Eu E Meu Chefe
12 Capítulo 12 - Apaixonada por você.
Notas iniciais
Booa Leitura !
Nossos corpos ainda estavam colados, nossas respiração ofegante, Damon estava cabisbaixo e eu olhava para o lado, cai em meu mundo real, o que eu havia feito? Beijei o meu Chefe? Qual é o meu problema? Sai de seus braços e entrei na casa indo em direção a cozinha, precisava beber uma água, acalmar os ânimos e colocar meus pensamentos em ordem. Senti alguém segurar meu pulso e quando me virei me deparei com o Damon que me encarava confuso.
— Damon, não...
— Não o que Elena? Você me beija, sai de fininho e vem com esse de “Damon, não”? Você sabe que tem o poder de confundir os homens, o poder de ME confundir, eu estou na sua mão como nunca estive na mão de nenhuma outra mulher. A gente briga? Muito, mais e dai? Fala o que você quer Elena! Uma hora você é toda meiga, me beija, me deixa louco e depois se arrepende, sai, some... Sem me avisar pra onde vai, sem me dar a oportunidade de te seguir e impedir que vá. Não acha que somos grandes o suficiente para parar com os joguinhos de adolescentes? – Ele estava estressado, seus olhos continham um brilho diferente.
— Acho... Por isso que eu vou embora. – Falei cabisbaixa, ele estava certo, até onde iríamos ficar com esses joguinhos? – Eu vou ficar em um hotel não muito longe, fica tranqüilo, não vou revelar o seu segredo pra ninguém, Não vou te dedurar e...
— Me dedurar? – Ele riu irônico. – é com isso que você acha que estou preocupado? Elena, você me faz sentir ciúmes, raiva, alegria, tudo no mesmo momento. Seu cheiro fica embriagado nas minhas roupas, você nervosa é a cena mais linda que eu poderia ver. – Ele passou as mãos nervosamente por seus cabelos. – Olha pra mim agora. – Bateu os braços na perna. – Eu, Damon Salvatore. Se Declarando pra uma garota que quer ir embora, e essa garota é ironicamente, minha secretária. Chata, teimosa e extremamente linda. Eu não tenho palavras pra descrever a raiva que você me faz sentir, eu Te odeio muito. – Ele disse as palavras que foram me esfaqueando e por mais que eu fosse forte, não conseguia conter meus olhos se enchendo de lágrimas. – Eu te odeio Elena Gilbert, por que você me faz sentir um adolescente ao invés de um homem, me faz ter vontade de beijar de aperta alguém no elevador, de fazer sexo dentro de um carro, de abraçar e acariciar seus cabelos escuros, de acordar ao seu lado, de levar café da manhã na cama, de comprar uma aliança, de... De amar! Você me faz sentir assim... Um Moleque! E eu te odeio tanto por isso... Te odeio tanto, que tudo isso se torna... sei lá.... Amor? – Ele falou por fim, enterrando o rosto nas mãos. Me aproximei de vagar e o encarei, eu não sabia exatamente o que fazer, então por impulso eu o abracei, Deixei que minhas lágrimas escorressem por meu rosto livremente, eu sabia, na verdade, sempre soube que isso era errado, gostar do meu chefe... Era suicídio, mas eu já tinha colocado a mão no fogo, agora... Eu tinha que me queimar.
— Damon... Eu... Eu gosto de você, eu gosto do seu cheiro, do seu jeito idiota de me irritar, das suas piadas sem graça, do seu jeito irônico de ser... Eu... Eu percebi que gostava de você quando me beijou no chuveiro... Mas o jeito que você saiu naquele dia, como se você se arrependesse de ter... Me beijado. Me fez criar uma insegurança, você nunca escolheu uma mulher só, e talvez... Eu não tenha as qualificações pra ser essa mulher. – Falei chorosa ainda abraçando ele que mantinha as mãos no rosto. – Damon eu... – Logo fui interrompida por um puxão acompanhado de um beijo, ele pediu passagem e eu cedi, suas mãos passeavam livremente por meu corpo, e eu mordiscava e puxava seus lábios de leve, ele colocou a mão no meu queixo se afastando e dando alguns selinhos, logo em seguida, uniu nossas testas em um ato de carinho, que logo foi interrompido quando eu o empurrei para o balcão que com um impacto fez os copos de plásticos que ficavam ali caírem no chão, ele abriu um sorriso malicioso e eu abri em um ato de desespero sua camisa social preta, fazendo com que todos os botões da blusa se espalhassem pela cozinha, ele me guiava e me beijava ao mesmo tempo até as escadas, quando chegamos até ela, ele me pegou no colo e subiu, eu sorria e beijava seu pescoço e ele não tirava seu sorriso irônico misturado com desejo e malicia do rosto. Assim que chegamos na porta do quarto ele me colocou no chão e eu voltei a beijá-lo.
