Eu Provocarei Você Feito Um Furacão
9 Destiny's Vengeance
Notas iniciais
Bom galera, acho que respondi todos os reviews né? e nem preciso dizer que adorei....
Bom esse capítulo está meio bastante viajado...(qualquer fic é viagem, mas enfim...)
rsrs...
É o destino vai se vingar....
"" Fãs da Jhessy, não me matem PF.
Beijos e boa leitura.
Meu trabalho era sobre Skatistas. Eu tinha que fazer um mural com uma critica social sobre o grupo. Eu gostava do estilo, achava maneiro e para mim era fácil fazer uma crítica social sobre isso. Skatistas buscavam seu lugar na sociedade, mas ainda havia muito preconceito...
Então eu e a Jhessy fomos para a pista de Skate para fotografar.
Eram quase 10:00 quando chegamos lá. Estava vazio. Aproveitei pra decidir qual seria um bom lugar para fazer as fotos.
Dez e meia chegou e o lugar continuava deserto, então decidimos ir numa mercearia que tinha por ali e comprar algo para molhar a garganta, já que estava um calor do inferno.
Como eu estava fazendo trabalho, não podia me embebedar muito. Então comprei uma coca-cola e uma garrafa de Whisky. Isso é muito bom sabia?
Quando voltamos, já tinham uns dois ou três skatistas na pista. Subimos em uma parte alta da pista e os caras ficaram olhando. Dei de ombros. Sentei, enchi um pouco mais que meio copo de coca, e completei com whisky, dei um gole e comecei a ajustar mina câmera profissional.
- Bom dia meninas. – Um dos skatistas disse quando subiu ali para pegar embalo.
*barulho de câmera* — Eu tirei uma foto dele.
- Nossa! – ele falou sorrindo.
- Bom dia. – falei sorrindo. – Foi mal é que eu to fazendo um trabalho, tenho qe fotografar skatistas. – falei coçando a cabeça.
- Hmm... então prazer, meu nome é Mike.
- Prazer Mike. – disse Jhess. – Eu sou Jhessyka e essa é a Fernanda.
Conversamos um pouco, descobri que Mike fazia faculdade na University of Southern, então éramos colegas. Ele era bacana, fazia Tecnologia da Computação, ou seja, era um skatista nerd. Eu tinha afinidade com nerds, vivia na frente do computador mexendo em programas, então tinha bastante assunto.
Mas ele resolveu ir andar um pouco e eu fiz algumas fotos bacanas dele e dos colegas. Quando ele sentou ali com a gente de novo pra descansar, pedi seu email, para poder enviar a fotos para ele.
- Mike, posso andar um pouco no seu skate? – perguntei quando ele se serviu de
Coca com whisky.
- Claro. Mas você sabe? – perguntou ele sorrindo malicioso. – eu posso ensinar você... – Eu ri e falei que sabia. Sempre andava com meu colegas no Brasil. Nós passávamos a tarde toda em frente a um colégio chamado Eny Caldera, que só tinha pirralhos. Era engraçado, a gente botava eles para correr de lá quando chegávamos. Só por que éramos maiores.
Eu subi no skate, e desci a “rampa”. O vento bateu no me rosto e bagunçou meu cabelo pra trás. Subi na outra elevação que tinha no meio, e dei um salto, segurando o shape e dando um giro batendo no chão de novo e subindo na outra rampa. Os garotos ficavam olhando com uma cara meio assustada. As meninas pelo jeito não costumavam fazer esse tipo de coisa ali.
Já era metade da tarde quando resolvemos ir pra casa. Eu e Jhessy passamos em uma locadora, alugamos 3 filmes e compramos um pote de sorvete. Quando cheguei em casa tomei uma ducha gelada, depois coloquei um shortinho e uma camiseta grande. Desci para a sala, Jhess já arrumara o Home Theater, e escolhia um filme. Me joguei no sofá ao lado dela e peguei uma colherada de sorvete de menta.
Estávamos assistindo Soiled Love, era uma comédia romântica, porra a personagem principal era interpretada pela Valary!!
- Que droga, é a Val. – falei quando ela apareceu.
- Por que droga? – perguntou Jhessy. Eu ri.
- Modo de falar Jhess, é que é coincidência. Nem tinha notado que você tinha escolhido esse filme. – falei pegando mais uma colher de sorvete.
