Eterno Amor
1 O Encontro
Brasil, dias atuais. Duas irmãs adoravam frequentar a danceteria Argolas de Ouro aonde iam quase toda final de semana. Em uma noite, June, a mais nova, ao sair da pista de dança para ir ao banheiro, mas esbarrou-se com um belo rapaz de possuía profundos olhos verdes.
– Sarah?!
– Não. Você deve está me confundindo com outra pessoa.
– Ah! Desculpe-me, é que você é tão parecida com uma garota que eu amei um dia.
– O que?
Permita-me? – o rapaz beijou a mão de June olhando dentro dos olhos dela.
O jeito do rapaz deixou a garota sem ação, ele aproveitou, a puxou pelo braço e a beijou calorosamente.
Marin, a irmã mais velha, também saiu da pista de dança a procurado June, mas parou e ficou olhando o beijo de sua irmã com aquele rapaz desconhecido.
– Eu não acredito no que estou vendo! Como esse cara conseguiu fazer com que minha o beija-se assim?
June e o rapaz pararam o beijo e ficaram olhando um para o outro por alguém tempo. Ente serem interrompidos por Marin.
– Ju, vamos embora? – perguntou Marin
– Samanta! – perguntou o rapaz.
– Você está se sentindo bem? – perguntou June a ele.
– Sim.
– Parece que não. É a segunda pessoa que você confunde. Ela não se chama Samanta.
– Realmente estou me confundi muito esta noite.
– Bem, preciso ir. Tchau!
– Espere. – pediu o rapaz segurando sua mão.– quando nos veremos novamente?
– Sábado que vem estarei aqui.
– Esperarei ansioso para revê-la.
No carro Marin comentou:
– Nossa mana! Que gato era aquele! É que beijo!
– Nem fale. Ele me beijou do nada e eu não tive nenhuma reação.
– Isso me espantou!
– A minha também. Mas aquele olhar de dominou completamente.
– Você pelo menos sabe o nome dele?
– Pior que não.
As duas riram e June falou:
– Estranho. Parece que o conheço de algum lugar, ele também tem algo diferente que eu não sei explicar.
– Sabe que eu tive a mesma sensação. O mais estranho foi que sentir a áurea dele muito pesada.
– Sábado que vem eu encontrarei ele de novo... Estou ansiosa.
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Marin e June perderam seus pais em um acidente de carro, muito cedo. Então a avó materna assumiu a guarda das pequenas e as cuidou com toda carinha e dedicação, não deixado que nada faltasse a elas. Quando as irmãs já eram jovens, a avó faleceu e elas seguiram suas vidas sozinhas e mais unidas e do que nunca. Muito amigas, dividiam tudo uma com a outra, sendo assim quase não tinham amigos, elas só se bastavam. Atualmente Marin cursava faculdade de filosofia e June de letras.
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Dentro da danceteria, belo rapaz de profundos olhos verdes estava radiante aproximou-se de uma mesa e se encontrou com outros quatro rapazes.
– Eu não acredito que finalmente as encontramos! Eu beijei minha Sarah!!!
Os outros também festejavam essa maravilhosa noticia.
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Uma semana se passou, mas June não podia ir à danceteria, pois precisava ficar estudando para uma prova final e isso estava deixando a garota revoltada.
– Eu não acredito que aquela maldita professora me deixou em prova final por meio ponto e eu não vou poder ver meu gato hoje.
– É preferível você ficar estudando, né? Prometo que se eu encontra-lo vou dar seu recado e pegar o telefone dele. Não inverta de repetir essa matéria por causa de um cara que você nem sabe o nome.
– Mas eu não consigo esquecer aquele olhar. Estou à semana inteira pensando nele.
– Eu não sei o que ele fez, mas finalmente desencantou você, depois de tanto tempo afirmando que nunca mais se apaixonariam outra vez.
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Logo na entrada da danceteria o belo rapaz de olhos verdes abordou Marin.
– Olá, como vai?
– Bem, obrigada.
– E amiga?
– Minha irmã, não veio. Precisou ficar estudando, mas ela mandou um beijo e pediu seu telefone.
– Que pena que ela não veio! Mas eu não sabia que ela era sua irmã. A propósito: qual é o nome de vocês?
– Ah sim. Chamo-me Marin e minha irmã June. E qual é o seu nome?
– Gostaria de me acompanhar à minha mesa. – desconversou — Há alguns amigos que querem conhecê-la.
– Me conhecer! Por quê?
– Porque eu falei de June e você e eles ficaram curiosos. Venha!
