cúmulo. Independente dela ser ou não fiel à ele, ela era pessoa, tinha sentimentos e merecia respeito.

- Val? – perguntei quando passei pela porta. Olhei em redor e a vi sentada na mesa chorando. Sentei-me ao seu lado e coloquei a mão em suas costas. – Não fique assim, Matt ama você independente do que a mãe dele diga...

- Eu sei, mas mesmo assim, ela não liga de falar pra que eu escute, ela faz pra machucar mesmo. – balbuciou entre prantos.

Matt apareceu na cozinha e sentou no outro lado dela puxando-a para seu colo. Val começou a soluçar no peito dele que me lançou um olhar significativo, com um meio sorriso.

- Obrigada Fer... – disse ele.

- Eu não fiz nada – falei enquanto levantava.

Matt começou a acariciar o cabelo dela então eu os deixei sozinhos na cozinha, estava chegando na sala, então dei meia volta.

- Matt – comecei em voz baixa. – Acho que vou pra casa, o clima tá meio tenso... – falei sem jeito.

- Ah Fer, se você acha melhor assim... – notei que ele também achava melhor, só não queria me expulsar de lá.

-Então até mais. – fui até ele e despedi dos dois com beijos no rosto. Então fui despedir dos outros.

Johnny já estava se arrumando pra sair com o Zacky, e o Arin já tinha ido durante a tarde.

Quando fui achar o Syn, ele também já estava se despedindo.

Como eu, ele, Jhess, Joh e Zac não tínhamos e nem íamos jantar ali, acabamos todos indo juntos jantar em uma pizzaria. Eu e a Jhess fomos com o Syn e o Johnny com com o Zacky.

Depois de jantar, Syn veio nos trazer em casa. Quando chegamos, Jhess se despediu e entrou. Eu e o Syn gastaríamos mais tempo se despedindo, lógico.

Bem, talvez não tanto tempo assim, mas acontece que o Brian me segurou quando eu fui descer.

- Eu tenho que falar com você. – disse em um tom sério. Eu fiz uma cara de interrogação.

- Ué, fale. – disse me ajeitando de novo no banco.

- A Amy me contou uma coisa... E eu não gostei. – eu revirei os olhos.

- E qual foi a merda que ela te contou? – perguntei impaciente.

- Tá tão nervosa assim por que? É verdade?

- Como vou saber se é verdade se não sei o que é Brian? É só por que a Amy só fala merdas.

- Ah sim, você nem conhece a menina direito e já sai tirando conclusões sobre ela? – Brian me fitava de cara fechada.

- Ah Brian, faça me o favor, conte o que ela te falou... pra eu ter certeza de que você só está caindo no joguinho dela.

- Como é?

- Você entendeu. Agora conte. – eu impus. Aquela vadia não ia estragar meu relacionamento com ele. Se alguém merecesse acabar com meu namoro era a Jhessyka. Mas ela, coitada ia se foder na minha mão.

- Ela disse que você e o Matt estavam nuns olhares estranhos quanto ele tava tirando a roupa.

Eu dei uma gargalhada e o Syn ficou me olhando mais confuso do que filho de puta em dia dos pais.

- Brian, pense nessa frase que você acabou de falar. – falei. – Olha que coisa mais ridícula, e você cai numa idiotice dessas.

- Eu não caí, só quero saber se é verdade. – falou com curvando as sobrancelhas.

- Oh. Se for verdade, que diferença faz? Eu não fiz nada com ele, e além disso, você vai fazer o que? – perguntei irônica.

- Então é verdade?

- Olha Syn, eu tava mesmo olhando pra ele na hora, daí ele jogou a camiseta na janela, e eu me assustei, mandei um dedo do meio pra ele e ele me mandou um beijo. Foi isso. – falei cruzando os braços.

Ele deu um suspiro, depois deu uma risada. – Tu é foda.

- Por que? – perguntei.

- Você sabe que não faria isso na minha frente, mas sabe contar de uma maneira que simplesmente eu não posso te condenar. – eu ri e me aproximei dele.

- Você poderia, afinal eu tava olhando pra ele. – falei passando as mãos pelo seu pescoço e puxando-o pelos cabelos para um beijo.

- Que diferença faz... – ele murmurou entre o beijo. – Aposto que você... – ele me empurrou pro meu banco e subiu em cima de mim me beijando urgentemente. – ficava olhando pra ele em fotos na internet. – ele correu a mão pela minha coxa, dando uma leve apertada. Eu empurrei o peito dele pra cima e interrompi o beijo.