— Damon, ninguém vai nos ouvir? – Falei entre sorrisos enquanto ele beijava meu pescoço e fechava a porta com o pé.
— Não. Estão todos na festa, enchendo a cara e ouvindo música, é quase impossível. – Garantiu risonho caindo sobre mim na cama, hora ele beijava meu pescoço, hora minha boca, ele mordiscou meu pescoço de uma forma que eu sabia que iria deixar roxo. Gemi com seu ato e vi ele sorrindo com satisfação, Ele tirou minha blusa em uma rapidez e eu terminei de tirar a dele que já estava “desabotoada” Ele fez uma trilha de beijos por toda minha barriga e seios enquanto eu arranhava de leve suas costas e abdômen, Logo ele tirou meu sutiã sem separar nossos lábios, eu estava queimando de desejo por aquele homem, o virei na cama de forma que eu ficasse por cima, e admito que gostei de estar no poder, vi seu sorriso malicioso surgir novamente, ele queimava de desejo assim como eu e isso estava estampado em seus olhos, fiz uma trilha até sua cintura e desabotoei sua calça de uma forma sexy, coloquei a mão dentro de sua calça e por cima da Box branca que vestia senti seu volume exagerado, ouvi ele gemer e sorri, logo ele estava por cima de novo, empurrando com os pés tirou sua calça e abocanhou o seio direito e com a mão massageava o esquerdo me fazendo soltar gemidos involuntários, logo ele deu o mesmo tratamento para o esquerdo e fez uma trilha de beijos molhados até a minha cintura e tirou o meu short, sem quebrar o contato visual ele passou os dedos por cima da minha calcinha por toda a minha intimidade, fazendo eu morder os lábios e soltar gemidos de aprovação, depositou um beijo ali e com os dentes tirou a calcinha de renda vermelha.
— Ai meu Deus Damon. – Gemi alto quando ele encostou sua língua quente em minha intimidade, ele sorriu com meu ato, enquanto explorava com a língua minha intimidade, puxei seu cabelo de forma que o trouxesse para mim, ele sorriu e voltou a me beijar, me sentei na cama e puxei sua Box branca fazendo seu membro pular para fora ereto, Meu Deus, era Enorme, e eu não fazia idéia do que eu estava falando quando disse do tamanho P. Ele sorriu malicioso quando viu minha reação, ele levantou da cama e foi até a sua bolsa pegou uma das várias camisinhas que tinha e eu soltei uma gargalha ao lembrar da minha cena com ele.
“...arregalei os olhos e segurei uma para me certificar que aquilo era o que eu tava pensando, então elas caíram enfileiradas e a porta abriu Damon me encarou naquela situação. Sentada no chão com uma bolsa no colo, camisinhas na mão e um olhar de “Meu Deus, que isso?” Ele sorriu malicioso e se abaixou perto de mim tirando a bolsa e as camisinhas da minha mão.
— Parece uma garotinha virgem que nunca pegou uma camisinha na mão. – Ele falou quebrando o silêncio senti que fiquei vermelha e ele sorriu da minha reação.”
Logo ele estava na minha frente me beijando novamente, ele colocou a camisinha e posicionou seu membro em minha entrada, me beijou novamente e sorriu.
— Pronta? – Perguntou como se eu fosse virgem ou algo parecido, levantei uma das sobrancelhas e o encarei incrédula.
— Agora Salvatore, se não eu juro que não... – E antes que eu terminasse ele se colocou dentro de mim inteiro revirando os olhos, Eu soltei um gemido que logo se misturou com os dele. Era um vai e vem prazeroso, nunca senti algo tão bom quanto senti com ele, nossas peles se tocando, aquele calor se explodindo por todo o quarto, o som de sua voz sussurrando meu nome, eu arranhava suas costas com força, até que atingimos o épice... Juntos. Sorri satisfeita e ele enterrou a cabeça em meu ombro, estávamos ofegantes e assim que recuperou sua respiração se jogou ao meu lado e eu me aconcheguei em seu peito, me deu um selinho.
— Damon... O que vai ser de nós agora? Ainda tem aquele lance de... Sem se apaixonar? – Eu estava com medo da resposta, eu sabia o quão Damon era imprevisível.
— Acho que é um pouco tarde pra isso Elena... – Ele falou me olhando. – Bom... E nós... Agora... Somos nós. Até que aceite o meu pedido de namoro, vamos ser apenas nós. – Falou e eu sorri o olhando.
— Pedido de namoro? – Perguntei com os olhos brilhando.
— Sim. – Ele falou sorrindo. – Ei... Sou ciumento ok? Totalmente possessivo, se eu ver você com o Kol de novo arranco aquela minhoca que ele chama de...
— Ok Damon, Já entendi. – Falei sorrindo. E sem muito esforço peguei no sono.
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