Eu E Meu Chefe
10 Capítulo 10 - Você me drogou !
Notas iniciais
Ps* Allegra você leu Fear of Feat só que eu abandonei ela... Sorry :C
Booa Leitura!
Estávamos voltando para casa, Damon estava com a cabeça apoiada em minhas costas falando coisas sem sentido, Kol iria amanhã no churrasco que fariam na casa da Dona Edna, Damon odiou isso, mas quem liga? Sorri ao ter esse pensamento, Damon estava sobe o efeito do remédio, ele não faz ideia do que eu vou fazer com ele.
— Elena... – Ele tentou falar rouco no meu ouvido o que me arrepiou por completa.
— Hm? – Perguntei virando a cabeça.
— Meu estômago ta girando, assim como minha cabeça, meus olhos, meu coração e o resto do meu corpo. – Ele sussurrou forçando a voz para sair algo, mas tudo que conseguiu, foi tropeçar nas palavras, ri da situação.
— Calma, estamos chegando. – Informei, ele passou as mãos por minha cintura e me apertou contra ele para trazer minhas costas mais perto de sua cabeça para ele dormir. Eu estava me sentindo um travesseiro.
— Ele está bem? – Perguntou Lexi me encarando pelo retrovisor.
— Sim. Ele só está um pouco enjoado, esqueci de anunciar que ele está grávido. – Comentei sarcástica o que fez todo mundo ri.
— Eu ouvi isso. – O som de sua voz soou abafado e rouco novamente, mais auto o suficiente para que todos ouvissem e rirem das nossas provocações.
— Carol, eu... – Assim que me virei para pedir que ela me pegasse meu celular em sua bolsa reparei que ela estava deitada no ombro de Klaus e dormia tranquilamente enquanto ele a envolvia com seus braços, porém, também dormia com a cabeça apoiada no vidro. Não entendia por que estavam todos tão cansados. Será que foi por que voltaram tarde da balada de ontem? Por que eu não estava assim? Estava louca para chegar em casa deitar na minha cama e fazer o possível para dormir, sabia que mais tarde todos acordariam e fariam uma sessão de filmes, com pipoca e refrigerante, ou iríamos mesmo a um cinema, e bom, se eu não dormisse agora como todo mundo, estaria só o caco no final do dia. Chegamos em casa, eu coloquei as sacolas no sofá onde Dona Edna se encontrava assistindo TV junto com Edgard, cumprimentei os mesmos e ajudei Damon a Subir as escadas, que andava parecendo um bêbado.
— Lena, Leninha. Eu quero te fazer uma promessa. – Disse ele de olhos fechados cantarolando quase sem voz deitado de bruço sobre a cama.
— Damon, isso não é uma boa hora para fazer promessas. – Observei sorrindo.
— Nunca é uma boa hora pra nada. – Ele disse nervoso abrindo os olhos e levantando o dedinho, me fitou por alguns segundos e fechou os olhos novamente, deixando seu braço cair sobre a cama. – Elena Gilbert, Eu prometo que não vou te abandonar como seu pai fez, eu vou cuidar de você. – Ele resmungou e eu arregalei os olhos.
— Como você sabe do meu pai? – Gritei e ele estendeu o dedinho novamente.
— Aceita minha promessa? – Resmungou novamente de olhos fechados.
— Damon, eu não... – E antes que eu terminasse ele me interrompeu.
— Elena, Aceita logo, meu braço ta pesado. – Ele gritou nervoso e eu tomei um susto me sacudindo por inteira e dando o dedinho para ele, que envolveu o dele no meu, fazendo uma volta completo por ele.
— Aceito. – Sussurrei, ele abriu um sorriso e ele foi se desmanchando aos poucos enquanto ele pegava no sono, sua mão foi afrouxando até ela cair sobre a cama. Desci as escadas e os pais de Damon já não estavam mais lá. Peguei minhas sacolas do sofá e subi as escadas indo para meu quarto. Coloquei uma camisola Branca que havia comprado para minha vingança do Damon pelas suas provocações. Coloquei a mesma e sentei na ponta da cama o encarando enquanto dormia. Ele era lindo, e um idiota, chato, sei lá, as vezes eu acho que estou fazendo mal em me vingar dele... Mentira, não tenho remorso. Mesmo assim, o que foi isso alguns minutos atrás? Como ele sabia que meu pai tinha me abandonado? Espantei os pensamentos irritantes, deite-me na cama e mais rápido do que o esperado, peguei no sono.