Continuamos assistindo o filme. Não era ruim, mas a Val não era exatamente ótima atriz. Estávamos numa parte de tensão do filme quando a campainha tocou.
- Aff. Deixa que eu vou. – falei levantando.
Abri a porta, um cara mascarado colocou a mão na minha boca, me empurrando pra dentro, apontou uma arma para a minha cabeça, enquanto outro fazia o mesmo com a Jhessyka.
- Agora queridas... – disse o que segurava Jhessy. – Sejam boazinhas e nos mostrem onde é o cofre. –Jhessyka balançou a cabeça para eles perceberem que ela queria falar. O cara soltou, mas continuou apontando a arma.
- Não temos um cofre. – ela disse tremula e pausadamente.
- Não mesmo? – ele perguntou com um sorrisinho maligno. – E se ele apertar aquele gatilho? – apontou pro outro que me segurava.
Até aquele momento, eu estava mantendo a calma. Mas quando me dei conta que ele estava realmente armado, comecei a suar frio.
- Por favor – Jhess suplicou com lágrimas nos olhos. – Não temos um cofre.
O homem torceu o braço dela e puxou seus cabelos, ficando com o rosto bem perto do seu ouvido. – Ah não? E onde seu pai guarde o dinheiro então? – perguntou entre dentes.
- No banco? – ela perguntou/respondeu meio sarcástica. Era inevitável. Perguntas idiotas tolerância zero!
O cara apertou mais o seu pulso, e deu um soco em seu nariz, o sangue começou a escorrer, e eu fiquei apavorada vendo Jhessyka com o corpo mole no chão depois de ter levado uma coronhada no pescoço. Mas a raiva tomou conta da minha mente.
Eu tinha sido filha da puta com ela, e agora era a hora de me redimir.
Me desvencilhei do homem que me segurava, e estava pouco me fodendo se eles estava armado ou não, eu queria vingar Jhessy. Segurei o braço que ele segurava a arma, e torci, deixando o cano virado para a porta. Ele gemeu de dor, quando forcei a torção quase numa chave de braço, e apertei seus dedos contra o metal da arma, até que perdesse as forças e soltasse a pistola. Eles eram caras magricelas, e a essa altura eu já perdera o medo. Só o ódio tomava conta de mim e me deixava lúcida. Eu sabia exatamente o que estava fazendo, e com devia agir. O que eles tinham feito a Jhessyka não sairia impune.
O cara que agredira Jhess tinha assistido a fuga meio pasmo, agora já se recompusera, e corria pra cima de mim. Algo me disse que as armas estavam descarregadas, caso contrário, uma bala já teria sido disparada na minha direção.
Eu o via se aproximar em câmera lenta, e isso me fazia ter tempo pra raciocinar o que fazer. Ele pegou embalo e pulou, mas eu tive tempo de me abaixar, ele passou reto por mim, como se estivesse brincando de pula-cela.
Comecei a rir sarcástica, eles deviam ser iniciantes, pra eu lidar com eles seria fácil, uma vez que eu estava com ódio, e eles provavelmente nervosos pois a situação fugira do seu controle.
- Qual é? – perguntei girando a pistola pelo gatilho. – Onde estão os machões?
O homem que brincara de pula-cela, apontou arma para mim, com uma cara enfezada.
- Isso não me assusta... – disse baixo. Encarando-o com uma expressão solene. O homem não disse nada só continuou apontando a arma para mim. A mira me seguia enquanto eu caminhava até o corpo sem vida de Jhessyka e me abaixava ao seu lado. Ajeitei o corpo ainda quente da minha amiga, virando-o para cima. Limpei o sangue que escorria de sua narina com a mão, e massageei-o com o polegar a o indicador. Meus olhos se encheram de lagrimas de ódio, eu levantei e encarei os dois bandidos atordoados, com uma expressão febril. – Pagarão por isso. – eu disse cruzando a sala na direção deles a passos largos, girando a arma no gatilho.
Aquela merda não tinha munição, era a sorte deles, mas serviria.
Comecei a correr para cima deles que já se preparavam para a defesa. Eu não sabia por que eles simplesmente não me atacaram, eu era uma só e garota, era capaz de apostar que tinham mais força do que eu. Bom, já me disseram que quando estão assaltando a adrenalina sobe, e os caras ficam meio nervosos, então se dá qualquer errinho no que eles planejavam são capazes de fazer loucuras e é por isso que as vezes matam as pessoas. Bem, mas a questão não era essa, eu estava com raiva, mas não deixava de estar nervosa eu sabia que poderia morrer àquela hora, mas mesmo assim continuei avançando fuzilando aquele cano que continuava apontado para a minha testa.
