Eterno Amor
4 Aprendendo a conviver
Notas iniciais
Depois de algum tempo Ikki chamou todos.
– Vocês não querem sair, precisamos de alimento.
– Boa ideia. Estou realmente com fome. – declarou Shun – Não tem uma gota de sangue nessa casa. Precisamos buscar.
– Vocês bebem sangue humano? Matam pessoas? – perguntou June.
– Depende das circunstâncias. – respondeu Shiryu – Só matamos se não houver outro jeito. O sangue que bebemos e que vocês começaram a beber e de um bando de sangue. Tem uma pessoa que fornece para nós.
– Menos mal... – falou Marin – Também quero sair, precisamos buscar nossos pertences.
Tenho uma ideia melhor. – afirmou Ikki – Rapazes, acho melhor vocês leva-las a um shopping para comprarem tudo que precisam.
– Não é preciso, temos roupas em casa. – falou Marin – É só ir lá buscar.
– Não minhas queridas! Vida nova, tudo novo. Gostaria que vocês esquecessem a vida de tiveram antes. Agora é tudo novo. – pediu Ikki.
– Esquecer tudo! Não é tão simples assim... Não da para passar uma borracha em tudo que vivemos antes. – retrucou June.
– Concordo com minha irmã. – avaliou Marin.
– Peço apenas que tentem, minhas queridas.
– Vamos tentar, certo? – respondeu June – Vamos às compras?
– Uma ultima pergunta: como vocês têm tanto dinheiro, já que não trabalham?
– Digamos que seja um acumulo de vários séculos, querida Marin. – respondeu Ikki – E trabalhamos sim. Hyoga pinta lindos quadros e desenha muito bem também e eu e Shun somos músicos. Com o nossos talentos conseguimos nos manter. Além de termo o Shiryu como nosso contador, ele é excelente nas financias.
Os vampiras foram se arrumar e as irmãs ficaram esperando na sala. Alguns minutos se passaram, Seiya desceu as escadas e encontrou Marin e June sentadas no sofá.
– Seiya, pode me tira uma duvida? Vamos ter que comprar todas as roupas pretas? – perguntou June.
– Bem, vocês quem sabem. O gosto não se discute. Eu gosto de preto, mas sempre uso alguma coisa para de contraste. – Apontando para si.
As vampiras observaram seus trajes: calça jeans preta, blusa preta apertada no corpo com detalhes em prata, boina e sapatos vermelhos, anéis prateados em todos os dedos, unha pintadas de preto, dois cordões prateados grandes e largos no pescoço, cabelos arrepiados, olhos delineados com lápis forte e um piercing de argola nos lábios inferiores.
– Realmente, você não é nenhum pouco discreto, não?
– É, Marin, está é uma das minhas características mais marcantes. Aos poucos você mais conhecendo mais sobre mim.
– Você parece até um roqueiro de heavy metal. – disse June.
– Eu me visto assim antes deles. Gosto de ser diferente do resto do mundo. Agora, vou ver o carro.
O vampiro saiu e as irmãs escutaram uma melodia de piano e seguiram o som, vinha de uma saleta aonde encontraram Ikki tocando um lindo piano transparente. Ao vê-las pediu:
– “Minhas crianças”! Se aproximem e sentem.
Logo após sentarem, June reclamou:
– Por que nos chamou de criança?
– Porque para mim, vocês são minhas queridas crianças.
– Se for comparar como os anos que você “vive”, não passamos de bebês. – comentou Marin.
– Com certeza. – sorriu levemente Ikki – Mas quero mostrar uma música que compus para vocês e tenha esperando séculos para mostra.
O líder dos vampiros pós a tocar uma linda e doce melodia (1) que fez rolar algumas lágrimas do rosto de Marin. Quando acabou as irmãs não sabiam o que disse. Olhavam fixamente para Ikki, que por sua vez, demonstro muito afeto a carinho ao dizer:
– Amo vocês, minhas eternas crianças! Vocês são especiais para mim e para os meus amigos. É um prazer tê-las perto de nós de novo e agora para a eternidade.
Neste momento Hyoga apareceu:
– Vamos? O carro está pronto.
– Claro. – afirmou June puxando Marin.
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No shopping as irmãs andaram muito e compraram muitas roupas, complementos, acessórios e tudo que precisavam. Os rapazes já não aguentavam mais.
– Se eu soubesse que soltar mulher num shopping era tão cansativo, sinceramente, não teria vindo. Estamos andando há horas.
– Que isso, Shun! Por mais cansativo que seja, temos que ser cavalheiros.
– Como certeza, Seiya, por mim, eu ficaria o tempo que elas quisessem.
– Acho que não precisa tanto, Hyoga, elas já estão chegando. – comentou Seiya.
– Desculpe a demora, mas compramos tudo que precisamos. – desculpou-se Marin.
– Então vamos. Temos buscar o sangue e irmos para casa. – chamou Shiryu.
– Antes podemos dar uma passadinha na minha antiga casa. Sei que o Ikki disse que é para esquecermos tudo que vivemos anteriormente, mas precisamos buscar coisas bastante pessoais que não da para deixar para trás. – pediu June.
– Sem problema. – falou Shiryu.
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