— Ai Meu Deus. – Ouvi um grito grosso e um estrondoso barulho, abri os olhos e levantei bruscamente, vi uma mão levantada no chão perto do outro lado e engatinhei até a outra ponta encarando a figura em minha frente. Damon estava no chão, com uma mão para cima, a outra segurando uma almofada em frente ao rosto.
— Você está bem? – Perguntei erguendo uma das sobrancelhas, ele abaixou um pouco a almofada e me encarou.
— Põem uma roupa Elena Gilbert! – Esbravejou.
— Por quê? Não gostou da minha roupa? – Disse mexendo na alça do babydoll.
— Não vai conseguir fazer minha cabeça, eu me converti, sou menino de Igreja agora. Se quer fornicar, esquece, eu já disse que só depois do casamento. – Falou tampando a cara por completo novamente me fazendo rir. Desci até ele, minhas mãos estavam espalmadas no chão, uma de cada lado dele, assim como minhas pernas.
— Não adianta se eu fazer isso? – Provoquei mordendo sua orelha. – Nem isso? – beijei seu pescoço. – Quem sabe isso. – passei as mãos quentes por de baixo de sua camiseta tirando um gemido leve de seus lábios abafados pela almofada. Tirei a almofada de suas mãos e mordi seus lábios de leve. Seu olhar espalhava desejo, assim que suas mãos passaram suavemente para minhas costas abrindo o zíper do meu babydoll , sorri maliciosamente e sussurrei em seus ouvidos. – Obrigado, precisa mesmo de ajuda para abrir isso aqui. – Levantei no mesmo instante, deixando um Damon incrédulo para trás assim como um Babydoll no meio do caminho.
— AAH! – Ouvi ele gritar. – Estou no banheiro do corredor tomando banho... gelado! – Informou em um grito e eu ri de tudo aquilo. Coloquei uma das roupas confortáveis e sai do banheiro, Damon estava com uma calça de moletom, com o peito nu. Me encarou por um segundo e fechou a cara.
— O efeito do remédio já passou? – Perguntei provocativa.
— Que Remédio? – Indagou erguendo uma das sobrancelhas.
— Aquele Tarja preta que eu te dei para passar a dor de cabeça ué. – Falei como se não fosse nada, esperando sua reação.
— Você o que...? Elena Gilbert, você me deu remédio Tarja preta?! – Perguntou incrédulo.
— Não, não Damon, quando eu falei remédio “Tarja Preta”, quis dizer “bala de goma.” – Falei sarcástica revirando os olhos.
— Elena eu sou alérgico a Tarja Preta. – Ele falou sério.
— Não vou cair nessa Salvatore.
— Elena... Eu acho que... – Ele falou dando pausas e passando as mãos pelo pescoço.
— Nossa, quanto drama. – Anunciei revirando os olhos.
— Elena... – Ele sussurrou se jogando no chão.
— Dramático. – Falei cruzando os braços, ele tentava apontar para a gaveta, extremamente vermelho. – O que você quer? – Perguntei abrindo a gaveta e achando uma bombinha de asma. – Isso? – Virei para ele que pedia com as mãos super vermelho. – Ah ta, você... Ai meu Deus! Não morra Damon, Agora não, sua mãe irá fazer aniversário amanhã. – Gritei me ajoelhando perto dele e enfiando a bombinha em sua boca. – Respira, respira. Se você morrer eu perco meu emprego! Vamos Salvatore! – Eu gritava desesperada.
— Lena... Eu preciso te dizer uma coisa. – Sussurrou. – Minhas últimas palavras.
— O QUE? – Gritei. – Sem essa de últimas palavras.
— Eu... Lena, Eu sempre... – Tentava dizer enquanto tossia, meus olhos se encheram de lágrimas e eu dei um empurrão em seu peito. Ele pulou o corpo para frente levando as mãos a sua barriga e começando a rir. – Sempre achei que você fosse uma idiota. – Gritou rindo, levantei brava e incrédula e sai bufando do quarto.
— Eu sou uma idiota! Como eu sou burra! – Gritava pelos corredores, assim que cheguei a ponta da escada senti um braço me puxando e me virei.
— Ainda somos um casal. – Damon me encarou sorrindo e me ergueu o braço para que eu me alinhasse nele. – Trégua? – Perguntou sorrindo, hesitei por um segundo de braço cruzado, suspirei e assenti, pegando seu braço e descendo as longas escadas. Todos estavam na sala, sentei no chão perto de Caroline e Damon deitou no meu colo.
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