- Syn, que tal a gente entrar? – convidei. – Aqui vivem passando guardas. Se alguém pegar a gente aqui...

- Você que sabe... – disse ele com um sorrisinho malicioso. Eu dei um tapa no seu braço e ele voltou pro lugar dele. Saímos do carro, ele deu o alarme e entramos em casa em silencio.

Peguei um filme qualquer na sala e puxei-o pro meu quarto. Entrei e já fui colocando no DVD.

- Nossa! Seu quarto é enorme. – comentou.

- Eu adoro ele. – falei tirando a regata e jogando por cima da cadeira. – mas quero terminar de decorá-lo ainda. – disse abrindo uma porta do guarda-roupas e procurando minha camisola vermelha. Vesti-a e tirei o short.

Joguei um cobertor leve em cima da cama e Syn estendeu-o sobre ela, então tirou a calça e a camiseta e jogou sobre a minha regata em cima da cadeira, ficando só de samba-canção.

Me dirigi para cama, mas não sei como ele apareceu atrás de mim e segurou a minha cintura, puxando-me pra ele.

Brian beijou meu pescoço e desceu sua mão para minha perna, enquanto segurava com o outro braço a minha cintura. Inconscientemente minha mão foi pra cima da dele que passeava pela minha coxa, com a outra puxei seus cabelos, enquanto com uma mordiscada na minha orelha ele me arrancou um suspiro só de imaginar o que viria depois.

Virei-me para ele e colei nossos lábios pedindo passagem com a língua vorazmente. Suas mãos passeavam pelas minhas pernas enquanto eu me contentava com sua nuca e seus cabelos.

Ele foi dando passos para trás, depois girou e me jogou contra a porta do guarda-roupa, que fez um barulho. Nessa hora eu agradeci por ter o quarto mais afastado da casa.

Beijávamos loucamente, parando apenas pra pegar mais fôlego. Em uma dessas paradas Syn sussurrou: — Esta noite você não me escapa...

- E quem disse que eu quero? – perguntei e ele voltou a me beijar. Então desceu para o meu pescoço, desenhando a curva dele com a ponta do nariz. A respiração acelerada de Brian me fazia sentir arrepios, eu ofegava acariciando suas costas.

- Já te disse que seu perfume é bom? – perguntou inspirando e depois beijou o meu pescoço.

- Outra pessoa já me disse isso, mas... – Brian segurou minha cintura com força forçando-a contra a madeira do armário, sarrando sua ereção em mim e eu suspirei.

- Mas...? – ele perguntou roçando seus lábios nos meus. Eu entreabri os olhos, e fitei os dele com desejo.

- Mas o seu é melhor. – sussurrei e coloquei as mãos em seu rosto, beijando-o novamente. Brian tirou o elástico do meu cabelo, e ainda nos beijando ele segurou minhas pernas, passando-as pela sua cintura e foi indo de novo até a cama.

Ele me deitou com cuidado no colchão, depois encaixou seu corpo sobre o meu de forma que eu sentia seu membro sobre minha entrada, me deixando ainda mais excitada.

Judiei de suas costas e isto o fez gemer. Com isto ele tirou minha camisola e voltou a me beijar, procurando o fecho do meu sutiã nas costas. Peguei seu braço, depois sua mão e conduzi-a para entre meus seios. Ele riu ao perceber que o fecho era frontal.

Arrancou a lingerie e jogou-a para o lado, colocando a mão direita sobre um dos meus seios e apertou-o com um pouco de força, enquanto a outra mão ainda corria e dava apertões na minha perna, o que com certeza deixaria roxos.

Cruzei minhas pernas com as dele, e ele fazia movimentos para cima e para baixo, me fazendo gemer.

- Syn... – pedi. Enquanto ele beijava novamente o meu pescoço. Ele riu.

- Peça direito. – sussurrou descendo para os meus seios. Ele distribuía beijos subindo até o topo. Aquilo me deixava louca.

- Syn, por favor... – gemi descendo as mão para sua Samba canção.

- Direito eu falei... – ele falou depois deu uma mordiscada no bico do meu seio. Eu gemi de dor e ele passou a língua como se pedisse desculpas e aquilo me arrepiou. Eu não agüentava mais, parecia que eu ia explodir.

- Brian... por... favor... – resmunguei arfando.

Então ele voltou a me beijar, e levou a mão até minha calcinha e rasgou-a com facilidade. Ele interrompeu o beijo só para rapidamente tirar a samba canção, eu mordi o lábio quando olhei, mas quando o membro quente dele encostou em mim, eu gemi acompanhada por ele.