Girei a arma e a segurei pelo cano, pronta para dar uma coronhada. Eu sabia que não seria fácil, agora os dois já tinham se acalmado e estavam próximos.
Levantei os braços segurando a arma, abaixei-a com velocidade, em direção à cabeça do homem, mas como eu tinha previsto, ele segurou com força e torceu os meu pulso esquerdo, enquanto o menor dava um passo e se colocava atrás de mim. Não sei de onde ele tirou aquele pano branco e passou-o pelo meu rosto, tampando minha boca e meu nariz. Eu devo ter feito uma cara de pavor, por que o bandido deu uma risada sarcástica.
Eu tentei fungar com força para ver se conseguia passar um pouco de ar pelo pano, mas esse foi o meu maior erro. Ainda vendo a cara de vitória do bandido, minha visão começou a embaralhar, e uma dor de cabeça horrível começou a preencher o meu cérebro, como se estivesse sendo espremido.
- Durma criança. – disse o marginal á minha frente. Fiquei com medo de ser estuprada por eles, mas logo mais uma onda de dor me fez parar de cogitar essas coisas e as únicas coisas que eu ouvi antes de perder totalmente a consciência, foram as risadas dos homens e o barulho do meu corpo batendo no chão.
Acordei não sei quanto tempo mais tarde, ainda sentindo dor de cabeça, sentia náuseas e minha cabeça estava pesada. Deixei-a tombar para o lado e abri os olhos.
Etava em um lugar claro, mas tinha alguma coisa no chão ao meu lado, acho que era um corpo. Meu Deus a Jhessy!
Tentei inutilmente tocar o corpo dela, já sentindo meus olhos se encherem de lágrimas. Não, Jhessy não estava morta. Não podia estar, talvez eu estivesse morta também e ao meu lado estava ela esperando por mim. Mas se eu estivesse morta por que estaria amarrada? Então me dei conta que estava respirando, e a minha dor de cabeça era por causa do cheiro forte de clorofórmio.
- Jhess... – falei com a voz embargada, quase inaldivel. – Jhess, Jhessy! – Eu a chamava, mas ela continuava sendo um corpo imóvel ao meu lado no chão de algum lugar branco. Onde eu estava? Onde aqueles desgraçados tinham me colocado? Girei a cabeça para cima, e reconheci o lustre do meu banheiro. Graças a Deus eu estava em casa.
Comecei a ouvir algumas vozes, no andar de baixo, batidas de portas e sei lá o que poderia estar acontecendo lá.
- Jhessyka, Fernanda? – Alguém chamava nossos nomes lá de baixo. Parecia a voz de Margareth. Mas eu não conseguia gritar em resposta, minha voz estava horrível. – Meninas, onde estão vocês? Não elas não saíram Edward, Jhessyka nunca sai e deixa a porta da frente aberta, muito menos... ONDE ESTÁ a TELEVISÃO? – Margareth berrou. Eu tinha certeza que logo ela ia pensar que nós tínhamos sido sequestradas e eu não conseguia fazer nada para avisá-los que eu estava ali. Qual seria a reação de Margareth ao ver a filha morta?
Então lembrei que eu tinha uma estante no banheiro que eu guardava meus perfumes e cremes. Estiquei a perna e chutei-a. Os vidros bateram-se uns nos outros, fazendo um barulho irritante, caíram no chão, e o meu favorito quebrou.
- Ah inferno. – pestanejei. Então depois de um pouco de silencio, ouvi os passos na escada, e alguém abrir a porta do meu quarto com um estrondo.
- Fernanda. – Margareth chamou. Edward apareceu na porta do banheiro.
- Graças a Deus elas estão aqui,.. JHESSYKA!! – Ele se abaixou e virou a menina.- Jhseeyka minha filha... – ele começou a chorar e eu também.
Margareth veio ver o que estava acontecendo, e parou com uma cara de horror na porta, enquanto o marido carregava o corpo para fora dali. – Meu Deus. – deixou escapar com os lábios tremendo.
- Margareth... – chamei. – Jhessy morreu?
Notas finais
na verdade
ela que me odeia. Fato.
então estou certa de que vcs tem muito a reclamar, então podem mandar reviews me xingando aos montes. ahaha
Beijos
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