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Em casa June não conseguia se concentrar em seu estudo, jogou seu livro longe e pensou:
– Eu vou estudar amanha! Eu quero ver MEU GATO. E eu vou agora!
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Mesmo desconfiada Marin o acompanhou. Ao chegar ao outro ambiente da danceteria, um lugar mais calmo...
– Esta é a Marin. – apresentou o rapaz para seus amigos — Marin, estes são meus amigos: Ikki, Hyoga, Seiya e Shiryu. Eu sou o Shun.
– Prazer. – falou a garota.
– O prazer é todo meu. – disse Hyoga beijando a mão da garota. – Como você é linda!
Marin ficou um pouco sem graça e Seiya cutucou Hyoga.
– Desculpe o meu amigo.
– É... Sem problema.
– Por favor, sente-se. – pediu Ikki puxando uma cadeira.
Marin, mesmo desconfiada daqueles rapazes, sentou-se e logo após Shiryu perguntou:
– Onde está a sua amiga, eu suponho.
– Irmã. – respondeu – Não pôde vir, mas vocês não perderão a chance de conhecê-la.
– Sabemos. – disse Shiryu.
– Mas conte algo sobre vocês. – falou Ikki.
– Por que vocês querem saber?
– Por nada. Só queremos te conhecer melhor, afinal é assim que começa uma amizade. – respondeu Ikki.
– Ok! Resumindo? Eu tenho 23 anos e estou no 6º período da faculdade de filosofia. Eu e minha irmã perdemos nossos pais quando crianças.
– E a June estuda o que? – perguntou Shun.
– Ela faz letras.
– Vocês têm namorado? – perguntou Hyoga.
– Não. Não encontramos alguém especial para namoramos. Mas agora fale sobre vocês.
– Nossa vida é tão chata que não tem nem graça contar. – rebateu Seiya.
– Chata?! Tudo na vida tem seus altos e baixos. Podem contra para mim o que quiserem. Afinal, eu também quero saber sobre vocês.
– Já que você insiste: Eu vivo a procura do meu grande amor. – disse segurando na mão da garota — Mas acho que já encontrei.
Marin franziu a sobrancelha e puxou sua mão.
– Hyoga, vai com calma! O que está dando em você?
– Concordo plenamente com o Seiya. – disse Ikki.
– Perdoe-me, Marin. Acredite não estou fazendo isso por mal e nem quero parecer um conquistador barato. E porque você realmente me encantou.
– Tudo bem, Hyoga. – respondeu a garota com um leve sorriso – Eu te desculpo, ok?
Nesse momento a conversa foi interrompida:
– Posso entra no papo?
– Mana! O que você está fazendo aqui?
– Amanhã acabo de estudar, Marin.
– Que bom que você veio! – animou-se Shun levantando da cadeira.
– Então você que é a June? – perguntou Shiryu.
– Sim e vocês?
– Chamo-me Ikki. E estes são: Shiryu, Shun, Hyoga e Seiya.
– Prazer! – falou a garota.
– Quer dançar, June?
– Aceito, Shun.
Os dois foram para a pista da dança, enquanto Marin continuava conversando com seus mais novos amigos, mas logo todos se reuniram para dançar. Depois de muito tempo de animação, Ikki sentiu uma presença estranha, mas não soube identificar de onde. Na mesma hora parou e puxou Shiryu para um canto.
– O que foi Ikki?
– Tem algo de errado.
– Algo de errado?
– Alguém está nos observando.
– Você acha que pode ser eles?
– Não sei...Não creio que seja ser humano.
– O que você acha que devemos fazer?
– Irmos embora e levarmos as garotas com a gente. – respondeu Seiya que se aproximou deles. – Temos que leva-las para casa.
– Exatamente isso que eu iria falar. – disse Ikki.
– Então vamos. – chamou Shiryu.
Nessa hora começou uma confusão na pista de dança. Marin foi empurrada, quase caiu com a cabeça na ponta de uma escada, mas Seiya a segurou tão rápido que a deixou atordoada. O rapaz levou a moça até à doblo dele e dos seus amigos. Lá estavam os outros rapazes juntos de June, que estava aflita. As irmãs se abraçaram e June falou:
– Tem algo de errado aqui. Vocês não são normais?
– Minha irmã tem razão, vocês são pálidos e sem brilho no olhar. Você, Seiya, me segurou com uma velocidade anormal. Eu estou penando em algo, mas eu quero que vocês me falem. Quem são vocês de verdade?
Então Ikki assoprou um pó especial na face das irmãs fazendo-as adormecer.
– Vamos levá-las para perto de nós. De onde nunca deveriam ter saído.
As garotas foram colocadas no carro dos rapazes e foram levadas à mansão deles.
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