Brian só sarrava em mim sem penetrar, e aquilo quase me matava. Ele chegou perto do meu ouvido e disse: — Peça... só mais uma vez. – sua voz estava tremula, e eu percebi que nem ele agüentava mais esperar, então eu pedi:

- Brian...

Ele olhou em meus olhos como se perguntasse se eu estava pronta. Ele sabia que eu era virgem, não queria fazer nada que me deixasse traumatizada, ou qualquer coisa do tipo. Então eu só fechei os olhos e dei um leve meneio de cabeça.

Então a dor veio, e eu mordi os lábios e apertei os olhos. Brian fazia tudo devagar, e eu queria matá-lo, mas ao mesmo tempo eu sabia que se ele tentasse acabar com a dor rapidamente isso só causaria mais estragos.

Novamente quando ele entrou em mim e eu senti aquela dor terrível, ele deu um beijo

na minha testa. Quando entrou em mim outra vez, eu já estava preparada para sentir a dor, mas ela veio muito menor, e junto com ela o prazer.

Eu arqueei as costas quando ele lentamente começou a aumentar a velocidade. Eu gemia e logo já ajudava fazendo movimentos com o quadril. Nós dois gozávamos, então eu cruzei as pernas em sua cintura, para que ele fosse mais fundo.

Gemíamos e chegamos ao ápice juntos, tivemos o orgasmo, então logo Brian deitou em meu peito arfando. Eu acariciei seu cabelo, e ele deu um beijo no meu peito, saindo de dentro de mim e deitou ao meu lado.

Brian se virou pra mim e sorriu colocando a mão no meu rosto. – Como foi? – perguntou.

- Maravilhoso. – sussurrei e dei um selinho nele.

Ficamos num momento meio constrangido, mas então ele me aninhou em seu peito e logo adormecemos.

Domingo foi um dia gostoso que eu passei do lado do meu namorado. Dissera ele que depois do que tinha rolado ele queria passar o dia todo comigo, mas acabou que foi só de manhã, por que a tarde tive aquela prova para concorrer a uma vaga de professora.

Ela estava realmente fácil, o que me dizia claramente que eu não ia passar, uma vez que se para mim estava fácil, para os americanos deveria estar muito mais.

Depois de sair do local da prova, fui para casa, feliz dirigindo minha 350Z. Mal cheguei em casa, Syn já me esperava pra sair. Ele nem me deixou entrar em casa.

- Aff Syn, tu é foda. – resmunguei quando falei que eu precisava tomar banho e ele não deixou.

Ele me levou em um shopping, numa loja de instrumentos musicais.

- Aqui eu comprei minha primeira guitarra, tipo, com o meu dinheiro. – contou. – A sua também, vai ser daqui.

- Que eu vou comprar com o MEU dinheiro. – falei.

- Nem pensar, com o meu. – ele rebateu.

- Syn, eu não...

- Shh! Não termine. – disse ele com o dedo em riste. – Vá e escolha qualquer uma.

Eu revirei os olhos e comecei a andar pela loja enorme. Lógico que nós tínhamos o melhor atendimento possível, afinal eu estava com o Synyster Gates.

Syn ia atrás de mim falando sobre o que uma guitarra tinha ou não que ter, me explicando sobre marcas boas e ruins.

- Sabe... – eu falei interrompendo a cachoeira de informações que ele jogava sobre mim. – Quero uma Schecter igual a sua, mas aqui não tem. – falei com um sorrisinho maldoso. Syn revirou os olhos e o vendedor fez uma careta.

- Voce complica tudo menina. – Brian reclamou. – Vamos fazer assim, você escolhe uma agora, e amanhã eu te levo na Schecter e a gente manda fazer um especial só pra você.

- Tá zoando. Brian eu já estou me sentindo mega mal por você estar querendo me dar uma, agora DUAS? Quer saber, e vou pagar essa aqui, e a outra você me dá ok? – falei com a cara fechada.

- Fernanda. Sou seu namorado, tenho direito de te encher de presentes.

- Isso mesmo. É meu namorado e não o Papai Noel. – falei virando pras vitrines. Ele riu.

Acabou que eu levei uma guitarra preta com vermelho, eu paguei a metade e ele a metade.

Nesse ponto eu era osso duro de roer. Mas o Syn também, além disso, ele ainda tinha preparado uma surpresa ainda maior pra mim.

Notas finais
Hmmmm... que será essa supresa hein???? reviews com opinioes??? auhsausuah
Beeijos
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.